Extra: Bens Devolvidos

Categoria: Heterossexual
Contém 4360 palavras
Data: 12/03/2021 08:01:41

Após um semestre recheado de orgias, jogos e até uma excitante participação no mundo do pornô amador com Letícia (uma modelo morena, alta, gostosíssima) e seu namorado, Pépe achava que tinha visto de tudo, mas agora, com os olhos grudados na enorme televisão do amigo, descobriu que estava enganado.

Alguma coisa tinha dado errado, Pépe só não sabia o quê, afinal, ninguém sai de mudança assim, do nada, como Eduardo estava fazendo, e foi mais por preocupação que qualquer outra coisa que decidiu ajudá-lo a empacotar suas coisas. Imaginem só a surpresa quando Seu Souza, o porteiro, lhe passou o recado:

-Seu Eduardo não tá, Pépe, acabou de sair, mas deixou avisado que o senhor viria. Ele pediu pro senhor ver alguma coisa na Tv dele, que quando terminasse era pra dar um toque pra ele, “mas só se ainda quiser devolta”.

Lógico que Pépe ligou pro cara ainda da portaria, mas ninguém atendeu e Seu Souza tampouco sabia do que diabo ele estava falando.

Lá em cima, estava praticamente tudo encaixotado já, exceto pela televisão de 85 fucking polegadas com a tela escura, aguardando algum comando.

Imediatamente ele se lembrou do leilão de Letícia. Não sabia que fim tinha levado aquilo, podia ser esta a gravação que ele deixou engatilhada pra ele ver? Eduardo era foda, não bastava comer a modelo, ainda dividia a boquinha dela… e como ela chupava gostoso!

Pena que nunca deixou comer a bocetinha dela, dizia que era virgem, mas fazia a festa naquele cuzinho moreno… Podia ser errado, aliás, sem essa de “pode ser que seja errado”, porra: teve uma vez que o cara entupiu tanto o rabo da menina de valium que ela mais parecia uma boneca quando Pépe chegou pra participar da brincadeira... enfim, não “Podia ser”, aquilo FOI MUITO ERRADO.

Só que também foi foda. Tanto que simplesmente não dava pra disfarçar a ereção nas calças quando deu play no vídeo.

-Shhhhh- uma voz de homem fez na tela ainda escura -Fica aqui, abraçadinha comigo, eu te protejo- a imagem tremeu, aparentemente era alguém gravando escondido, mais ou menos como Pépe fazia pro amigo -Você é muito mais bonita que as outras meninas daqui, sabia?- a câmera subiu, mas ainda não dava pra ver Letícia direito, apenas um moreno alto, bem forte, abraçado com uma garota… uma garota bem branquinha -Repete- ele instruiu, embalando aquela silhueta baixinha e familiar.

-Eu sou muito mais bonita que todas elas- difícil dizer que foi que o arrepiou mais, reconhecer a voz da menina ou ver a fileira de moleques saindo de trás da câmera aos risinhos, todos adolescentes, entre 15-18 anos, com cara de periferia mesmo, trombadinha de comunidade.

Pépe não piscava.

Bem no meio deles, ao invés de Letícia, estava uma baixinha de cabelos curtos, óculos e corpo escondido da cintura pra cima por uma jaqueta jeans, mas com as pernas torneadas evidenciadas pela legging preta toda rasgada, que deixava aparecer sua pele branquinha.

Aquela era Suzana.

-Toma mais, te quero bem soltinha hoje- se até ele, do conforto do sofá teve dificuldades em ver, tinha certeza que ela não percebeu quando um dos moleques pôs o pozinho dentro do copo. O moreno, que liderava a coisa toda, deu uma ordem e outro dos moleques correu pra ligar o som -Quer dançar?

“Ô fé”, o Mc começou “Passa nada e nem pode”, mas ao contrário do que ele esperava, o tal líder não a agarrou, mas limitou-se a despi-la da jaqueta, revelando o corpo harmonioso, adornado por um corselet bastante agarrado, que apertava os seios sensualmente, todo rendado. Uma vez livre da jaqueta, Pépe também pôde ver como a legging fazia as vezes de calcinha, entrando no bumbum, mas com rasgos que não escondiam nada daquela delícia. Só então o tal Líder passou Su para um dos meninos, que começou a dançar com ela ao som do Mc. “Wowwowowowowow!”, desde o ensino médio, ela adorava dançar.

