Michele, uma noite na rua

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 2385 palavras
Data: 24/09/2021 14:49:05

Michelle hoje é puta, aspirante a atriz pornô, vai longe ainda. Ser puta sempre foi sua vocação. Começou cedo, aos 18 já trocava sexo por varias coisas ( notas boas na escola, roupas, influencia, carona e até mesmo dinheiro) e aos 19 virou prostituta profissional e das boas, do tipo que da para jogador de futebol, políticos, cantores e afins.

Namorei Michele por 4 anos, dos 18 aos 22 e obviamente fui muito corno, mas devo confessar que esse fato era essencial na nossa relação, ela adorava trair e vir me contar com detalhes o que tinha feito, ficava cheia de tesão quando eu pegava ela pelo pescoço e chamava de puta vagabunda, aliás sempre gostou de ser submissa na cama, ate hoje diz que não tem nada melhor que um pau no cu enquanto apanha na cara.

Hoje ela é um mulherão, cerca de 1,73 de altura, seios fartos recém siliconados, pernas torneadas e uma bunda monumental, um rosto lindo com um sorriso de atriz pornô (aquela mistura de tesão, inocência e desejo) cabelos longos e ondulados as vezes totalmente escuro e outras com luzes, em resumo (R$ 600,00 a hora) um delírio de mulher, mas na época em que namorávamos ela era relativamente mais baixa, peitos pequenos, grandes coxas e uma belíssima bunda. os cabelos não mudaram muito.

Conheci ela em uma festinha de aniversario de um amigo, fiquei louco quando vi ela balançando aquela bunda linda ao som do funk, fiquei louco assim como todos os outros moleques, mas não tive coragem de chegar nela, porem lá pelas tantas resolvi ir embora já que não ia pegar ninguém mesmo ( na época era muito ruim de papo, não que eu tenha melhorado) saindo da casa do meu amigo, passei por uma rua com umas luzes queimadas e ao mudar de calçada vi um casal atrás de uma árvore transando. ela apoiada na árvore e ele atrás, “ que porra é essa” pensei, dei mais uns 3 ou 4 passos e zaz, lá estava ela dando no meio da rua para o irmão mais velho do meu amigo, um cara uns 5 anos mais velho, parei e não sabia o que fazer, dar meia volta e ir embora, passar reto com quem não viu nada, foi ai que me dei conta que ela estava olhando para mim, a Puta estava dando para outro e me olhando fazendo caras e bocas ( como uma atriz pornô para uma câmera), fiquei de pau duro na hora, avancei mais alguns passos e me coloquei meio que atrás de outra árvore para ver e ouvir ela fodendo, claro que ela viu e aumentou os gemidos, foi ai que ouvir ela virar para ele e falar auto para eu ouvir.

- deixa eu babar nesse caralho gostoso, para você fuder meu cuzinho.

- Puta vagabunda. - pensei. Ela se virou e abaixou, não dava mais para ver ela, mas dava para ouvir ela engasgando com o pau dele e ele gemendo com a chupeta dela, que diga se de passagem era um absurdo, eu estava louco, meu pau duro feito pedra, coração disparado louco para saber o que ia acontecer, Ela voltou a se levantar e ficou na posição em que estava, um pouco mais pra frente. eu conseguia vê-la melhor agora. Ele começou a Enfiar o pau no cu dela, ela gemia e pedia mais:

- Isso gostoso, mete esse pau no meu cuzinho, fode o cu dessa putinha vagabunda.

Estava cada vez mais excitado vendo aquela cena, foi então que ela olhando para mim, fez sinal pra eu me masturbar enquanto via aquilo. O tesão falou mais alto do que a razão, aliás a minha relação com ela sempre foi assim, 90% tesão, era uma loucura, aquele momento eu não tive muita dúvida, dei mais uns passos para ela ver que já estava me masturbando, minha cabeça girava, “que loucura, ela dando o cu para ele aqui na rua e eu vendo isso” , ela gemia e olhava para mim, ele bombava cada vez mais forte. Conforme ele aumentava o ritmo das bombadas mais ela pedia pra ser fodida:

- isso, fode meu rabo, fode essa puta com força...

- que cuzinho gostoso, vou arrombar ele todinho.

- arromba ele seu gostoso

- caralho, não vou aguentar, vou gozar.

Ela se virou novamente Para Ele e fez ele gozar em todo o seu rosto, Michelle ficou toda esporrada, mais tarde pude ver, o cara jogou porra pra todo lado na cara dela e ela adorou.

