Amanda Interesseira - PARTE 3 - Cruzeiro

Um conto erótico de Amandinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2923 palavras
Data: 08/01/2021 23:19:50

Oiiii. Meu nome é Amanda e vou contar dessa vez uma das experiências mais diferentes que já tive. Depois do que aconteceu em Noronha eu nunca mais trai o dr. Pedro. Ele também não descobriu nada. Transamos na ilha todos os dias e nossas férias foram ótimas. Algum tempo passou, mas nosso relacionamento continuava da mesma forma: ele me mimava com os presentinhos caros que eu queria e em troca eu vestia as roupas que ele gostava e fazíamos sexo. No inicio ele sempre me levava para um motel, mas com o tempo eu comecei a perceber que ele parecia ter fetiche por me deixar “mais exposta”. Por exemplo, um dia viajamos para São Paulo para ele participar de um congresso de medicina. Era num centro de eventos enorme e ficava em um prédio bem alto. Ele estava com uma camisa branca sem gravata e com calça social. Eu estava usando um vestidinho tubo vermelho, sabe? Aquele modelo social justinho. Quando chegamos la acabamos entrando em um elevador sozinhos. La dentro, enquanto o elevador subia ele me puxou pela cintura e nos beijamos. Uma das mãos dele apalpou meu peito (não gosto de usar sutian com vestidos por causa da alça) e a outra ele me puxava pela bunda. Eu interrompi o beijo apontando pra cima e dizendo que aquele elevador tinha câmera. Então ele disse: “Deixa eles verem” e levantou meu vestido enquanto voltava a me beijar. Eu sentia que minha bunda estava toda de fora e ele me puxava pelo elevador, girando nossos corpos, parecia que estava querendo que a câmera filmasse bem meu bumbum. Consegui interromper o beijo e me recompus. Baixei o vestido e me olhei no espelho. Parecia tudo em ordem, então dei a mão pra ele e saímos do elevador como se nada tivesse acontecido. Nessa mesma viagem, quando fomos pro hotel ele disse que estava cansado do evento e que não queria sair para jantar, então ligou para a recepção e pediu para trazerem alguma coisa para comermos. Quando ele desligou o telefone me chamou para deitar com ele e foi tirando meu vestido. Fiquei só de calcinha e sutian. Fiz uma massagem nele e ficamos um bom tempo nos alisando, até que alguém bateu na porta. Eu olhei pra ele e disse que devia ser o serviço de quarto. Ele pediu que eu atendesse então me levantei. Quando peguei meu vestido do chão para recoloca-lo ele disse: “não coloca ele, atende assim mesmo”. Eu fiquei vermelha e encarei ele por alguns segundos. Quando percebi que ele estava falando sério, fui até a porta e abri. O atendente carregava uma bandeja e lógico percorreu os olhos pelo meu corpo assim que me viu. Peguei a bandeja dele e me virei para largar na mesa do quarto, quando me virei novamente para ele percebi que os olhos dele estavam cravados na minha bunda. Entreguei uma gorjeta meio sem graça e agradeci. Depois enquanto comíamos, eu reparei que o pau do doutor estava duríssimo. Ele disse que o atendente do hotel ia bater uma punheta pra mim essa noite. Eu sabia desde aquela vez na farmácia do aeroporto (leiam parte 2) que ele tinha prazer em me deixar com vergonha, achei que o caso do elevador e do hotel era pelo mesmo motivo, mas algum tempo depois eu percebi que havia algo mais.

