COMENDO A MINHA PRIMA - PARTE 2

Um conto erótico de Bob Barbanegra
Categoria: Heterossexual
Contém 2379 palavras
Data: 30/12/2020 11:22:15
Assuntos: Heterossexual, Sexo

Meu pai nunca se deu bem comigo e nem eu com ele. Quando eu e minha irmã (somos gêmeos. Eu, Roberto e ela, Roberta, que todos chamam nós dois de Bob) nascemos, ele queria que tivesse sido duas meninas. Mas pra decepção dele, teve um menino e uma menina.

Assim, depois que a Nanda acabou o namoro comigo e eu namorei a Anita, enquanto fazia o ensino médio, ele me aturou em casa, não sem algumas brigas. Assim que terminei o ensino médio, ele me obrigou a ir fazer faculdade em Recife, na casa da minha tia viúva, irmã dele e minha madrinha. Foi a melhor coisa que me aconteceu. Ela tinha uma filha, minha prima Sara, de 13 anos, clarinha, ruivinha, com o rosto cheio de sardinas, que dava um charme a ela, olhos castanhos, cabelos encaracolados, bundinha arrebitada, que de cara ficou muito minha amiga. Pra onde eu ia, a Sara queria ia comigo. Não desgrudava de mim. Ela não resistia às minhas investidas, nem eu ao seu charme.

Passamos seis meses só de conversa e eu passei a ensinar matemática a ela. Como minha tia Nina trabalhava de 13 às 19hs num hospital e de vez em quando dava uns plantões a noite, a tarde a Sara, que estudava pela manhã, como eu, passou a ficar sozinha comigo. Sentávamos no quintal, sob uma mangueira frondosa, onde havia uma mesa e um grande banco de madeira, que haviam sido feitos pelo pai dela, onde eu ensinava a ela e também estudava.

Eu ficava juntinho dela, de lado, encostando meu pau nela. No começo, nada demais. Mas depois, comecei a ver que a Sara era bem gostosinha e dava mole pra mim, se encostava, beijava meu rosto, dizia que eu era muito bonito...

Fui me chegando mais perto dela, dava uns beijinhos no seu rosto também, ficava de pau duro, me esfregava nela.

- que é isso duro que vc tem dentro do seu calção? Perguntou ela com um risinho maroto

Eu disfarcei, fingi que não entendi, mas sabia que ela sacava o que era, que talvez já tivesse se esfregado com algum namoradinho, escondido da mãe. Todos os dias era a mesma coisa, ensinava a ela, cheirava seus cabelos, beijava seu rostinho lindo, ela gemia baixinho, ficava com a respiração acelerada... até que um dia, ia beijar seu rosto e ela virou pra mim e nos beijamos de língua. A danadinha sabia beijar.

- vc já tinha beijado alguém antes, né, Sara?

- não, esse foi meu primeiro beijo.

- e como vc sabe beijar tão bem?

- eu vi uns filmes com minhas colegas e ficava beijando minha mão. Vc acha que beijo bem, é?

- hummm, não sei. Só se a gente se beijar de novo pra eu poder dizer diretinho.

Ela ficou de frente pra mim, abriu as pernas, subiu no meu colo e começamos a nos beijar. Ela tava de short de licra, que mostrava uma bucetinha bem avantajada pra idade dela. Encostei meu pau na sua buceta, ficamos nos beijando e sarrando. Eu segurava na sua bunda e esfregava sua buceta no meu pau. Ela tava cheia de tesão. Fiz os primeiros movimentos e ela continuou. Coloquei minha mão por dentro de sua blusa, subi até tocar seus seios. Ela me beijava e gemia, acelerou os movimentos e senti que ela tava gozando, sua respiração e seu coração tavam bem acelerados, ela me beijava e gemia, até que parou, ficou com o rosto colado no meu ombro, até sua respiração e seu coração voltarem ao normal.

- ai, meu Deus, isso foi muito gostoso, Bob. O que foi isso que senti? Foi a primeira vez. Já tinha sentido isso com meu dedo, mas agora foi muito mais gostoso.

- vc gozou pela primeira vez, Sarinha. Fico feliz de ter sido comigo. Agora vc tem que ser minha, disse a ela, dando um “migué” nela.

Eu tava decido a comer a Sara, tirar seu cabaço, se ela ainda fosse virgem

- eu ainda sou virgem. Só quando eu tiver certeza que amo alguém é que quero perder minha virgindade com ele.

- vc tá amando alguém?

- tô.

- quem é, Sarinha? Eu conheço?

- vc. Mas sei que vc tem namorada na sua cidade.

- eu, não. Tava namorando a Anita e ela acabou antes de eu vir morar aqui.

- Vc jura? Vc quer namorar comigo?

- Claro, Sarinha. Mas como vamos dizer isso a tia?

- A gente pode namorar escondido. Ela só vai deixar eu ter namorado quando tiver 16 anos.

