Escrava da minha sogra

Um conto erótico de Shirley
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 2208 palavras
Data: 19/04/2021 13:47:32

Me chamo Shirley e tenho 22 anos. Eu cresci na favela, a minha sorte era ter nascido gostosa, por isso eu sempre tive atenção dos homens. Tenho pele morena, cabelos prestos alisados, coxas e bundas bem grossas e malhadas, peitos médios mas empinados. Tomar bomba e puxar ferro tiveram um efeito de aumentar o meu grelo, ele é bem grande, quase como uma mini-pica, por isso eu não me depilo inteira, deixo os lábios da xoxota peludinhos e uma faixinha estreita em cima, só da área coberta pelos micro-biquinis que eu uso para tomar sol.

Quando eu estava com 18 anos percebi que dar para favelado não tinha futuro e comecei a me oferecer para os mauricinhos ricos. Fazia como os traficantes, a primeira vez era de graça, mas se quisesse continuar me comendo tinha que me dar presentes. Aos 20 anos eu conheci Paulo. Ela parecia um rato de tão branco, mas eu logo notei o chaveiro da Audi. Eu me aproximo dele no baile e nós terminamos a noite cheirando pó e transando no carro dele.

Dou uma verdadeira chave de boceta no coitado. Eu esperava virar amante dele, ter uma mesada e continuar morando na favela, esse seria o melhor dos mundos pois eu ia poder continuar dando para os pobretões de pica grande enquanto dava uns agrados para o meu amante rico. Só que o idiota resolve me pedir em casamento e eu não arrisco recusar.

Casamos escondidos da família dele, eu esperava que a gente ia ir viver em um belo apartamento na cidade, só que ele me leva para uma verdadeira mansão com muros altos e cercada de jardins, o problema é que a casa não era dele, era da mãe dele. Não que fosse ruim, a gente tinha praticamente um apartamento só para nós nos fundos do terreno, mas eu tinha muito menos liberdade pois a minha sogra estava sempre me espionando, ela não gostava de mim.

O pior é que Paulo era um bosta, drogadinho que dependia do dinheiro da mãe. Eu sabia que ele era fraco, mas queria que me obedecesse, não a mãe dele. Além disso a droga deixava ele com o pau mole, várias vezes o idiota nem conseguia me comer e em menos de um ano eu cansei da pica mole dele e voltei a ir para o baile funk. Os caras eram pobres mas tinham belas picas grossas e duras que preenchiam as minhas necessidades.

Um dia eu vou no baile, acabo ficando com o Janjão, pica fantástica. Ele arranca a minha calcinha no meio do baile e me fode lá mesmo, em público. Eu volto para casa de taxi sem calcinha e com a boceta esporrada. Com certeza o motorista viu tudo pois não tinha como esconder nada com o vestidinho colado e extremamente curto que eu estava usando.

Para a minha surpresa eu encontro o meu maridinho e a minha sogra me esperando na sala,, cada um em uma poltrona diferente. Minha sogra me olha como que quisesse me matar, já Paulo me olha com cara de idiota. Eu vou até ele e sento no braço da poltrona, mostrando a minha boceta para a cobra da minha sogra.

-- Que vadia, sai por ai vestida de puta e nem usa calcinha.

-- Sogrinha, esse é um problema entre eu e o meu marido -- eu falo isso e coloco a mão na perna de Paulo, quase tocando no pau dele.

-- Isso não pode continuar assim, você não vai arrastar o nome da minha família para a lama. Eu já falei com o Paulinho, ou você muda o seu comportamento ou pode voltar a viver no lugar que você veio.

-- O que a minha sogrinha quer mudar em mim? -- Eu pergunto e para provoca-la coloca a mão na minha bocetinha, sentir a porra de Janjão ainda nela me deixa com ainda mais tesão.

-- Você é realmente uma puta, não é? Pois bem, se você quer continuar morando nessa casa vai ter que me obedecer. Sem mais saídas e eu vou cuidar da sua reeducação.

-- Paulinho, você concorda com o que a sua mãe está dizendo?

-- Shirley, é a única opção, ou você faz o que a mamãe está falando ou a gente não vai ter onde morar e você sabe do meu problema.

