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Com o melhor amigo do meu namorado.

Um conto erótico de Leonor
Categoria: Heterossexual
Contém 3146 palavras
Data: 08/06/2021 18:55:38
Última revisão: 29/08/2026 10:05:16

Esta vai ser a minha primeira história aqui. O meu nome é Leonor, Leo para os amigos, tenho 25 anos e sou portuguesa. Todas as minhas histórias são reais.

Sou morena, tenho cabelos castanhos-escuros, compridos e encaracolados, olhos verdes e algumas sardas no rosto. Tenho 1,65 m. Seios médios, cintura fina e coxas largas.

Achei que não havia nada melhor do que começar por contar a minha primeira vez.

Eu tinha 18 anos e quase todas as minhas amigas já tinham perdido a virgindade. Por vezes, era difícil sentir-me à vontade com elas, quando todas as conversas à nossa volta eram sobre sexo e eu não sabia muito bem do que estavam a falar por falta de experiência.

Na altura tinha namorado, o Alex. Já estávamos juntos há vários meses, mas ele queria levar as coisas com calma e não avançava mais. Umas mãos marotas aqui, uns amassos mais intensos ali, mas nunca chegávamos muito longe.

Eu estava a ficar impaciente... Queria muito que as coisas avançassem, embora tivesse algum receio. As minhas amigas diziam todas que doía e isso assustava-me, mas a curiosidade era bastante maior do que o medo.

Certo dia, estava eu em casa quando recebi uma mensagem do Rafael, o melhor amigo do Alex, a perguntar se podia ir com ele fazer a entrega de uma encomenda à cidade ao lado. Ele não conhecia bem o caminho sem ter de passar pela estrada com portagem, a entrega era bastante urgente e precisava de resolver aquilo naquele dia.

Revirei os olhos e respondi que ele teria de pedir ao Alex, porque eu estava ocupada a acabar um trabalho da faculdade e não podia ir com ele.

O Rafa tinha sido o meu crush antes de conhecer e começar a namorar com o Alex. Ele nunca tinha olhado para mim dessa forma. Era mais velho e conseguia qualquer menina que quisesse. Tinha imenso charme e muita lábia, por isso qualquer menina caía facilmente aos seus pés.

Não era muito alto, mas tinha um corpo trabalhado, era moreno, tinha cabelos castanho-escuros e olhos azuis. Era mesmo muito bonito.

Eu sempre o tinha achado lindo e sentia-me atraída por ele, mas depois conheci o meu namorado e o Rafa também começou a namorar com uma menina. Ficámos apenas pela amizade. Eu nem podia pensar nele de outra forma.

Pouco depois, recebi uma nova mensagem:

“Foi o Alex que disse para te mandar mensagem. Ele está no treino de rugby e não pode ir comigo. Nunca te peço nada, isto é mesmo urgente. Leo, por favor!”

Acabei por concordar em ir com ele, mas só depois de terminar o meu trabalho da faculdade, porque era para nota e também tinha de o entregar naquele dia.

O Rafa concordou e disse que podia ser a qualquer hora, desde que a encomenda lá estivesse antes da meia-noite.

Quando acabei o trabalho, tomei um duche rápido, vesti uns calções de ganga claros e uma t-shirt preta. Nem pus soutien, porque estava imenso calor e era suposto ser apenas um recado rápido. Em princípio, estaria de volta a casa num instante.

Liguei ao Rafa para ele me vir buscar.

Dez minutos depois, estava no meu portão.

Entrei no carro, dei-lhe um beijo na bochecha e seguimos viagem.

Falámos bastante durante todo o caminho, até que veio à conversa a namorada dele.

Ele e a Sofia não andavam muito bem. O Rafa achava que ela andava a dormir com outro, mas, como não tinha nada que provasse isso, estavam chateados a maior parte do tempo. Ela parecia não se importar muito e tinha sempre maneira de esconder bem aquilo que andava a fazer.

Ele perguntou-me pelo Alex e, sem pensar muito no que estava a dizer, confessei:

— Ah, estamos bem, mas ele está a deixar-me louca aos poucos. Trata-me como se eu fosse feita de vidro e me pudesse partir em mil pedaços. Eu quero muito perder a virgindade e dou-lhe todos os sinais para ele avançar... mas ele acha que não me pode tocar porque sou virgem e que tem de ser especial. Eu não quero que seja especial, eu quero simplesmente que aconteça.

