Vida de uma cdzinha9

Um conto erótico de Crissmin
Categoria: Crossdresser
Contém 1513 palavras
Data: 21/01/2022 16:50:17
Assuntos: crossdresser, Gay

Nas semanas seguintes continuei sendo putinha de Henrique durante a semana e namoradinha do meu cunhado nos sábados.

Contudo, Henrique mudou de escala e passou a folgar nos domingos. Dia que não dava pra encontrar, pois Gustavo estava em casa. Pior que ele não tinha data prevista de voltar ao normal. Henrique me falou que estava arrumando um lugar pro nosso encontro na quarta-feira que nos encontramos rapidamente na minha casa quando ele junto com Gustavo vieram pra buscar meu pai pro bar a noite.

No sábado seguinte, encontrei Gustavo na minha casa como sempre. Apesar que dessa vez ele não tinha a desculpa de esperar Sarah, visto que ela e minha mãe tinham ido na noite anterior visitar uma parente de uma cidade próxima.

Como meu pai saiu cedo pra trabalhar e, aparentemente, estava cheio de coisas pra resolver; ficamos mais a vontade ainda. Me preparei com calma, pintei as unhas, fiz uma maquiagem bonita, escolhi uma camisolinha rosa que ele havia comprado e um conjuntinho de lingerie rosa também. Coloquei minha sandalinha e arrumei meu cabelo, que a essa altura já estava no meu ombro.

Não tinha jeito, era doida por aquele homem. Ficava excitada só de me preparar pra esperar por ele. Eu ficava horas me arrumando e pra ele bastava por uma bermuda, um camisa e um boné pra trás de qualquer jeito, que me derretia quando ele chegava.

É verdade que as vezes brigávamos ainda, quando sentia ele desligado ou quando vinha rapidinho só me comer e ir embora. Mas logo ele vinha me abraçando e falando no meu ouvidinho com aquela lábia de macho cafajeste e eu ficava toda entregue de novo.

Gustavo chegou e foi me agarrando, falando que eu estava linda e que estava doido pra me comer todinha. Comecei a mamá-lo assim que ele me jogou no sofá, depois de vir me encoxando desde a porta de entrada.

Engolia a rola dele, enquanto ele terminava de tirar a bermuda e a cueca pelos pés. Ele colocou um pé no sofá e me segurando pela cabeça com as duas mãos comia minha boca. Ficou um bom tempo alternando entre comer minha boca, bater com a rola no meu rosto e me deixar mamar livremente.

O som molhado da minha mamada era abafado pelo barulho do som que eu tinha esquecido ligado, enquanto terminava de me arrumar. Mas achei até bom esse esquecimento, pois assim poderia gemer a vontade na rola do meu macho.

Depois da rola bem babada, Gustavo me colocou de quatro na beira do sofá, levantou um pouco minha camisolinha, afastou meu fiozinho pro lado e ficou abrindo pra ver meu buraquinho rosa, que já estava pedindo sua rola.

- Safada, essa cuceta tá pedindo rola já.

- Sim, Gustavo, semana todinha doidinha te esperando, meu macho – falei desse jeito porque sabia que deixava ele mais tesudo e também porque realmente já tinham semanas que não conseguia dar pra Henrique com a nova escala dele.

Gustavo pegou gel no bolso da bermuda, espalhou no meu cuzinho e já foi apontando a rola e penetrando devagar, mas sem parar.

Soltei um gemido bem afeminadinha e senti a rola dele pulsando. Ele me deu um tapinha na bunda, me chamando de gostosa e falando que não se cansava da minha cuceta.

Ficou um pouco paradinho enquanto eu já ia dando umas reboladas e pouco depois me segurou pela cintura e começou a me socar gostoso.

Depois de muitos tapas no meu bumbum e socadas alternando entre mais devagar e mais forte, ele tirou a rola de uma vez de mim, arrancou a camisa e se sentou no sofá.

Gustavo sentou esparramado com os braços atrás da cabeça e meu cuzinho piscou com a cena. O safado sabia me provocar e adorava me ver adorando o corpo de macho dele. Não perdi tempo e fui lamber seus braços, axilas, peitoral, coxas, até chegar ao pau de novo. Babei bastante nele e fui subindo no seu colo, já pegando a rola com uma mão e mirando no cuzinho.

- Voce adoro seu macho, né, putinha?

- Adoro, Gustavo, você é o macho mais gostoso do mundo – falei sentando devagar, sentindo a rola dele deslizar gostoso no meu cuzinho até o talo.

- Gostosa, sou seu macho mesmo, minha femeazinha, minha Sandrinha. Cavalga seu macho vai, gostosa. – ele falou dando um tapinha no meu bumbum e fui subindo e descendo com vontade apoiada no peitoral dele.

Depois de um tempo, Gustavo pediu pra eu virar e sentar de costas, pois queria ver sua rola sumindo na minha bunda.

