A Demora é recompensada (PARTE 1)

Um conto erótico de Jr_Catarina
Categoria: Heterossexual
Contém 823 palavras
Data: 10/03/2021 06:26:55
Última revisão: 10/03/2021 12:33:46

Para quem me acompanha no CDC sabe que me chamo JR, vou usar nomes fictícios para preservar a imagem de todos, como faço em todos os contos.

Tenho uma amizade de trabalho com uma linda mulher que vou chamar de Mari, a uns 3 anos nos conhecemos, não nos gostávamos muito, mas foi só trabalharmos na mesma sala que de imediato vimos que temos muita afinidade. Morena, olhos castanhos, aproximadamente 1.70, 55 KG, corpo normal, como temos praticamente a mesma idade deve ter uns 35 anos, casada assim como eu.

Eu e a Mari temos uma amizade bem incomum entre colegas de trabalho. Por algum motivo confio muito nela, compartilho praticamente tudo. Meus rolos extraconjugais, minhas conversas com outras mulheres, as vezes acaba até indo uns nudes junto com as conversas. No entanto não fico envergonhado com ela. Resumindo, ela me conhece muito bem, por inteiro rsrs.

Há algum tempo despertou algo em mim que não sentia nela. Tesão. Sempre olhava a Mari com olhar de homem, normal. Mas não com a tensão sexual que estou nos últimos tempos.

Como me sinto a vontade cheguei a compartilhar com a Mari meus sonhos eróticos. E vou ser sincero a vocês, já bati algumas imaginando ela. KKK

Estávamos combinando fazer um happy hour a um tempo, mas não estava rolando. E nessa sexta-feira enfim conseguimos marcar, após o expediente de serviço, fomos todos a um barzinho perto da empresa, conversar, bater um bom papo, beber um chopp. Foram algumas pessoas que trabalham com a gente.

Aos poucos alguns amigos foram indo embora e ficamos eu, a Mari e mais 3 amigos. Conforme o nível de bebida ia aumentando nossa conversa ia esquentando, estávamos sentados lado a lado, então ficava fácil conversar num tom discreto.

O nível alcoólico chegou ao ponto de eu falar pra Mari, o quanto desejava chupar ela e ela compartilhar comigo, que achava minha boca atraente, que curte ler e olhar minhas conversas com outras mulheres. Ficava olhando a boca da Mari enquanto conversava comigo e pensando na vontade que estava de lhe dar um beijo. Estava com muito tesão com aquela conversa, cada vez que ia ao banheiro notava como estava todo molhado, praticamente duas horas seguidas de ereção. Mas como estávamos em um bar onde todos nos conheciam, era impossível rolar algo.

Por volta de umas onze horas decidimos ir embora, quando levantamos da mesa para pagar a conta, fiz questão que a Mari olhasse para meu pau marcando a calça Jeans. Quando estou com um jeans apertado não é algo difícil de acontecer, ficar marcado, porque modéstia parte realmente tenho um pau difícil de esconder nas calças. Mas com o jeans que estava naquela noite, que não era tão justo, tive que induzir ela a olhar.

Quando saímos notei que a Mari não estava em condições de dirigir. E Pensei vou atrás. Quer dizer, vou ser sincero, minha ideia era outra mesmo. Os diabinhos estavam no meu ouvido.

Para minha surpresa não andamos muito e ela parou o carro no pátio de uma empresa, pensei que estava ruim pela quantidade de álcool ingerido, então parei atrás e fui até seu carro ver se estava tudo bem. E para minha surpresa quando entrei no carro notei na hora que não se tratava de algo ruim e sim de algo bom que estava por vir.

Sem falar uma palavra, passei a mão esquerda por trás do cabelo da Mari, puxei seu rosto para perto do meu, aproximei os meus lábios aos lábios dela e bem de leve tocava, praticamente sem encosta-los, aumentando ainda mais a vontade de beija-la, então fui roçando lentamente minha barba pelo seu pescoço até chegar no seu ouvido onde dei uma mordidinha de leve e sussurrei: Vou te fuder tão gostoso que você vai gozar como nunca gozou. Enquanto ainda segurava seu cabelo com uma mão, levei a outra mão sob a calça ao meio das suas pernas e apertei enquanto lhe dei um beijo demorado.

Decidimos ir a um local mais adequado, enquanto íamos ao motel mais próximo, as mão iam buscando os corpos sob as roupas, num misto de tesão e o cheiro de álcool que se misturavam no carro, foram os 15 minutos mais demorados da semana.

Chegamos no quarto mau fechamos a porta e sem que a Mari esperasse a encostei na parede e lhe beijei deliciosamente. O tesão era grande, começamos a nos despir enquanto nos beijávamos e íamos em direção ao chuveiro. Entramos no chuveiro, virei a Mari de costas com as mãos na parede enquanto a agua caia sob nossos corpos.

Encaixei meu pau entre suas pernas, sem penetrar apenas dividindo os lábios, enquanto segurava seu cabelo com uma mão e com a outra mão acariciava o seu clitóris.

Comecei um movimento de vai e vem sem penetrar enquanto a agua cai sob nossos corpos que fervia de tesão, nesse momento a Mari quase implorava por ser fudida.. Continua

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Comentários

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Muito gostoso seu conto. Vem me visitar e veja minhas mais novas aventuras. Tem a sogra e a menina do ap dos fundos. Aproveita e me dá umas estrelas.

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Seu conto é delicioso de ler estou de pau duríssimo muito excitado por gentileza manda umas fotos e vídeos da Mari peladinha para mim obrigado rgfotos1@hotmail.com sua nota 10 mais três estrelas aguardo respostas ansioso

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