O Rafa olhou para mim, fez uma expressão que não consegui decifrar e continuou a conduzir.

Quando chegámos, ele saiu do carro para entregar a encomenda e, quando voltou, perguntou-me se conhecia algum sítio perto da minha casa ou de onde estávamos onde pudesse ir fumar um cigarro sem ninguém o ver.

As velhotas da nossa vila gostavam muito de coscuvilhar sobre aquilo que viam os jovens fazer, por isso tentávamos não lhes dar mais informações do que aquelas que elas já conseguiriam ver de qualquer maneira e depois comentar.

Achei que o melhor seria irmos até ao parque perto do castelo, porque normalmente não havia ninguém por lá, principalmente à noite.

Naquele momento, não percebi que havia segundas intenções da parte dele. Pensei apenas que queria fumar um cigarro descansado antes de me levar a casa.

Por isso, quando estacionou o carro no parque vazio, não disse nada. Esperei que acendesse o cigarro e continuámos a conversar.

A noite estava bastante quente, por isso abri um pouco a janela. Fiquei a olhar para o céu estrelado quando reparei que estava tudo muito silencioso. Ouvia-se apenas a música baixa que tocava no rádio.

Olhei na direção do Rafa.

Quando virei a cara, ele estava tão perto de mim que nos beijámos sem querer. Foi uma coisa rápida, apenas um selinho, mas apanhei um susto.

— O que é que foi isto, Rafa?! Não estava à espera — e comecei-me a rir.

— Uhm... — O Rafa parecia meio atrapalhado, mas sorriu. — Eu gosto de surpreender. Sou uma caixinha de surpresas.

De repente, a tensão dentro do carro era palpável.

— ...eu namoro com o teu melhor amigo, não sei se te esqueceste... — tentando ignorar o que se começava a sentir entre nós.

— Pois mas a mim parece-me que ele não te anda a tratar como mereces... — respondeu, enquanto pousava a mão no interior da minha coxa.

Um arrepio subiu-me diretamente pela espinha.

A mão dele estava a escaldar. Oh. Meu. Deus. Leonor. Tem. Calma. Foi a única coisa que consegui pensar.

— É, mas ele trata-me muito bem e ama-me. Pode estar a deixar-me louca com esta espera, mas eu sei que ele me ama.

Estava a tentar convencer o Rafa, e a mim própria, de que envolvermo-nos seria completamente errado.

— Mas e se não precisasses de esperar mais? — rematou o Rafa, enquanto sentia a mão dele subir pela minha perna e uma respiração ofegante escapou-me da boca, algo que tentei disfarçar com uma pequena tosse.

— Não. Nós não podemos fazer isto. — eu estava a dizer que não, mas o meu corpo gritava que sim. Estava a derreter naquele banco ao sentir o toque dele. — O Alex nunca nos perdoaria.

— Ele não precisa de saber. — a boca dele estava novamente a milímetros da minha e, naquele momento, o meu cérebro já não parecia funcionar da maneira certa.

Num segundo, estava a dizer que não. No seguinte, estava a beijar o Rafa como se a minha vida dependesse disso. O meu coração batia a mil à hora. Esqueci completamente o Alex e deixei-me levar por aquele momento. Ninguém estava ali para nos ver. Era de noite e ninguém sabia onde estávamos. E, naquele instante, entreguei-me por completo às mãos do Rafa.

Os beijos eram desesperados e calmos, devoradores e pacíficos, tudo ao mesmo tempo. Eu estava sentada no banco do pendura do carro e o Rafa com a mão praticamente entre as minhas pernas, puxou-me mais forte para junto dele. Beijava-me a boca e o pescoço, como se tivesse esperado por aquele momento durante demasiado tempo, arrancando-me suspiros e respirações ofegantes.

Sentia os dedos dele a tentar tocar a minha vagina por cima dos calções, ela começou a dar os primeiros sinais de vida. Aquele momento tinha uma intensidade que eu nunca tinha sentido antes, acendeu qualquer coisa em mim. Continuávamos a beijar-nos, cada vez mais envolvidos, enquanto ele me ajudava a despir a roupa. Em poucos instantes, eu estava apenas em roupa interior, completamente dominada, molhada e cheia de desejo.