No feriado de carnaval ele me convidou para fazer um cruzeiro com ele. Sairíamos de Santos, iriamos até Buzios e retornaríamos. Eu estava super empolgada. O barco era maravilhoso! Tinha cassino, vários locais para balada, lojas de grife que eu só tinha visto nos filmes e até um teatro. Caminhamos pelos andares para conhecer um pouquinho do navio. Em um deles chegamos em uma loja da Tiffany e Co. As joias deles são lindas e super caras. O doutor viu que eu ficava babando por elas e disse que talvez eu ganhasse uma se eu fizesse o que ele me pedisse. Achei que ele iria insistir para que eu desse o bumbum pra ele de novo. Eu nunca havia dado pra ele e eu sabia que ele sonhava com isso. Depois fomos até a nossa cabine. Tinha até uma sacadinha. Dava um pouquinho de medo de ver o mar la embaixo, mas tudo era muito lindo. Decidimos curtir a piscina. Coloquei um biquíni branco bem apertadinho que o doutor tinha me dado e ele colocou uma bermuda curta. Caminhamos de mãos dadas pelo convés e nos deitamos em espreguiçadeiras que ficavam de frente para a piscina. Pedimos uns drinks e ficamos pegando sol e conversando. Eu reparei que vários homens ficavam cuidando meus peitos de longe, mas não dei bola. Ele também reparou e perguntou se eu achava algum deles atraente. Respondi que não havia prestado atenção em nenhum. Ficamos conversando um bom tempo, mas eu reparei que o doutor fazia insinuações estranhas. Dizendo que qualquer um dos homens do navio iria adorar me comer. Outra hora ele comentou que como não éramos casados, que não seria traição se eu quisesse sair com algum deles. Achei que era por causa da bebida então apenas desconversei. Terminamos nossos drinks, conversamos um pouquinho mais e voltamos pra nossa cabine. Ao entrarmos, o doutor sentou-se na cama e disse que queria fazer um joguinho comigo. Sorri, me aproximei dele e sentei em seu colo, ficando de ladinho, encarando ele, perguntei que jogo era esse. Ele me disse sem rodeios que me daria uma joia da Tiffany se eu topasse fazer sexo com outra pessoa do barco. Na hora fiquei vermelha e olhei para ele sem acreditar. Não sabia se o fetiche dele era ser traído ou me expor como meu dono. Disse pra ele que não podia fazer isso. Ele insistiu, disse que eu podia escolher a joia que quisesse e que ninguém além dele iria saber. Neguei mais algumas vezes, mas pensando nas lindas peças da Tiffany. Depois de mais um bom tempo com ele insistindo perguntei se podia ser qualquer pessoa e ele disse que eu podia escolher, mas que eu tinha que fotografar ou filmar com o celular para comprovar pra ele que eu havia ido até o fim. Fiquei muito envergonhada, mas ao mesmo tempo meu coração começou a bater mais forte. Eu queria o presente e a possibilidade de dar encima de outros homens com o aval dele me deixava um pouquinho excitada. Por fim acabei aceitando. Ele disse para eu ir a caça aquela noite mesmo. Dei um selinho nele e fui me arrumar. Tomei um banho, coloquei um vestido preto bem curtinho, que deixava a maior parte das coxas a mostra. Calcei uma sandália de salto bem alto, botei batom vermelho e peguei uma bolsinha. Olhei pra ele na cama e disse que iria sair. Ele perguntou que calcinha eu estava usando. Virei de costas pra ele e levantei o vestido enquanto dizia: “Aquela pretinha que você me deu de presente”. Ele olhou a calcinha, alisando o próprio pau, disse: “Boa sorte putinha”.

