Rua do Incesto, número 69 - Parte 4

Um conto erótico de Kasse Johnny
Categoria: Grupal
Contém 1399 palavras
Data: 12/01/2021 11:50:20

Daquele dia em diante as coisas mudaram bastante dentro de nossa casa. Se por um lado Sâmia e eu tínhamos um ninho para vivermos o nosso amor e pevertidices, por outro evitávamos dar demonstrações disso o tempo todo. Se alguém além de nossos pais chegasse e nos pegasse no flagra, era adeus.

Apesar de todo esse cuidado Sam e eu não víamos a hora de estrearmos a cama de casal. Para isso perguntamos a eles se poderíamos usá-la ainda naquele dia e a resposta foi sim. Sam e eu sorrimos, nos beijamos e continuamos fazendo as nossas coisas, sem marcar hora. Apenas deixamos rolar, como sempre.

Lá pelas 19h, 20h, eu estava sentado no sofá e minha irmã veio ao meu encontro, apoiando a cabeça em meu colo. Na TV passava um filme mexicano que não é pornô, mas há várias cenas de sexo. Em uma delas, Samia começou a apalpar meu pau e a se mexer com segundas, terceiras e quartas intenções nele. Nossos pais estavam no sofá ao lado e às vezes olhavam com rabo de olho. Rabo! Até o olhar sugeria sexo naquela casa.

Quando o filme mostrava uma mulher sentando no pau de um cara, de frente pra ele em um carro, eu coloquei as mãos por dentro da blusa de alça de Sam, que parecia estar esperando aquilo, tanto que uma alça já caía por seus ombros e parte de seu mamilo estava a mostra.

Eu apalpava e apertava aquelas tetas enquanto ela iniciava os trabalhos no meu pau, chupando as bolas e, como ela tanto gosta (e eu também, claro) passando a ponta da língua por todo ele antes de voltar a cair de boca.

O banho com a língua mágica seguiu até que voltamos aos beijos. Enquanto nos comíamos ardentemente pela boca, Samia foi se desfazendo do resto da roupa que ainda cobria seu corpo, até ficarmos completamente pelados em plena sala de nossa casa.

Então que me deitei no sofá e Samia veio com tudo, sentando em cima de minha boca. Quanto mais eu chupava e enfiava meus dedos dentro daquela buceta, mais ela rebolava, mexia em seus cabelos e me xingava de cachorro.

E rebolou ainda mais quando eu me levantei, coloquei-a de quatro apoiada no braço do sofá e mandei ver pica pra dentro, com direito à puxada de cabelo, beijos e tapas na bunda. Foi nessa hora, quando o barulho dos tapas deu lugar ao das respirações ofegantes, nós ouvimos um som vindo do quarto de nossos pais. Só aí percebemos que estávamos sozinhos na sala.

- Vamos? - perguntou Samia.

- Só se for já!

E saímos desfilando pelados pela casa. Eu com meu pêndulo fálico balançando de um lado para o outro e Samia de costas pra mim, com seu corpo cheio de marcas da minha boca. Nós chegamos propositalmente de fininho na porta do quarto deles pois não queríamos atrapalhar aquilo que, pelos ruídos e outros indícios, parecia uma foda entre nossos pais. E de fato era. Que foda!

Mamãe estava algemada na cabeceira da cama enquanto papai passava com seus pés pelo corpo dela e mandava-a latir, miar e fazer outros sons. Caso ele não gostasse, mamãe tomava tapas na bunda e de quebra meu pai chegava com seu pau bem perto da boca dela. Quando ela abria a boca para tentar abocanhá-lo, meu pai ia e recuava.

- Bate, meu dono. Bate.

- Late, minha cachorra. Late.

Toda aquela cena nos deixou mais excitados ainda, a ponto de quando percebi já havia puxado a bunda de Samia para trás e encaixado meu pau de volta em sua buceta, que molhadinha proporcionava um delicioso deslize no ritmo de suas reboladas. Já lá dentro do quarto mamãe beijava e mordia os dedos das mãos de papai enquanto ele começava a comer seu cuzinho.

Ainda com a boca ocupada pelos dedos de meu pai, mamãe nos vi e fez um sinal com as mãos para que nos aproximássemos. De repente algo que jamais poderia imaginar em minhas perversões com a minha irmã estava acontecendo. Era real. Meu pai comia o cú da minha mãe na cama, minha irmã continuava rebolando na minha pica, agora com eu sentado em cadeira próxima à cama onde os dois trepavam.