Com alguma dificuldade, a menina dançou com um, depois com outro, linda e classuda no meio daqueles pivetes, foi com um, depois com dois ou três ao mesmo tempo, a bunda, bem redonda na “calcinha” que emoldurava suas nádegas, era constantemente alvejada, mas ela parecia nem reparar nas mãos bobas, mesmo quando viraram tapas.

“Tu vai sentar” ela obedecia ao Mc, “Vai rebolar”, bem devagarinho, sensualidade que conduziu naturalmente a um beijo, “Pro cabelinho, wowwowwow”, os garotos a foram passando de mão em mão conforme a música diminuia. Até que o maior dos moleques a tirou dos braços de um dos companheiros e quando a puxou pela bunda, imediatamente fez com que ela pusesse as mãos sobre a rola dele, provavelmente dura, dentro da calça.

A música recomeçou. A mesma de antes.

Suzana, linda como sempre, se agachou para ele, sentada sobre os calcanhares, sem encostar as pernas no chão, desafivelou o cinto dele e socou a piroca para fora.

-Fala o nome do teu namorado, puta- o cara exigiu. “Cabelinho na voz, papatinho tá aí”, por um segundo ela congelou, mas logo depois abocanhou a rola com maestria, meneando a cabeça, como se enroscasse a glande com os lábios.

“Na fumaça ela some, mas eu sigo seu rastro através do perfume”, nessa hora o vídeo acelera, enquanto o grupinho a cerca e o áudio faz a transição entre o som da filmagem, abafado pela distância, para o editado, mais nítido, mas ainda no mesmo funk.

Nesses poucos segundos, a bela Suzana chupou rapidamente uns quatro deles, aparentemente, nenhum gozou, mas se divertiam, alternando a boquinha da universitária elegante, jovem, mas mais velha que todos eles. Dava pra ver que os garotos a enchiam de perguntas, mas a gravação só normalizou quando o próprio cameraman foi até lá, dando a rola pra ela degustar.

-Eu sou uma puta- a voz dela dizia claramente. Pela primeira vez filmada bem de pertinho, Pépe via seu sorriso com o batom borrado de tanto mamar os moleques, mas também, através dos óculos redondos, um brilho emocionado nos olhos dela, um misto de emoções com direito a uma linda gargantilha de cadeado no pescoço, pra selar o imaginário de submissão -De hoje em diante, só quero ser a puta de vocês, vocês são tão bonzinhos comigo- Bem quando ela estendeu a mão para a pica dele, o sujeito recuou, fazendo com que ela ficasse de quatro para segui-lo -Por favor!

PLAFT!! O líder chegou por trás dela com um tapão na raba.

-Safada. Só tá falando isso porque tá atolada em dívida- HÃ??

-Nãão!- Suzana insistiu em seus pedidos, toda dengosa, agarrando-se à rola do cãmera como se fosse sua última esperança -Eu sou a putinha de vocês, o que vocês quiserem, eu dou!- lançou-se de boca no saco do cara, a língua o envolvendo com habilidade, ala Mulher Gato, depois chupando com força.

Que história de dívida é essa? Eduardo bancava todas as garotas: nos estudos, caprichos e trabalho, exceto se… não, não podia ser isso. O câmera desviou do boquete para mostrar o Líder e seu movimento suspeito na traseira dela, que deu um pulinho quando sentiu-o enfiar o dedo por dentro da calcinha.

“Ela sabe onde pisa, paga tudo à vista e nem pede o troco”, o áudio da música voltou a dominar o filme ao mesmo tempo que o câmera a conduzia pelo queixo para mamar a próxima rola e as cenas foram acelerando novamente.

Suzana chupava com gosto, outra vez alternando os garotos, mas agora com o Líder engatado na traseira dela e o câmera ocasionalmente oferecendo a pica pra também. “Ela não se compromete, ela faz e não promete”, graças a edição, era complicado saber quanto tempo ela ficou nisso, não podia ser muito, mas logo logo o revezamento começou também na bocetinha dela. “Ela só mete e não mente, por que as que mente não mete”, nisso, o câmera a levou pela mão, deitando-se para que ela montasse nele, que filmava debaixo pra cima a cavalgada.

