O bombado da OLX

Um conto erótico de Bobbv
Categoria: Gay
Contém 1120 palavras
Data: 12/05/2022 22:01:54
Assuntos: Casual, Gay, militar, musculoso

Já tive muitos lances casuais que aconteceram a partir de conversas no UOL, MSN, Facebook e até Instagram. Mas outros foram bem inusitados, como quando me interessei por uma sanduicheira num simples anúncio da OLX. E aí, meus lindos, a “chapa esquentou”...

O vendedor (vou chama-lo aqui de “Wagner”) era um militar que estava deixando a cidade, pois tinha sido transferido para outro Estado. Depois de sinalizar meu interesse pelo produto, ele mandou o número do Whats dele para tratarmos mais do assunto. A foto dele de perfil só mostrava uma imagem relacionada ao Exército, sem mostrar o rosto dele.

Combinamos que eu fosse buscar o aparelho em determinado local, um escritório de contabilidade no centro da cidade, que ele administrava junto com o pai e o irmão. No meio das nossas conversas, ele trocou a foto de perfil, mostrando sua foto real: era lindo! De pele e olhos claros e careca. Bom. Eu confesso que não tive tesão de início, mas o achei muito gato.

Era um sábado e o centro estava tranquilo. Me certifiquei, por motivos de segurança, onde era o local e avisei que estava em frente ao prédio. Logo, ele abriu a porta e me recebeu com um lindo sorriso. E aí percebi mais o quanto ele era gostoso. Estava de camiseta e bermuda e tinha cerca de 1,78m, eu acho. Bem bombado e de tattoo.

Quando passei pela porta, ele a trancou imediatamente. Conversamos rapidamente, falando sobre as características da sanduicheira, que só tinha menos de um ano de uso, etc. etc. etc. Mas enquanto a gente falava, ele olhava bem fixo pra mim, com um leve sorriso. Aquilo me acendia a chama dentro de mim. Mas eu estava ne contendo. Porém, inesperadamente, ele diz:

- Olha, você vai me desculpar pelo que vou dizer: mas eu te achei muito lindo.

Arregalei os olhos, sem dizer nada. Comecei a tremer. Mas ele veio com suas mãos até meu ombro, me acariciando de forma sutil.

- Sério! Vi sua foto e fiquei admirado.

Gente, eu não me acho bonito, o que me deixou em alerta. Tentei me desvencilhar, mas suas mãos foram se aproximando, passando pelas minhas costas. E o que fiz? Deixei acontecer. Quando me dou conta, estamos nos beijando.

Foi um beijo delicioso, com muita pegada, tanto da parte dele, quanto da minha. Levantei sua camiseta e comecei a beijar aquele corpo másculo escupido pelos deuses. E como já é de praxe, as mãos dele passearam pelas minhas costas ate chegar na minha bunda. Ele desfivelou o cinto, abriu minha calça e suas mãos foram com tudo na minha bunda, enquanto me beijava.

Enquanto nossos corpos estavam bem colados, inclusive com beijo de língua, senti seu pau duríssimo por baixo da bermuda. Eu não aguentei e fui logo me abaixando. Baixei a bermuda dele e meti a língua na sua rola, por cima da cueca recheada (cinza, semitransparente). As mãos dele me alisavam a cabeça e o rosto.

Em pouco tempo, aquele pau maravilhoso pulou de dentro da cueca e aí passei a fazer meu carinho sensacional nele. Wagner era bem roludo, apesar de seu membro não ser enorme (não devia ter mais que 16cm). Enquanto eu o chupava, eu massageava sua bunda carnuda. Mas eu estava amando mesmo era ter aquele caralho todo na minha boca. E ele também adorou.

- Nossa! Que boquinha!

Engoli aquele caralho, chupei a cabecinha, as bolas. Já estava com a boca bem suculenta. Ele me puxou pra ele e me beijou, com mais vigor. Depois, me virou e me levou em direção a uma mesa que, estranhamente, estava “limpa”. Ou seja: ele tirou o máximo que pode de cima dela justamente pensando em “algo” a mais que rolasse ali. E rolou. Me posicionei na mesa, bem empinado.

Ele baixou minhas calças e visualizou bem a “paisagem” à sua frente.

- Nossa! Que rabão! Sabia que você era gostosinho!

E aí se abaixou e começou a beijar minha bunda por cima da cueca. Foi abaixando ela bem lentamente, agora beijando diretamente. Ele abriu bem e aí senti sua língua quente. Eu não resisto quando isso acontece. Então, soltei um gemidinho. Ele lambeu, enfiou seus dedinhos, me deixando parcialmente lubrificado. Ele tirou um gel e uma camisinha, que estavam na gaveta. Abriu o gel e continuou me lubrificando mais e mais. O gel era bem refrescante. Eu estava pronto. Ele se ergueu, me encoxando com sua rola bem por cima da minha bunda.

- Posso comer esse cu?

Eu apenas sorri, acenando que sim. Ele colocou a camisinha e posicionou bem na entradinha. Eu ainda estava com a calça “enrolada” nos pés. E aí tirei elas de uma vez, abri bem as pernas e aí Wagner veio com sua rola me invadindo. Bem lentamente. Eu empinava mais a bunda e abria as pernas. Ele abria mais a minha bundinha para entrar mais. E foi entrando. Estávamos bem coladinhos um ao outro. E a brincadeira começou.

Enquanto me fodia, Wagner me agarrava forte. E falava muitas sacanagens (“Que cu gostoso!”, “bundinha deliciosa!”, “putinho!”). Eu estava tentando conter o gemido. Ele disse que eu poderia me soltar, se quisesse. Ninguem nos ouviriam. Eu queria gritar de tesão, mas fiquei só nos gemidas. Por precaução.

- Tá gostoso?

- Tá sim!

Logo depois, mudamos de posição. Havia uma poltrona e Wagner se sento nela e me chamou. Fiquei de costas pra ele e sentei. E foi aí que meus gemidos ficaram mais fortes. Ele me abraçava. Sentia seus beijos nas minhas costas.

- Isso! Senta, filho da puta!

Sentei pra valer. “Castiguei” aquele pau, quase vendo “estrelas”. Estava muito gostoso, a ponto dele gritar:

- Ai, eu vou gozar! (Sim! Rapidamente!)

Quando ele disse isso, eu continuei meus movimentos. Mas ele me levantou logo e ficou te pé. Tirou a camisinha e começou a se punhetar. Eu me abaixei e abocanhei sua rola, enquanto também me punhetava. Magicamente, gozamos quase ao mesmo tempo. Enquanto eu me acabava em êxtase, senti sua porra na minha boca. Foi simplesmente.

Depois que engolir toda a sua porra, Wagner se deitou na poltrona, recuperando o fôlego. Ele me chamou pra o acompanha-lo. Sentei no seu colo, de ladinho. Nos beijamos bastante, como numa despedida (e de fato era!).

- Gostou dessa “venda”? – Ele perguntou.

- Sim!

Ficamos um tempo ainda naquele clima. Depois nos vestimos e voltamos a nos beijar. Depois lhe dei o dinheiro, peguei o aparelho e coloquei na bolsa que eu levava. Dali, demos um último beijo e fui embora. E nunca mais nos falamos. Não arrisquei mandar mensagem no Whats e acho que nem ele. A foto dele “desapareceu” do perfil do Whats. Provavelmente, trocou de número em sua nova vida. Para mim, sobrou apenas as lembranças. E que boas lembranças, hein!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 31 estrelas.
Incentive Bobbv a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários