Transa em família parte 2

Um conto erótico de Renan20
Categoria: Gay
Contém 642 palavras
Data: 12/10/2021 13:47:25

Quem chegou aqui agora, recomendo que leia a parte 1 primeiro. Para isso é só apertas no meu nome ali em cima que vai abrir todos os contos que escrevi.

Estávamos no banho, ambos bem próximos pois o box era minúsculo. Eu com 180 e ele 190cm, enormes, com os paus apontados para cima e de vez em quando encostando no outro.

Thomas admirava meu corpo e revezava suas mãos no meu pau e bunda. Eu, por outro lado, fazia questão de lhe deixa-lo louco apertando seu mamilo e as bolas. Seu pau não era muito grande, mas suas bolas eram. Um saco pendurado, pesado, parecia um touro.

Thomas estava no ápice mas se segurou, abaixou-se e abocanhou meu pau como quem queria retribuir o prazer. Mamou muito bem, a pesar de não ter nenhuma pratica e nunca ter feito isso com outro amigo. (Segundo ele)

Saímos do banho, nos secamos e eu rapidamente me apoiei na cama, como quem diz “vem chupar aqui atrás”. Eu não faço o passivo, mas amo uma boa chupada, e como ele ainda era virgem eu não ia conseguir colocar 20cm nele. Não iria aguentar ou deixar.

Fiquei ali por uns 10 minutos, ele estava doido, falava besteiras no meu ouvido, simulava uma penetração e de vez em quando colocava o dedinho do meu anel.

Eu estava doido, aquilo estava bom demais, estava até aceitando que ia ser comido pelo meu primo. Levantei, foi a vez dele de ganhar uma boa chupada.

Puxei ele bem próximo da cama, abri bem sua bunda e cuspi de longe. Que cu peludo, molhadinho e pronto para receber uma língua habilidosa! Fazia meu primo urrar de prazer. Só faltou ele me pedir para comê-lo também. Dei uma pinceladas com meu pau, tentava colocar o dedinho, mas logo reclamava.

Era minha vez novamente, deitei na cama e levantei as pernas, ele já veio pulando no meu pau, chupando e batendo em seu rosto, e sua mão boba já procurava meu buraquinho e por falta de lubrificação já estava doendo.

Não tinha lubrificante, mas logo lembrei que tinha oleo de coco na cozinha. Levantei e fui buscar. Volto para o quarto e ele esta deitado batendo uma.

Abro o oleo, passo na mão e passo no seu pau, como quem diz, “vai precisar”, e fico de quarto na sua frente.

Liberei a bunda uma vez, no auge do tesao, após ter fodido um passivo muito bem, ele quis me comer e deixei. Só que o bendito tinha um pau parecido com o meu, ai me fez sofrer.

E como Thomas não tinha um pau muito grande, resolvi tentar.

Peguei o oleo de coco, passei na minha bunda, massageei, ele passou no seu pau e partiu para cima.

Apoiado na berafa da cama, com a bunda alta e os braços para frente como quem diz, “vem” eu estava.

Ele deu mais uma lubrificada e veio, meu que tesao do caralho!

Escrevendo aqui uns dias depois, acho que quero novamente!

Ele foi colocando bem devagar, e fazendo movimentos como quem entendia que estava doendo.

Ficamos um pouco assim e eu queria mudar a posição. Queria sentar e controlar a situação.

Ele deitou, sentei por sima e logo encaixei seu pau em meu cu. Comecei sentando bem devagar e fui rebolando. Ele ficou louco. Queria fazer movimentos juntos e eu o segurava como quem diz, “eu que mando”.

Meu corpo estava levitando, meu tesao estava no auge.

Peguei o deu cabelo, puxei a sua cabeça para o lado e deitei no seu corpo.

Depois ele me fez gozar, tomamos um banho e ele foi embora com aquele sentimento, “o que fizemos”.

Eu sinceramente senti isso tantas vezes que hoje nem ligo, mas continuo nas escondidas de vez em quando.

Minha primeira vez ainda não contei aqui, talvez em breve.

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UM POUCO CONFUSO. MUITOS ERROS NA ESCRITA. UMA PENA.

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