“Quer sentar, curtindo no baile, ela só quer chapar”, claro que a rodinha a seguiu e olha… desta vez sim, DEMOROU PRA CARALHO. Mesmo na velocidade aumentada. Suzana mamou até arrancar leite de uns dois moleques antes de estremecer na pica do cameraman, revirando os olhos bem tesuda numa rápida câmera lenta, mas se Pépe achou que dariam um tempo para ela, estava enganado, pois o Líder aproveitou para meter na boca dela, praticamente se masturbando com sua cabeça, então foi a vez do câmera gemer tão alto que se fez presente mesmo com o áudio da música abafando a orgia, enquanto vídeo tornava a acelerar: “Sem ter desespero, vem daquele jeito e joga a bunda quando quer sentar!”, e o sujeito, enfim vencido, passou a câmera pra outro dos pivetes, que prontamente tomou seu lugar debaixo da beldade.

Pépe não conseguia desviar os olhos, por mais que a visão lhe fizesse suar frio, os putos comiam sem dó, desfrutando da xota apertadinha, tão preciosa que mesmo ele mal tinha conhecido. Socavam a rola, um depois do outro, até encherem a coitada de porra, era incrível como não se incomodavam em meter no meio do esperma uns dos outros, era incrível como ela não parecia ligar para quantos machos tinham gozado dentro dela, todos no pêlo, sem proteção… e pensar que antes do Eduardo, ela teve apenas dois namorados.

Todos gozaram nela, e gozaram muito, mas eles eram muitos também, e bem novinhos, de modo que alguns se recuperavam e voltavam pra meter mais uma rodada na coitada… era bem pior que nas orgias da faculdade, com dois ou três rapazes, a fila era interminável. “Tu vai sentar!” A música foi diminuindo, “Vai rebolar”, até sumir, dando voz aos gritinhos de vadia dela:

-AH! WUUUU…. Tão… tão fundo…- e mesmo com a maior carinha de sofrimento, ela seguia subindo e descendo, os óculos perdidos em meio à putaria, as pernas bem abertas -GLGH, GUGH, GH!- talvez ela fosse se queixar, talvez não, Pépe jamais saberia, pois bem quando estava para falar, sua boca foi preenchida por mais outra piroca ávida por atenção -HMMMMMMM!!-, mas ESTE gemido sim era inconfundível, tanto ele quanto Eduardo já o tinham ouvido bastante -AH… AHHHHH…-, incapaz de se conter, a garota tirou o pau da boca e deu um pulinho para trás, fugindo do algoz que lhe atormentava a boceta com a rola e o clitóris com os dedos.

-Quantas vezes cê já gozou?- aparentemente, estes dois eram os últimos -Tá gostando?

-Muito- o sacana deu zoom no rosto dela, dava pra ver que estava até se babando, totalmente exaurida -Por mim… a gente passava o dia na cama- não, não passaria. Ela estava no limite -Seu gostoso…- Suzana... ela não era assim. -AAH!- Su levou um susto quando o sujeito debaixo dela a virou de lado no chão, puxando-a pelo pé, já o outro sujeito, aquele que teve o boquete interrompido, rapidamente se prontificou a levantá-la pela bunda, posicionando-a de quatro pro parceiro.

-E aquele seu ex? O gordinho da foto- Pépe gelou -Ele fode tão bem quanto eu?- a câmera na mão dele mostrava apenas a forma redonda da bunda da garota, não seu rosto, a pica, sem camisinha, claro, babando maldade a centímetros da bocetinha vermelha dela, mas se você acha que ele esperou pela resposta, está muito enganado:

-HAAH!- Foi um grito curto para uma estocada forte, o susto fez Suzana se contrair toda enquanto seu novo melhor amigo bombava nela sem piedade.

-Pega aqui- o puto passou a câmera ao companheiro que deu a volta para pegar a foda de frente pra menina. Sobrancelhas contraídas e boca arreganhada, a pobrezinha baixou o rosto quando percebeu que era ele o foco da filmagem, mas as mãozinhas apertando o tapete ainda faziam muito pra mostrar o tesão -O GORDUCHO É BOM QUE NEM EU?? FALA, PUTA!

