Fomos ao motel mais uma vez. Desta vez, havia uma razão a mais: estávamos há mais de dez dias sem foder.
Já na suíte, ele levanta meu vestido e lambe meu cu — esse ato já é automático. Enfia a língua, bate na minha bunda... eu, debruçada na cama, sou um convite para a penetração. Ainda de roupa, o canalha coloca o pau para fora e começa a empurrar no meu rabo, sem qualquer carinho, como sempre faz.
Gozei várias vezes. Ele parou, abriu o frigobar, pegou uma garrafa de água sem gás e me ofereceu. Com o pau ainda teso, voltou a me comer por trás. Terminando de beber a água, deixou a garrafa caída em um canto qualquer, beijou minha boca, arrancou meu vestido, passou a mão no meu corpo e chupou meus seios. Confesso: dá um tesão absurdo quando ele chupa meus seios, pqp! E ele fala no meu ouvido: "Quero foder tua buceta". Ouvir isso da forma que ele fala — mandão, dominando, com o pau roçando em mim e a mão nos meus seios — é puro tesão.
Jogada na cama, me acomodo. Ele sobe em mim e começa o papai e mamãe. Com a buceta ensopada da penetração anal, sendo xingada e obedecendo às ordens de ficar com as pernas abertas, peço para ele me bater no rosto. Levei muito tapa dos dois lados. Somado ao momento, gozei umas quatro vezes seguidas e ele não parava de me comer, até que foi até minha "ppk" e caiu de boca. Chupa, chupa... a língua dele bate no ponto certo do meu clitóris, com dois dedos enfiados no meu cu.
Peço para ele me comer de ladinho, por trás. Ele levanta, pega outra garrafa de água e diz: "Sabe por que estou bebendo bastante água?". Enquanto eu pensava no motivo, ele completou: "Vou mijar na tua boca hoje". Ele já mijou em mim antes, mas só no rosto; na boca, não. Mas, enfim, sendo penetrada mais uma vez no cu e com o rabo doendo... quem disse que eu não queria mais?
Fomos para a parede. Em pé, ele enfiou a jeba preta no meu rabo e mandou eu rebolar. Uma mão no meu seio e a outra puxando meu cabelo, me xingando, mandando eu rebolar no seu pau... adoro ser dominada! Eu virava o rosto e via aquela cena no espelho; com o rosto virado para trás, eu o beijava enquanto ele puxava meu cabelo com força, como se fosse rédea de cavalo. Pedi para ele me penetrar com violência. Ele segurou minha cintura e deu estocadas firmes. Fui ficando arrepiada e, nessa hora, já não sei onde estou, fico louca. Gozei de novo.
Meu cu não aguentava mais, mas ele queria mais. Sobrou de novo para a "ppk" no tradicional papai e mamãe, com mais tapas na cara, até que ele teve vontade de urinar. Me puxou para o box, agachei e chupei seu pau — claro que levei mais tapas. Ele ligou a câmera e filmou. O primeiro jato saiu no meu rosto e ele gritou: "Abre a porra da boca, piranha!". Eu abri e ele começou a urinar. Mandou eu segurar o pau dele e não parava; urina quente na boca, caindo pelo meu corpo, enquanto eu olhava para ele filmando com cara de cafajeste. Terminou, chupei novamente o pau dele, tomamos um banho juntos e fomos dormir.
Às cinco da manhã, levantamos, pois iríamos para o trabalho. Ele me puxou para a ponta da cama e comeu meu cu de novo, desta vez de quatro. O coitado do meu anel estava muito machucado. Ele gozou no meu cu, nos vestimos e fomos embora. No trajeto, a porra estava descendo, meu rabo molhado... ele rindo dos comentários que eu fazia e eu com medo de molhar o vestido. Nos despedimos com um beijo caliente.
Em casa, banho e café da manhã. Estava muito ardida; na hora do xixi, que dor! A "ppk" ardia muito e o rosto estava quente de tanto apanhar. Eu adoro apanhar quando estou gozando, na hora não sinto nada. O dia seguiu sem guerra, eu andando devagar e sentando de ladinho (kkkkk), sendo obrigada a responder ao "questionário" que ele faz a cada ligação:
— Por que você está andando assim?
— Por que você não dormiu e está com sono?
Essas coisas me fazem lembrar da madrugada. Espero que tenham gostado de mais um relato verídico.