-- O que a sogrinha quer dizer com reeducação? Eu pergunto enquanto enfio o dedo dentro da minha boceta, essas história toda estava me dando muito tesão.

-- Você vai ver, puta -- Ela responde, então vem até mim e arranca o meu vestido -- para começar, você não vai mais andar vestida de puta.

Eu então sou puxada pelo cabelo, completamente pelada, até o meu quarto. A minha sogra vai arrancando todas as minha roupas e vai jogando no chão, ela não deixa nada, nem as calcinhas porque diz que era tudo roupa de puta. Ela e Paulinho pegam tudo e levam embora. Eu fico no quarto, ajoelhada no chão chorando.

Eles voltam, a minha sogra com uma coleira de cachorro em um mão e uma corda na outra. Ela coloca o coleira no meu pescoço, depois eu sou colocada em uma cadeira de madeira, meus punhos presos para trás, no encosto da cadeira, meus tornozelos presos para cima, amarrados no topo das pernas de trás da cadeira, o que me forçava a abrir as pernas e ficar com a boceta toda arreganhada. Minha sogra pega um cinto e começa a chicotear os meus peitos, eu grito de dor, mas ela não tem a menor dó, e o meu marido inútil fica só assistindo.

Minha sogra termina de chicotear os meus peitos, pega uma corrente e um cadeado e prende na coleira no meu pescoço. Ela me solta da cadeira e vai me puxando até o quarto de empregada. Eu vejo Paulo fazendo furos na parede com a furadeira, ele então parafusa um anel de metal bem grosso perto do rodapé. A minha sogra me puxa para baixo e prende a ponta da corrente com outro cadeado. A corrente era tão curta que eu não conseguia nem levantar.

-- A partir de hoje você vai dormir aqui, amanhã eu vou demitir a faxineira e você vai fazer toda a limpeza, está na hora de você ganhar o seu sustento com outra coisa que não seja a sua boceta -- diz a minha sogra.

Eu deito no chão e depois de chorar muito acabado dormindo. Na manhã seguinte o meu marido chega com um copo de água e um pão e é isso tudo que eu tenho para comer. Eu tento implorar para Paulo me soltar, mas ele era fraco e não faz anda para me ajudar, logo em seguida chega a minha sogra e diz:

-- Tentando seduzir o meu filho, sua puta, tem que ser castigada. Paulinho pegas as pernas da puta.

Meu marido segura os meus tornozelos abertos enquanto a mãe dele coloca algemas neles, depois eles adicionam mais argolas, uma na parede e outra no chão. Minha perna esquerda é esticada ao máximo e a algema é presa na argola do chão, chão a perna direta é força para trás e presa em uma argola na parede. Isso me deixa coma a boceta completamente exposta, minha sogra então pega uma régua de madeira e começa a acertar a minha boceta, bem nos lábios e no grelo. A dor é terrível e ela diz:

-- É assim que putas tem que ser castigadas, bem na parte onde elas usam para seduzir garotos idiotas.

Eu fico com a boceta em chamas todas vermelha. Minha sogra então me solta e me dá uma camiseta velha dela para vestir. Em mim ficava mais cumprida, não não chegava a cobrir a minha bunda inteira. Durante 10 horas eu trabalho cuidando da casa, minha sogra quase sempre de olho em mim, me acompanhando com um chicotinho na mãe e me acertando toda vez que eu fazia algo que ela não gostava.

Uma hora ela me manda ficar de quatro e limpar com pano todo o chão de madeira da sala e vai fazer outras coisas. Enquanto eu estava assim, toda exposta, a bunda empinada e a xoxota arreganhada enquanto eu limpava, vem Paulo, ele claramente tinha cheirado, ele se ajoelha atrás de mim, segura o meu quadril e sem nenhuma preliminar enfia o pau na minha boceta. É difícil de admitir, mas eu estava gostando de ser pega assim como uma cadela, ainda mais porque a pica dele estava dura como um pé de mesa, mas de repente a minha sogra chega e grita:

-- Para com isso garoto!!!! Você está estragando todo o treinamento da putinha da sua mulher. Tira o pau da boceta dela agora!!!