Até que uma hora minha irmã se levantou e foi em direção a nossa mãe, que continua de lado sendo comida por papai. Então as duas se olharam por um instante e se beijaram. Talvez por espanto pelo impensável ou pelo ineditismo da situação, ele diminuiu suas estocadas e só observava a cena. Já eu não me contive com os novos significados que a palavra incesto ganhava naquele momento e me deitei ao lado de mamãe, pegando e seus seios e caindo de boca no peito esquerdo dela. Já o direito foi ocupado pela boca e a língua ligeiras de meu pai.

Eu queria que naquele momento o tempo parasse, tamanho tesão e deleite que estávamos sentindo. No entanto as coisas ficaram melhores quando todos mudaram suas posições, ficando eu em pé beijando a minha mãe deitada na cama, minha irmã estimulando as tetas de mamãe e meu pai, aproveitando a posição em que minha irmã estava, colocando a cabeça entre as pernas de Samia e chupando-a.

Quando minha mãe parou de me beijar e começou a me chupar, Samia e eu nos beijamos, enquanto ela recebia o pau de papai pela primeira vez.

- Ahh, papai. Agora eu sei a quem o Luiz puxou. Você também mete muito gostoso- afirmou Samia enquanto me abraçava e gemia com as penetrações de papai.

- Você é muita safada, filhinha... e muito gostosa, - respondeu papai.

Na próxima mudança de posição, papai deitou-me na cama, Samia veio por cima dele já engatando aquele pau ligeiramente maior que o meu dentro de sua buceta e mamãe fez o mesmo comigo, antes vestindo o meu pau com uma camisinha. Deste modo os dois homens da família consolidavam a troca de casais para comer suas mais novas amantes. Ao mesmo tempo que papai penetrava Samia e eu trepava com mamãe, as duas trocavam carícias e em certo momento foi a vez de mamãe chupar as tetas de Samia.

- Pode chupá-la, mamãe. Eu deixo.

- Calma, Luiz. Ahhh, chupa, mamãe. Tem teta pra todo mundo aqui, - disse Samia enquanto fechava seus olhos, colocava a mão na cabeça, jogava seus cabelos para trás e aumentava suas reboladas.

Eu conheço Samia. Do jeito que ela estava ali seu orgasmo estava muito, muito próximo. E o meu também. Antes que explodíssemos em gozos mais incestuosos do que nunca, conseguimos nos controlar e voltamos aos casais originais. Samia ficou de quatro pra mim e papai comia mamãe com as pernas dela apoiadas em seu pescoço. Era uma penetração intensa.

Ao som do atrito provocado pela britadeira fálica de papai, mamãe começou a gemer cada vez mais alto, apertava o lençol da cama, suas tetas e dizia que estava gozando. Então Samia foi até ela, beijou sua boca, seu pescoço e mamãe deu uma longa suspirada, gozando deliciosamente e sendo banhada pela porra de papai, que arrancou a camisinha e gozou nas tetas de mamãe.

Enquanto a matriarca vivia seu gozo e eu ainda com o meu pau na buceta de minha irmã, Samia ergueu seu tronco, beijou papai e apertou meus braços no seu quadril. O orgasmo Samia veio sem que tirasse o meu pau de dentro dela. Foi também com ele lá dentro que eu despejei toda a minha porra na camisinha.

Exaustos, suados, melados, gozados e pelados, deitamos todos na cama do amor: Samia, mamãe, papai e eu. Demos risadas de tudo aquilo, trocamos impressões e mais algumas carícias mútuas.

Em uma dessas carícias, papai veio com as mãos em direção ao meu pau e eu deixei. Nunca havia sido tocado por um homem, de modo que aquilo despertava-me certa curiosidade e também por isso rapidamente meu pau ficou ereto logo nos primeiros movimentos da punheta, que por sinal era muito gostosa.

Enquanto isso as meninas só olhavam, se beijavam e se roçavam. Conforme eu ia me entregando, mais papai despertava meus instintos por meio de punheta e boquete. Quanto mais eu gemia, quanto mais eu relaxava, mais perto do gozo eu ficava. Tanto que quando dei por mim o gozo já estava escorrendo pela cabeça do meu pau e pelas mãos de papai.

Era o fim de uma tarde que nós quatro jamais vamos esquecer.

Continua...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Kasse Johnny a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível