A Rebelde Submissa, Parte 1: A Friendzone

Um conto erótico de HidekiCDC@gmail.com
Categoria: Heterossexual
Contém 6197 palavras
Data: 14/03/2021 19:15:55
Última revisão: 10/10/2021 09:06:56
Assuntos: Heterossexual

Olá, me chamo Hideki, e esta é uma história real, que ocorreu há cerca de 4 anos, e relata o início de meu relacionamento com Emma. Por ser uma história real, estarei omitindo e alterando alguns detalhes para ajudar a preservar nossa identidade.

Faltavam apenas alguns meses para o término de um curso semanal (Que eu prefiro não especificar qual), e os poucos amigos que fiz alí haviam desistido de dar continuidade às aulas, restavam pouco mais de 10 alunos na sala de aula, frequentada predominantemente por alunos do sexo masculino, com exceção de Emma (Nome fictício, fazendo referência ao estilo ''Emo''), a única garota da sala. Talvez por isso, Emma aparentava não se sentir muito à vontade, ou talvez era apenas tímida, e ficava apenas no cantinho dela, sozinha, assistindo às aulas em silêncio.

Emma era uma menina muito linda, tinha 20 anos, e mesmo com o seu visual meio ''rebelde'', era fácil notar seus traços delicados. Baixinha, magrinha e com pele branquinha, seu corpo não chamava muita atenção. Seu estilo visual consistia em seus longos cabelos lisos pintados de vermelho, algumas tatuagens visíveis, piercing de argolinha no nariz, aquele negocinho preto que não sei o nome em torno de seu pescoço, seus lábios finos e delicados eram quase sempre acompanhados de um batom em cor escura, e vestia-se com roupas em estilo Gótico/Emo/Rock/Metal/Punk/Grunge, às vezes com camisetas de bandas, outras vezes com roupas rasgadas, geralmente acompanhados de uma saia, às vezes de coturno, e outras vezes de tênis All-Star. No frio seu estilo variava entre camisas de flanela, ou jaquetas de couro, com uma calça jeans básica. Emma claramente tinha um guarda-roupas grande e com conteúdo variado, e apresentava um look diferente em cada aula.

Após tantos alunos desistirem do curso, a maioria dos alunos se sentavam na frente da sala, batendo papo com o professor, que era engraçado e fazia amizade com todos os alunos. No fundão restou apenas dois outros rapazes, Emma, e eu.

As fileiras eram organizadas horizontalmente, era basicamente uma grande mesa comprida com cerca de cinco ou seis computadores um do lado do outro, onde para acessar o canto esquerdo, era necessário passar por trás de vários assentos. Do lado direito do fundão, ao lado do corredor, sentavam os dois rapazes que eram amigos, eu me sentava do outro lado encostado na parede, e Emma se sentava na fileira à minha frente, também do lado esquerdo.

O professor então, nos encarregou de fazer um trabalho em grupo. Eu não me preocupei em entrar em nenhum grupo, depois que meus amigos saíram do curso, não tinha afinidade com mais ninguém da sala, e honestamente, preferia fazer sozinho mesmo, considerando que na maioria das vezes, eu que ficava responsável pela maior parte do projeto para cobrir o que outros integrantes não faziam. Imediatamente comecei a esboçar o projeto no computador, até que Emma se sentou à minha frente, e com um sorrisinho sem jeito disse:

- Acho que só sobrou a gente...

Surpreso com a situação, não poderia recusar a companhia dela, então a convidei para fazermos o trabalho juntos, e a chamei para se sentar ao meu lado, mostrando à ela o esboço que eu havia começado, explicando o que eu tinha em mente para o trabalho, ela aceitou a minha proposta e logo começamos a discutir detalhes sobre o projeto.

Durante o intervalo da aula, Emma, como sempre, decidiu ficar sozinha na sala. Desci para tomar um cafézinho, e quando voltei, Emma já tentava prototipar algumas de minhas idéias. Antes preocupado em fazer dupla com ela, agora estava feliz em tê-la comigo, considerando que todos os outros alunos bagunçavam e passaram a aula inteira conversando sobre diversos assuntos irrelevantes para o tema da aula, Emma parecia se dedicar ao projeto, e levava o trabalho a sério, apesar de não ser muito boa com a parte técnica do software, a visão artística dela me surpreendia. Ao final da aula, combinamos de manter contato, e dar continuidade ao nosso trabalho durante a semana para discutir o nosso progresso durante a próxima aula, que ocorreria na semana seguinte.

No mesmo dia, no período da noite, Emma me envia uma mensagem, perguntando se eu havia feito algo de novo, para mostrar à ela. Eu não tinha tido tempo ainda para trabalhar no projeto, mas fiquei feliz em ver o empenho dela. Emma então começou a descrever as idéias dela e então passamos a trabalhar juntos durante a noite pelo Skype, pela facilidade em compartilhar a tela do computador. Já passava das 1 da manhã quando decidimos parar para descansar. Por sorte, eu não tinha serviço para fazer, Emma, no entanto, precisava acordar às 8:00 para ir trabalhar.

