Fogo Escarlate - EP. 02

Um conto erótico de Brooklyn
Categoria: Homossexual
Contém 1757 palavras
Data: 20/11/2021 15:48:25

Depois daquela noite de aventuras que passamos nos nossos colegas e no carro na volta pra casa, e após deixar o meu garotinho pingando leite pelo cuzinho arrombado cansado de ser fodido, chegamos em casa e fomos pro banho, um de cada vez. Enquanto ele estava no banho fiquei sentado no sofá vendo qualquer coisa no celular e lembrando das aventuras, vez ou outra dando um sorriso, começando a sentir um pouco de tesão novamente. Logo ele saiu do banheiro enrolado na toalha, com ela na metade da bunda, levantei do sofá e fui pro banheiro, mas não sem antes dar um tapa naquela bundinha lisa e gostosa que ele exibia por aí, ele riu e fechou a porta do quarto pra se trocar.

Tomei meu banho demorado, como sempre, e saí do banheiro enrolado na toalha, indo direto pro meu quarto, coloquei uma cueca e uma camiseta larga e deitei na cama. Estava cansado e ainda meio alegre das bebidas, como a casa estava em silêncio imaginei que meu colega tinha dormido, então logo adormeci também.

Tive um sono profundo, daqueles que te renovam, de manhã, como não tinha colocado alarme, pretendia dormir bastante, mas aos poucos fui recobrando a consciência e sentindo um calor na região do meu pau, estava meio "chapado" de sono então fui demorando a acordar, era um calor úmido, com um barulho de fundo, fui levantando a cabeça pra olhar e me vi ele me chupando, meu pau estava duro e eu nem tinha percebido, como ainda estava com sono, deitei a cabeça no travesseiro e deixei ele ir fazendo o trabalho dele. Ele chupava com carinho, lambendo a cabeça do meu pau e descendo por ele até as bolas, lá ele dedicava um pouco de atenção pra elas, colocando elas na boca e lambendo, passava a língua de baixo das bolas e voltava por toda a extensão do meu pau até a cabeça, onde chupava e depois engolia tudo, engasgando. Conforme fui ficando mais acordado comecei a fazer movimentos com o quadril socando na boca dele, controlando a chupada conforme minha vontade, até que peguei no cabelo dele e segurei ele com força parado. Comecei a foder a garganta daquele putinho com força, fazendo ele engasgar sem pena, ver o olho dele lacrimejando me dava mais tesão ainda, quanto mais ele engasgava e tentava sair, mais fundo eu socava, ele babava sedento, aumentei a velocidade dos movimentos, senti que ia chegar lá, coloquei as pernas ao redor do pescoço dele e segurei ele com toda força com meu pau na garganta, dei um gemido alto e esporrei toda a boca e garganta dele, senti que foram uns jatos de porra grossa direto na garganta. Fiz mais uns movimentos pra limpar meu pau e não desperdiçar nada, e liberei ele.

- Bom dia. - Disse e sorri pra ele, deixando ele levantar dali.

- Bom dia o caralho, fui fazer um agrado e sai com a garganta doendo. Tua vez agora. - Ele ficou de pé do meu lado com a rola dura, ele estava batendo uma enquanto me chupava e já estava perto.

Me ajeitei na cama e virei o rosto pro lado, abri a boca e esperei enquanto olhei ele de baixo. Senti o jato de porra quente na boca e ouvi o gemido alto dele, ele gozou bastante, foi difícil engolir tudo, um pouco escapou pelos cantos da boca, ele abaixou a passou a língua, tomando o próprio leite, e depois me deu um beijo.

Depois disso ele foi pro banho, eu vesti uma roupa e fui passar um café pra nós dois. O resto do dia não importa muito, ficamos em casa mesmo, vendo um filme e comendo besteiras. O que importa mesmo é oque iria acontecer mais tarde.

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Tínhamos visto pela tarde que um pubzinho ia dar uma festa, resolvemos ir, afinal não tinha muita coisa pra fazer amanhã, já que era feriado. Quando deu umas 20hrs começamos a beber por casa mesmo, uma cervejinha e outra enquanto ouvíamos uma música. Logo começamos a nos arrumar, cada um tomou um banho e se trocou, eu fui com uma roupa "normal", calça jeans e camisa preta, tênis branco e uma corrente de prata, coloquei um brinco pra dar um "tchan" a mais e foi isso, ele estava com um tênis branco, uma camisa e um calção de tecido mais molinho, marcava bem a bunda dele, era uma delicinha de se olhar, parecia até que tava sem cueca.

O pub iria começar a abrir umas 21hrs pra galera ir lá beber, era um pub que era mais frequentado pelo público gay, um ponto de referência bem frequentado, então esperamos até dar umas 22h30 e chamamos um Uber para ir, afinal, se fossemos beber nenhum de nós iria para casa dirigindo. Estávamos tranquilo, durante o dia conversamos um pouco sobre planos futuros, faculdade, demos risada, não ficou um climão mas também não abordamos o assunto das putarias entre nós, agimos normal. Chegando lá, pagamos o motorista e entramos, estava bem lotado até, batante gente dançando, a festa já tava começando a esquentar, tínhamos bebido um pouco mas nada demais, fomos para o bar e pedimos drinks, eu peguei uma Marguerita, e também pedimos shots de tequila, um pra cada, e viramos, pra dar uma animada. A noite, num geral, estava bem agradável, tempo bom, galera louca e bêbada, alguns chegaram em mim mas eu não estava muito afim de beijar vários aquela noite, ele estava dançando perto de mim, bebendo, as vezes achei que estava dançando até pra mim, quando ele rebolava encostando a bunda no meu pau por cima da calça.