Assim, eu e Sara passamos a namorar escondido da minha tia. A primeira vez que minha tia foi dar um plantão, eu levei Sarinha pra dormir comigo. Noite de sexta-feira, chovendo muito, muito relâmpago e trovões, a Sara tava morrendo de medo, abraçada comigo no sofá da sala, assistindo tv. Eu disse que iria dormir, pra ver a reação dela.

- deixa eu dormir com vc! Eu tô morrendo de medo. Deixa, vai. Não vou atrapalhar seu sono, não.

Segurei ela nos braços, de frente pra mim, ela enroscou suas pernas na minha cintura. Segurei sua bunda, sua xaninha ficou roçando meu pau. Levei ela pro quarto dela.

- troque de roupa primeiro, depois me chame que vou estar aqui fora, pra levar vc pro meu quarto.

Ela ficou toda feliz, me beijou muito e entrou no quarto. Fiquei do lado de fora. Logo ela veio e se jogou nos meus braços, enroscou de novo suas pernas na minha cintura.

- pronto, amor, me leva pro seu quarto!

Meu pau subiu logo. Ela tava com um baby-doll transparente, que mostrava a marca dos biquinhos dos seios dela e que ela tava com uma calcinha pequenininha,. Segurei ela bem forte pela bunda, rocei sua xaninha outra vez no meu pau, nos beijando, coloquei ela na cama, tirei minha roupa, fiquei só de cueca.

- vc não vai vestir um pijama, não?

- não, Sarinha. Eu sempre durmo assim, só de cueca. Tá com medo de mim?

- Não.

Ela me abraçou, nos beijávamos. botei ela sobre mim, enquanto nossas línguas exploravam nossas bocas, num beijo super gostoso. Fiz ela abrir as pernas, encaixar sua xaninha sobre meu pau, que a essa altura já tava duríssimo. Ela começou a se esfregar, eu agarrei sua bunda, coloquei minhas mãos por dentro de seu baby-doll, fui acariciando suas costas até chegar aos seus peitinhos. Subi seu baby-doll, deixei seus peitinhos de fora, comecei a chupar um depois o outros. Parecia mais que ela tinha tomado um choque. Me beijava alucinadamente, me pedia pra chupar mais seus peitos, esfregava mais forte sua xaninha, gemendo na minha boca, até começar a gemer mais alto e gozar muito, acho que ela gozou umas duas vezes seguidas. Ela arriou seu corpo sobre mim, até que sua respiração voltou ao normal.

- ai, amor, assim vc vai me matar de prazer! como vc vai fazer pra gozar, amor?

Passei a acariciar seu corpo, sua bundinha, coloquei meu dedo no seu cuzinho, depois desci beijando e chupando cada um dos seus seios desci minha língua até seu umbigo, ela parecia que tava levando choque. Cheguei na sua xaninha, passei minha língua ao redor dos seus grandes lábios, toquei no seu clitóris, aí ela não se conteve mais, começou a gemer alto, me pedia pra chupar mais e mais, até que começou a gozar outra vez. Senti o gostinho do seu melzinho escorrendo, deixando sua xaninha toda limpinha. Toquei com a língua seu arinho, ela ficou alucinada, abriu as pernas e com as mãos expôs seu arinho à minha língua. Parecia que ela tinha umclitóris no cuzinho, porque logo ela começou a gozar. Aproveitei que ela tava naquela posição, encostei meu pau na sua xaninha, que tava super molhadinha, e encostei no seu arinho. Ela só suspirava. Eu empurrei a cabeça, ela deu um gritinho. Parei um pouco, deixei ela se acostumar com a metade da caabeça dentro do seu cuzinho. fui aos poucos empurrando, ela gemia, suava, botou a mão para trás, me pedindo pra ir devagar que ela tava sentindo dor. Parei outra vez. Voltei a empurrar, meu pau entrou até a metade, ela deu um grito.

- ai, ai, amor, tira, por favor, tá doendo muito, tira, tira...

- calma, Sarinha, a dor vai passar logo...

- não é no seu cu que esse cacete tá entrando, né?

Deixei ela ficar calma, aos poucos fui empurrando, até que minhas bolas encostaram na sua bunda. Ela segurou minhas bolas, admirada com meu pau todo dentro do seu cuzinho.

- vai devagar, amor, por favor... vc arrombou meu cuzinho, meu taradinho. É gostoso sentir seu pau todo dentro do meu cuzinho... mas vai devagar, amor.

Depois de um tempo com meu pau dentro, ele tava pussando, eu comecei a entrar e sair. Fiz ela colocar seus dedos sobre seu grelinho, tocar uma siririca. Ela tava louca de tesão, esfregava seus dedos no grelinho, eu acelerei meus movimentos, até que começamos a gozar juntos. Enchi seu cuzinho de gala pela primeira vez. E a Sara só tinha 14 aninhos, mas uma bunda gostosa. Fiquei deitado sobre ela, na posição como se tivesse comido sua xaninha, até meu pau amolecer e começar a sair do seu cuzinho.ela colocou a calcinha envolvendo seu cu e meu pau pra minha gala não sujar o lençol. Peguei ela nos meus braços e levei pro banheiro. Depois voltamos pro quarto.