No decorrer da semana, continuamos a trabalhar juntos no projeto, Emma começava a se abrir um pouco comigo, puxando conversa, e comentando sobre assuntos diversos. Passamos a nos conhecer melhor, e no dia da aula, Emma agora estava mais falante. Muitos estranharam a nova atitude de Emma, e alguns até faziam piadas, como: ''Nossa! Não sabia que você falava, pensei que você era muda!'', ou ''Nem sabia que tinha uma menina aqui na sala!''

Emma ignorava as piadinhas e não respondia as provocações, mantendo sua atenção voltada apenas à nossa conversa, apenas abaixando o tom de voz quando conversava comigo.

Os dois amigos que também se sentavam no fundão decidiram entrar em um dos grupos da frente, e o professor sugeriu que, por conta do baixo número de alunos, Emma e eu poderíamos escolher um dos dois grupos da frente para fazer parte, eu odiei a idéia, considerando que de início eu pretendia fazer o trabalho sozinho, mas perguntei à Emma sua opinião, ela também não gostou da idéia, talvez as piadinhas devem tê-la deixado desconfortável, então decidimos continuar como uma dupla.

No intervalo da aula, pela primeira vez, Emma decidiu descer ao invés de ficar sozinha na sala. Descemos juntos, e fomos tomar um cafézinho. Na volta, continuamos a aula normalmente, trabalhando em nosso projeto, e na apresentação do mesmo que deveria ser feita na aula da semana seguinte.

No decorrer da semana, me preocupei ao notar que nossas conversas, que antes focavam mais em nosso projeto, agora se tornara completamente irrelevante ao nosso trabalho, por ter se soltado mais comigo, Emma passou a puxar conversa sobre música, filmes, seriados, jogos, animes, cosplay, etc. Mal parecia que nossa intenção era a de trabalhar juntos no projeto do curso, mas ainda assim, conseguimos finalizar o trabalho de apresentação.

Chegou o dia da aula, e precisávamos mostrar nosso projeto na frente da turma, como Emma não quis participar da apresentação, para ser justa comigo, fez todos os slides sozinha com o material que passei à ela. Ficamos muito felizes com o resultado, sendo o projeto apresentado que recebeu a melhor reação das pessoas, levantando os maiores elogios da turma, e dos professores presentes. Essa parte, porém, era a mais fácil, depois do projeto apresentado, ainda era preciso desenvolver ele.

Continuamos a nos falar diariamente, trabalhando no projeto, cada dia nossa amizade ficava mais forte, Emma agora era muito diferente daquela garota fechada que conheci no curso, e agora conversava muito mais à vontade, e até mesmo fazia piadinhas impróprias e imaturas. Passamos a nos conhecer melhor, e descobri que Emma tinha um namorado, e que estavam juntos havia cerca de quatro meses. Apesar de até então não ter tido a intenção de sair com ela, confesso ter ficado com um pouquinho de ciúme, afinal, ela era uma garota muito linda!

Agora nossa amizade se aprofundava, Emma se sentia à vontade para conversar comigo sobre assuntos mais pessoais, e mesmo não tendo a intenção de ficar com ela, me incomodava o fato de Emma estar sempre falando de seu namoro, e fazendo comentários sobre seu namorado, mesmo considerando o fato de que praticamente tudo que ela dizia a respeito dele, era em tom de reclamação.

O namoro de Emma não estava indo bem, e por estarmos passando tantas horas por dia trabalhando juntos, eu acabei me tornando o ombro amigo de Emma para que ela pudesse desabafar. Durante várias noites ficávamos conversando até o meio da madrugada, resultando em uma pausa no trabalho na noite seguinte, pois Emma queixava-se de cansaço por não ter dormido bem.

Em nossas conversas ela reclamava comigo sobre seu namorado, dizendo que ela achava que ele a traía, que a ignorava e não dava atenção à ela, passando a tratá-la de forma mais fria e rude, etc. Eu dava total apoio emocional à ela, mas honestamente, no momento eu me preocupava apenas com o projeto, que parecia estar caminhando cada vez a passos mais lentos.

Emma também estava ciente de que o ritmo do projeto diminuía, e perguntou sobre a possibilidade de trabalharmos pessoalmente durante o final de semana, já que seu namorado iria estar muito ''ocupado'' para dar atenção à ela. Apesar de estar com preguiça de sair durante o final de semana, sugeri irmos à alguma cafeteria, mas Emma me convidou para ir à casa dela, confesso que minha mente suja imaginou a possibilidade de rolar algo mais, porém eu não tinha a intenção de fazer nada, respeitando o namoro dela.

Cheguei na casa de Emma de manhã, e foi interessante vê-la vestida de forma mais casual pela primeira vez, apenas com uma camisetinha baby look e um shortinho. Emma morava com sua avó, e passamos o sábado inteiro trabalhando no projeto em seu quarto, e dessa vez Emma não me importunava conversando sobre seu namorado. Fizemos uma pausa para comer um belo almoço que sua avó havia preparado para nós, e ficamos conversando sobre outros assuntos, logo retomamos o projeto e voltamos a trabalhar. Após passarmos toda a tarde trabalhando, fiquei feliz com o avanço que fizemos.

