BONECA LÉIA E A ROLONA DO PADRASTO

Um conto erótico de Nadja Cigana
Categoria: Gay
Contém 4326 palavras
Data: 21/11/2020 14:30:20

Marcelo estava longe de ser um príncipe encantado, e deu sinal disso no mesmo dia em que Gilda se descabaçou em sua piroca. Mas a indiazinha estava no auge da paixão, e só anos depois daria importância ao primeiro estranhamento que tiveram.

O motivo foi a travesti Leia.

Quando Marcelo levou Gilda de volta pra casa dela, ele também estava maravilhado pela transa, mas o vírus machista provocava infecção. O rapaz não tinha dúvidas de que a linda indiazinha tinha chegado virgem até sua rola. Sabia que tinha inaugurado a buceta daquela deusa. Mas Gilda, naquele dia, tinha chupado sua pica com uma vontade que fez o playbloy desconfiar que ela já tinha alguma experiência. Enciumado no abstrato, tentou ser discreto, mas não tinha como tocar no assunto sem revelar sua própria insegurança. Num momento em que o carro parou num sinal ele pegou a mão da moça, beijou carinhosamente, e começou o inquérito:

- Comé que uma garota linda como você esperou até agora pra ser mulher? Ainda não acredito!

- Não acredita? Tu me tocou, e sentiu.

- Ah, que foi tua primeira vez eu acredito. Não acredito é na minha sorte!

- Eu esperava por tu, bobo. Há anos.

Gilda estava tão nas nuvens que nem percebeu o machismo do namorado. Segurou no braço forte dele, e encostou a cabeça no ombro do rapaz, romanticamente. Marcelo continuou.

- Tu nunca teve namorado? Ninguém? Nem beijinhos?

- Eu nunca... quer dizer... tive um namoradinho. Tem quase dois anos.

- E vocês... não...

Gilda ainda não se importava com o inquérito, e começou a falar de Lélio, evidentemente omitindo as sacanagens lésbicas com o viadinho, Samira e Teresa. Esconderia isso com o mesmo zelo com que ocultaria as transas incestuosas com Gil.

- Olha... a gente se beijava bastante, mas nunca nem peguei nele, e nem ele pegava em mim. Só abraços, mãos dadas... E tem quase dois anos eu descobri porque.

- Ele era gay.

A gostosa fez que sim e Marcelo ficou satisfeito com o próprio palpite, explicando:

- Com esse teu corpão, meu amor, ele só podia ser gay pra não querer pegar em você!

Gilda nem notou o preconceito e a ingenuidade de Marcelo. A mente da indiazinha, embevecida pelo macho, parou no “meu amor”. Ainda que casualmente, era a primeira vez que Marcelo a tratava assim. Animada, quis escandalizar o marinheiro:

- Ele é mais do que gay.

- Como assim?

- Ele agora é “ela”.

- É o que, minha deusa?

- Ele agora é “ela”. Se chamava Lélio, e agora se chama Léia.

- Oxe!!! Jura? Não acredito!

Marcelo estava pasmo. Como já chegavam na casa de Gilda, a gostosa o chamou pra ver uma coisa em seu quarto. O rapaz hesitou, mas não tinha vaga na rua, e achou que ficaria feio deixar a ex-virgem que ele tinha acabado de descabaçar, na porta de casa, e correr. Daí a índia abriu o pouco usado portão da garagem e Marcelo estacionou.

Após os salamaleques de praxe com a acolhedora mãe da índia, dona Mara, uma senhora que passava fácil por portuguesa e ainda era bonita, e depois de um olhar condenatório do pai de Gilda, professor com cara de índio velho, Marcelo entrou no quarto da garota. A regra era não dita, subentendida, mas clara. A porta do quarto ficava aberta e um dos pais bem próximo, na sala.

Gilda então pegou as fotos da festa de fim de ano de sua turma de escola, e mostrou Leia para Marcelo

- Espia ela aqui, ó?

- E... esse era o seu “namorado”?

- Ela mesma! Deixou de ser meu namoradinho e agora é minha melhor amiga, e... bem...

A índia passou a cochichar para o rapaz, tomando antes o cuidado de olhar porta e janela do quarto, para ter certeza de que mais ninguém ouviria.

- Marcelo, escuta, eu... posso te contar um segredo? Papai e mamãe não podem saber de jeito nenhum o que vou te contar!

