Verdade e Putaria - Final

Um conto erótico de Alessandro Pontis
Categoria: Homossexual
Contém 2113 palavras
Data: 29/01/2021 21:50:38

Continuação

...

Não deu tempo de eu responder, ele já foi colocando a mão por dentro da minha calça e tirou minha rola para fora da calça e começou a me masturbar. A Amanda faltou gritar de empolgação, todo mundo ficou olhando ele me masturbar. A mão era muito macia, uma delícia, ele pegava com firmeza e o vai vem tinha um ritmo e intensidade que me deixou louco. Ele estava fazendo um ótimo trabalho, nem ligando para todos assistindo. Eu muito menos, por que já tinha chupado a Joice uma vez na frente deles também. Do nada a Amanda:

- Acho que não tá resolvendo só com a mão, vai ter que usar a boca.

- Amand...

Não consegui terminar a frase, ele sem vergonha alguma abocanha meu pau e começa a chupar. A boca dele estava com bastante saliva e na hora deixou meu pau todo babado. Ele mamava com muita vontade, engolindo meu pau todinho. Eu gemia, na hora lembrei que estava sendo assistido e observo a reação dos meus amigos. Amanda estava vidrada na cena, Jeferson estava com o pau duro, com a mão dentro da calça se masturbando. A Fernanda tinha puxado a Joice e estavam se agarrando num canto da sala, pude notar que a Joice estava com a calça legging dela toda molhada enquanto masturbava a Fernanda. O Bruno tinha levantado e se aproximou da Amanda. Os esquemas estavam se formando e aquilo me deixou muito excitado, minha rola pulsava na boca no Gustavo. Fechei os olhos peguei a cabeça dele e comecei a socar na sua boca. Ele se entregou e aproveitou, quando eu senti que iria gozar me controlei, tirei o pau da boca dele e falei:

- Quero te comer seu puto safado, mas não na frente deles.

- Vamos para meu quarto então.

Quando seguíamos para o quarto olhei novamente para todos. Amanda tinha sumido com o Bruno. Fernanda chupava Joice que gemia e se contorcia, sendo assistidas pelo Jeferson que agora estava com o pau de fora de masturbando. Subindo as escadas dou uma apertada na bunda do Gustavo e sinto ela firminha na minha mão. Passamos pelo quarto da Amanda, gemidos vindos de dentro, como imaginava. Nunca a putaria tinha rolado tão solta como desta vez.

Entramos no quarto dele. Grande, com uma cama de casal. Era uma suíte e tinha closet. Os dois eram bem ricos. Ele ascendeu a luz, pegou um controle e colocou uma cor vermelha na luz, achei aquilo bem excitante. Já vou tirando minha roupa e mando ele tirar também. Ele era muito branquinho mesmo, corpo todo lisinho, quando tirou a cueca, vejo uma rola enorme, acho que tinha uns 19 cm, bem grosso, não fazia ideia que ele podia ser tão dotado. Sua bunda era redonda, lisa, bem cheia, firme e empinada. Já fui jogando ele na cama, fui por cima e comecei a beijá-lo, nossos paus se esfregando. Pego então o pau dele e começo a masturbá-lo com vontade, ele faz o mesmo comigo. Com mordidas nos lábios, gemidos, foi um dos meus melhores beijos nesta vida. Ele largou os meus lábios e foi no meu pescoço, mordia, chupava lambia. Eu me arrepiava. Mordo a orelha dele e sussurro no seu ouvido:

- Vira que eu quero um 69.

Estava na hora de eu chupar aquele rolão dele. Ele já foi abocanhando o meu, enquanto eu dava beijinhos e passava a língua, deixando bem molhado, masturbava as vezes. O pau dele era uma delícia, começou a ficar babado de excitação e então cai de boca, chupando aquela cabeçona rosinha que ele tinha. No início eu me concentrei só na cabeça, mas aos poucos com bastante dificuldade eu começo a engolir centímetro por centímetro, não consegui colocar tudo, então chupei até onde aguentava. Enquanto ele já estava com o minha rola dentro da garganta, com a boca escorrendo baba. Ele tira a minha rola da boca e fala:

- Quero que tu foda com minha garganta igual tu fez na sala.