Já passava das 18hs quando decidi pararmos, mas Emma me convidou para jantar em sua casa, disse que iria pedir uma pizza. Não queria voltar tarde para casa, pois estava sem carro nessa época, e ainda precisaria pegar metrô e ônibus, mas acabei aceitando o convite após insistência de Emma. Ficamos trabalhando por mais um tempo em nosso projeto, uma hora depois, terminamos parte do trabalho e decidimos parar pelo dia, pedimos uma pizza e ficamos descansando.

Enquanto esperávamos nossa pizza, Emma voltou a falar sobre seu namorado, apesar da demora para tocar no assunto, achava inevitável, julgando pelo quanto ela falava dele nos últimos dias. Emma fazia doce, me agradecendo de forma dramática e desnecessária por dar apoio e atenção à ela em momentos difíceis, etc. Mas para dizer a verdade, o único ''apoio'' que eu havia dado à ela era o de concordar com tudo que ela dizia, sem sequer mostrar interesse na relação dela com seu namorado. Sempre que ela tocava no assunto eu me sentia desconfortável, era como se eu tivesse sido forçado em uma friendzone por conta de um trabalho de curso.

O resto da noite foi agradável, comemos nossa pizza, conversamos mais um pouco, e logo voltei para casa. Queria tirar o domingo para descansar, mas Emma me chamou mais uma vez para ir à casa dela, e como ainda faltava muita coisa para fazer, me senti obrigado a aceitar, então no dia seguinte continuaríamos nosso trabalho.

No domingo, chego na casa de Emma após o horário de almoço, no horário combinado, e sua avó, sempre simpática, atendeu a porta me convidando para entrar, dizendo que Emma encontrava-se em seu quarto. Bati na porta de seu quarto, e Emma me atendeu, séria, com uma expressão triste em seu rosto. Perguntei à ela qual o problema, e Emma disse que havia brigado com o namorado dela novamente, o que não me surpreendia.

Sinceramente eu estava puto de ter de lidar com esse drama que não tinha nada a ver comigo, principalmente por ainda ter muito trabalho para fazer. Sem saber como reagir, ou exatamente o que dizer, na hora apenas pensei: ''Puta merda, vamos perder o dia sem fazer nenhum trabalho!''

Emma então começou a contar mais detalhes sobre sua briga com o namorado, dizendo que tudo teve início após Emma ter mencionado à ele que havia me convidado para sua casa para fazermos um trabalho de curso juntos, e que ele a acusava de traição. Tentei o tempo todo me manter afastado desse drama, e no final acabei de alguma forma me tornando o vilão dele...

Como todo belo amigo na friendzone, agi de forma compreensiva e continuei dando apoio emocional à ela. Sentei-me ao lado dela em sua cama e perguntei se preferia que a gente marcasse o trabalho para outro dia, mas Emma disse que não, que queria continuar o projeto, e que não queria ficar sozinha, minha companhia fazia bem à ela… Neste momento eu começava a odiar esse trabalho que me forçou em uma friendzone. Meio relutante, aceitei continuar o trabalho naquele dia, mesmo com o clima meio pesado. Mais uma vez Emma me agradecia por ser tão atencioso e blá blá blá… Para finalizar, Emma comentou:

- Queria ter um namorado que nem você.

Neste momento, eu, que já me encontrava frustrado com a situação, acabei por ligar o foda-se, então de forma meio ousada, mas ainda em tom de brincadeira, eu disse:

- E eu queria ter uma namorada como você.

Emma deu risada, ficou calada por alguns segundos, e então se aproximou mais de mim, repousando sua cabeça em meu ombro e passando seus braços em volta de minha cintura. Depois de tanto tempo aturando o que parecia ser uma friendzone, eu não sabia bem as intenções dela, mas por conta de toda essa frustração, mesmo temendo ser rejeitado, imaginei que na pior das hipóteses, nossa amizade esfriaria, me livrando deste drama, e eu me veria obrigado a dar continuidade ao trabalho sozinho, o que era a minha intenção desde o início. Ou seja, não tinha nada a perder.

Coloquei minha mão em sua cinturinha fina, sob sua camisetinha, trazendo-a mais próxima de mim, e dei um beijo bem carinhoso e demorado em sua cabeça, sentindo o cheiro daqueles cabelos vermelhos jogados sobre o meu peito, enquanto acariciava o seu pescoço e nuca com a outra mão. Emma soltou um suspiro, e então sentou-se virada para mim, me abraçando e me agarrando com suas pernas em volta de meu corpo, repousando sua cabeça em meu peito.

A este ponto, já não tinha mais volta, agarrei Emma pela cintura e a coloquei sobre meu colo, ficando cara a cara com ela. Emma não dizia nada, apenas olhava fundo em meus olhos, e mesmo tremendo ser rejeitado e jogado mais fundo na friendzone, resolvi beijá-la.