-AAAAAH, WUUUU!- A coitadinha choramingava na pica dele, mas o cameraman não estava disposto a esperar e a segurou pelo queixo, erguendo seu rostinho vermelho, brilhante de suor -A pica dele… é… é gostosinha… mas ele não sabe usar… ah, é um… desperdício… ele sempre me deixava na mão… difícil gozar com ele!- PUFF!

Assim, do nada, o vídeo acaba, quase como numa queda de energia.

“QUE MERDA FOI ESSA EDUARDO!!??”

Pépe estava puto, confuso… e excitado. Suando em bicas de nervoso. Que porra. Caralho! Aquilo só tinha uma explicação: Com certeza aquele filho da puta tinha cortado todos os benefícios dela quando Su parou de frequentar as festinhas deles, não dava pra imaginar quanta merda ela tinha no cartão depois de meses sendo bancada por aquele viado. Como se consegue trabalho quando se sai queimado com todo mundo que o Eduardo conhece??

Claro que ele tinha uma solução.

Igual ao que ele pretendia fazer com a porra da própria namorada.

Bufando feito um touro, Pépe sacou o telefone do bolso e ligou novamente para ele.

VRUUUUMMM! VRUUUUM! Ele ouviu a vibração ali perto, na sala.

“Ele pediu pro senhor ver alguma coisa na Tv dele, que quando terminasse era pra dar um toque pra ele”, lembrou-se das palavras do Seu Souza. Nervoso, seguiu o som até um grande baú. “Mas só se ainda quiser devolta”.

Era de lá que vinha a vibração, em cima dela, rabiscado num papel estava escrito: “Bens devolvidos”.

Pépe analisou a tranca, estava fechado, mas com a chave ainda no ferrolho, então não demorou em abri-lo, mas quase caiu para trás com o que achou.

Há quanto tempo ela estava lá dentro?

“Seu Eduardo não tá, Pépe, acabou de sair”.

Com a tampa aberta, apesar das mãos amarradas às costas por uma corda vermelha, assim como as pernas, atadas na altura das coxas, Suzana conseguiu levantar o tronco, revelando seu corpo nu, se desconsiderarmos a coleira e a gag ball vermelha. Fora isso, estava linda como sempre, tinha o rosto bem maquiado, mas estava sem óculos, com cílios artificialmente longos... e a palavra “PUTA” rabiscada abaixo da clavícula.

Pépe desceu os olhos por seus seios cheios, de mamilos pequenos e rosados… apenas para encontrar a palavra “SAFADA”, na parte interna da coxa esquerda dela, além de vários coraçõezinhos pintados em vermelho na direita.

Na testa da pepeca, achou a palavra “AQUI”, com três setinhas apontando para o “WC” bem acima da xota… mas não era só isso, pois lá os fios que a amarravam convergiam, segurando o celular do Eduardo de encontro com a xoxota dela.

Além da coleira, Suzana tinha marcas de corda nas coxas, nas panturrilhas e nos braços e pulsos, além de vários riscos vermelhos no corpo, marcas de abuso. VRRRRRRMM! Ela se contorceu e Pépe apressou-se atrás de uma faca que pudesse libertá-la das cordas.

“Ele não sabe usar… ah, é um… desperdício… ele sempre me deixava na mão… Difícil gozar com ele!” A gravação se repetia em sua mente enquanto ele cortava as cerdas. “Quer saber? Não preciso de ti na minha vida”, concluiu para si mesmo, retirando a mordaça da menina.

-O-obrigado…- Pépe a conhecia há muito tempo, mesmo assim era complicado compreender o que significava aquela expressão.

-O que aconteceu?- ele quis ser compreensível -O que você esteve fazendo todo esse tempo?- mas Suzana somente vira o rosto e não diz nada. Bom, ao menos não com palavras, pois no segundo seguinte deixou escapar um gemido, quase imperceptível.

Pépe achou que a tinha machucado de algum modo… mas então percebeu... era ela quem estava se masturbando.

Na hora uma nova ereção começou a se manifestar.

-O que você quer fazer?- Suzana se adiantou, pondo as duas mãos na rola dele, ainda por cima da bermuda -Eu te ajudo, faço bem gostoso- Pépe não teve reação à atitude dela de baixar sua bermuda e cueca de uma só vez, cobrindo com ambas as mãos e com todo carinho seu pau a meio mastro.