Não sabia aonde ir, então fui para uma das baladas do navio. O local parecia uma boate comum. Pedi uma bebida e olhava os homens com bastante atenção. A maioria estava acompanhado com outra mulher ou outro homem. Troquei alguns sorrisinhos com alguns mas nenhum chegava em mim. Peguei minha bebida e fui me sentar em uma mesinha de canto. Enquanto bebia ficava pensando em qual joia iria escolher. Em uma mesa perto de mim reparei em dois homens me olhando, estavam cochichando um com o outro, então ajeitei o cabelo, olhando para o outro lado e me virando na direção deles novamente, sorrindo. Eles captaram os sinais e pouco tempo depois um deles se levantou e foi na minha direção. Ele era bem bonitinho mas parecia ser bem novo. Me cumprimentou, perguntou se eu estava sozinha, meu nome e se queria me sentar com eles. As perguntas caretas de praxe. Me levantei e fui com ele até a mesa deles, onde conheci o amiguinho. Me pagaram uma bebida e ficamos conversando. Eu disse que eles pareciam bem novinhos e eles me disseram que tinham 18 anos. Eu achei que estavam mentindo, mas ao mesmo tempo pensei que se eles estavam dentro daquela boate deveriam ser maior de idade. Eles pareciam muito nervosos e meio intimidados perto de mim. Talvez eles só tivessem ficado com garotinhas antes e era a primeira vez com uma mulher de verdade. Eles bebiam cerveja enquanto conversávamos, trocamos whatsapp e disseram que estavam viajando sozinhos. Não sei se era verdade ou não, mas achei bem conveniente. O menino que havia ido me buscar na mesa era loirinho e se chamava Jean o amigo dele era meio gordinho e um pouco mais envergonhado, se chamava Miguel. Depois de algumas cervejas eles finalmente começaram a se soltar um pouco. O loirinho, Jean, me elogiava bastante, eu retribuía os elogios e reparava que eles olhavam bastante pro meu decote. Ficamos bastante tempo conversando mas eles eram muito inibidos mesmo, então decidi tomar a iniciativa. Perguntei pro Jean se ele queria dançar e ele aceitou. Me levantei e fui puxando ele pela mão. Passei pela multidão que dançava e levei ele pra um cantinho pouco movimentado. Abracei ele pelo pescoço e já fui logo dizendo que nunca tinha ficado com um novinho antes. Ele entendeu a mensagem, segurando minha cintura foi se aproximando e nos beijamos. Fazia carinho na nuca dele e pressionava meus seios contra o peito dele. As mãos dele subiam um pouquinho pela minha cintura mas não tinha coragem de se aproximar da minha bunda. Achei que aquilo ia dar trabalho então decidi ser mais ousada. Parei de beijar ele, me virei de costas e coloquei os braços dele ao redor do meu corpo. Fiquei movimentando o corpo lentamente, como se estivéssemos dançando, e pude sentir o pau dele durinho pressionando meu bumbum. Ele me puxava em direção ao corpo dele, então comecei a rebolar devagarzinho, esfregando a bunda nele. Ele beijava meu pescoço e perguntou se eu queria ir pra cabine deles. Dei um sorrisinho manhoso e respondi que sim. Voltamos pra mesa, peguei minha bolsa enquanto o Jean pegava a chave do quarto com seu amigo. Saimos da boate e pegamos o elevador até o deck deles. Esperei ele abrir a cabine e entramos. Era menor do que a nossa e estava um pouco bagunçada. Jean então trancou a porta e veio pra cima de mim. Eu me afastei delicadamente dele e disse que poderíamos nos divertir mas com uma condição. Abri a bolsa e entreguei meu iphone pra ele, explicando que queria que ele fotografasse ou filmasse tudo que fizéssemos. Ele parecia mal acreditar, foi logo tirando a roupa e ficando só de cueca com um grande volume. Eu olhei a cueca dele e mordisquei os lábios, me aproximando lentamente. Ele me abraçou e nos beijamos. Dessa vez eu sentia as mãos dele alisando meu bumbum. Ele passava as mãos por baixo do meu vestido e apertava minha bunda diretamente. Passando os dedos dentro do meu bumbum, parecia estar verificando o tamanho da minha calcinha. Ele foi parando de me beijar e murmurou: “Sabe chupar?” Eu sorri com a pergunta dele e disse: “pega o celular”. Me virei de costas e fui até minha bolsa, abri ela e peguei uma camisinha sabor cereja. Quando estava de costas já senti o clarão do flash vindo por tras de mim. Olhei pra tras e vi que ele estava sentado na beirada da cama apontando o celular pra minha bunda. Me aproximei dele e me ajoelhei entre suas pernas. Ele apontava o celular pro meu rosto enquanto eu ia abrindo a camisinha e abaixando a cueca dele. O pau dele até que era bem grandinho. Encaixei a camisinha e fui abocanhando ele. O garoto gemia e se contorcia. Eu olhava fixamente pro celular enquanto chupava ele. O gostinho de cereja era uma delicia, mas logo ele perguntou se eu podia fazer sem a camisinha. Respondi que não e ele pareceu meio desapontado. Então olhei melhor pro celular apontado pra mim e percebi que não era o meu. Parei de chupar e perguntei que celular era aquele. Ele deu um sorriso safado e afastou o celular antes que eu pudesse pegar. Disse que era o celular dele e que estava transmitindo pro amigo dele da boate. Eu disse que era pra ele apagar aquilo agora mesmo e filmar com o meu celular. Ele disse que já estava salvo mas que passaria a filmagem pra mim por whatsapp, “Só que eu só vou passar se me chupar sem camisinha”. Eu fiquei irritada olhando pra ele, mas percebi que era tarde demais, ele já estava com o vídeo e eu não queria ter que ir atrás de outro homem, então disse que ele podia tirar a camisinha mas que não era pra ele gozar na minha boca porque eu tinha nojo. Ele concordou e voltou a apontar o celular pra mim. Eu olhei bem pra câmera e disse: “me avisa quando for gozar, ta bem?”