- tô com meu cuzinho todo ardido e doido, amor. Daqui a dois meses eu faço 15 anos e quero que vc me dê um presente.

- qual? Vc merece um belo presente.

- depois do meu aniversário, eu digo a vc qual presente eu quero.

Passou-se esses dois meses e eu esqueci completamente o pedido da Sara. O aniversário dela foi apenas um jantar em família, a pedido dela mesma. Estavam apenas os irmãos de meu pai, que é irmão da mãe da Sara, os outros irmão e os primos. Tudo em família. Dois dias depois, a mãe dela foi dar um plantão e nos disse que iria fazer dois plantões extras e iria ficar fora de casa por 36 horas, mas que ligava pra saber como estavam as coisas. Nós dois ficamos felizes porque iríamos passa essas 36 horas fazendo amor a todo momento, sem ninguém nos incomodar. Depois que a mãe dela saiu, a Sara me disse:

- amor, lembra que eu disse que queria que vc me desse um presente nos meus 15 anos?

- lembro, sim. qual é o presente?

- quero que vc me faça mulher hoje... quero ser sua mulher!

- vc tem certeza disso, Sarinha? Vc não disse que só queria deixar de ser virgem quando casasse?

- tenho muita certeza. Eu quero que vc seja o primeiro e único homem a me comer.

- tá bom, então. Seja feita a sua vontade, minha abelha rainha.

Ficamos na sala namorando.beijos, carícias, coloquei a mão por dentro de sua blusinha, ela tava sem sutiã, toquei os biquinhos dos seus seios, que estavam durinhos, desci minha boca até eles, chupei um, depois o outro, ela tava louca, toda tesudinha...

- amor, me leva pra cama, não aguento mais essa tortura... me come, me faz sua mulher...

Nessa altura, ela tava só de calcinha e eu só de cueca. Coloquei ela nos meus braços, ela encaixou sua xaninha no meu pau, que tava duríssimo. Ela botou ele pra fora da cueca e colocou pela lateral de sua cueca na sua xaninha, fazendo movimentos. Me beijava, gemia, sussurrava pelavras desconexas. Ela tava muito molhadinha, a tal ponto que meu pau ficou na entrada de sua xaninha, com ela fazendo movimentos pra que ele entrasse mais, o que aconteceu, até tocar no seu cabacinho. Ela forçava, querendo ela mesma romper seu cabaço. Eu encostei ela num balcão que havia antes de chegar a escada que dava acesso ao primeiro andar e forcei a entrada, mas ela tinhao canal da xaninha muito apertadinho. Ela sentia dor e prazer, dava pra notar pela sua cara.

- Sarinha, vamos tirar, a gente tem quase dois dias pra tirar seu cabacinho.

- não, bota esse pau todinho dentro de mim, me faz mulher agora, eu sei que tô sentindo dor, mas logo vai passar, quando vc quebrar meu cabacinho.

Ela forçou a entrada de meu pau, deu um gritinho, começou a chorar, senti meu pau todo lá dentro. Ela tinha coseguido romper seu cabacinho. Ela olhou bem dentro dos meus olhos.

- agora sou sua mulher... goza dentro da minha florzinha, amor.

Começamos um entra e sai de dentro dela, fomos acelerando, nos beijando, acariciando, até que explodimos num gostoso orgasmo. Ela certamente teve mais de um porque mesmo depois que eu gozei, ela continuou se remexendo e gozou de novo. Ela finalmente encostou sua cabeça no meu ombro até sua respiração voltar ao normal.

- eu te amo muito, disse ela.

Depois que tirei o cabacinho de Sara, nós passamos quase dois dias trepando direto, gozando dentro dela, sem nem ao menos pensar se ela podia engravidar ou não. Tudo o que queríamos naqueles quase dois dias, era sexo, de todas as maneiras. Gozamos demais, nos chupamos demais, nos acariciamos, nos beijamos, gememos juntos, gozando juntos, tudo como se fosse a última vez.

Desse dia em diante, sempre que a mãe da Sara ia dar plantão, nós dois tínhamos uma ótima sessão de sexo de todas as maneiras.

Isso foi acontecendo até os 17 anos da Sara, quando achei que já era a hora falar com minha tia sobre eu e a Sara, contando tudo, até mesmo que eu e a Sara já dormíamos juntos e fazíamos amor. À edida que eu falava, minha tinha, de boca aberta, olhava pra mim e pra Sara. Quis saber se a Sara tava grávida, eu disse que não, que queria ficar noivo da Sara e que quando eu e ela terminássemos a faculdade e tivéssemos um emprego, nós casaríamos. Minha tinha, chorou muito, abraçada com a Sara, que chorava também, mas depois disse que tava tudo bem. Aceitou a gente ficar noivos e passarmos a dormir no mesmo quarto. Não houve o drama que a Sara achava que a minha tia faria. Nunca ninguém ficou sabendo que eu e a Sara dormíamos no mesmo quarto, nem que a Sara já era uma mulher, minha mulher, nem mesmo meus pais, com exceção de minha irmã, Roberta, que depois que vim pro Recife, ficou muito minha amiga e confidente.

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