Chego à casa dele por volta de meia-noite (quinta-feira,para mais uma noite de "pauladas" (kkkk). Eu ainda tentava me recuperar da terça-feira— amigos e amigas, como fui sodomizada! Aviso pelo WhatsApp que o Uber chegou; ele mora em uma vila de casas e, pasmem: ele abre o portão completamente nu! A cena é hilária, envolvente e excitante. Lembrei na hora do personagem do Caio Castro na novela Amor à Vida, levando flores pelado para sua pretendente.
Eu me escancarei de rir. Ele ali, com o pau em pé, reto — tenho a impressão de que o prepúcio até me olha (kkkk), esperando eu entrar. O beijei e ele roçou aquele mastro nas minhas pernas; a resposta corporal foi automática. Senti minha "ppk" molhar na hora. Meu cuzinho, ainda combalido, "pisca", e ele, com aquela característica de polvo, vai me abraçando, beijando, apalpando minhas tetas e enfiando a mão dentro da minha roupa... me deixa nua sem eu nem perceber.
Entro na casa dele, tudo apagado. Ele vem por trás, tira o resto de roupa que sobrou e leva para a área de serviço. Ali mesmo, me debruçou na máquina de lavar roupa e "covardemente" chupou meu cu. Digo covardemente porque isso desestabiliza qualquer racionalidade que resta em mim. Gente, vocês já levaram uma linguada no cu? Eu não tenho controle nessa hora! O canalha comenta que eu chupo o dedo e faço cara de "bocó" — e, com toda certeza, eu nem sei onde estou nesses momentos.
Ele arreganha minha bunda e enfia a língua no meu cuzinho em um sincronismo que chega na "ppk" por trás. Pqp, mil vezes! Na terça-feira, quando dei por mim, já tinha gozado duas vezes — tudo isso debruçada em uma máquina de lavar e com a língua no meu rabo. Eu, a Mel, gozando os prazeres do sexo bem feito. Eu sou muito bem comida!
Ele sabe meus pontos fracos: me morde, me dá tapas leves no rosto, chupa e aperta meus seios e me xinga justo na hora em que está me penetrando. Por conta da alta temperatura (quinta-feira fez um calor infernal aqui no Rio), fomos para o quarto. Fiquei de quatro na cama, cabelo solto e o pau todo enterrado no meu rabo. Ele segura meu ombro e começa a contagem: 1, 2, 3, 4, 5... eu levando pirocada contada! E detalhe: tenho que ficar calada, porque ele diz que gemidos tiram a concentração dele. O FDP mete cem vezes nesse vai e vem; eu gozo, no mínimo, duas vezes durante a contagem.
Mesmo com o ar-condicionado ligado e o ventilador em cima de mim, o calor era dos infernos. Caio na cama, e ele, com fôlego de não sei onde, cai de boca na minha buceta. Começa a passar a língua no meu clitóris em uma velocidade que me tira de órbita. Quando dou por mim, estou alisando a cabeça dele e pedindo para não parar. Ele já emenda no papai e mamãe — maravilhoso! — e volta a comer meu cuzinho, dessa vez de ladinho, segurando meus seios e mordendo meu ombro. Galera, me deu um arrepio... comecei a tremer, uma sensação indescritível. Ele disse que fiquei assim por cerca de quatro vezes. Eu sei lá, porra! Só sei que estava gozando...
Dormimos. Às quatro da manhã, acordo com ele chupando meus seios. Como eu disse: ele sabe meus pontos fracos. Tento fugir porque o Uber já está chegando e preciso ir para casa me arrumar para o trabalho. Procuro a roupa e, enquanto isso, ele tira uma "casquinha" do meu cu — ele encosta e empurra, e eu não resisto nada, deixo. Consigo me arrumar, ele abre a porta e vamos até o portão. Novamente, pasmem: ele nu! Eu chupei o pau dele ali no portão, de frente para a rua. O motorista do Uber viu (kkkkk) e comentou no carro: "FDP, a senhora pagou um boquete ali no portão!".
Chego em casa e ainda sou obrigada a fazer café para minha filha (que me zoa porque chego destruída, de olhos fundos, com fome e cansada). No trabalho, começo a perceber os hematomas das mordidas no ombro e na bunda. E quem disse que eu consigo sentar? Sem condições. Passo o dia em pé. A condução de volta para casa estava vazia, e eu? Em pé (kkkk). Bunda, cu... tudo dói. E segunda-feira tem mais, galera! Dia 24 de janeiro de 2022 vou dormir com meu cafajeste favorito de novo. C'est la vie...
E vocês, têm loucuras para contar? Compartilhem comigo.
Beijos, até a próxima!