Fui lentamente de encontro com seus lábios, e fiquei aliviado ao ver que Emma retribuía meu beijo. Eu não tinha a intenção de apressar muito as coisas, e mantive um beijo em ritmo lento, abracei ela forte pela cintura, deixando o corpinho dela bem grudadinho no meu, e Emma, ainda prendendo-me entre suas pernas, acariciava meus cabelos de forma bastante carinhosa. Perdi a noção de quanto tempo ficamos naquela posição nos beijando, comecei então a acariciar o corpinho dela, passando minhas mãos suavemente pelas suas costas e cintura por debaixo de sua camisetinha, Emma jogou a cabeça para trás ao suspirar, e neste momento passei a beijar e lamber seu pescocinho. Emma agora repousava sua cabeça em meu ombro, e gemia baixinho quando passou a beijar e lamber também o meu pescoço, para finalizar, dei uma chupadinha no lóbulo de sua orelha, e em seu ouvidinho apenas disse:

- Linda...

Emma não disse nada, apenas me abraçou o mais forte que podia, me tirando o fôlego, ainda sentada em meu colo. Passamos alguns momentos em silêncio, ainda nesta posição, até que diz:

- Meu namorado nunca me beijou assim.

Emma então começou a me comparar ao seu namorado:

- O Júnior nunca me dava atenção, me ignorava, você não, sempre que precisei desabafar você sempre foi atencioso comigo e me dá ouvidos; Ele brigava comigo sem razão, você sempre foi calmo e simpático...

Em seguida, Emma me abraçou forte, me dando um beijinho no rosto. Com raiva, pensei comigo mesmo: ''Puta que pariu, mesmo depois desse beijo essa desgraçada vai encontrar um jeito de me jogar mais fundo na friendzone!''

Eu não disse nada, e resolvi continuar atacando, afinal de contas, ela não havia rejeitado meu beijo, e eu não tinha nada a perder. Deitei Emma em sua cama e joguei meu corpo sobre o dela, Emma continuava me agarrando entre suas pernas, e sussurrou meu nome, demonstrando um pouco de surpresa em sua voz:

- Hideki…!

Mesmo querendo respeitar o relacionamento dela com seu namorado, puto com toda essa situação, eu disse sem mesmo pensar:

- Esquece a merda desse seu namorado!

Imediatamente, lasquei-lhe um beijo, desta vez, de forma ardente e frenética. Emma agarrava meus cabelos, passava as mãos pelo meu corpo por baixo de minha camisa, mordia e chupava meus lábios com força, enfiava sua língua tão fundo em minha boca que parecia estar tentando lamber meu esôfago, esfregava-se em mim, fazendo movimentos de vai-e-vem, e gemia de forma bastante sensual como se estivéssemos fazendo amor. Retribui tudo aquilo, esfregando-me nela com seus movimentos de vai-e-vem, como se já estivéssemos transando de roupas, eu mordiscava e chupava seus lábios, enfiava minha língua em sua boquinha, e ela chupava minha língua, eu a agarrava pelos cabelos também, bagunçando-os, fazendo Emma soltar alguns gritinhos de prazer em meio aos gemidos abafados por nossas bocas grudadas uma na outra.

Ao finalizar nosso beijo, ainda ofegantes, dei risada ao ver o quão descabelada ela estava, ela sorria também, talvez pelo mesmo motivo ao ver o estrago que ela havia feito em meus cabelos. Ainda na mesma posição, eu mexia no cabelinho dela, ajeitando-o em sua orelhinha de forma bem carinhosa. Emma mordiscava seus lábios, e continuava alisando meu corpo com suas mãos, e bagunçando ainda mais os meus cabelos.

Após ajeitar seus cabelos como eu podia, me deitei ao seu lado em sua cama, e ficamos nos olhando nos olhos por alguns momentos, apenas apreciando o silêncio, Emma parecia estar feliz, e aproximava o seu corpo do meu, ficando grudadinha em mim.

Seus dedos deslizavam sobre minha calça na área da virilha, e eu, que já estava excitado, passei a alisar a bundinha dela sobre o shortinho que ela usava. Emma reagiu surpresa me olhando, mas logo deu risada, de forma meio constrangida, perguntei se estava tudo bem, e ela me garantiu que sim.

Emma passou a alisar meu pau sobre a calça, ainda de maneira sutil, como se estivesse tentando evitar que eu percebesse. Passei a alisar sua bundinha, desta vez, por baixo de seu shortinho, também de maneira sutil, o que fez Emma soltar um belo gemido, e começar a me beijar novamente.

Agora Emma apalpava meu pau, e após alguns momentos nos beijando, colocou sua mãozinha gelada dentro de minha calça. Interrompi o beijo, surpreso, e querendo ver aquela cena, daquela ruivinha linda com sua mão dentro de minha calça. Emma surpreendeu-se com minha atitude, retirando rapidamente a mão de dentro de minha calça, e desculpando-se, dei risada e perguntei por que se desculpava, mas nem ela tinha a resposta para essa pergunta. Peguei sua mãozinha e a ajudei a colocá-la novamente dentro de minha calça, Emma mordiscava os lábios, sorrindo ao mesmo tempo, e me olhava nos olhos enquanto apertava meu pau.

