Sou a Penélope: uma mulher preta, mãe e uma 'jovem senhora'. Sempre cito um negão cafajeste e safado que me perturba sexualmente; quando estou perto dele, perco o controle. Para recordar, já escrevi sobre a ida à casa dele, meu aniversário e o dia na van lotada a caminho da Central. Hoje, deixo mais uma história verídica.
Conheci esse canalha no trabalho. No início, ele era sério e sisudo, mas logo revelou-se extrovertido e envolvente. Com toda sua malemolência, foi se aproximando. Ele anda sempre cheiroso e sabe dominar uma conversa. Como trabalhamos em setores diferentes, fui até a sala dele; ele fechou a porta e me beijou. Simples assim. Foi o primeiro beijo e eu, embora fingisse surpresa, queria tanto quanto ele. Retribui à altura, saí da sala e logo recebi uma mensagem dele pedindo para eu voltar e 'terminar a tarefa' (risos).
No final do plantão, voltei para me despedir. Novamente, fui sugada para dentro da sala. Dessa vez, ele levantou minha blusa e abocanhou meus seios. Eu estava ali, presa contra a parede, braços para cima, sentindo o corpo dele roçar no meu. Enquanto isso, meu marido ligava sem parar; ele me esperava no carro e não podia estacionar por muito tempo. Eu perdia a noção de tudo com aquela boca quente em mim e os dedos dele já dentro da minha calça, dedilhando meu clitóris. Ouvi colegas passando no corredor, trocando o plantão, e eu ali, em transe. Consegui sair, me recompus no banheiro com a calcinha encharcada e fui para o carro. Inventei uma desculpa sobre o atraso da troca de turno — e que eventualidade, hein?
Quinze dias depois, veio a mensagem no WhatsApp: 'Vem aqui'. Dessa vez, ele foi mais ousado. Colocou-me debruçada na mesa, arriou minha calça e me possuiu ali mesmo. Jamais imaginei tanta audácia; achei que seria apenas 'mão boba', mas ele me tomou sem aviso. E eu? Adorei o domínio, a pegada bruta e abusiva. Até hoje ele me pega assim, sem comunicação prévia, e eu amo essa sensação de ser possuída por ele.
Ele é tão cafajeste que manda as mensagens mais picantes logo cedo. Meu marido já desconfiou dos meus sorrisos bobos ao celular, mas eu digo que é um amigo gay (risos). Se ele é corno? Problema dele. Já transei com ele pensando no outro, por que não? O marido nem 'chupa', então que lute com o que está levando.
Para completar, ele me encontrou na rua outro dia e me deu um beijão de cinema. Uma senhora passou, nos parabenizou e disse que formávamos um belo casal. Mal sabia ela... A vida prega peças, e eu estou amando cada uma delas."