Marcelo imaginou que fosse algo sobre a própria Gilda e ficou preocupado e curioso. Se fosse, precisava saber! Jurou sigilo para ouvir a gostosa, e ficou ainda mais pasmo:

- Ela agora é minha cunhada.

- Não. Péra! Comé que é isso?

- Ela namora com meu irmão, Gil. Tem mais de um ano.

O tal irmão fortão de Gilda, que Marcelo tinha visto protegendo a gostosa, no dia da festa em que se conheceram, namorava um travesti!!! Aquele marombado marrento era maior viado! O marinheiro se concentrou para não rir de escárnio do irmão de Gilda, guardando por ora seu lado escroto. Porém, mesmo se controlando, soltou uma expressão de espanto enorme, e perguntou meio que pra confirmar:

- Teu irmão namora um travesti?

- “Um”, não, né? Uma. Espia a foto. Olha essa de nós duas juntas. A gente não parece irmãs?

Gilda mostrou a foto dela abraçada com Leia, no churrasco, as duas usando a mesma roupa. E Marcelo admitiu que o travesti realmente era bonito, com um rosto redondinho e feminino, e que podia passar por irmã de Gilda. E tinha um belo par de coxas. Quase tão grossas quanto as da amante. Mas admitiu só pra si mesmo. Homofóbico, ele nunca falaria aquilo para alguém mais. Muito menos para uma quase namorada.

- Oxe... é verdade que se você não me conta antes eu nunca que ia desconfiar. Pelo menos nas fotos.

- Nas fotos e ao vivo. Ela é linda, e tem o maior corpão.

- Tu é que tem corpão, minha deusa! Mas olha... tu acha isso massa? Quero dizer... você continua amiga dele...

- Dela!

- Dela... tá. Mas... as pessoas falam, né?

- Espia, Marcelo. Eu e ela éramos da mesma turma na escola. Agora ela foi pra uma escola técnica. A gente se conhece desde pequenas, da igreja. Nossas mães são da congregação de Maria. E a opção dela foi muito apoiada pelo padre que orienta nossas mães, o padre Estéfano.

- É que... pra mim sempre pareceu pouca vergonha.

- Mas pra Deus, não. Se Deus fez ela assim, é meu dever de católica acolher ela. E não apedrejar.

Marcelo recuou. Com Gilda argumentando que o fato do viado virar travesti tinha o apoio do padre, e da própria mãe dela, era melhor não insistir. Mas pra ele era só sem-vergonhice, e o tal padre Estéfano devia era ser um desses padres taradões, que curravam meninos. Calou sobre seu preconceito e fingiu aceitar.

Gilda levou anos para lembrar desse diálogo de forma crítica, e reconhecer que tinha que ter se afastado de Marcelo ali. Mas para o rapaz o efeito de saber que a melhor “amiga” daquela índia era um travesti sem-vergonha foi bem mais imediato.

A cabeça machista de Marcelo voltou a depreciar aquela “índia”. O que acontecia com ele, naquele momento é que já tinha comido Gilda, e tinha sido gostoso demais. A melhor foda de sua vida. E no sistema de valores herdado do pai de Marcelo, Gilda era boa de cama demais para ser “mulher de casa”. E agora era amiga de travesti! “Mulher de casa” certamente não era amiga de travesti!

Marcelo armou logo uma solução. Tava na cara! Manteria Gilda como amante, em Belém, e Daphne como namorada, em Salvador. Passaria o último ano da escola de oficiais assim, e depois sairia pra sempre de Belém. Até lá, já teria arrumado outra amante melhor do que Gilda.

Nas semanas seguintes Marcelo e Gilda continuaram transando com cada vez mais intimidade. Cada encontro era melhor, mais prazeroso, mais intenso, do que o anterior. A gostosa estava cada vez mais apaixonada e já fazia coisas que em geral criticava nas mulheres, por demonstrar subserviência. E, sem saber, com isso ela reforçava em Marcelo o preconceito de que ela não era “mulher de casa”. Pelo menos não “da casa dele”. Ela era de outra classe social, subserviente.