Então ela disse, em meio a risadinhas:

- Nossa… Ele tá tão duro, e quentinho…

- Gosta?

- Sim… - Disse Emma, que aparentava estar meio envergonhada.

- Quer ver ele?

- Posso?

Sem responder à pergunta dela, me sentei ao seu lado e já fui tirando ele para fora. Emma se posicionou de bruços, ficando frente a frente com meu pau, ela sorria ao deslizar seus dedos, com suas longas unhas pintadas de preto por ele. Após alguns momentos apenas observando meu pau e deslizando seus dedos por ele, eu já não aguentava mais, e disse:

- Quer sentir o gostinho dele?

Emma me olhou surpresa, e perguntou:

- Sério?

- Sério!

- Posso?

- É claro que sim. - Respondi apontando meu pau em direção à sua boquinha.

Emma então segurou ele suavemente pela base, e o abocanhou lentamente. A visão maravilhosa daquela gatinha linda e sua delicada boquinha molhada embrulhada em meu pau me fez ir à loucura! Eu fazia um carinhoso cafuné em seus cabelinhos vermelhos enquanto Emma me chupava vagarosamente, deslizando sua linguinha em volta da cabecinha dele, ela alisava minhas bolas com tamanha delicadeza que apenas uma mãozinha pequena daquelas era capaz de fazer, e gemia sensualmente com meu pau em sua boca.

Passaram-se alguns minutos, e Emma continuava me chupando com toda a paciência do mundo, parecia estar gostando, mas ela me chupava tão lentamente que até achei que a menina ia dormir alí no meu colo e me deixar sem gozar. Não tinha certeza se ela era preguiçosa, ou se por ser tímida, tinha vergonha de fazer boquete, mas apesar de estar amando aquela boquinha, parecia até mesmo que ela nunca havia chupado um pau em sua vida.

Já perdendo um pouco a paciência, e para me certificar de que ela se sentia realmente à vontade, perguntei:

- Você me deixa gozar em sua boquinha?

- Você já vai gozar?

- Não, só quero saber se posso gozar em sua boquinha.

- Claro que sim! Quero experimentar seu leitinho... - Respondeu Emma, sorrindo sem jeito e evitando contato visual comigo.

- E por que não me faz gozar, então? Tá com sono? - Perguntei brincando.

- Não. É que achei ele tão gostoso, tava só curtindo ele um pouco.

- Beleza, mas agora me faz gozar em sua boquinha!

Emma, que ainda estava deitada, agora se posicionou de quatro em minha frente, agora a coisa ficava séria! Desta vez, Emma abocanhou meu pau com vontade, agarrando-o firmemente pela base com suas mãos, e sugava forte. Segurei Emma pelos seus cabelos, ajudando-a em seus movimentos de vai-e-vem com a cabeça, ela parecia gemer mais do que eu, que não tirava os olhos da porta, e tentava manter o silêncio para evitar que sua avó escutasse algo.

Depois de tanto tempo de pau duro sem gozar, não demorou para esvaziar o conteúdo de minhas bolas, que já estavam quase azuis, em sua boquinha, mas sem antes avisar:

- Vou gozar.

Emma diminuiu o ritmo, e passou a sugar mais forte. Ainda com seus cabelos em minhas mãos, segurei sua cabeça no lugar enquanto gozava em sua boquinha. Como uma boa garota, Emma engoliu tudinho, e continuou chupando meu pau por mais alguns momentos, deixando-o limpinho, enquanto recebia mais um cafunézinho por um trabalho bem feito.

Após me fazer gozar, e de beber todo o leitinho que queria, Emma se deitou com a cabeça sobre minha perna, ainda alisando meu pau que continuava todo babado de sua saliva, e começava a amolecer de cansaço entre seus dedos.

Enquanto recuperávamos o fôlego, Emma passou a me fazer perguntas do tipo: ''O que você acha de mim?''. Nunca sei bem responder à esse tipo de perguntas, ainda mais quando mal a conhecia direito, mas mesmo assim ela pareceu satisfeita com minhas respostas, apesar de vagas.

Ela continuava alisando meu pau enquanto eu alisava seus cabelinhos, quando me diz algo que me deixa chocado:

- Eu te amo.

Ela nem sequer tinha terminado seu namoro, e logo após chupar meu pau, disse que me amava... Imediatamente após me dizer isso, porém, reparei que Emma pareceu ter se arrependido do que disse, talvez tenha dito sem pensar, ou deixou escapar no calor do momento. Fiquei sem reação, mas por pura pressão do momento respondi que também a amava... Não poderia deixar ela no vácuo. Ela então levantou a cabeça, e me olhando nos olhos perguntou:

- Jura?