Foi muito louco ver aquela cena ali tão perto, quase tocando nela, minha mente estava a 1000, porém depois que ele gozou fiquei tenso, achei que ele fosse passar perto de mim, me ver, pudesse acontecer alguma coisa. Ele se ofereceu para levar ela embora, ela não aceitou, disse que morava ali perto, então ele se vestiu atravessou a rua E foi embora. Eu consegui respirar aliviado depois de me certificar de que ele realmente estava indo embora e não tinha me visto, Me virei e ela não estava mais atrás da árvore e sim na minha frente, a menos de um metro com o rosto cheio de porra e um olhar cheio de malícia, (estava linda parecendo uma atriz pornô) fiquei em choque eu tinha 19, mas como disse antes não tinha muito sucesso com as mulheres. O máximo que tinha conseguido Era Por à mão na buceta de uma ficante certa vez, e agora na minha frente tinha uma menina de 18 anos praticamente nua, que tinha acabado de dar o cu e com a cara toda gozada, me olhando cheia de tesão.

- Gostou do que viu? – perguntou ela chegando ainda mais perto, pensei em dizer um monte de coisa, mas não disse nada.

- Quer foder minha bucetinha? – continuou ela, já pegando no meu pau. – posso chupar seu pau? – não deu nem tempo de entender o que ela disse, os lábios quentes e carnudos já estavam envolvendo a cabeça do meu pinto, um frio na barriga e uma moleza nas pernas me atingiu, me segurei para não cair, que visão maravilhosa que tive ao olhar para baixo, ela linda toda gozada chupando meu pau e olhando para mim.

- Meu Deus. – pensei, que chupeta espetacular, nunca mais nenhuma mulher chupou meu pau assim. A língua dela deslizava e passeava por todo meu pau, ela colocando ele inteiro na boca, uma garganta profunda de filme.

- Gosta de foder minha garganta? – perguntou ela tirando meu pau da sua boca, só conseguir fazer um grunhido. E ela já estava com a cara enfiada no meu pau.

- Vou gozar!- avisei, mas ela simplesmente me ignorou, gozei como nunca até aquela noite tinha gozado, ela se levantou chegou perto de mim com a boca aberta mostrando toda minha porra dentro e simplesmente engoliu, “meu Deus, estou em um filme pornô” pensei.

- Beije minha boca. – não foi um pedido dela, mas sim quase uma ordem. Não pude fazer nada, pois mal a ultima palavra saiu de sua boca, sua língua já estava dentro da minha boca e seus lábios nos meus. Foi um beijo bem diferente para mim, com sabor estranho, salgado, doce, molhado e com muito tesão, ( Michelle era e ainda é o tesão em forma de mulher) a mão dela ainda no meu pau, e a minha mão foi direto para bunda dela.

- Me leva para casa. – pediu ela

- Claro que levo. – respondi colocando meu pau de volta na calça

- Me chamo Michelle, qual o seu nome? – perguntou enquanto voltava o vestido a forma original

- Meu nome?

- Sim, o seu nome, você tem um, não tem. - falou ela risonha, como se toda aquela situação fosse normal.

- Sim claro que eu tenho nome, Wagner é meu nome

- Foi um prazer Wagner, mas será que você conseguiria me fazer gozar, por que não consegui. Fiquei bem tenso, apesar de já ter 19, era a primeira menina que tinha chupado meu pau, fazer uma mulher gozar era algo impensável para mim até aquele momento.

- se você me ensinar eu posso tentar

- Espera, então você nunca transou com uma mulher antes?

- Vai parecer muito absurdo se eu te falar que você foi a primeira mulher que fez oral em mim?

- Ta bom, é absurdo, você é bonito, tem um pau gostoso, mas vou te ensinar a chupar uma buceta. - Disse ela me pegando pelo braço e começando a me puxar para a casa dela. – vou te ensinar a me chupar e talvez até a me foder do jeito que eu gosto.

Caminhamos por vários quarteirões, neste caminho conversamos sobre várias coisas, porém o assunto mais tratado, obviamente era sexo e ela me contou algumas das suas histórias, como por exemplo como perdeu a virgindade com namoradinho da escola, Como aprendeu a dar o cuzinho com o primo, Quando foi a primeira vez com um cara mais velho e outras histórias. que contarei aqui em outros capítulos, tudo aquilo claro me deixou muito excitado, ela caminhando com aquele vestido curto que mostrava completamente as coxas e dava para ver perfeitamente o desenho da bunda.

Chegamos em frente a uma casa, dessas típicas casas antigas do interior Paulista, dentro havia um pequeno jardim com uma árvore e atrás da árvore um banco de cimento. Ela parou, olhou pra todos os lados pra ver se não vinha ninguém, a rua estava completamente deserta, apoiou as mãos no muro e pulou, virou se para mim e fez sinal para eu pular também, fiquei intrigado, “se ela mora aqui porque não abriu o portão?”, fiz o que ela me pediu e pulei o muro. Ela foi ate o banco, parou me olhando e tirou o vestido por completo.

