Aventuras Incestuosas (1)

Um conto erótico de Vanessa
Categoria: Heterossexual
Contém 768 palavras
Data: 02/09/2021 12:35:38

Olá a todxs... fazia um tempinho que não aparecia por aqui para contar minhas aventuras... Confesso que estava com saudades, gosto muito de dividir tanto prazer com vocês.

Com a pandemia, algumas coisas mudaram, fiquei solteira, saí do meu trabalho e acabei viajando como voluntária, num lugar relativamente isolado, e retornei agora. E, com minha casa alugada e minha mãe recém casada, estou morando com meu pai (meu ex- padrasto). Tem sido uma experiência incrível. Vou contar pra vocês como tudo começou.

Meu pai me recebeu com todo carinho e, como eu havia saído de casa cedo, ficamos muito colados agora, matando a saudade. Eu sempre fiquei muito à vontade com ele, sempre me troquei na frente dele, sentava em seu colo... e no mês passado ele estava de férias, num sábado, acordei tarde, vesti uma calcinha e uma camiseta e fui pro sofá, onde ele já estava assistindo TV. Me sentei em seu colo, como sempre fazia, mas dessa vez senti o volume dentro de sua bermuda. Ele disfarçou, tentou se ajeitar... mas eu sentia “crescer” embaixo de mim.

Desse dia, comecei a sentir desejo por ele, vê-lo como homem, e comecei a provocá-lo, andando só de calcinha pela casa, sentando só de vestidinho e sem calcinha em seu colo... me esfregando... dando abraços mais quentes... e ele começou a perceber, me olhar com fome... dar palmadinhas na minha bunda... e parou de disfarçar o volume quando eu sentava em seu colo, agora fazia questão de ficar sem cueca com um short fininho, deixando evidente sua ereção, cada vez que eu sentava.

Ficamos uns 15 dias nessas provocações, até que numa sexta-feira a noite, mais precisamente dia 13 de agosto, jantamos e fomos assistir um filme em seu quarto, e eu já louca de vontade, deitei de bruços, de frente para a TV, deixando minha bunda pra cima.

Ele começou a me acariciar, passava a mão pelas minhas pernas, pelas minhas coxas e eu me empinava, sutilmente, buscando mais. Quando me virei para olhá-lo, ele estava se masturbando e tentou disfarçar. Eu disse que podia ficar a vontade e que, se quisesse, eu o ajudaria a se aliviar. Ele ficou sem reação... Me virei para ele e fiquei entre suas pernas e comecei a punhetar suavemente, acariciando de cima abaixo seu belo pau (19cm, grosso e cheio de veias), e ele começou a gemer baixinho, sentindo minhas mãos. Então, comecei a lamber, passando a língua na cabeça, sentindo-a pulsar, não demorou muito, eu já estava engolindo-o todo, sentindo ir ao fundo da minha garganta, pulsando em minha boca. Ele logo gozou, e eu senti seu gosto escorrer por minha garganta, pelos cantos da boca, lambuzando meu rosto.

Ele me puxou pra cima, me beijou e disse que sempre quis gozar na boca de uma putinha assim. Começamos amassos ousados, suas mãos hábeis logo tiraram minha roupa toda, e ele colocava dois dedos na minha bocetinha e tirava, lambia os dedos, colocava os dedos melados na minha boca e me beijava... Então me colocou sentada em seu colo, de frente pra ele, me encaixando devagar em seu pau que já estava latejando, novamente, e eu fui montando, devagar, sentindo ele cm a cm dentro de mim, e ele sugava meus seios, mordia os mamilos, segurava meus cabelos...

Logo começou a me levantar e abaixar, segurando pela cintura. Me abaixava com força e eu o sentia ir fundo dentro de mim. Eu gemia e rebolava, enquanto ele apertava minha bunda com as duas mãos e me espalmava com força. Perdi a noção de quanto tempo ficamos assim, até que eu explodi num orgasmo intenso, gemendo alto de tanto prazer, não só por estar sendo comida deliciosamente por um pau gostoso, mas por estar sendo com meu pai.

Quando gozei, ele me abaixou pra perto de seus lábios e pediu, em meu ouvido, para gozar de novo em minha boca. Atendi prontamente, me colocando de joelhos perto da cama enquanto ele ficou sentado na borda e comecei a mamá-lo, sugando com gosto, sentindo meu sabor nele. Ele então se entregou a uma gozada intensa, segurando minha cabeça com força, e eu sentindo seu pau no fundo da minha garganta.

Quando nos recuperamos, ele me aninhou em seu colo e disse que não sabia se era certo isso, pois ele é meu pai. Eu o acalmei, dizendo que ninguém precisa saber (só vocês aqui do CDC, rs). E estamos assim há vários dias. Vou guardar um pouco de nossas aventuras incestuosas para a parte 02.

Espero que tenham gostado de ler assim como adorei escrever pra vocês.

Beijos quentes para todxs.

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Comentários

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Vanessa, que tesão esse conto... vou correndo ler a continuação! Beijos e parabéns

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Obrigada querido! Sempre excitante receber seus elogios!

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que delícia de relato, você deve ser ótima... nota 10

kasagrande1@gmail.com se puder enviar suas fotos, vou adorar saber como você é... beijos

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Obrigada Kasa! Espero que tenha sido tão gostoso para você ler, quanto foi para mim, escrever! Beijos

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Menina tu mata o veio kkkk nota mil parabéns

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Obrigada Almafer!

Matá-lo só se for de prazer...

Beijos

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