A Família Rosália – Roberto Gordo

Um conto erótico de Oesscritor
Categoria: Grupal
Contém 3137 palavras
Data: 28/02/2022 14:47:08
Última revisão: 28/02/2022 16:22:46

Roberto Gordo, é um suburbano paulista que nasceu no interior do estado de São Paulo.

Além dele, Gordo tem mais quatro irmãos!

Cresceu, viveu alegrias, emoções, amores, vitórias e derrotas. No auge dos seus 24 anos. Roberto era metalúrgico. Ele trabalhou em diversas empresas do ramo.

Boêmio, ele gostava de frequentar festas, bares, prostíbulos, casas de swingers. Era cadeira cativa nesses lugares. Nos carnavais, caía na gandaia. Roberto era mulherengo.

Jovem, forte e bonito, não dava chances à concorrência quando conhecia uma mulher com boa aparência.

Simone Rosália surgiu na vida de Roberto em uma dessas casas de swingers. Sinceramente? Eles se apaixonaram no momento em que estavam transando juntos com um monte de corpos se amontoando. Sua futura namorada estava deitada nua se entregando a qualquer um.

Eles se conheceram, trocaram número de bip, antigo aparelho famoso da época. Saíram, transaram até assumirem relacionamento.

Roberto apresentou a nova namorada para sua família. Depois, Simone o apresentou aos pais e irmãos. Roberto Gordo frequentava a casa da sua namorada ao menos cinco vezes ao mês.

O que Roberto não sabia, era que sua namorada escondia um segredo que só foi revelado oito meses depois assim que o casal decidiu noivar.

Roberto conquistou o sogro com seu bom astral, e por ser trabalhador!

Decidido a casar com a bela Simone. Sua vida mudou a partir deste churrasco familiar na casa de sua noiva.

Durante o churrasco da futura família. Gordo, estranhou algumas atitudes de Altamir e os outros irmãos. O pai da Simone estava com sua filha mais velha Shirley sentada em seu colo tocando nos seios. E a filha se esfregando no pai. Os irmãos, Sidney e Gustavo, tocavam as partes íntimas da própria mãe, como seios, buceta e bunda!

Gordo perguntou a Simone o que estava acontecendo?

Simone não falou nada indo para perto do pai e assim como Shirley sentou em seu colo, tendo os seios tocados por Altamir.

Altamir entrou na jogada revelando tudo: Até que transava com Simone. Roberto Gordo teve que fazer uma escolha. Ou se integrava aos costumes da família, ou poderia dar meia-volta e esquecer Simone.

O sogro deu a esposa Isolina ou Shirley, caso, ele quisesse transar com uma delas. E mesmo não acreditando na loucura, as dúvidas, as vontades, o desejo de falar ficou tudo para trás. Gordo resolveu arriscar, escolhendo a sogra que era uma coroa deliciosa.

Altamir chamou Gordo e sua esposa, eles foram para dentro do quarto. Há muito tempo que Gordo estava de olho na Isolina.

Sogra e genro dentro do quarto. Eles se pegaram no instante momento que a porta foi fechada. Ela tinha uma pegada forte, experiência não faltava para aquela mulher baixinha-gostosa.

Eles se beijaram um ao outro de maneira selvagem. Os movimentos socando o pau em Isolina, ela urrava alto. Cuidadosamente, eles transaram curtindo, gemendo e com sexo anal, esporrar na cara da coroa safada foi como uma obrigação.

Gordo já tinha visto de tudo na vida, mas aquilo, era cena de filme. Isolina deu as boas-vindas ao futuro genro a família Rosália com muito sexo.

Altamir explicou regras e como elas funcionavam. Principalmente a de guardar segredo. Também autorizou Gordo transar com sua filha Shirley. E foi isso que ele fez quando voltou na casa da namorada.

Para Gordo, a família Rosália era louca e surreais. Quando teve oportunidade de voltar para casa da sogra. Foi para transar com sua cunhada Shirley.

O tal beijo que sempre sonhou em dar na cunhada, foi dado quando os dois pisaram no quarto da bela Shirley.