Coloquei ele deitado de barriga pra cima, subo nele sentando no seu peito, pego a cabeça dele com as duas mãos e começo a socar aquela boca. Ele aguentava muito bem, em momento algum se engasgou. Então ele dá sinal para parar, eu saio de cima e ele se posiciona com a cabeça saindo da cama, manda eu vir por fora e foder com a boca dele de ponta cabeça. Nossa, a rola ia todinha na boca dele, dava para ver ela entrando pela garganta, meu saco passava na cara dele. Não estava aguentando mais e falei que ia parar senão ia gozar, ele não deixou, segurando meu quadril e dando sinal de devia gozar na boca dele. Então foi o que fiz, aumentei o ritmo, lágrimas escorriam dos olhos dele, sinto o gozo vindo, afundo o pau na boca dele e jorro porra. Ele acaba se sufocando um pouco, mas não tiro o pau, dava para ver ele engolindo meu leite. Ele chupa meu pau deixando limpo. Geralmente não sou de gozar antes de fuder com a pessoa, mas desta vez tive que abrir uma exceção.

Deixo ele respirar um pouco, coloco ele de quatro e abro o rabão dele, vejo um cuzinho rosinha, liso, macio, quente, as preguinhas todas bonitinhas e bem apertadinho. Começo a beijar a bunda dele, dou umas mordidas e começo a linguar e chupar o cu mais gostoso que já chupei. Ele arfava, piscava o cuzinho e ao mesmo estava se masturbando. Eu o invadia com a minha língua, ele estava adorando e dava umas leves reboladas na minha cara. Começo a introduzir um dedo, por ser tão apertadinho, fui com calma, mas não foi necessário, ele engoliu meu dedo sem dificuldades, era muito quente por dentro. Meu pau já estava pronto para mais um round, porém queria chupar mais. Ainda com o dedo dentro, passo a língua e começo a introduzir mais um dedo, entra fácil também. O sacana gemia de um jeito e piscava o cu. Coloco o terceiro dedo, entrou um pouco mais difícil que os outros, mas ainda sem problema. Começo um movimento de vai e vem com os dedos, sinto a próstata dele e estimulo. Ele pisca com uma força aquele cuzinho que parecia que ia cortar meus dedos foras. Ele volta a relaxar e acho que já está na hora de comê-lo.

Tiro os dedos e vejo o cuzinho se fechar. Me posiciono atrás dele e começo a brincar de passar a cabeça na portinha. Ele implorava por rola. Ele me entrega uma camisinha dizendo.

- Fode sem dó este cuzinho.

Este foi sinal, mando ele arrebitar mais.

- Tem lubrificante? - perguntei.

- Não precisa. Quero que tu me coma logo.

Não precisei de uma segunda ordem. Dou uma cuspida no cu dele, chego a cabecinha e começo a introduzir devagar. Sou surpreendido com ele vindo com a bunda para trás com tudo. A rola entra de uma vez. Ele solta um grito, misturado com gemido. Fico assustado e preocupado que tenha machucado. Mas ele responde:

- Me fode logo porra, me arregaça, por favor.

E começa a rebolar com meu pau dentro. Meto um tapa na bunda dele, que de tão branca marcou perfeitamente minha mão. Começo a socar com muita vontade. Cada estocada que eu dava, ele forçava com o corpo para entrar mais, ele queria sentir a rola toda mesmo dentro dele. Gemia com muito tesão, um gemido igual de atriz pornô.

- Vai caralho, fode este cu que ele é seu.

Isso me motiva a vir mais ainda por cima dele, meu corpo cola nele, sinto o suor e calor dele. Consigo alcançar o pescoço dele, dou uma mordida, chegou no ouvido e falo:

- Toma rola viadinho gostoso. Vou te arrombar todinho.

E coloco meu pau o máximo que eu conseguia nele. Foi o sexo mais violento e agressivo que eu tive. Ele queria sair dali arregaçado mesmo.