O coitado vibrou inteiro com o toque dela, mas fechou os olhos para tentar se controlar. “Ela não era assim”, refletiu, enquanto a garota enchia seu pau de beijinhos, totalmente indiferente ao cheiro forte de suor dele, “Eu deveria dizer pra ela parar…” mas porra, falar era uma coisa, fazer é outra bem diferente. “O que eu faço??”

-Hn- slup! Slup! Slup! Pépe tremeu nas bases com as sucessivas chupadas curtinhas na cebecinha do pau, que sensação foda era o toque macio de seus lábios quentes, e quando a sacana desceu até a metade da rola… foi um Deus nos acuda! “S-seja homem, faz ela parar!”, mas com a rola atolada no fundo da garganta, ela o agarrou pela bunda e forçou ainda mais. Sem condições

-HMMMMMNGHH!!- O cara gemeu, de olhos fechados “Precisa… parar…” mas quando ele agarra a cabeça dela e abre os olhos, se depara com Suzana o encarando, toda dedicada, só com a cabecinha da piroca na boca… pra então girar a língua em volta dele -AAAAAaaaah!!!!- “onde ela aprendeu isso??”, e claro, ao invés de recuar, ele a puxou pelo cabelos, metendo e metendo a rola na boquinha esperta e habilidosa dela, fodendo seu rosto como sonhou nos tempos do colégio, mas jamais teve coragem!

Era estranho ver os moleques se referirem a ele como ex dela, primeiro por que não tiveram um relacionamento de verdade, segundo, por que passou a maior parte da adolescência invejando os namorados dela… sim, ele a teve depois (com ajuda, mas teve), contudo, o que não daria para ter tido a sorte de ficar com ela ANTES, de lhe tirar o BV, descobrir com ela os prazeres da carne e trazê-la para o mundo do sexo… mas havia um fato inegável também:

“Ela não era tão boa antes”.

Impossível não lembrar-se das poucas aventuras que tiveram na faculdade, a diferença era evidente. Suzana era boa, mas ganhava na classe, não na safadeza, como Carla ou as gêmeas, agora, contudo, engolia sua rola com a desenvoltura de uma atriz pornô. Só depois de uns bons minutos de fudelância oral Pépe reuniu a força necessária para afastá-la, no que também recuou, caindo sentado no mesmo sofá de onde assistiu uma dezena de caras passarem a rola nela, ainda há pouco.

Aproveitando a recém adquirida liberdade, Su saiu do baú, lenta e sensual, como não era muito alta e ele estava sentado, o rosto dele ficou quase na altura de seus seios, mas não era nisso que ela estava pensando. Com um sorriso nada inocente, Su foi abrindo bem as pernas, feito uma ginasta fazendo espacate, desceu tudo: pernas coladas no chão, estava na altura perfeita para chupar de novo.

Quando tinha a idade dos moleques do vídeo, Pépe era um gordinho que ficava só na punheta mesmo, e jamais se esqueceria da vez em que flagrou Su aos amassos com o namorado, nos fundos do colégio, mas de lá pra cá, muito mudou e ele já tinha participado de uma série de orgias, jogos e até mesmo posto a namorada modelo do melhor amigo pra mamar, mas nada, repito: NADA, nunca o tinha deixado tão excitado na vida quanto isso.

Quando ela aprendeu isso…?

Sem pensar duas vezes, o rapaz a agarrou meio de qualquer jeito e mandou brasa na boquinha dela, metia fundo, despreocupado com o bem estar dela, concentrado que estava em arrancar o máximo de prazer que podia daquela vadia! “Não preciso de ti na minha vida”. Socou tudo, até que ela engasgou uma, duas vezes… e foi obrigado a parar, com o pau vibrando de tesão.

Querem saber se ele ficou com pena do estado dela? Claro que sim… mas só até que viu o jeito como ela roçava a xota no chão frio do apartamento, tão molhada que chegava a melar o piso.

