Papai Noel existe?

Um conto erótico de netossa2016@gmail.com
Categoria: Gay
Contém 872 palavras
Data: 25/12/2021 09:46:07

Não sei porque, mas acredito que eu tenha um imã para homens curiosos. Nessa semana que antecede ao natal, saí para uma dessas confraternizações e na volta pra casa pedi um carro de aplicativo. O motorista não era nenhum deus grego ou alguém que chamasse a atenção na multidão, mas tinha um bom papo e parecia amistoso. Fomos conversando.

No meio do caminho ele me perguntou se eu era casado, respondi que não e que estava solteiríssimo, no que ele sorriu e me disse que seria a última corrida da noite pois estaria aguardando a esposa chegar de viagem, então comentei - Hoje vai ser especial, né? Isso já comentei de forma bem maliciosa e eles me surpreendeu com a resposta. "Que nada, estamos meio distantes por causa da crise. Eu desempregado, rodando por aplicativo, acho que contribuiu também".

Passei a analisar esse macho. Era um homem relativamente grande, cerca de 1,85; meio parrudo, mais pra gordo; barba por fazer; ele me lembrava o personagem Brutus, de Popeye. Passei a questionar esse 'desânimo' e ele me respondeu que mesmo antes da crise, a vida sexual dele no casamento não era frequente, principalmente porque a esposa trabalhava muito e mais à noite. Queixou-se que queria ter filhos, mas essa rotina atrapalhava esses planos. É interessante como essas pessoas se sentem tão à vontade com estranhos, acho que todo motorista de aplicativo ou gosta de falar de si, ou adora ouvir os passageiros.

Caía uma garoa que depois se intensificou e no trajeto o carro passou por um buraco que nós não percebemos, isso me assustou me levando a me segurar na perna dele. Acredite, não foi intencional, mas ele brincou - Se fosse mais forte capaz do senhor cair no meu colo! Aproveitei a deixa e complementei - Acho que eu poderia gostar! E dei risada.

"Se o senhor batesse uma pra mim, eu não iria reclamar", ele sugeriu e nisso meu coração disparou a ponto de eu ficar com a cara vermelha.

Sem falar nada, eu coloquei a mão por entre suas pernas, senti que ele ficou surpreso, creio que não pensou que eu tivesse levado a sério o comentário, mas começou a abrir a calça pra liberar o mastro. A pica já saiu dura, o macho já deveria ter um tempo sem ser tratado como deveria. Com a pica na mão, passei a masturbá-lo. Ele não falava nada e eu então forcei para que ele liberasse o saco e ele sugeriu parar o carro para que rolasse melhor.

Encostou numa área reservada, baixou a calça e a cueca liberando um lindo cacete de uns 15cm e grosso, baixei e comecei a chupar. Enquanto isso, pedi para que tirasse a camisa pois percebi os pelos em sua barriga, no que ele me atendeu. Fiquei encantado com o peito cabeludo e durante a felação eu alisava seus mamilos. Ele gemia baixinho e eu apressava pra que ele gozasse. "Deixa eu mexer no seu cu, posso?", ele pediu e eu atendi baixando minha calça liberando minha bunda para que ele explorasse. Ele fincava o dedo e eu em êxtase. "Deixa eu meter?", ele pediu, mas eu estava com tanto tesão que tirei a calça sinalizando que queria sim.

Ele me mandou pro banco de traseiro, eu atendi já ficando de 4. O homem estava com tanto tesão que nem percebi que ele tinha tirado toda a roupa! Ele passou saliva na pica e um pouco no meu orifício e foi metendo. Foi complicado no início e um pouco doloroso, mas eu superei. Fiquei paradinho só sentindo o macho fungando no meu ouvido e a pica me rasgando. Pra minha sorte, ele não demorou a gozar pois senti os jatos de gala dentro de mim. Ele ainda ficou parado com a caceta no meu rabo, acho que esperando amolecer. "Você não vai gozar?", ele perguntou, mas eu estava satisfeito com a aventura toda.

Quando ele voltou para o banco do motorista que percebi que havia colocado a camisinha, que alívio. Ele voltou a se vestir, acreditem, do lado de fora do carro! Fiquei em êxtase vendo aquele motorista, do lado de fora, se molhando e colocando a roupa, foi demais. Eu vesti minha calça e nem busquei minha cueca, a sorte é que o sapato era fácil de calçar. Me recompus para seguirmos viagem e ele puxou conversa.

"Poxa, não esperava por essa hoje e já voltando pra casa. Sempre tive curiosidade de comer um cuzinho de macho, mas não sabia como chegar num cara que topasse. Alguns colegas me disseram que já tinham ficado com passageiro, porém poucos me contaram que acabaram comendo os caras pois falavam mais que rolava boquete, até pensei que era só isso que os passageiros queriam, acho que fui um sortudo, né?"

"Sorte tive eu que nem esperava voltar pra casa feliz depois de uma foda como um macho como você".

Chegamos ao destino e ele me disse pra pagar com Pix porque era o telefone dele.

"O senhor já sabe o meu número e meu nome, se quiser uma corrida com bônus é só me chamar, mas seja discreto por causa de minha esposa, viu? Gostei de você."

Voltei pra casa acreditando que Papai Noel existe e ele me comeu.

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