Para o meu desespero eu estava prestes a gozar quanto o meu marido tira o pau da minha xoxota. A minha sogra então me manda ficar de joelhos e finalizar o filho dele com a boca. Eu engulo o pau dele e o chupo até gozar na frente da mãe, penso como ele era patético por isso. Ele enche a minha boca de porra, acho que foi a maior gozada que ele já teve comigo, eu então tenho que engolir tudo e depois limpar com a língua a porra que tinha pingado no chão.

No almoço eu só posso comer um pacote de miojo cru e um copo de água, depois disso eu tenho que limpar a cozinha e lavar toda a roupa. Termino o trabalho já de noite, exausta. A minha sogra então me manda ir com ela no sótão da casa. Eu não acreditava que ela ia me fazer trabalhar mais, porém o que eu encontro, era a primeira vez que eu entrava lá, era uma masmorra toda equipada com correntes e aparelhos que pareciam ser instrumentos de tortura.

-- Meu finado marido montou tudo isso. Eu não sei dizer quantas horas eu passei amarrada nessas paredes ou nesses aparelhos de tortura. Fiz tudo isso porque ele era muito rico, mas agora isso vai ser muito útil pois eu tenho que educar uma puta favelada e interesseira.

A minha sogra estava usando um vestido envelope, ela então o abre e revela o espartilho que ela estava usando por baixo. Eu sabia que ela tinha peitos bem grandes, bem maiores que os meus, mas as roupas recatadas dela não mostravam o quão fina era a cintura dela e nem que ela era completamente depilada, com uma tatuagem acima da rachina da boceta escrito: "SLAVE #1", e para o meu horror ela tinha quatro argolas de metal perfurando os grandes lábios da boceta. Ela era bem mais alta e mais forte do que eu, por isso ela facilmente tira a única peça de roupa que eu estava usando, algema os meus punhos para trás das minhas costas e me faz subir em uma peça de madeira em formato de cunha que ficava em cima de um cavalete.

O instrumento era extremamente cruel, ele me forçava a abrir as pernas e ficar com todo o peso do meu corpo apoiado na boceta. A minha sogra piora ainda mais a minha situação algemando os meu tornozelos dos lados da cunha, me deixando ainda mais sem apoio. Depois ela pega uma corrente, prende uma ponta na minha coleira e a outra em um anel de metal ponta da cunha. Isso me força a me inclinar para frente, o que faz toda a pressão do meu peso apertar bem no meu grelo, além disso eu fico fora de balanço e tenho que usar os músculos da minha barriga para não cair de cara na madeira.

A posição era extremamente desconfortável, mas era só o começo, na posição que eu estava a minha bunda e os meus seios estavam completamente expostos e a minha sogra aproveita para me chicotear inteira. À cada golpe eu tenho que contar e agradece-la por estar me educando. São 50 golpes na minha bunda e nas minha costas e 20 nos meus seios.

Depois dessa tortura eu sou solta, mas não consigo ficar em pé. A minha sogra então vem até mim com pregadores e coloca um em cada um dos meus mamilos e um terceiro bem no meu grelo. A dor é horrível. A minha sogra então diz:

-- Putinhas existem para ser usadas, pode tratar de chupar a minha boceta pois eu realmente estou precisando dar uma boa gozada. Quando mais rápido você me fazer gozar, mas rápido eu vou tirar os pregadores.

Morrendo de nojo, eu não gosto de mulher, coloco a língua na boceta da minha sogra. Eu ingenuamente achava que essa era a minha humilhação final. Mas na hora eu me esforço para faze-la gozar o mais rápido possível para me livrar da dor nos pontos mais sensíveis do meu corpo. Depois de muito tempo a minha sogra acaba gozando, ela tem um jato de humidade que vai direto no meu rosto. Ela ri disso, mas pelo menos solta os pregadores antes de me levar para o meu quarto, onde eu sou preza pela corrente no meu pescoço.

Ela não me deixa tomar banho, eu fico sentindo o cheiro da boceta dela que havia ficado no meu rosto. Apesar de tudo, da dor, da humilhação, eu não consigo resistir, coloco a mão na boceta e me masturbo até gozar.

Continua...

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Comentários

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ultimamente tem sido um conto melhor que o outro, e melhor, esse tem continua no final! Como eu adoro isso

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Continue a escrever seus contos estão ficando ótimos.

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