Mudamos de posição, com ele por cima de mim. A sentada dele era com tudo, fazia um barulho que ecoava pela casa, e ao mesmo tempo que ele vinha descendo eu socava nele. O pau dele estava muito duro, batia contra a barriga dele. Ele estava vermelho, respiração ofegante, suor escorria pelo corpo dele. De repente o cuzinho dele pressiona o meu pau com muita força e ele goza sentando em mim sem se tocar, um gozo farto que sujou ele me minha briga toda, mas ele não parou por um minuto de sentar, ele começou a sentar com mais rapidez e força ainda. Minha virilha estava doendo de tanta força. Eu tiro ele de cima, coloco de frango assado, ele passa as pernas por minha cintura e puxava eu para socar mais, ele era insaciável. Aperto o pescoço dele sufocando e enterro minha rola, eu já estava no meu limite, cansado para caramba, estava demorando para eu gozar, por que já tinha gozado. Então me esforço para terminar logo. Quando estou pronto para gozar, aumento o ritmo ao máximo que eu conseguia, sinto meu pau pulsar e na mesma hora o cu dele se contrai também. Gozamos juntos. Quando tiro meu pau de dentro, o cu dele estava arrombado, todo vermelho. Ele está exausto, entregue, tiro a camisinha, amarro, coloco de lado e me aproximo dele, dava para ver o coração dele batendo. Dou um beijo nele com muita vontade, ele retribui.

- Vamos tomar um banho? - perguntei.

- Não consigo me levantar agora.

Notei a perna dele que tremia. Volto a beijar ele, mais carinhoso, com afeto. Levanto, vou até ao banheiro, jogo a camisinha, pego uma toalha, enrolo envolta do corpo. Desço até a sala. Joice e a Fernanda estavam jogadas no sofá da sala dormindo, o Jeferson ainda acordado comia algo que tinha pego na cozinha e fumava um baseado.

- A Amanda está lá em cima como Bruno. - avisou do nada, estava chapado. - Nossa, você estava matando o Gustavo?

Eu só dei risada. Procurei pela casa algum banquinho que eu pudesse levar ao banheiro para dar banho no Gustavo. Achei um no quartinho que guardavam as coisas da piscina. Subi as escadas. Paro na porta do quarto da Amanda e coloco o ouvido. Nada. Abro a porta, está ela e o Bruno deitados dormindo pelados, ele com a cara nos peitos dela. Vou, cubro os dois, já que estava frio. Volto para o quarto do Gustavo. Ele estava ainda pelado, jogado na cama. Ele me olha.

- Pra que o banquinho?

- Vou te dar banho, fica ai que já volto.

- Não trouxe água? Achei que ia pegar água...

- Vou pegar, fica ai.

Dou beijo nele e desço as escadas de novo. Minha perna estava a ponto de cair, não sei como ia subir as escadas depois. Não sei como, mas o Jeferson estava apagado dormindo. Pego a água, subo quase morrendo.

- Obrigado.

Fui até o banheiro, coloquei o banquinho, liguei o chuveiro e deixei esquentando. Levanto o Gustavo da cama, pego ele colo.

- Não precisa de tudo isso...

- Fica quieto e deixa eu te dar banho.

Coloco ele sentado no banquinho e começo a tomar banho e também a dar banho nele. Quando terminamos, enxuguei ele, enrolei na toalha e levei para o quarto, agora ele queria ir andando. Ele tremia de fraqueza e cansaço. Mandei sentar na cadeira do computador. Peguei roupas de cama limpas, arrumei ela. Ele se deitou pelado, e se cobriu. Deitei ao lado dele, o abracei, ficamos bem colados. Dei um beijo nele e dormimos.

Acordei exausto, ele ainda estava dormindo. Levantei, dei uma mijada, coloquei uma roupa e fui para cozinha para comer algo. Antes passo no quarto da Amanda. “Será que ela tá acordada?”. Estava em silêncio. Abro a porta devagar para não acordar ela, caso estivesse dormindo. Mal coloco a cabeça dentro do quarto e vejo ela chupando o Bruno. Fechei rápido para não atrapalhar e desço. Os três lá embaixo estavam dormindo, por algum motivo o Jeferson estava no meio das duas. Começo a fazer um café da manhã para todos. Aos poucos todos foram acordando e vindo comer. Menos o Gustavo. Terminei de comer, o pessoal começou a arrumar as coisas. Voltei para o quarto do Gustavo, ainda estava dormindo. Tirei minha roupa ficando pelado novamente e deitei ao lado dele. Fiquei acordado abraçado até ele despertar.

Depois disso saímos mais vezes, começamos a namorar por algum tempo. Ele era muito fofo e carinhoso, mas na cama ela era insaciável. Fizemos muitas loucuras no sexo. Umas das transas foi com o Jeferson, os dois comendo ele, rolou DP e tudo. Posso contar futuramente. Acabamos terminando com o tempo, mas foi de boa, os dois achavam que estava na hora.

Bom é isso, espero que tenham gostado, não deixem de comentar.

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