Adrenalina Antes do Uber Chegar

Um conto erótico de Livrando do estresse diário
Categoria: Heterossexual
Contém 470 palavras
Data: 25/07/2022 21:50:14
Última revisão: 21/03/2026 05:50:07

Sou a Debby, 30 anos, 1,50m, peituda, bundão e mãe de dois filhos. Hoje, após um dia agitado e estressada com cobranças indevidas, tive que deixar tudo pronto para trabalhar à noite — sou plantonista. Na correria para pegar o ônibus devido ao atraso (a hora voa quando temos compromisso), passei pela porta do "cafajeste". Rola uma química nível classificação 18 anos entre nós; o homem é pilantra, mas sempre tem tempo para me ligar e falar putaria do nada.

​Pois bem, enquanto eu andava para o ponto, escutei a voz dele. Mexi com ele, que estava aos gritos no celular junto ao muro de casa. Ele deve ter desligado na hora, pois me chamou logo em seguida.

​Voltei até o portão dele — hiper, mega atrasada, vale lembrar. Ele abriu, me puxou pelo braço e eu tentei explicar que precisava ir por conta do horário. O fdp disse que pagaria meu Uber até o trabalho e me beijou. Faço um adendo aqui: os beijos dele são como interruptores, ligam o tesão de forma inexplicável. O calor tomou conta do meu corpo e, somado à mão boba, quando vi, já estava com o pau dele na minha boca.

​Ele chamou o Uber enquanto eu o mamava ali mesmo, na entrada da vila de casas onde ele mora. O motorista aceitou a viagem: faltavam seis minutos. Ele fazia elogios ao meu boquete enquanto eu, agachada, ouvia o barulho do ônibus, dos carros e das motos passando no trânsito, além das pessoas na calçada. O portão é vazado, com uma chapa que mal me cobria, e a iluminação do poste ainda acendeu para completar o cenário.

​Ele puxava minha cabeça contra o pau — aquele troço enorme chegando na garganta. As lágrimas desciam compulsivamente pelo meu rosto; imaginem uma jeba negra no vai e vem na sua boca. A cada minuto que o carro se aproximava, ele narrava como um cronômetro ajustado. O fdp batia com o pau no meu rosto, começou a se masturbar e jogou o leite quente na minha boca. Obviamente, engoli tudinho e deixei o pau do negão limpo, sem perder uma gota.

​Faltando um minuto para o carro chegar, o canalha ajeitou a calça. Eu limpei as lágrimas, com os olhos vermelhos, enquanto o motorista encostava. Ele me deu mais um beijo na boca bem caliente e disse que ligaria quando eu chegasse no trabalho. E lá fui eu, linda e bela para o plantão, degustando o gosto da porra que ainda restava na minha boca.

​Espero que os pacientes e os colegas colaborem com a minha alegria noturna. Apesar de não querer guerra com ninguém, é sempre bom ter pensamentos positivos. É muito excitante fazer sexo em um local onde podemos ser flagrados; é um misto de tesão e medo que vicia.

​Beijos e até a próxima loucura!

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