- Eu sempre tive tesão por você! Disse Gordo!

- Meu papel aqui é transar com você meu cunhado! Respondeu Shirley!

Até não muito longe, eles se aproximaram, beijaram, tiraram as roupas. Nus, Roberto jogou a cunhada na cama, ela com as pernas entreabertas, ele a beijou inteira, sugou seus seios (ainda por cima dela), lambia seu pescoço, mordiscava os seios arredondados, esfregava seu pau no sexo dela. “Shirley viu as estrelas”. Quando Roberto penetrou a buceta da cunhada, caiu por cima dela, seus movimentos foram ficando mais fortes, seus gemidos estavam cada vez mais próximos de se parecerem com urros. Ele apertava Shirley na cama, ela podia sentir cada centímetro de pau no cunhado. E Roberto não parou até esporrar. Shirley ficou abismada com tanto vigor sexual do cunhado. Eles quase desfalecem de tanto transar.

Eles tiveram outras transas sensacionais. Se Shirley era boa para transar, sua mãe era ainda melhor. Simone não ficava atrás, era tão puta quanto, mãe e irmã.

Não era só com Simone, Shirley e Isolina que Gordo transava. Sandra, esposa de Sidney. Era outra que amou quando transou com o noivo da cunhada. Sidney e Gustavo e Roberto, marido de Shirley, não chegavam aos seus pés. O único que superava Gordo era Altamir.

O que estava já estava ótimo, melhorou quando Rose surgiu. Uma mulher alta, linda com cara de anjo. Ela era namorada de Gustavo, filho mais novo de Altamir e Isolina.

Roberto teve que seguir as regras. Rose não podia saber de nada até segundas ordens. O pobre homem teve que esperar quase dois anos até chegar o grande dia da doutrinação da noivinha do seu cunhado.

Através da decisão de Isolina. Todos os machos do clã, menos Gustavo, iriam transar com Rose. E ao mesmo tempo. Aquilo foi música para os ouvidos de Gordo. Ele não via hora de foder a grandona gostosa!

Na noite da doutrinação da Rose. Um a um foram empurrando o pau na gostosa. Quando chegou a vez de Gordo, ele a fez gemer e delirar com seu membro todo no cu. Rose foi bombardeada por um monte de paus ficando com seu rostinho de anjo esporrado e de pernas bambas.

Quando Gordo encontrava Rose na casa da sogra. Ele tinha total liberdade para tocá-la, beijá-la, encoxá-la e fazer sexo.

Em uma noite de sábado, Gordo se encontrava na casa da sogra. Rose chegou da rua com seu noivo Gustavo. Ela estava tão linda n- um vestido vermelho com decote que realçava os seios.

Com total liberdade. Gordo aproximou-se de Rose, baixou as alças do vestido para ver os seios da gostosa. Todos agiram com naturalidade, era como se ele fosse invisível. Ele continuou. Não só lambeu os seios dela como a levou para transar na cama da sogra.

Todos babavam pela bela Rose. Seios grandes, uma bunda deliciosa, uma boca carnuda, uma buceta grande, um cu que aguenta muito pau.

Simone não se importava com a tara do noivo com sua cunhada. Ela também tinha suas opções para transar, inclusive seu tio que morava no Rio de Janeiro.

Aí aconteceu o casamento de Gordo e Simone, eles construíram uma casa atrás da casa de Isolina e Altamir.

Teve um momento ruim, péssimo na família. Altamir faleceu vítima de acidente. Foi um dos momentos mais difíceis para a família Rosália. Até nas orgias deram um tempo. Só voltou mesmo quando Gustavo e Rose se casaram. E todos os machos transaram com a incrível e gostosa esposinha do cunhado.

Simone e Gordo não pararam com a putaria, eram frequentadores assíduos das casas de swings!

Aí sua cunhada Shirley engravidou. Nove meses depois nasceu Rafael. Depois foi Sandra, esposa de Sidney. Sete meses depois nasceu Débora.

As orgias continuaram, Rose era quem dominava as festinhas. Roberto aproveitava cada centímetro do belo corpo da moça para matar seu tesão pela bela.