A hora foi passando, os shots virando, fui no banheiro umas três vezes mijar pra aliviar da bebida, estava bem alegre e meu colega também. Encontramos uns amigos, inclusive os que fomos visitar, eles estavam muito bêbados e acho que tinham tomado uma bala, então estavam com energia infinita pra dançar.

A bebida começou a bater de verdade, os drinks fazendo efeito, o tesão começando... olhava praquela bunda gostosa dele sabendo que já estive ali dentro e já arrombei aquele cuzinho apertado, comecei a passar a mão por cima da calça, meu pau duro, quando ele veio rebolar pra mim encaixei a bunda dele na minha rola pra ele sentir, pressionei ele com força e ele mordeu o lábio, dei uma risada e soltei ele, cheguei no ouvido dele e falei lato, por conta da música:

- Tô cansado de dançar, eu vou sentar ali naquele banco na mesa.

- Beleza, eu vou pegar um drink e vou pra lá também.

Assenti com a cabeça, como tinha meio copo de bebida ainda não quis ir pegar mais, fui pro banco e sentei lá, era um banquinho de um lugar só, bem generoso e confortável, numas mesinhas baixinhas pra galera ficar ali conversando em dias de música ao vivo e tal, pubzinho mesmo. Me distraí e não vi quando sentaram no banco na minha frente, só notei quando ele chegou.

- Ixe... pegaram meu lugar. - Ele exclamou olhando ao redor, todos os outros estavam ocupados. - Porra, eu queria sentar.

Bati no meu colo, na hora não tive maldade, era só um "assento" pra ele mesmo.

- Senta aqui. É de boa.

Ele sentou e continuou bebendo, aos poucos meu pau foi endurecendo de novo, contra minha vontade, não queria que ele achasse que tinha chamado ele pra sentar no meu colo por putaria. Ele estava bem próximo do meu corpo, colado no meu peito, e aparentemente notou a rola dura, já que ele estava sentado encima, tanto que deu uma rebolada. Dei um beijo no pescoço dele e continuei ali, quieto, bebendo, e ele aproveitando, dançando no ritmo da música no meu colo, encima do meu pau pulsando e babando dentro da minha cueca, fiquei pensando no cheiro de rola que ia ficar, imaginei o cuzinho dele no meu pau, meu leite escorrendo... eu tava estourando de tesão já, e a bebida só aumentava.

Estávamos em um canto escuro, a galera não prestava atenção, quem tava sentado no lugar onde ele ia sentar levantou, mas ele não saiu de onde estava. Senti ele colocar as mãos atrás dele e começar a desabotoar meu calção, abrir o zíper e escorregar a mão ali por cima. Não impedi.

Nesse período, diminuíram as luzes pra fazer um beijaço na balada, então ficou bem escurinho, ele levantou do meu colo, abaixou um pouco minha cueca, o suficiente pro meu pau ficar pra fora, nessa hora meu coração começou a acelerar pela adrenalina e medo que alguém pegasse a gente ali, eu via a silhueta dele, então quando ele foi voltar pro meu colo, eu só senti meu pau encostando em algo quente e molhado, e começando a deslizar pra dentro... era o cuzinho dele, ele estava sentando no meu pau no meio de uma balada. Porra, que garoto doido.

Ele encaixou minha rola no cu dele, não tinha mais volta, as luzes começaram a acender, ele sentou no meu colo, meu pau ficou inteiro socado dentro dele, lá no fundo, eu só conseguia pulsar, não conseguia me movimentar. A música trocou, eu acho que era um reggaeton, e o desgraçado começou a rebolar, devagar, meu pau socado fundo naquele cuzinho apertado, que gostoso, puxei ele contra mim e beijei ele e o pescoço dele, dei uma ajeitava em nós fazendo meu pau ir mais fundo, ouvi uma gemida dele, eu estava com mais tesão que qualquer dia senti. Ele continuou nos rebolados lentos e discretos, mas teve uma hora que eu não aguentei.

- Eu vou gozar, para. - Falei assustado por isso, como eu ia gozar no meio de todo mundo.

- Goza, me enche de porra, dá leite pra tua putinha vai. - Ele disse e deu uma leve levantada, só pra depois sentar até o talo de novo, fez uns movimentos de vai e vem leves, mas gostosos o suficientes pra eu gozar, apertei ele contra mim e gemi no ouvido dele, senti os jatos de porra grossa indo pro fundo do cuzinho dele, meu pau ficou esporrando e pulsando por uns minutos até parar e começar a amolecer, ele levantou de leve, tirou e subiu o calção dele, e eu me ajeitei. Olhei pra ele, que tava rindo satisfeito, balancei a cabeça sem acreditar e ri junto, voltamos pra pista e fomos dançar, se alguém viu, não falou nada.

Na pista continuamos a dançar e curtir, vi ele ir pro banheiro, imaginei que fosse despejar o leite que joguei dentro dele, sorri satisfeito comigo mesmo e com minha putinha.

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