EU, MINHA ESPOSA E O GAY (Meu fetiche em sentir ciúmes) - Parte III

Um conto erótico de Auran
Categoria: Grupal
Contém 582 palavras
Data: 02/01/2022 19:27:50

Continuação...

Demorei a escrever devido a uma série de fatores, mas vamos lá.

Reforço o spoiler: meu amigo não vai me comer!

Recomendo a leitura das partes I e II para que se entenda a continuação dessa história.

E, como já falei, nesse conto não há bebedeira, cachaça e nem nada do tipo (isso ferra uma história). Os três personagens estavam bem sóbrios.

Júnior estava com a cabeça no pé da barriga de Mariana. Ele estava passando o dedo em torno da buceta peluda dela. Na cadeira, eu estava batendo uma punheta bem forte, mas com medo de gozar.

- Renato, cara, meu dedo tocou um pouco nos pentelhos de Mari. Porra, cara, mesmo eu sendo gay, já fiquei excitado demais. - disse Júnior.

- Amor, tocou mesmo. Eu senti. - disse Mari, toda manhosa.

- Vá tomar no seu cu, piranha do caralho. - emendou Júnior.

Como já disse, tenho tesão nessa coisa escrota. Ver um homem conhecido desrespeitando a nossa esposa na hora da safadeza dá um tesão e um ciúme que não têm limite.

Eu estava com meu ciúme estourando. Sentia por dentro uma vontade louca de quebrar a cara do Júnior e terminar o casamento com Mariana. Enquanto isso, meu pau estava mais duro do que rocha. Esse conflito de sentimentos é que dava todo o tesão.

Júnior foi aproximando o dedo indicador dos pentelhos de Mariana. E ela gemia mais manhosa para me atiçar. De repente, ele pegou um fiozinho do pentelho dela e ficou puxando, aumentando o ritmo até arrancá-lo.

- Ai, doeu! - falou Mari bem safada.

- Doeu foi a cabeça da minha pica no seu cu, cadela do caralho. E vou puxar outro pra você se fuder- respondeu Júnior.

E puxou. Ela se contorceu, enquanto ele começou a apertar o bico do seu peito esquerdo. E puxava com certa força.

Nunca fiz isso com ela e, de repente, estou vendo meu colega de trabalho fazendo isso com minha esposa. Eita que o ciúme tomou conta de vez!

Júnior começou a passar a mão por cima dos pentelhos de Mariana. Ela gemia bem manhosa, bem safada mesmo, enquanto eu parava um pouco a punheta para não gozar de vez. Chega eu sentia doer aqui nas laterais da barriga (quem já interrompeu uma gozada sabe bem do que estou falando).

Tanto Júnior quanto Mariana sabiam que eu estava a mil (e eles também estavam). O quarto exalava sexo e putaria sem pudor.

- Renato, meu amigo, me perdoe, mas eu vou fazer com a língua o trajeto que fiz com o dedo. - afirmou Júnior.

Eu mal tive tempo de reagir e ele já levantou, e colocou a cabeça no meio das pernas de Mariana. Por um momento, eu quis acabar com tudo. Estava sentindo meu coração bater mais forte, minhas mãos suarem, minhas pernas gelarem. Era muito ciúme e muito tesão. Algo inexplicável.

Júnior apenas se posicionou, olhou para mim com uma cara de cafajeste e começou a passar a língua ao redor da buceta de Mariana. E passava bem perto, bem perto mesmo, mas não a chupava. Só lambia para me atiçar mesmo (e como me atiçava!).

- Os pentelhos dessa vagabunda estão vindo na minha boca. Piranha! - disse Júnior.

- Amor, mande ele me respeitar, por favor. Ele é seu amigo do trabalho e está aqui me lambendo ao redor da buceta. - Mariana dizia, se contorcendo

- Vá se fuder, Mariana. Não depila esse bucetão pra os pentelhos ficarem na minha boca, sua cachorra. - disse Júnior.

E a safadeza continuou...

(Caso queiram, publico a próxima parte.)

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Comentários

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Muito bom, super excitante!!! Tenho aberto o site várias vezes por dia pois ver se saiu o novo capítulo!!

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Um pouco curto, ainda mais pelo tempo que demorou para dar continuidade.

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