A intenção do Pépe ao ajudá-la a levantar não era outra se não a de comer a garota até esfolar a rola, no que a virou de costas pra ele e fez com que sentasse no seu colo, só que novamente ela tinha outros planos, por isso desviou a xoxota do seu pau, que encaixou entre as nádegas macias e pesadas, mas permitiu que ele se divertisse um pouco com seus seios, macios ao toque dos dedos gorduchos.

Esfregaram-se um pouco, não muito, pois logo logo ela começou a deslizar pelo sofá, em direção ao chão, bem quando Pépe lhe beliscava os mamilos, movimento que o deixou meio no vácuo, tentando entender…

Feito uma artista de circo, Suzana foi virando o tronco para trás ainda de costas para ele, fazendo uma ponte, como que virando de cabeça para baixo, mãos apoiadas no sofá, barriga pra cima, pés no chão e boca na pica de um Pépe mais que surpreso, que veio mais pra beirada, afim de facilitar o serviço.

Quer saber? Foda-se quem ensinou isso pra ela.

Pépe queria mais era aproveitar, metendo gostoso garganta a dentro da safada. Pena que a posição não era lá muito confortável e ele foi obrigado a libertá-la justo quando estava ficando bom. Só que ainda havia mais surpresas no show da nova e melhorada Suzana: de pé, antes mesmo de recuperar o fôlego, Su já abria as bandas da bunda pra ele, toda oferecida:

-Vem… anda logo, põe dentro- e vendo que ele não reagia, apesar dos olhos esbugalhados, virou de frente -Não tá com saudade da minha princesinha?- primeiro Suzana pisou com o pé direito no sofá, bem do lado dele, apoiou-se em seus ombros e subiu com o esquerdo, de cócoras sobre o amante.

Pépe engoliu em seco quando ela arreganhou as pernas, encaixando a cabeça da pica na entradinha dela com a mão. “WC” estava escrito.

Suzana desceu bem devagarinho, convidativa e molhada, quentinha como sempre, engoliu a rola até o talo, sempre com um sorriso no rosto. Pépe só podia se preparar pro sobe e desce…. mas não. Ao invés disso, ela foi descendo com o tronco, ombros apoiados no chão, costas no sofá e boceta encaixada no colo dele:

-Hmmmm… mete tudo em mim, vai!- o rapaz obedeceu com gosto, do jeito que dava -Ah! Ah! AAH! AW! AHÃ!- A posição estranha forçava sua pica a investir contra a parede da xota dela com o menor dos movimentos, não conseguia ir muito fundo, mas isso não era problema, a julgar pelo jeito como ela gemia, se masturbando loucamente, conforme ele se esforçava para fazer um bom trabalho.

-Fica… fica de quatro pra mim- Pépe estava exausto de tantas peripécias e já tinha desistido de entender o que estava rolando… mesmo assim, ela atendeu a ordem prontamente, engatinhando uns pouco passos pra longe dele, só o bastante pra meter confortavelmente.

Ele, é claro, foi logo atrás.

-AH!- Su soltou um gritinho gostoso assim que ele mandou a rola pra dentro -AH!AH!AW! AHA!- Pépe a segurava pelas ancas, desfrutando da carinha de sofrimento dela por sobre os ombros, era ótimo meter com mais liberdade, sem aquele kamasutra doido.

Antes que se desse conta, ela mesma já jogava a bunda contra ele, como antigamente, no que a pica acabou escapulindo… o que a deixou claramente ansiosa.

-VEM…- novamente, ela abria as bandas da bunda, desta vez com ambas as mãos, mostrando um cuzinho e boceta lindos, bem rosadinhos -me come mais, amorzinho...

Amorzinho?

Pépe se moveu por instinto, metendo a rola ao mesmo tempo em que a puxava para um beijo. Aquela xotinha ainda era a mesma, era óbvio no jeito como o apertava, quase chupando a pica com a boceta, mas também não havia como negar: o jeito como os dedos dela roçavam no saco dele, enquanto se matavam na siririca, o olhar dela todo tesudo, a boquinha aberta num gemido baixinho e constante… ela não era mais a mesma.

A ânsia de gozar veio tão súbita que assustou.

Pépe recuou, caindo sentado no chão, aborrecido e excitado em iguais partes. Não fazia ideia de que as pernas estavam tão fracas, mas o pior mesmo foi a carinha de decepção dela.