Marcelo tinha uma faxineira e lavadeira, que cuidava do apartamento e da roupa de cama uma vez por semana. Mas entre as visitas a pia da cozinha e o banheiro ficavam imundos, e Gilda chamou pra si a tarefa de cuidar da casa, e das roupas de seu homem. Além disso, ela não admitia que outra mulher lavasse as marcas de amor dos dois, nos lençóis. Convenceu Marcelo a comprar uma máquina de lavar roupa e se assenhorou do apartamento. Cuidava de seu homem. Sentia tesão naquilo. Mas para Marcelo eram provas de que “aquela índia” não podia ser sua esposa.

Quem não cuidava mais de seu homem, nem de homem nenhum, era justamente o travesti que tinha horrorizado Marcelo.

Naquelas primeiras semanas de 1995 Léia passou o maior período de sua vida sem ver uma pica de macho, desde os 11 anos de idade, quando tinha começado a punhetar o pau do amiguinho de escola que tinha virado seu primeiro homem. Agora a boneca estava de férias na escola e passava o dia trancada no quarto. E chorava muito. Atribuía tudo à falta de Gil, mas sem ela imaginar uma outra causa contribuía pra sua crise. É que, depois de mais de um ano de tratamento, os hormônios femininos finalmente se acumularam em seu organismo a ponto de diminuir sua libido e aumentar em muito sua instabilidade emocional, como o doutor Flávio alertou que aconteceria.

A mãe da bichinha, claro, se desesperava em dobro, como toda boa mãe. Chegou a pensar em chamar Gil pra conversar, mas seu orgulho a deteve. Preocupada com a filha viada, Verônica passou a não deixar Leia sozinha, e assim não ia mais dormir na casa de seu namorado, o cinquentão André. O negro também via o estado de Leia, mas mesmo assim chegou a reclamar que eles estavam transando menos por conta da enteada travesti. E foram essas reclamações que incendiaram a imaginação de Verônica.

O que a mãe imaginou é que talvez pudesse ajudar a filha dividindo a pirocona grossa do namorado com ela, finalmente retribuindo o favor que a própria Leia lhe tinha feito, de lhe emprestar o pau de Gil.

Assim pensando, numa das vezes em que André foi dormir com a namorada na casa delas, depois de os três tomaram café da manhã juntos, Verônica aguardou Leia voltar a se trancar no quarto, e puxou seu macho de volta pra cama.

Aos beijos e esfregadas, a mãe da boneca tirou o pijama do negro e o deitou. Verônica ficou só com sua camisola de oncinha curtinha, e depois de muito beijar André se colocou de quatro entre as pernas do macho, acariciando com as pontas dos dedos e os lábios grossos aquela piroca grossa e sacão de pentelhos grisalhos. Como ela gostava daquela rola!

O caralho de André era o maior que a viúva já tinha conhecido. Por pouco não chegava a vinte centímetros, mas o que impressionava e fazia a mãe da travesti delirar era a grossura. A trozoba era quase da largura de uma garrafa de cerveja na base, e ia estreitando um pouco pra ponta mas a cabeça do monstro ainda devia ter uns 8 centímetros de diâmetro. E era ali, na cabeça da pirocona, que Verônica amava trabalhar com sua boca.

A mãe de Leia mamava a rola do negro com dedicação, enquanto punhetava a base abraçando o tronco com as duas mãos. Gostava de todas as sensações, e principalmente de demonstrar pro macho e pra ela mesma que precisava das duas mãos e da boca para dar conta daquele presente de Deus.

Quando Verônica sentiu que a verga estava em ponto de fuder, ela se controlou e deitou de lado, junto a André, mantendo a punheta. Queria ter com seu macho um diálogo complicado, sobre Leia. E queria que ele estivesse de pau duro durante a conversa. Lembrava bem do que Leia contava, de quando a travesti queria que Gil fizesse alguma coisa, e conversa e pedia ao macho com ele cheio de tesão.

Verônica começou dengosamente, falando baixinho pra filha não ouvir, no quarto ao lado:

- Meu bem... preciso de tua ajuda...

- Sobe aqui em mim que te ajudo... vem...

- É isso mesmo... mas né pra mim, não...

André reagiu com espanto, mas seu pau não murchou.

- É o que, mulher?

- É... eu quero que tu me empreste isso daqui.

- Isso daí já é todo teu, mulher!

- Mas pra minha filhinha!