O que eu poderia fazer nessa situação? Não tinha como recuar. Reafirmei à ela:

- Juro!

Emma então me deu um forte abraço, que retribuí me perguntando como havia me metido em tal situação. Neste momento, o meu pau, que ainda estava pra fora da calça, se encontrava mais confuso do que eu. Diante de toda essa confusão, perguntei à ela:

- E o seu namorado?

- Namorado? Você não me disse pra esquecer dele?

- Sim…

- Então! Esquece dele você também, ele é passado! Agora eu tenho você! - Concluiu Emma, me abraçando mais forte.

Honestamente, não sabia muito bem o que pensar, apesar de ter uma quedinha por Emma, não imaginava que isso aconteceria, ainda mais nesta situação em que ela já tinha namorado. Eu realmente não sabia o que dizer, ou pensar, continuamos abraçados por mais alguns momentos, até que Emma me solta, com um belo sorriso no rosto.

Enquanto eu me preocupava em guardar o pinto pra dentro da calça, Emma dizia que se sentia sortuda em finalmente ter encontrado um namorado tão bom quanto eu… Pois é, aparentemente haviamos começado a namorar naquele momento, o que foi uma surpresa até para mim.

Minha cabeça estava a mil, eu não sabia muito bem o que dizer naquela situação, e apenas sorria para ela. Decidimos aproveitar um pouquinho do tempo que nos restava durante o dia para fazer o trabalho, mas minha mente naquele momento só conseguia pensar no que havia acabado de ocorrer. Mas pelo menos Emma parecia estar muito mais feliz, e isso me deixava alegre também.

Após um tempo trabalhando, não parávamos de trocar beijinhos, Emma, já entediada, não parava com sua mãozinha boba, que ora alisava minhas pernas, e ora repousava sobre minha virilha, ela sorria maliciosamente para mim.

Já excitado, puxei ela sobre meu colo e comecei a beijá-la, deslizando minha mão por todo o seu corpinho, e pela primeira vez, sentia os peitinhos de Emma em minha mão, ainda por debaixo de sua camisetinha e sutiã, fazendo ela gemer entre nossos lábios se beijando. Eu chupava seu pescocinho, com cuidado para não deixar marcas, e Emma parecia estar adorando, chegando a se contorcer enquanto arranhava minhas costas com suas unhas enquanto se esfregava em mim. Eu continuava beijando-a, e os gemidos de Emma a faziam parecer que ela estava prestes a atingir o orgasmo.

Emma então se levantou bruscamente, indo em direção à porta, e a trancou. Em seguida, veio em minha direção, me jogou sobre sua cama, e montou em cima de mim, apoiando suas mãos em meus ombros, e com seus cabelos jogados sobre meu corpo. Emma apenas me olhava nos olhos, e tinha uma respiração ofegante, então eu a agarrei pelo pescoço e a deitei sobre mim, voltando a nos beijar. Eu passava minhas mãos pelo seu corpinho por baixo de sua camiseta, e Emma bagunçava meus cabelos, enquanto se esfregava em mim, como se já me cavalgando.

Brevemente, Emma interrompeu nosso beijo, e sussurrou em meu ouvido:

- Me come!

Emma, sentada sobre mim, me olhava mordendo os lábios, e segurando minhas mãos, as deslizava pelo seu corpinho. Tirei sua camiseta, e em seguida o seu sutiã, Emma cobria-se com as mãos, envergonhada, mas eu queria ter a visão daqueles peitinhos dela. Dei um beijo nela, aproveitando a oportunidade para segurar suas mãos, me deitei novamente e pude pela primeira vez me deparar com aqueles lindos peitinhos rosados de Emma. Não pude apreciar a visão de seus peitinhos por muito tempo, pois logo em seguida, Emma se abaixou, deitando-se sobre mim e me beijando, desabotoando minha camisa.

Emma então passou a deslizar sua língua em meu corpo, partindo do pescoço, indo para o peito, barriga, enquanto desfazia o meu cinto. Mas antes que ela pudesse desabotoar minha calça, me levantei rapidamente, jogando Emma de costas sobre sua cama, dei-lhe mais um beijo, antes de fazer a pergunta mais broxante que alguém poderia fazer naquele momento:

- Você tem camisinha?

- Hã…? Não…

- Hm…

- E agora?

- (Será que a avó dela tem?)

A última coisa que imaginei que faria naquele dia, era sexo! Não tinha culpa de estar despreparado. Sei que essa não é a história mais alucinante e sexy desse site, mas pelo menos é honesta rsrs

De qualquer modo, não iria deixar Emma decepcionada, sem dizer mais nada, abaixei o seu shortinho e caí de boca em sua bocetinha lisinha, que parecia ter sido recém depilada, e que estava completamente encharcada, deixando sua calcinha toda melada, fazendo-a soltar um urro de prazer enquanto contorcia o seu corpo.

Levantei a cabeça brevemente para pedir que ela fizesse silêncio, evitando que a avó dela escutasse algo, mas no que deve ter parecido uma cena de comédia adulta, Emma me agarrou pelos cabelos, empurrando minha cabeça de volta em encontro com sua bocetinha:

- Fica quieta! senão a suhmmmfhmmmmm...