O Rafa parecia saber exatamente o que estava a fazer. Começou a chupar os meus seios com voracidade, de uma maneira intensa e delicada. Sentia a língua dele a envolver os meus mamilos, fazendo movimentos concêntricos deixando-me à beira da ebulição. Ia alternando entre um e outro, demorando o seu tempo com cada um, dando a atenção merecida. Eu já tinha perdido toda a réstia de dignidade que me restava e oferecia-me a ele, inclinava o corpo para trás, respirava ofegante enquanto suspendia os seios com a minhas mãos. As carícias tornaram-se mais intensas e eu perdi completamente a noção do tempo. Fechei os olhos, deixei-me levar e, pela primeira vez, senti que alguém me desejava daquela maneira.

— Meu Deus... isto é tão bom! — murmurei, para o Rafa, que também já estava louco de tesão.

Ele sorriu, claramente satisfeito com a minha reação. A tensão entre nós continuava a aumentar. Eu estava completamente rendida àquele momento, sem conseguir pensar no Alex ou nas consequências do que estávamos a fazer.

Sem deixar de se concentrar nos meus seios, começou a dar também atenção ao meu clitóris com a mão. Primeiro esfregou por cima da roupa interior e depois desviou-a para o lado, com toques leves sobre a minha intimidade enquanto eu praticamente escorria entre as minhas pernas, o meu clitóris estava inchado e oferecia-se a toda esta brincadeira e rendido ao toque dele.

- Leo, estás tão molhada.. Quero ver-te, vem-te para mim, vá. - pediu-me enquanto me olhava com ternura mas cheio de desejo.

Eu estava doida. Gemia e derretia-me completamente nas mãos dele mas estava a tentar controlar o orgasmo enquanto o Rafa estava determinado a arrancá-lo de mim. Aos poucos começou a descer a boca, dos meus seios, para o ventre até chegar à minha entrada. Removeu totalmente a minha roupa interior e estava agora a saborear o meu clitóris, desceu os dedos lentamente para ligeiramente abaixo dele e a partir desse momento conter o orgasmo foi praticamente impossível. Quando o Rafa percebeu intensificou a língua e acelerou o movimento dos dedos, friccionando cada vez mais rápido. Quando sentiu os meus primeiros espasmos introduziu dois dedos em mim, pressionando a parte superior da minha vagina, como se tivesse introduzido um gancho dentro de mim.

A intensidade do orgasmo triplicou, pus a mão sobre a boca numa tentativa de conter o barulho e acabei-me ali, vim-me com toda a força, as ondas de prazer tomavam conta do meu corpo, enquanto um líquido escorreu da minha buceta, eu gemia e gritava profanidades ao mesmo tempo, as minhas pernas tremiam descontroladamente enquanto o Rafa sorria.

Eu nunca tinha tido um orgasmo tão intenso na minha vida. Foi tudo muito poderoso, eu estava suada e faltava-me o ar enquanto que na cara de Rafa estava estampada a cara de vitória.

- Não me consigo mexer daqui - confessei, sentindo o meu corpo que agora parecia feito de gelatina e sem forças.

- Eu ainda não acabei - completou ele com um sorriso malandro.

O Rafa aproximou-se ainda mais de mim e trocámos alguns beijos demorados e carícias.

O Rafa estava teso e eu estiquei a mão e toquei-lhe de leve por cima das calças. Puxei para fora e fiquei a admira-lo. Era maior que o de Alex e mais grosso também, mas era lindo. Comecei a punhetar enquanto ele tirava as calças e o resto da roupa dele. O meu coração parecia querer saltar-me do peito.

Eu estava tão nervosa.

Ao mesmo tempo, sentia-me desejada e excitada de uma forma que nunca tinha sentido antes. O Rafa olhava para mim como se eu fosse a única pessoa no mundo, fez-me sentir linda e sensual, e por alguns minutos, esqueci tudo o resto.

Ele introduziu um dedo dentro da mim. Soltei um gemido involuntário e tive um espasmo, eu tinha ficado incrivelmente sensível depois dele me ter feito vir. Vi-o retirar o dedo e levá-lo à boca, chupando-o, saboreou-o como se fosse a melhor coisa que ele já tinha provado na vida. Eu suspirei, estava tão preparada para isto.

— Estás bem? — perguntou.

Assenti. Estava nervosa, claro. Muito nervosa. Mas também sabia que queria continuar. Ele aproximou-se novamente e beijou-me. Fechei os olhos e respirei fundo, tentando controlar o nervosismo.

