Vingança

Um conto erótico de Sokomoku
Categoria: Heterossexual
Contém 566 palavras
Data: 08/06/2022 19:52:17

A VINGANÇA.

Aquele rapaz sempre enrabava a “coroa” no mesmo bordel. Pelo menos, uma vez por semana. Ela era um mulherão. Alta, morena gostosa e, principalmente, bunduda. Que bunda! Comer aquele rabo era extremamente excitante, uma loucura de tanto prazer.

Sempre que estava sendo enrabada, ela pedia para ele apertar os peitos dela com força. Era para não doer o cu, dizia. Desviava a sensação da dor. Somente assim ela concordava em dar o rabo. E que peitão!

Mas, naquele dia, o rapaz quis variar um pouco a sacanagem. Pediu para ela brincar, também com o cu dele.

Brincar como? - perguntou ela. De qualquer maneira, com a língua, de dedo, com um consolo – respondeu o rapaz. Queria, também, levar no rabo.

A mulher saiu do quarto e voltou com um consolo e com uma pasta de dente para lubrificá-lo. Vejam só. Ele conhecia bem o uso de vaselina. Mas, pasta de dente? Mas ela disse que era gostoso, que ficava um frescor gostoso dentro do cu. O rapaz concordou, meio hesitante. Mas ia experimentar uma nova sensação. Logo, sentiu aquele ardor inicial, mas pensava que depois passaria. Ele se divertiu bastante no consolo. Depois enrabou-a, normalmente, como era de praxe, e foi para casa. O cu continuava ardendo mundo. Já não era mais um frescor, mas sim, um ardor. E aquela ardência não passava... Já estava demais.

Ficou assim durante três dias. Percebeu, então, que a mulher o tinha sacaneado. Aquilo não era normal. Ficou revoltado. Nunca tinha visto ninguém lubrificar um consolo com pasta de dente! Com vaselina, com cuspe, ou até mesmo com manteiga, sim, já estava até acostumado.

Ela me sacaneou direitinho, - pensou. Resolveu, então, ir às forras. Iria vingar-se dela. Iria, também, sacaneá-la.

Ele gostava muito de chupar uma boceta. Mas nunca tinha feito isso com ela. Não sabia nem por quê. Voltou lá, então, cinco dias depois, na semana seguinte.

Poxa, veja só, eu adoro chupar uma boceta, e nunca chupei a sua.

Boa idéia, - respondeu a mulher com malicia.

Disse a ela que seria uma chupada inesquecível. A mulher aceitou logo a proposta.

O rapaz passou quase uma hora lambendo, chupando, mamando, e..., principalmente, soprando a boceta dela. Ela endoidou. Achou maravilhoso.

-Ah!, que ventinho bom, que fresquinho gostoso! - exclamou várias vezes - vou virar um balão e subir pelas paredes!

As sopradas produziam um ruído sibilante, provocado pela vibração dos pequenos lábios da boceta. Ele enchia os pulmões, inflava as bochechas e injetava ar naquele orifício largo e profundo.

Finalmente, cansou e terminou.

Em seguida, colocou a mulher de quatro e sem muita cerimônia, comeu o rabo dela, como já estava acostumado. Vibrou, gritou, gozou, desesperadamente.

Ele sabia bem o que poderia acontecer depois. Havia lido que era muito perigoso soprar uma boceta. Muitas mulheres já haviam morrido de embolia cerebral por causa disso, com excesso de ar na corrente sanguínea. Houve, até, o caso de um rei que, por decreto, havia proibido seus súditos de fazerem isso, toda vez que praticassem sexo oral com uma mulher. Ele foi embora, imaginando o que podia acontecer depois.

Dez dias depois, o rapaz ligou para a casa onde ela trabalhava, e perguntou pela mulher, sob o pretexto de dar outra foda.

-Ela teve um derrame cerebral e está no hospital, muito mal! - disseram ao telefone.

O rapaz nunca mais quis saber do caso. Estava vingado.

Aquela mulher deve ter morrido logo depois.

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