Para diminuir as chances de Emma fazer muito barulho, diminui o ritmo de minhas chupadas, quase no nível em que ela havia chupado o meu pau anteriormente. Passei a deslizar minha língua suavemente pela sua bocetinha, enquanto alisava suas coxas, beijava sua virilha enquanto massageava sua bocetinha com uma mão, mas era difícil fazer ela calar a boca, então enquanto eu deixava a bocetinha dela ocupada com os dedos, voltei a dizer em voz baixa:

- Fica quieta, senão sua avó vai escutar!

- Uhum… - Respondeu Emma, em meio a gemidos.

Voltei a chupar a bocetinha dela, ainda com cuidado para não fazê-la gemer muito alto, começava deslizando minha língua por toda a extensão de sua bocetinha, até terminar com uma bela chupadinha de leve em seu grelinho, mas era inevitável, Emma continuava gemendo alto. Fiquei numa situação em que eu não sabia o que fazer, não queria parar de dar prazer à ela, mas se continuasse, poderíamos traumatizar sua avó... Mas na hora resolvi: ''Foda-se! Vou fazer ela gozar, depois ela se vira!'', afinal de contas, eu já havia feito em minha parte o que podia, ao pedir que ela fizesse silêncio.

Comecei a chupar sua bocetinha como se dando um beijo de língua em sua boca, chupava seu grelinho com vontade, esfregando minha língua nele. Emma parecia querer arrancar meus cabelos, e gemia alto, chegando a soltar uns gritinhos de prazer. Minha estratégia de lamber e chupar lentamente e suavemente sua bocetinha só serviu para deixá-la ainda mais atiçada. A este ponto era possível de a avó dela achar que eu estava matando a menina.

Emma não demorou para gozar em minha boca, contorcendo seu corpo, e posicionando-se de ladinho, ainda com seu corpo estremecido. Me deitei ao lado dela, e disse em seu ouvidinho:

- Você tem uma bocetinha deliciosa!

Ainda ofegante, Emma não teve reação. Fiquei deitado ao seu lado, de conchinha, enquanto Emma recuperava o fôlego.

Após alguns momentos apenas curtindo a presença um do outro, Emma se vira pra mim, me pedindo para passar a noite com ela em sua casa. Recusei o convite pois ela iria trabalhar cedo no dia seguinte, e também queria evitar uma situação ainda mais constrangedora com sua avó. Relutante, Emma entendeu que eu tinha que voltar para casa, mas me pediu que passasse mais alguns momentos fazendo companhia à ela. Ficamos nos beijando deitados em sua cama, Emma ainda encontrava-se totalmente peladinha, e eu apenas com a camisa desabotoada, e o cinto solto.

Após nosso beijo, continuamos deitados descansando, Emma apenas sorria com um olhar besta para mim, talvez um pouco constrangida ainda, pois mesmo depois de nossas sacanagens, ela ainda era tímida, e não nos conhecíamos muito bem, então eu entendia.

Emma então levantou-se, pedindo licença à mim, e cobrindo suas partes íntimas com as mãos, recolheu suas roupas do chão, vestindo-se rapidamente, e disse que iria ao banheiro. Fiquei no quarto dela, ainda refletindo sobre toda essa situação inusitada. Alguns minutos depois, Emma retorna ao seu quarto, dando risada ao comentar sobre o olhar feio que recebeu de sua avó a caminho do banheiro.

- Eu falei para você não fazer muito barulho!

- A culpa foi sua.

- Minha!?

- Sim! Quem foi que me fez gozar?

Passamos mais alguns minutos conversando e dando risada, quando decidi que já era a hora de eu ir embora. Emma começou a fazer manha, de brincadeira, me pedindo para ficar mais tempo, eu até gostaria, mas como ainda estava sem carro no momento, eu não podia passar muito tempo lá.

Emma então trancou sua porta novamente, ajoelhando-se em minha frente em seguida, eu já sabia o que ela queria, e meu pau reagiu de imediato.

- Você só vai embora depois de me der leitinho mais uma vez. - Disse Emma, de forma manhosa e sorrindo, ainda meio acanhada, enquanto alisava o volume de minha calça.

Em questão de algumas horas, Emma havia mudado drasticamente, porém, essa mudança dela até me deixava mais feliz e à vontade em ter de alguma forma, me tornado o novo ''namorado'' dela, ou sei lá o que. Até então, eu mesmo tinha dúvida do que iria acontecer em seguida com a gente.

Atendendo o desejo de Emma, tirei o pau para fora, e ela passou alguns momentos apenas alisando e observando ele, então começou a dar umas lambidinhas nele, deslizando sua língua pelo meu pau, dava umas leves chupadinhas na cabecinha, e às vezes apenas respirava sobre ele, soltando lentamente seu bafo quente em meu pau, com toda a paciência do mundo, e eu apenas observava Emma enquanto acariciava sua cabecinha.