Quando chegou finalmente o momento de avançarmos, percebi que não havia maneira de esconder o medo que sentia.

A minha primeira vez não estava a acontecer com o Alex. Estava a acontecer com o melhor amigo dele.

E, apesar de uma pequena parte de mim saber que aquilo era uma péssima ideia, naquele momento não conseguia afastar-me do Rafa.

Ele, sem demora, afastando os meus grandes lábios, deu início a um jogo excitante. Consistia em dar leves e repetidas pinceladas com a cabeça do pau na minha entrada. Estava a pôr-me à beira da insanidade, eu estava possuída por uma tesão insuportável. Ele ia usando o que restava do meu orgasmo para deslizar melhor, enquanto eu estava quase a ter outro orgasmo com ele a fazer aquilo.

- Vá Rafa, não aguento mais! - supliquei. A tortura prosseguiu até ele ver que eu estava quase a vir-me de novo e aí parou, enquanto resmunguei frustrada mas, finalmente, ele penetrou-me e eu gemi alto.

A luta tornou-se entre a dor e o desejo. A entrada da minha vagina estava a oferecer resistência e eu conseguia sentir o pau de Rafa a tentar forçar a entrada.

- ughm.. és tão apertada, não sei se me vou aguentar.. - dizia ele meio desesperado. - Eu não te quero magoar, tens que relaxar...

- Rafa, por favor, vai logo - supliquei-lhe - assim está-me a doer, tens forçar mais um pouco..

Mais uma investida, mais um gemido. Nada, a tortura prosseguia. A minha entrada tentava expulsar o pau que estava a tentar entrar.

Rafa esfregava o meu clitóris tentando me lubrificar mais, as minhas pernas tinham espasmos porque eu estava bem sensível naquela zona. Eu só o queria dentro de mim, naquele momento, já! Forcei a minha anca de encontro a ele e senti um quente encher-me enquanto gememos os dois alto e eu expirava o ar que tinha contido até então.

- Aí meu deus - não consegui evitar dizer. Doeu um pouco forçar mas tinha entrado e não havia mais resistência.

A primeira sensação foi uma mistura estranha de nervosismo, desconforto e desejo. Pedi-lhe que esperasse um pouco, para me poder habituar à sensação.

Ele respeitou o meu pedido.

Ficámos alguns segundos em silêncio, apenas a olhar um para o outro.

— Estás mesmo bem? — perguntou novamente.

— Estou. Só... dá-me um segundo.

Ele beijou-me suavemente e eu respirei fundo.

Eu sentia o pau a pulsar dentro de mim enquanto o meu interior queimava. Comecei a movimentar-me de leve e logo o Rafa continuou com cuidado, atento às minhas reações. Começou a dar estocadas, ele ia bem fundo dentro de mim, com alguma força porque eu estava a força-lo e eu sentia que ele estava-me a tocar na alma, profundamente e a dor deu lugar a um prazer completamente indescritível.

- Mais fundo - pedia eu ofegante, enquanto gemia. Estava a deixar-me louca, queria mais, empurrava-me contra ele numa tentativa que ele fosse o mais fundo possível enquanto o Rafa soltava grunhidos de prazer.

- Leo, assim eu não me vou aguentar muito tempo. Tu és muito apertada. Isto é bom demais. - dizia Rafa arfando, enquanto dava intensas estocadas.

Eu choramingava deliciada, a minha vagina tinha espasmos repentinos e era como se leves descargas elétricas percorressem todo o meu corpo cada vez que ele me tocava lá fundo.

A penetração era profunda e o pau de dele parecia prestes a trincar, de tão duro. E foi assim, indo fundo dentro de mim que ele se veio, abundantemente, soltando um gemido que me lançou até à lua. Era também a primeira vez que sentia o prazer de ter um pau a vir-se dentro de mim, sentia cada uma das contrações daquela pica, dentro de mim. Cada contração parecia ecoar dentro de mim.

O meu orgasmo veio também, depois de ele esfregar um bocadinho o meu clitóris, foi poderoso, de corpo inteiro, uma explosão que me fez desfalecer enquanto o meu corpo tremia e tinha espasmos descontroladamente.

O pau do Rafa manifestava-se ainda em movimentos espasmódicos que pareciam fugir ao nosso controle. Era como se estivéssemos conectados daquela maneira para sempre.

