Quando o Prazer Não me Deixa Sentar

Um conto erótico de Mel
Categoria: Heterossexual
Contém 760 palavras
Data: 22/01/2022 14:35:31
Última revisão: 18/03/2026 08:01:21

Chego à casa dele por volta de meia-noite (quinta-feira,para mais uma noite de "pauladas" (kkkk). Eu ainda tentava me recuperar da terça-feira— amigos e amigas, como fui sodomizada! Aviso pelo WhatsApp que o Uber chegou; ele mora em uma vila de casas e, pasmem: ele abre o portão completamente nu! A cena é hilária, envolvente e excitante. Lembrei na hora do personagem do Caio Castro na novela Amor à Vida, levando flores pelado para sua pretendente.

​Eu me escancarei de rir. Ele ali, com o pau em pé, reto — tenho a impressão de que o prepúcio até me olha (kkkk), esperando eu entrar. O beijei e ele roçou aquele mastro nas minhas pernas; a resposta corporal foi automática. Senti minha "ppk" molhar na hora. Meu cuzinho, ainda combalido, "pisca", e ele, com aquela característica de polvo, vai me abraçando, beijando, apalpando minhas tetas e enfiando a mão dentro da minha roupa... me deixa nua sem eu nem perceber.

​Entro na casa dele, tudo apagado. Ele vem por trás, tira o resto de roupa que sobrou e leva para a área de serviço. Ali mesmo, me debruçou na máquina de lavar roupa e "covardemente" chupou meu cu. Digo covardemente porque isso desestabiliza qualquer racionalidade que resta em mim. Gente, vocês já levaram uma linguada no cu? Eu não tenho controle nessa hora! O canalha comenta que eu chupo o dedo e faço cara de "bocó" — e, com toda certeza, eu nem sei onde estou nesses momentos.

​Ele arreganha minha bunda e enfia a língua no meu cuzinho em um sincronismo que chega na "ppk" por trás. Pqp, mil vezes! Na terça-feira, quando dei por mim, já tinha gozado duas vezes — tudo isso debruçada em uma máquina de lavar e com a língua no meu rabo. Eu, a Mel, gozando os prazeres do sexo bem feito. Eu sou muito bem comida!

​Ele sabe meus pontos fracos: me morde, me dá tapas leves no rosto, chupa e aperta meus seios e me xinga justo na hora em que está me penetrando. Por conta da alta temperatura (quinta-feira fez um calor infernal aqui no Rio), fomos para o quarto. Fiquei de quatro na cama, cabelo solto e o pau todo enterrado no meu rabo. Ele segura meu ombro e começa a contagem: 1, 2, 3, 4, 5... eu levando pirocada contada! E detalhe: tenho que ficar calada, porque ele diz que gemidos tiram a concentração dele. O FDP mete cem vezes nesse vai e vem; eu gozo, no mínimo, duas vezes durante a contagem.

​Mesmo com o ar-condicionado ligado e o ventilador em cima de mim, o calor era dos infernos. Caio na cama, e ele, com fôlego de não sei onde, cai de boca na minha buceta. Começa a passar a língua no meu clitóris em uma velocidade que me tira de órbita. Quando dou por mim, estou alisando a cabeça dele e pedindo para não parar. Ele já emenda no papai e mamãe — maravilhoso! — e volta a comer meu cuzinho, dessa vez de ladinho, segurando meus seios e mordendo meu ombro. Galera, me deu um arrepio... comecei a tremer, uma sensação indescritível. Ele disse que fiquei assim por cerca de quatro vezes. Eu sei lá, porra! Só sei que estava gozando...

​Dormimos. Às quatro da manhã, acordo com ele chupando meus seios. Como eu disse: ele sabe meus pontos fracos. Tento fugir porque o Uber já está chegando e preciso ir para casa me arrumar para o trabalho. Procuro a roupa e, enquanto isso, ele tira uma "casquinha" do meu cu — ele encosta e empurra, e eu não resisto nada, deixo. Consigo me arrumar, ele abre a porta e vamos até o portão. Novamente, pasmem: ele nu! Eu chupei o pau dele ali no portão, de frente para a rua. O motorista do Uber viu (kkkkk) e comentou no carro: "FDP, a senhora pagou um boquete ali no portão!".

​Chego em casa e ainda sou obrigada a fazer café para minha filha (que me zoa porque chego destruída, de olhos fundos, com fome e cansada). No trabalho, começo a perceber os hematomas das mordidas no ombro e na bunda. E quem disse que eu consigo sentar? Sem condições. Passo o dia em pé. A condução de volta para casa estava vazia, e eu? Em pé (kkkk). Bunda, cu... tudo dói. E segunda-feira tem mais, galera! Dia 24 de janeiro de 2022 vou dormir com meu cafajeste favorito de novo. C'est la vie...

​E vocês, têm loucuras para contar? Compartilhem comigo.

​Beijos, até a próxima!

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