Após alguns minutos apenas recebendo algumas lambidinhas no pau, perguntei à Emma se ela não iria me chupar, ela então levantou a cabeça, me olhando nos olhos, jogou as mãos para trás e me respondeu com um sorriso no rosto:

- Me faz!

Conforme relatei em outros contos meus aqui do site, já tive uma namorada submissa, e apesar de minha experiência relativamente limitada no assunto, sentia falta dessa dinâmica em um relacionamento, e Emma começava a aparentar ter essa tendência submissa que eu procurava em uma garota. Imaginei comigo mesmo: ''Talvez esse início de namoro não tenha sido uma má idéia!''

Não sabia ainda a extensão de sua submissão, optei por agir de forma cautelosa, apenas demonstrando à ela que posso ser dominante, e ver sua reação, não queria assustá-la caso tivesse a interpretado mal.

Após escutar o pedido de Emma, agarrei-a pelos cabelos de maneira firme, e com a outra mão, posicionei meu pau em sua direção, adentrando sua boquinha, mas Emma continuava parada, me observando sem realizar nenhum movimento, apenas sugava de leve e lambiscava a cabecinha do meu pau por dentro de sua boquinha. Com as mãos para trás, Emma me deixava com total controle da situação.

- Tá com preguiça, é? - Perguntei, em tom de brincadeira.

Emma sorriu com meu pau ainda dentro de sua boca, mas não disse nada. Então comecei a foder de leve sua boquinha enquanto acariciava sua cabeça, e Emma passou a gemer baixinho, agora me segurando pelas pernas. Passei a segurar seus cabelos mais uma vez conforme eu aumentava o ritmo, e Emma passava a gemer mais e mais. Retirei meu pau de sua boquinha, e disse:

- Você quer leitinho?

- Quero!

- Então fica de quatro pra mim, safadinha!

Emma obedeceu prontamente minha ordem, ficando de quatro em minha frente, com a boca aberta e a língua de fora, aguardando o meu pau. Me abaixei em sua frente, dando-lhe um carinhoso beijo em sua cabeça seguido de um cafunézinho, e disse:

- Quer meu leitinho mesmo?

- Quero!

- Então me pede!

Emma ficou sem reação por um momento, mas logo criou coragem, e me pediu:

- Amor, me dá seu leitinho! - Pedia Emma, agora segurando meu pau e puxando-o em direção à sua boquinha.

Ser chamado de ''amor'' por Emma ainda me soava estranho, mas à essa altura do campeonato, quem se importa?

- Vai beber tudinho?

- Vou!

Bati meu pau no rosto de Emma algumas vezes, e disse, ainda em tom de brincadeira:

- Se não beber tudinho vou ficar bravo, hein!

- Vou beber tudinho!

- Tá bom.

Enfiei meu pau novamente em sua boca enquanto a segurava pelos cabelos, e comecei a foder sua boquinha, Emma sugava com vontade, e ao avisar ela de que estava prestes a gozar, Emma segurou meu pau e começou a movimentar sua cabeça enquanto me chupava, até receber o leitinho que ela tanto queria. Continuei segurando sua cabeça no lugar pelos seus cabelos, e Emma continuava chupando e lambendo meu pau dentro de sua boquinha, deixando-o limpinho.

O meu simples ''Teste de submissão'' pareceu ter sido finalizado com êxito, apesar de leve. Emma realmente parecia à vontade recebendo e obedecendo ordens como uma boa submissa. Mas isso ainda não era o suficiente para mim, queria saber mais sobre até onde iria essa submissão dela...

Após deixar meu pau bem limpinho com sua boquinha, Emma se levantou e me deu um abraço bem forte, dizendo mais uma vez que me amava, e me agradecendo pelo dia maravilhoso que havíamos passado juntos.

Ao sair de seu quarto, o olhar de desgosto de sua avó era evidente, apenas me despedi rapidamente e dei no pé evitando contato visual. Emma me acompanhou até o portão de sua casa, onde nos despedimos enquanto ela passava discretamente a mão em meu pau.

Voltei para casa já tramando um plano sobre como transformaria Emma em minha próxima putinha submissa.

Como mencionado no início, este é um conto real, e esta primeira parte detalha apenas o início de nosso relacionamento.

Adoraria saber a opinião de vocês a respeito deste conto. Continuarei a atualizá-lo para deixá-lo melhor, corrigir possíveis erros, ou adicionar mais informações conforme necessário.

Continua na segunda parte: A Rebelde Submissa, Parte 2: Descobrindo Fetiches

HidekiCDC@gmail.com

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Comentários

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Maravilhoso!!!! Um início super excitante!!! Estava sentindo falta de suas histórias!!!!

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Excelente conto, gostei do desenrolar e ritmo desta narrativa, você não tem pressa ao contar sua história e também é muito detalhista. Meus Parabéns!

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Excelente história obrigado por postar é raro ver algo tão bom por aqui

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Conto muito bom mesmo, cheio de detalhes que fazem total diferença, ansioso para continuação

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