Quem era apaixonada pelo Gordo, era sua sogra Isolina. Depois que Altamir faleceu, Gordo (meio) ocupou o lugar do falecido. Isolina tinha um fogo inesgotável. O único que conseguia apagar essa labareda, era o genro.

Passou-se alguns anos. E Simone engravidou. Tiveram que fazer teste de DNA para saber quem era o pai. Além das festinhas da família, Simone também frequentava casas de swings. O resultado do teste deu a Gordo o título de pai. E Milena veio ao mundo!

O fogo na cama do casal Gordo e Simone não se apagava. Eles transavam direto. A putaria ocorria à solta na casa do casal e fora dela.

Depois que os netos nasceram, Isolina impôs muitas regras. O último a nascer foi Cauê, filho de “Gustavo”, e Rose.

Os anos foram passando, quem era coroa ficou idosa, quem era jovem ficou coroa, assim também aconteceu com a nova geração da família Rosália.

Gordo acompanhou quando sua esposa Simone ficou responsável em tirar o cabaço do Rafael, filho de Shirley e Roberto. O sobrinho gostou tanto que não deixou sua esposa em paz. Quando Gordo chegava do trabalho só se ouvia gemidos do seu quarto. Era Rafael fodendo Simone.

Um ano depois...

Os homens do clã ganharam um presente maravilhoso. Débora, filha do Sidney e Sandra, ela tinha se tornado uma linda mulher, baixinha 1,55 de altura, cabelos pretos compridos, seios duros e um corpo maravilhoso. Antes mesmo, já chamava atenção dos machos. Só não tinham autorização da matriarca.

Infelizmente, Gordo não foi o escolhido para tirar o cabaço da sobrinha. O sortudo foi seu cunhado Gustavo e tio de Débora.

Depois. Débora foi transando com todos os homens do clã. Quando chegou a vez do nosso Gordo. Ele fez questão de levá-la a um motel.

Gordo foi inteligente, já que os outros ficavam dependentes da casa de Isolina.

Débora adorou a ideia pelo fato de conhecer um motel. Era noite sexta-feira!

Eles chegaram de carro no motel. Entraram. Débora ficou abismada com o tamanho da cama, como nunca havia entrado nesses lugares, aguçando a curiosidade da moça.

Gordo teve paciência com a sobrinha. Passado a curiosidade de estar no quarto de motel. Débora se insinuou para o tio. Seu vestido branco foi caindo deixando seu belo corpo nu. O fogo nos olhos da jovem não tinha explicações, ela queria porque queria transar com o tio.

Eles se beijaram na boca. Débora tirou a roupa do tio, beijando todo seu corpo. Gordo estava com seu membro tão duro por causa das punhetas da sobrinha. Depois, seu pau foi para dentro da bela boquinha de Débora, ele urrando de tanto tesão. Com isso, Débora ficou toda esporrada. Desencaixando seu pau da boca.

O membro dele ainda não havia relaxado, mesmo após o orgasmo. Gordo se afastou um pouco para olhar o corpo da bela sobrinha.

A vontade de foder Débora triplicou. Deitou a sobrinha na cama, beijou, lambeu seu corpo todo. Com as pernas abertas. Débora se entregou ao seu tio Gordo tomando uma estocada, outra, outra e mais outras. Ele começou a mexer e remexer dentro da buceta da novata cada vez com mais força. Metia, metia forte mesmo! E como metia com força!

Em vez de se acalmar, parecia estar com mais tesão. Uma loucura sem tamanho!

No quarto, Débora urrava sem parar (ainda por cima dela), Roberto beijava sua boca inteira, chupava os seios e toda aquela safadeza se transformava em outra esporrada.

Quando mais tarde eles deram mais outra. Ficaram no roça-roça o tesão de tio e sobrinha não podia se explicar. Quanto mais ele pegava nela, mais ela se curvava para deixar sua bunda disponível ser penetrada por trás. Débora era muito safada. Ao penetrar no cu da sobrinha, Roberto só faltou explodir de tesão. E Débora gostando de cada estocada no cu. E, assim, ficou até Roberto ter outro orgasmo.