- você é louca, e se seu pai sai aqui? – perguntei sem conseguir tirar os olhos dela, completamente nua e se sentando no banco com as pernas abertas

- ele não vai vir aqui.

- como tem certeza?

- eu não moro aqui, essa é a casa do padre. – respondeu com um sorriso malicioso nos lábios. – agora para de perder tempo e vem chupar minha buceta, vou te ensinar a chupar uma puta.

Não tive como continuar a discussão, se é que dá para chamar isso de discussão. Me ajoelhei na frente dela e pela primeira vez pude olhar a buceta dela tão de perto, linda, com o grelo saltado para fora, fiquei com água na boca. Nunca tinha chupado uma buceta antes, mas mesmo sem saber como fazer isso do jeito certo, tentei lembrar dos filmes que já tinha visto. E lá fui eu. Comecei beijando ela como se fosse uma boca.

- não, meu bem, assim não, - me corrigiu. - passa a língua nela. – me explicou ela, segurando minha cabeça. – passa a língua na entrada e sobe para o grelo, isso, agora lambe meu grelinho. – me senti um aluno na sala de aula. – não tão forte. – pediu.- isso mais de levinho, isso mesmo, você aprende rápido. – até aquele momento não imaginava que chupar uma buceta fosse tão bom. – isso, gostoso mama sua putinha safada. – gemia ela começando a se contorcer. – agora, chupa meu cuzinho, enfia a língua nele, deixa ele todo babadinho, deixa. – ordenou. Confesso que achei estranho na hora, mas se ela estava mandando não podia desobedecer minha professora. Passei a lamber a portinha do cu da safada, tinha quase o mesmo gosto da buceta, adorei enfiar a língua naquele buraquinho mágico.

- isso mesmo, deixa meu cuzinho molhadinho. – gemia ela. – agora volta a chupar meu grelo e enfia dois dedos no meu cu. – não entendi nada, mas fiz o que ela pediu, e meti o dedo indicador e o médio no cu da safada. – isso filho da puta, chupa gostoso minha buceta que vou gozar. – pensei em tirar os dedos do cu dela, mas ela me impediu. – brinca mais com meu cuzinho que vou gozar na sua boca. – continuei metendo os dois dedos no cu da puta enquanto lambia o grelo dela. Ela por sua vez segurava minha cabeça com uma das mãos e com a outra tentava abafar seus gemidos. Até que ela gozou com espasmos fortes, suas pernas tremiam, sua respiração era profunda e a mão que antes segurava minha cabeça contra sua buceta, agora a afastava.

- que loucura, essa menina é doida. – pensei. Ela ali nua no banco da casa do padre, ainda tremendo e passando a mão na buceta. – que noite mais louca.

- o que esta fazendo, que ainda não ta fodendo minha buceta gozada?

Não sabia o que fazer, fiquei confuso e sem ação. Então ela fez sinal para eu levantar. Fiz o que ela me pediu, Michelle abriu minha calça e pôs meu pau pra fora. Começou a chupar ele e logo estava duro como pedra, babava e batia com ele na cara.

- agora senta no banco, que vou quicar na sua rôla.

Não estava acreditando. Sentei e ela veio por cima, encaixando meu pinto na buceta toda melada dela, foi espetacular, sentir meu pau entrando, a buceta molhada, quente e macia. Ela subia e descia como que por mágica, meu coração disparado, morrendo de medo e tesão. Os movimentos dela cada vez mais rápidos. Ela gemendo no meu ouvido, com a voz rouca e a respiração ofegante, não entendia quase nada, nem do que ela dizia e muito menos do que estava acontecendo. Foi então que a luz da casa se ascendeu. Fiquei desesperado, mas ela simplesmente ignorou e seguiu cavalgando, tentei fazer ela parar, porem sem sucesso.

- para, tem alguém vindo. – sussurrei.

- não.

- para, o padre vai nos ver.

- não posso parar estou quase gozando. – insistiu ela aumentando o ritmo. – me faz gozar. – não estava mas em mim meu pau pulsava, estava prestes a explodir dentro daquela buceta melada. – vou gozar. – a puta avisou. Imediatamente pus a mão na sua boca para ela não gritar. Ela parou de quicar e ficou só se contorcendo. Não resisti e gozei também, mordendo os lábios pra não fazer barulho. Se o padre resolve abrir a porta não teríamos a menor chance de tentar correr ou se esconder. Ela tremia em cima de mim e eu não sentia minhas pernas.

Por sorte ninguém apareceu, a luz se apagou, aos poucos saímos daquele transe, nos vestimos, pulamos o muro da casa paroquial e fomos embora. Levei ela pra casa, no caminho conversamos sobre varias coisas e trocamos os números de telefone. Na porta da casa dela ela me deu um beijo molhado e entrou.

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