. Ele pegou minha nuca e foi puxando, eu comecei a chupar diretamente no pau dele. Ainda estava melado com a camisinha, então ainda tinha um gostinho docinho. Ele tirou a mão da minha nuca e foi apertando meus peitos, tirando eles pra fora do decote, filmando tudo. Eu comecei a chupar com vontade e senti ele gemendo, louco de tesão. Depois de algum tempo ele segurou minha nuca e começou a puxar com força, liberando espaço para eu afastar a cabeça apenas o suficiente para ele puxar de novo. Fez isso bem rápido, parecia que estava fodendo minha boca e quando senti o pau dele latejando percebi que ele iria gozar. Então afastei o rosto mas não consegui tirar da boca, ele puxou minha nuca com força e pude sentir o gozo dele em minha língua. Puxei com mais força e consegui tirar o pau dele da boca, mas ele ainda estava gozando então senti um jato de gozo em cheio no meu rosto e outro em meus cabelos. Cuspi no chão reclamando: “aiii seu idiota, eu mandei me avisar” Ele apenas sorria, filmando tudo. Eu me levantei e fui até o banheiro. Lavei bem o rosto e a boca. Enquanto me limpava eu escutei a porta da cabine abrindo e a voz do Miguel, aquele outro garoto da boate. Saí do banheiro e vi os dois meninos me olhando como se eu fosse um pedaço de carne. Percebi de cara o que eles queriam. Transar com dois ao mesmo tempo é um fetiche de toda mulher eu acho, mas estava com receio de como seria. Então o Jean, ainda pelado e com o pau já começando a endurecer de novo, foi até a tv e apoiou o celular nela, virado pra cama, para filmar ali. Depois ele se virou pra mim e disse: “Agora faz um boquete no Miguel”. Não era um pedido, era uma ordem. Ele falava como se fosse meu dono. Aquele moleque atrevido além de ter gozado na minha boca ainda bancava o machão na frente do amigo. Olhei para o Miguel e ele me olhava meio com duvida. Empurrei ele lentamente pra cama e fui tirando a calça dele. Quando abaixei a cueca, senti o Jean agarrando minha cintura e puxando na direção dele. Fiquei de 4 na cama e abaixei o rosto entre as pernas de Miguel, chupando sem camisinha nem nada. Enquanto isso senti o Jean levantar meu vestido. Ele alisando minha bunda e abaixava minha calcinha. Senti o pau dele encostando no meu bumbum e rapidamente me afastei. Olhei pra tras com cara brava pra ele e disse que a bunda eu não iria dar. Segurei o pau dele encaixei na minha buceta, deixando ele empurrar. Voltei com o rosto no Miguel e comecei a chupar o segundo pau diferente em menos de 10 minutos. Percebi que os garotos compensavam a falta de pratica com excesso de tesão. Eles estavam duríssimos e enfiavam na minha boca e buceta com vontade. Miguel me avisou quando iria gozar e me deu tempo de tirar da boca. Ele gozou no lençol e algum tempo depois Jean também gozou, inundando minha xaninha. Esse pouco tempo em que o Miguel já havia gozado e ficava vendo o Jean me comendo de quatro já foi suficiente para ele ficar duro de novo. Depois que o Jean inundou minha buceta eu ainda não havia gozado, então fiz o gordinho se deitar na cama e subi nele. Cavalgando bem rápido, ele agarrava meus dois peitos e apalpava. Comecei a rebolar com o pau dele dentro de mim e gemendo bem manhosa. Nisso senti um tapa na minha bunda, vindo de Jean, que estava segurando o celular na mão e registrava tudo. Gozei um pouquinho depois que Miguel. Deitamos um pouquinho, nos recuperando. Os dois rasgavam elogios para mim. Retribui os elogios e fiz um charminho até que consegui fazer eles me enviarem os vídeos pelo whatsapp. Depois me arrumei e sai da cabine. Naquela noite ainda tive que transar com o doutor, que ficou com um tesão enorme depois de ver as filmagens. O resto da viagem correu normalmente. Ele cumpriu a promessa e me deu um anel da Tiffany. Durante o cruzeiro ainda cruzamos pelos garotos algumas vezes. Eu provocava eles com uma piscadinha mas eles mal se aproximavam quando viam que eu estava acompanhada. Me mandavam um monte de mensagens safadas e algum tempo depois tive que bloquear eles. Mas é isso, vou ficando por aqui, espero que gostem. Beijinhuu

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Comentários

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És maravilhosa demais, minha querida, o tipo de gata que adoro. Leia as minhas aventuras. Eis meu e-mail: envolvente47@hotmail.com. Beijos imensos.

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oi amanda, somos o casal hugo e vanessa, a gente leu seus 3 contos

que historia gostosa e excitante, se quiser chama a gente para conversar, iriamos adorar ta ai nosso email hf1113763@gmail.com

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