Gordo viu a sobrinha se transformar em uma puta. Suas roupas eram tão curtas e coladas no corpo que dava para ver o contorno do corpo.

Nas orgias, ela dominava os homens. Então começou uma disputa entre ela e Rose, outra que Roberto gostava de transar. Débora promovia verdadeiros bacanais sexuais, com muito sexo e bebidas.

Uma vez, era aniversário da sua cunhada Shirley. Só foram convidados os membros adultos do clã. Poupando os mais jovens.

Débora chegou na casa da avó a fim de fazer putaria. E os homens do clã não perdoavam, inclusive o próprio pai dela. Dentro do quarto da avó. Aconteceu um mutirão de paus para ela lamber. Depois, ela foi penetrada por trás ao mesmo tempo em que fazia sexo oral com os outros. Foi uma sensação indescritível para o Gordo. Sua sobrinha gostava do fato de se sentir uma cadela. Ela nunca negou sexo a Gordo.

Se Gordo achava que Débora era uma promíscua engolidora de paus. Oito anos depois. E dentro da sua casa, Gordo acompanhou o desenvolvimento corporal da sua filha, a Milena, tornando-se uma jovem linda-mulher.

Sua esposa Simone teve que rebolar para controlar o marido. Isolina, ficou em alerta seguindo os passos do Gordo com a neta. Não só dele, como de todos os homens do clã. Gordo cansou de ter que tomar banho gelado para não fazer besteiras e quebrar as regras.

Milena ficou linda, seu corpo tinha curvas como a de um violão, seios volumosos, uma bunda enorme. Milena era extrovertida, às vezes, meio maluquinha. Adorava dançar funk usando roupas curtinhas, provocativas. Ela transpirava safadeza mesmo.

O que ninguém sabia, é que anos antes, Milena havia flagrado todos em um bacanal, com muita orgia.

Talvez por causa deste flagrante, sua doutrinação foi fácil, rápida e conclusiva.

E no seu aniversário de 18 anos. Todos estavam reunidos na festa, tinha churrasco, bolo, doces e bebidas. Tudo para comemorar a maioridade da aniversariante.

O momento mais esperado veio depois do cantar dos parabéns. A família ficou toda reunida dentro da casa de Isolina.

A matriarca deu a virgindade da sua neta para Roberto, marido da Shirley e cunhado de Gordo. Ele ficou puto da vida, não ousou contestar as decisões de Isolina.

Gordo e Roberto tinham uma rivalidade. Foi duro ver o rival tocar nos seios da filha no meio de todos e sua filha esfregar a bunda no pau dele. Ainda mais quando Milena entrou no quarto da avó com Roberto. Doeu ainda mais ter que ouvir os gemidos, os urros da filha vindo do quarto. Gordo queria tanto romper o hímen da filha. Ele esperou 18 anos.

Teve que superar a derrota. Ele aproveitou depois, dentro da sua casa!

Milena já podia ser tocada e usada pelos homens do clã. E mesmo depois de ter transado com Roberto. Milena teve a presença do pai dentro do seu quarto.

Roberto Gordo atacou a filha como um lobo faminto. E ela estava disposta a uma entrega por inteiro pelo pai. Mãos escorregadias nos seios, beijos no pescoço, boca, no corpo todo. Gordo teve seu pau lambido pela filha.

- Eu estou esperando isso há 18 anos, minha filha! Disse o pai à filha!

- Sei disso pai! Agora sou toda sua! Milena respondeu ao pai!

O namoro seguiu bem. Gordo fez sexo oral na buceta da filha. Depois na bunda. As demonstrações de amor eram incontáveis, incontroláveis.

Ao tê-la só para ele. Gordo penetrou sua filha muitas, muitas, muitas vezes, ficou explícito que essa era só a primeira vez. Além da cama, pai e filha transam no banheiro. Simone, mãe da Milena, estava dentro da casa ouvindo os urros dos dois. Ela não ligava, eles podiam transar à vontade, sem medo de ser feliz.

