Aventuras de Nani Pt. 4 - O dia que decidi transar com dois

Um conto erótico de Nani
Categoria: Grupal
Contém 1222 palavras
Data: 15/01/2021 07:53:28

80km/h. Diziam as placas na estrada. Mas eu não prestei atenção na minha velocidade. Minha preocupação agora, enquanto voltava pra casa, era eliminar qualquer “prova” que entregasse a minha filha e meu genro o que eu estava aprontando antes de chegar em casa. Óbvio que não havia nada.

Olhava a cada 5 minutos no espelho carro. Aquele espelhinho do quebra sol. “Essa ruga está aumentando”. Minha testa não era mais a mesma... O telefone interrompeu meu pensamento contemplativo com traços saudosistas com um alerta de mensagem recebida.

“Nani, acho que você ainda está na estrada. É só pra te dizer que conseguimos um amigo pra brincar com a gente. Me liga quando chegar. Bjos”. Era o Gabriel. Meu coração disparou e eu senti o sangue subir me deixar com as bochechas vermelhas.

Transar com dois foi planejado. Eu quis aquilo. Mas três... Onde isso ia acabar? Eu não sabia, mas pensei que diante de tudo que eu estava fazendo e experimentando, esse seria apenas mais um passo.

O sol batia de frente no meu para-brisa, e pensar em mim com o Lucas, o Gabriel e mais um começou e me deixar excitada, mas me masturbar na estrada, vestindo uma calça jeans, estava fora de cogitação.

Quando cheguei em casa, a Gi e o Vini estavam no sofá.

- Oi mãe

- Oi Nani

- Oi meninos, vou ao banheiro fazer pipi. Já volto e vamos almoçar, pedi comida, deve estar chegando.

Eu entrei no banheiro e comecei rapidamente a tirar minha roupa e iniciei uma “siririca de emergência”, não dava pra ir pra mesa com eles com a minha pepeca pegando fogo... Eu dirigi por 20 minutos, pelo menos, repassando na minha cabeça tudo que tinha acontecido e tudo que poderia acontecer se eu topasse transar com os dois e mais o amiguinho novo. Eu gozei muito rápido. Foi quase como fazer um pipi realmente. Hahaha.

Almoçamos. Respondi algumas perguntas constrangedoras da minha filha e enfrentei os olhares de “Ah, sua safadinha” do meu genro e fui me deitar.

Novamente, fui interrompida pelo meu telefone. Dessa vez tocando.

- Nani. E aí... Pensou? – Era o Gabriel.

- Pensei. Amanhã. 18h. Mesmo local.

.

Eu tinha um pau na minha boceta, um na minha boca e com a mão direita, batia punheta para o Theo. Nosso amiguinho novo. Um gatinho loirinho, com carinha de “nerd”, cabelos desleixados, mas ajeitados, com sardas e uma carinha de que não tinha idade ainda para estar na faculdade. Parecia mais novo e inexperiente que os outros dois. Era colega do Lucas. Não tão alto. Não tão magro. Mas com um pau que valia a pena.

Aliás, isso me encanta nos homens... Você não tem como prever o que existe dentro da cueca de cada um até que ele esteja duro na sua frente.

O Lucas me comia com força, o Gabriel me pegava a testa “Será que ele se importa com minhas rugas?” enquanto literalmente fodia minha boca até a garganta. O Theo, ainda tímido, ganhava uma punheta de consolação.

Como sempre, o Lucas já estava quase gozando e precisou parar. O Gabriel assumiu o posto. O Theo tratou logo de tomar uma atitude e enfiou aquele pau gostoso na minha boca, enquanto o Lucas foi pra sacada tomar um ar e assistir a cena.

- Eu quero que os três gozem juntos, pode ser?

- Claro – Disse o Theo, já meio ofegante.

Trocamos de posição. Agora o Theo me penetrava de quatro, enquanto o Gabriel na minha frente ganhava um boquete. Eu chamei o Lucas de volta pra brincadeira, deixei os dois bem encostados e agora tinha 2 paus na minha boca. Isso foi algo que faltou no encontro passado e que agora não podia faltar. Eu estava com minha boca no limite, mas valia a pena “Meu deus eu tenho dois paus na boca”, e dessa vez com o bônus de estar sendo comida.

Eu estava agora deitada de lado, o Gabriel me comia “de ladinho”, na minha frente eu tinha o Lucas deitado, recebendo um oral, e o Theo estava de joelhos, também recebendo um oral. Eu tocava meu clítoris, enquanto os chupava, esfregava um pau na cara, chupava o outro, passava de um pau para outro, era minha brincadeirinha. Gozei. Era impossível não gozar assim.