Paciente, Suzana foi até ele, prendendo a pica pela base e analisando com um olhar clinico, depois subiu no colo dele, abrindo as pernas como o espacate de antes, só que sentando com a boceta engolindo a pica dele.

-AAAAARGHHH!!- A sensação era diferente, como se acessasse um novo ângulo da boceta, uma nova área até então inexplorada; Suzana se apoiou com as mãos em seus ombros, enquanto ele se agarrava desesperadamente na bunda dela, enchendo-a de tapas a cada movimento dos quadris espertos.

-Relaxa, amor….- de novo isso de amor?

Dona da situação, a putinha que habitava o corpo da Su fez com que ele deitasse de costas no chão, apoiando-se em sua ampla barriga e mexendo a cinturinha pra esfregar a piroca bem fundo dentro dela, os quadris balançando pra frente e para trás, pra frente e para trás… até que arriscou um curto, mas acelerado sobe e desce, quando ficou claro que ele não ia aguentar mais um minuto sequer, gemendo alto como se submetido a tortura.

Hora de finalizar seu novo dono.

Suzana apoiou o joelho esquerdo no chão e firmou o pé direito do lado do rapaz, ainda encaixada nele, embora não fosse possível entrar mais da metade da pica assim, levemente inclinada pra frente. Pépe estava pra falar algo, mas foi silenciado pela língua dela num beijo quente… que imediatamente começou a golpeá-lo com a boceta, como se fosse ela quem o estivesse comendo, não o contrário.

Quanto tempo ficaram naquilo? Dez, quinze segundos? Provavelmente nem isso. Molhadinha, quente e apertada como só ela, Suzana pulava no colo dele rápida demais para que pudesse resistir, a boceta chupando a força a porra dele pra fora, sequer deu tempo de terminar de beijá-la, gemendo alto dentro da boca dela…

Pépe gozou como jamais tinha gozado antes.

E mesmo enquanto se esvaía dentro da xota da menina, somente um pensamento lhe dominava a mente:

-Aaaaahh…. aaahh… ahh… ah… E-eu… eu te amo, Su…

Sim. Não importa o que tivessem feito com ela. Agora tinha acabado. Agora ele estava lá e faria o que fosse preciso para ajudar.

Levasse o tempo que fosse, ele traria de volta a antiga Su.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive LivroVermelho a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível
Foto de perfil genérica

Haha! Brigadão, galera! Sobre os extras, pretendo escrever sobre o Luan e a Ana (um para cada), mas não posso garantir voltar ao Pépe (acho que teremos que presumir que o eduardo só agiu como vilão pra história, por enquanto kkk), meu tempo anda diminuindo bastante, mas pelo menos essas, e claro, a Emy, estou trabalhando para concluir!

0 0
Foto de perfil genérica

Acredito que você seja jornalista vou professor, sua qualidade de escrita é inquestionável. Sei que parece babação de ovo meus comentários mas acho que todo mundo que ler seus contos tem a mesma reação. Parabéns

0 0
Foto de perfil genérica

Terminei de ler o conto😏 tenho alguns pontos em duvida: Vc precisa continuar esses extras do Pepe e da Susana e conta o proximo cm visao dela e o passado pra gente saber oq realemnte aconteceu cm ela durante a escola, faculdade e esse periodo agr ate ela se transforma! E explicar a razao do eduardo ter feito isso cm eles! Mais o conto em si ficou muito foda! Nota 10! Esses dois foram uns dos personagens q eu mais gostei.

0 0
Foto de perfil genérica

Primeiro quero dizer q estou feliz cm seu retorno, segundo vou admitir q ainda nao li todo o conto pq gozei logo no começo rsrs Crlhoooo veio é a historia do Pepe e da Susane, dois personagens q eu gostei bastante e queria saber mais pqp nem acreditei quando li o começo!!! Tava muito ansioso por isso e espero q temha mais extras deles futuramente! Por agr é isso, e assim q eu terminar de ler venho comentar dnv😅

0 0
Este comentário não está disponível
Foto de perfil genérica

Foi mal pelo sumiço, galera! (tomara que ainda estejam por aqui) Espero voltar agora às postagens semanais, inclusive, sexta que vem, retorno com a Emy! Quem puder comentar o que vem achado dos contos, eu agradeço! Abraços.

0 0