Ficámos assim por um tempo, o peso dele sobre o meu corpo, o pau dele dentro de mim, no banco do carro, ainda a recuperar o fôlego. Estávamos os dois suados e ofegantes. Durante alguns instantes, houve uma espécie de silêncio confortável entre nós. As minhas mãos passaram lentamente pelas costas dele, enquanto trocávamos beijos mais calmos.

Foi estranho. Poucos minutos antes, éramos apenas amigos.

Agora, havia entre nós uma intimidade que provavelmente nunca mais poderia ser apagada.

Acabámos por nos afastar e comecei a recompor-me. Senti algo a escorrer de dentro de mim e levei a mão, mergulhando os dedos nos líquidos que saíam. Olhei, sangue e sêmen. O Rafa olhou para mim e pegou na minha mão e lambeu, uma cena que me deixou arrebatada, um espécie de símbolo da minha entrega para ele.

Sentia o corpo cansado e as pernas um pouco doridas, mas, acima de tudo, estava completamente atordoada com o que tinha acabado de acontecer. Eu tinha acabado de trair o Alex. E o mais assustador era perceber que não me sentia arrependida.

O Rafa era muito mais experiente do que eu e tudo tinha sido completamente diferente daquilo que eu tinha imaginado. Não sabia ainda se tinha sido uma boa decisão, mas sabia que aquela noite ficaria para sempre na minha memória.

Limpámo-nos com toalhitas que costumo carregar na mala e voltámos a vestir-nos. Depois, o Rafa deu-me a mão e ficámos assim durante o caminho de regresso, até chegarmos ao portão de minha casa.

Antes de sair do carro, olhei para ele, preocupada.

— Prometes que não vais contar nada ao Alex sobre o que aconteceu?

— Claro que não, Leo. Nunca faria isso. Ele é o meu melhor amigo. O que é que achas que ele ia pensar se soubesse que eu fui a primeira pessoa com quem estiveste? De certeza que não ia ficar contente. Fica o nosso segredo.

Fez uma pausa e sorriu.

— Espero que tenha valido a pena para ti, porque para mim valeu muito a pena.

— Valeu a pena, sim, Rafa. Foi tudo o que eu imaginei e ainda melhor. Muito obrigada.

Dei-lhe um último beijo na face e saí do carro. Naquela noite, deixei para trás uma parte da inocência que ainda carregava comigo.

Esta noite foi apenas a primeira de muitas experiências que viria a ter com o Rafael, mas essas histórias ficam para uma próxima vez.

Espero que tenham gostado :)

Eu sei que ficou longo mas sou perfeccionista e gosto de escrever com detalhes, desculpem qualquer coisa.

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Comentários

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Muitos parabéns! Belíssima escrita e história!! Continua!!

É um orgulho uma portuguesa a escrever bem!

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Muito bom conto, bem escrito e excitante, fiquei cheio de tesão a ler.

Acredito que és portuguesa de Portugal e adaptaste te bem ao português que o site exige, foste inteligente.

Se quiseres conversar Morenoencantador84@hotmail.com

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Muito bom conto, apenas fiquei um pouco na dúvida se de facto és portuguesa visto, muitas das tuas terminologias serem em português do Brasil… mas de qualquer forma muito bom conto parabéns

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Relato muito excitante!

Tiveste um inicio proibido, mas mesmo muito bom e memorável pelas melhores motivos!

Muitos parabéns e claro que tens que contar as tuas aventuras seguintes!

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Ser portuguesa a ler de outra portuguesa parece ainda mais real. Precisamos já da parte 2!!!! Ser detalhado é um ponto muito positivo!

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Parabéns um dos contos mais excitantes que já li aqui!

Continua a escrever pois consegues envolver-nos e de que maneira!:)

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Conto sensacional! Eu diria que a entrega sua e a foda intensa foram bem instintivas. Narrou muito bem. Deve continuar com urgência. As experiências posteriores devem ter sido tão excitantes quanto

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Delicioso e excitante seu conto! Continue escrevendo sim! E te convido para ler os meus. Bjs! Du198308@gmail.com

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Adorei muito bom nota mil Maravilha parabéns

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Claro que deve continuar. Muito bom seu relato. Escreves muito bem. Desceves muito bem também. O linguajar lusitano aguçou ainda mais minha curiosidade durante a leitura. 3 estrelas.

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