Rolou dupla penetração, como na outra noite. Uma DP sempre com um pau na boca. Eles fizeram “rodízio”, todos me comeram, e todos tiveram na minha boca. Agora meus gritos e gemidos, inevitáveis enquanto sentia aquele vai e vem no meu cu e na boceta, eram literalmente abafados por um pau.

Estava chegando a hora. O Lucas disse “Eu vou gozar assim”. O Gabriel exclamou um “eu também to quase”, eu olhei pra trás, por cima do meu ombro e perguntei ao menino suado, como estava ali, ele tirou o pau de dentro de mim, tirou a camisinha e disse “Agora”.

..

O espelho do banheiro com luz amarelada e cortina estampada de baleias, mais uma vez era testemunha daquela cena deplorável. Meu rosto escorria porra. Meus olhos estavam vermelhos, meus cílios estavam grudados e tinha sêmen por tudo. Meu peito até a barriga escorriam. Aquele espelho me julgava enquanto me encarava: “Olha só você, deveria se envergonhar, são TRÊS GAROTOS com idade para serem seus filhos. Vadia!”

Não eram. Foda-se. Fui para o chuveiro.

Na volta, o clima no quarto era estranho. Tinha uma cara de festinha de aniversário com garotos pelados. Eles riam alto e falavam de coisas da faculdade e aquilo pela primeira vez me fez sentir um lixo. Eles nem notaram que eu havia voltado. Estava sentada na cama quando, em meio ao papo descontraído, vi o Theo vestindo sua cueca, depois a bermuda...

O espelho tinha razão, eram garotos e eu era só uma vadia.

Eu resolvi também me vestir e o Lucas falou:

- Ué, já vai Nani? Não vai ficar?

- Não posso meninos, preciso voltar, da outra vez deixei minha filha preocupada.

O Gabriel disse:

- Fica, Nani, não vai dirigir essa hora, cansada. Não dá bola pro Theo, ele precisa voltar por que... Por que... A namorada... Ela ligou...

..

Eu estava psicologicamente abalada. Esses sentimentos de culpa estavam cada vez mais frequentes e eu me sentia cada vez pior por fazer aquelas coisas. Porém, eu estava viciada, e mais uma vez me peguei pensando em retornar a minha terapeuta, que tanto me ajudou a vencer a depressão quando me separei.

..

Eram 2 da manhã. A TV da sala estava ligada, assim como a luminária. A manta que cobre o sofá estava toda bagunçada e tinham 2 pratos e 2 copos em cima da mesinha de centro. “Bagunceiros” pensei. Com certeza a Gi e o Vinicius estavam em casa. Tratei de fazer silencio e me movimentar lentamente, largando as coisas com cuidado.

Abri a porta devagar e me deitei, minha cabeça girava. Eu apaguei a luz do abajur e lentamente fui me despindo, fazia calor e eu não tinha animo pra levantar novamente e vestir nada. Eu recostei no travesseiro e o silêncio começou a tomar conta do quarto.

Enquanto o silêncio em minha cabeça aumentava, eu comecei a ouvir barulhos no quarto do lado... Os mesmos gemidos que iniciaram toda essa história, ironicamente iriam colocar um ponto final. Com certeza eles não notaram minha chegada.

Eu me masturbei ouvindo e imaginando a cena. Gozei e apaguei em um sono profundo.

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Comentários

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Esse conto foi quase uma Branca de Neve às avessas. Adorei o julgamento do espelho: "Olha só você, deveria se envergonhar, são TRÊS GAROTOS com idade para serem seus filhos. Vadia!”.

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Muito bom. Mulheres, casadas, solteiras, noivas e evangélicas chama no whats, para novas amizades ou algo mais... ONZE, NOVE, SEIS, UM, TRES, OITO, TRES , TRÊS , QUATRO, OITO beijos nas ppks garotas..hisokamorow888@Gmail.com

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Termino de conto sensacional. Gostei muito.

Ainda espero um email seu

menino.safado@yahoo.com

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Belo conto Nani, mas tem que deixar pra lá esse sentimento de culpa.

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Muito bom .. Nani não fique se culpando viva a sua vida sem pensar nos outro e seja feliz gata . Ótimo conto parabéns.

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Opa es de maceio queria lhe conhecer rs

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Que história hein Nani e que safadinha vc é hein... Será que vai ter mais algo pra contar pra gente?? Aguardamos ansiosos

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Explendido como sempre um belo conto, e uma bela continuação..

Uma continuação Maravilhosa. Uma continuação do eds muito tesão.. impossível não imaginar a cena.. vc é maravilhosa .. Parabéns se pudesse te dar nota seria uma nota máxima .. pois a história me levou a imaginação grande..

E vendo os detalhes do que rolou foi Maravilhoso.

Parabéns.

Belo final.

Obs: adorei ser citado. RS

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