Depois desse dia, era comum pegar pai e filha transando. Nas madrugadas então, eram gemidos vindos da casa toda.

E no primeiro bacanal que Milena participou. Todos os homens do clã foderam a novata, uma fileira de paus tenebrosos para serem esporrados. E ela deu conta. E impressionou a todos.

Dia a dia, mês a mês. Milena só ganhava experiências sexuais. Gordo não saiu de cima da filha. O problema é que Milena começou a ser mimada e ganhou presentes caríssimos dos outros homens do clã. E isso incomodava Gordo que não ganhava um salário bom. Sua filha chegou a ganhar um carro novinho do então tio Sidney.

Assim como fez com Débora, Gordo fez com Milena. Ele levou a própria filha para conhecer um motel; o mesmo onde levou a sobrinha anos atrás.

Quando pai e filha chegaram no quarto, ele imediatamente preparou uma banheira com um delicioso banho de espuma, com direito a morango e champanhe.

Gordo e Milena banharam, já excitados, saíram molhados para a cama. E foi ali que pai e filha se entregaram ao sexo. Eles já haviam transado dezenas de vezes.

Gordo penetrou a filha muitas e muitas vezes. Milena respondia com urros. Gordo penetrava mais e mais. Suas transas eram cada vez mais intensas e deliciosas. Umas das qualidades de Milena era o anal. E Roberto sabia aproveitar o dom da filha abrindo um verdadeiro buraco em sua bunda.

Em uma certa noite final de semana, na varanda da sua sogra. Milena apareceu erotizada, era uma camisolinha que mal cabiam os seios. O short, acima das coxas. E juntos estavam seus pais, suas tias Rose e Sandra, seus tios Sidney e Gustavo.

Gordo e os outros ficaram excitados. Só que desta vez os homens tiveram que se contentar apenas em olhar e bater punheta, porque Milena, sua mãe e suas tias fizeram um bacanal lésbico. Negaram qualquer aproximação masculina.

O grande momento da orgia lésbica foi quando Milena e sua mãe Simone esfregaram as bucetas com todo mundo olhando. Inclusive Gordo. Outro bom momento foi entre Milena Rose. Gerações diferentes, porém, muito explícitas.

Certa noite, Gordo chegou do trabalho pegou mãe e filha só de avental preparando o jantar. Erotizadas. O coroa as atacou sexualmente, transando com suas belas mulheres promíscuas.

A festa mais incrível que Gordo participou foi (A festa do Anal) promovida por Débora. E sempre dentro da casa de Isolina. A festa tinha muitas bebidas, pizzas e muito sexo anal.

Estava sua filha Milena, a esposa Simone, suas cunhadas Shirley, Sandra, Rose e a sobrinha Débora. Elas todas nuas de quatro com adesivos colados nos cus. E, para quem fosse fode-las, teriam que tirar os adesivos.

E nesta festa, só se podia meter nos cus das damas. Foi o maior banquete de paus entrando nos cus. De urros, gritos, gemidos. Uma orgia generalizada que marcou história. Era mãe com filho, tios com sobrinhas, sobrinhos com tias. A única que não participou foi a matriarca que viajava.

No fim das contas, Gordo fodeu vários cus, inclusive o da sua filha Milena, de todas as formas possíveis. Seu sexo latejava e os cus das mulheres ardiam de tesão. E, por último, veio os esporros nos cus das fêmeas.

Sua filha Milena era a fêmea dominante do clã feminino. Jovem, bonita e gostosa. Era a mais procurada nas orgias da família Rosália. Sua casa vivia cheio de homens, só os do clã. Milena vivia tomando anticoncepcional.

Gordo e Simone se separaram um tempo depois. O casal não tinha mais tesão pelo outro, sendo assim, Gordo foi expulso do clã com a separação. Perdeu o direito de participar das festinhas. Porém, não o impediu de continuar fodendo sua filha pelos motéis da vida.

Hoje, Gordo está com 56 anos. É feliz, não perdeu seu jeito boêmio de ser!

Fim!

Essa é uma obra de ficção!

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