Fomos viajar para uma cidade litorânea próxima de onde moramos, a cerca de cinco horas de carro. Já instalados na pousada, resolvemos turistar: largamos o carro no estacionamento e fomos caminhar, entrando em cada rua e viela atrás de novidades e, obviamente, para curtir.
Vários comércios, muitos "assédios" comerciais — afinal, eles reconhecem visitantes pelo cheiro (kkkkk). Algumas lojas com preços absurdos, outras com valores tentadores; se comprássemos tudo o que víamos, ficaríamos duros em segundos. Muita coisa boa, mas bastante quinquilharia também, e ainda tínhamos que levar lembranças para os mais próximos.
Eu sou a Cassia: 1,47m, branca, olhos verdes e seios volumosos. Já o meu noivo, Marcos, é negro, alto (1,80m), forte, comunicativo, lindo e muito cheiroso. Ele entrou em uma loja enorme de roupas e achou algumas bermudas baratas, então resolveu provar.
No provador, ele vinha sempre me mostrar as peças; pegou umas cinco, o preço estava ótimo. A moça que controlava a entrada permitiu que eu ficasse no box com ele, até para não atrapalhar o "entra e sai", já que ele pedia minha opinião a todo momento.
Confesso que não estava com maldade; nem passava pela minha cabeça chupá-lo. Mas, quando coloquei o pé no espaço, vi um puff e sentei. Ele tirou a roupa e aquele volume do pau na cueca ficou bem diante da minha cara. Eu o segurei pela perna, o virei de costas para a entrada, coloquei o pau para fora e caí de boca!
Ele ficou visivelmente assustado, mas eu continuei. Não demorou para o pau dele se manifestar; foi crescendo na minha boca, meus olhos até lacrimejavam. A piroca do negão é grossa, grande, mas eu não queria saber: chupava com volúpia, deixando-a ir até a garganta. Lambi suas bolas, batia com o pau na minha cara, olhando para ele e fazendo caretas de safada. Imaginem a cena: dentro de um box onde a cortina fazia o papel de porta, ouvindo as vozes e os passos dos clientes do lado de fora... Aquilo tudo me deu um tesão incontrolável. Não estava nem aí para um flagrante; estava tudo maravilhoso!
O safado já estava filmando a cena com o celular e segurando a minha cabeça; aí é que eu chupei mesmo! Olhando para a câmera, eu me sentia uma atriz pornô. Até que ele gozou na minha boca. O primeiro jato foi direto na garganta; não caiu nenhuma gota no chão, engoli tudinho. A porra dele estava grossa. Limpei o pau do meu negão com a boca e saí do provador agradecendo à atendente.
Levamos duas bermudas. Minha "ppk" estava encharcada e o cu piscava, louca para tomar uma pirocada ali mesmo. No caixa, enquanto pagávamos, o safado ficou roçando na minha bunda, encostado de propósito, e falando baixinho no meu ouvido (meu ponto fraco!) que aquele tinha sido o melhor boquete da vida. Molhei a calcinha na hora! O local deixou o clima muito mais excitante; quase o incentivei a provar calças e camisas também (kkkkk, nessas horas a criatividade flui!).
Fui pela rua assistindo à gravação e já estou à procura de outro lugar para chupá-lo. Na pousada, vou sentar no colo dele para assistirmos ao vídeo juntos.
Beijos, até a próxima!