- Isso, minha princesa branquinha, senta gostoso, senta... ahhh, delícia – ele falou enquanto eu apoiada em seus joelhos com a cabeça baixa subia e descia no pau. Foi nessa hora que de olhos fechados levantei o rosto, delirando de tesão e, ao abrir, vi meu pai da porta que separava a cozinha da sala nos olhando.

Dei um gritinho de susto, Gustavo sem entender o que houve ainda ficou perguntando o que foi e meu pai percebendo que eu tinha visto ele, soltou um berro me xingando e veio em nossa direção. Não sabia há quanto tempo ele estava ali.

Saí de cima da rola do Gustavo e fiquei de pé ao lado do sofá, enquanto ele rapidamente alcançava sua cueca e bermuda pra vestir. Meu pai avançou pra cima de mim, me dando tapas e até socos.

- Seu filho da puta, desgraça, olha que que você tá fazendo, me desmoralizando.

Gustavo pulou no meio, tentando segurar meu pai, falando pra ele se acalmar.

- Calma como? Com uma porra dessa de filho, que vergonha, mas você não fica aqui mais, tá ouvindo seu sem vergonha? – ele falou tentando me alcançar, mas Gustavo segurou ele a tempo – pode ir pro quarto juntar suas trouxas, vai morar com sua avó, se ela te quiser, se não se vira.

- Sandrinho, vai pro quarto – Gustavo falou ainda segurando meu pai – Anda – ele falou e obedeci. Fiz que entrei no meu quarto, fechando a porta, mas voltei pro corredor pra escutar.

Meu pai esbravejava e Gustavo ia acalmando ele e o pior era que ele nem parecia puto com Gustavo, só comigo.

- Carlão, pára com isso. Essa tempestade toda, vai me dizer que você nunca percebeu que ele é viadinho?

- Eu sempre desconfiei, claro, mas fazer isso na minha casa e ainda com o namorado da irmã. Você também hein – ele falou pela primeira vez se dirigindo a Gustavo – Achei era meu amigo.

- Carlão, eu tenho a maior consideração por você, sua família. Mas pÔ, sou macho né...um viadinho gostoso desse dando mole como que eu ia resistir?...e outra, é melhor eu dar rola ele aqui do que ele caçar na rua, porque do jeito que estava não ia demorar. Aliás, já tinha até colocado um moleque da escola dele pra correr, porque já estava em tempo de comer ele – Gustavo foi falando e meu pai foi respondendo cada vez mais conformado.

- Eu te entendo Gustavo, agora aquele ali não vai ser mais meu filho não. Até parece, eu Carlão vou ser chacota de ter um filho mulherzinha desse jeito. Ela ou ela, sei lá que porra é isso, PODE FAZER AS MALAS E SUMIR – ele falou alto na direção do quarto pra eu ouvir mesmo.

- Calma, tem suas vantagens, nem tudo é ruim. Um viadinho lindo desse é tudo que um macho pediu aos céus, nossa faz cada coisa que mulher nenhuma faz – Ele falou e vendo que meu pai fechou mais a cara completou - Vamos dar uma volta, a gente conversa melhor – Gustavo falou e ouvi barulho de passos e corri pro quarto. Ele entrou e me puxou pra um abraço, só nessa hora percebi meu rosto molhado de lágrimas com todos absurdos que meu pai tinha falado.

- Fica calma, minha princesa branquinha. Eu vou convencer o Carlão, vai ficar tudo bem tá – ele falou segurando meu rosto com as duas mãos e pousando um beijo na minha testa – Agora fica quietinha aí, vamos sair pra eu ver se distraio ele.

Pouco depois eles saíram e eu fiquei na cama pensando em tudo. Por pior que fosse morar com minha família, com minha avó seria pior ainda. Ela sempre fora extremamente homofóbica, beata de igreja e nunca demonstrou gostar de mim, na certa percebendo meu jeitinho delicado.

Acabei ficando deitada na cama o resto da tarde, chorei um bocado e apaguei logo em seguida com a minha camisolinha rosa e a maquiagem um pouco borrada.

Acordei estava deitada de ladinho, quase de bruços e o abajur ao lado da cama aceso. Ao olhar pra janela vi que já era noite. Senti alguém alisando minhas coxas por trás, subindo pela minha bunda, que tinha fácil acesso já que a camisola curta tinha subido um pouco. Por um momento, meio grogue de sono e de todas as emoções do dia achei que estava sonhando. Mas logo percebi que tinha sido despertada justamente por esses toques.

Fui me mover pra me virar e senti uma mão na minha cintura me mantendo na posição e tive certeza que não estava dormindo.

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Comentários

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Com certeza deve ser teu pai, admirando a nova filha dele. Bem você terá dois machos só para você. Aproveite

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Com certeza arrumou mais um comente: Teu pai! Relaxa e aproveita, quer melhor? Dois machos sem sair de casa?

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