O negro ficou besta, de boca aberta. Ele tinha tesão na bunda da enteada travesti há tempos, e sabia que tanto a viadinha quanto a mãe já o tinham flagrado olhando de pau duro pro corpo tesudo da boneca adolescente. Mas aquilo era estranho demais. Será que Verônica tava testando ele? Reagiu negativamente:

- Que doidice é essa, Verônica? Eu sou quase teu marido! Ele... ela podia ser minha filha!

- Podia, mas não é. Meu bem... não faz assim... tu mesmo viu que ela tá muito deprimida, com a separação do Gil. Eu tô até com medo que ela faça uma besteira...

- Também me preocupo. Mas daí a fazer isso... é incestuoso...

Verônica continuava com a mão na pirocona grossa de André, e sentia a excitação do macho. Em nenhum momento seu homem amoleceu a pica. Ela sabia que ele queria comer sua filhinha travesti. Só precisava fazer ele admitir isso.

- Espia, André... meu bem... do jeito que ela vai, vai acabar ou se matando, ou saindo pra dar pra qualquer caboclo por aí. Isso eu sei que tu não quer...

- Mas... Verônica...

- E não mente pra mim! Eu já te peguei de butuca pra ela um monte...

André empalideceu. Parecia que se fosse um teste a namorada ia encurralar ele, de um jeito ou de outro.

- André... meu bem... tenho ciúme de minha filhinha, não... eu sei que tu me ama... e que tu só ia se divertir com ela... e é de diversão mesmo, que ela tá precisando... espia...

Verônica se levantou e voltou pra posição onde tava antes, de quatro entre as pernas do macho, com o rosto perto da pirocona. Abocanhou a rola e ficou chupando e gemendo muito alto. No quarto ao lado Leia ouviu, e começou a prestar atenção.

A mãe da travesti recomeçou o convencimento de seu homem, trabalhando naquela piroca grossa e agora intercalando as falas com o boquete, sempre falando alto que é pra filha ouvir.

- Espia, que coisa gostosa... chup... chup... chup... esse teu pau é uma maravilha!... chup... chup... eu só quero que... chup... chup... chup... minha filhinha... chup... chup... chup... tenha essa mesma felicidade... chip... chup... chup...

Quietinha em seu quarto, ouvindo a gulosa da mãe no padrasto, Leia não tinha como não se excitar. Até porque há dias sequer tocava uma punhetinha. Mas a travesti não mexeu em seu piruzinho. Só se aproximou mais da parede, e ficou ouvindo. No quarto da mãe, André de novo chamou Verônica pra cavalgar sua rolona grossa:

- Vem cá, mulher... sobe aqui...

- Eu vou... chup... chup... chup... se tu me prometer... chup... chup... que depois come ela... chup... chup... chup...

Era isso mesmo o que Leia tinha ouvido! A mãe da boneca fazia o padrasto prometer que ia comer a filhinha! A jovem travesti começou a se animar mais, enquanto André respondia a Verônica:

- Tá... tá bom... mas depois...

- Chup... chup... hoje de tarde!... chup... chup... chup...

- Égua! Tu não perde tempo, hein?

- Promete?... chup... chup... chup...

- Tá... mas tem que ser depois da minha dormida de depois do almoço

- Ái, Jesus! Obrigada! Obrigada, meu bem! Tu é muito bom pra gente. Agora vou te tratar muito bem!

Verônica foi se ajeitando pra montar em André e encaixar aquele monumento preto em sua buceta, mas o macho falou:

- Mas tem duas condições!

- Que foi meu bem?

- Como tua filhinha... mas assim que ela estiver bem... tu vem morar comigo... já falamo disso... ela tem idade pra morar sozinha... e tu sempre pode vir, sempre que tu quiser...

Verônica fez que sim já sentando na pirocona e gemendo alto:

- Áááhhh... huuummm... ah... tá bem... áxi , amor... como é grossa... huuummm... me abre toda... imagina no fiofó delazinha...

André se animou. Era a hora de dar o bote que há muito tempo esperava dar em Verônica:

- E tem mais uma coisa...

- É o que... ahhh... meu bem?... aaahhh...

- Tu depois tem que me dar esse teu cuzinho virgem!

- Áááááá!!!... huuummm...

Só de ouvir aquilo Verônica deu três cavalgadas na trozoba de André e gozou gritando muito alto. Gozou e foi deitando sobre o macho, aninhando-se no corpo negro dele, mas sem tirar a pirocona de dentro da própria buceta. Carinhosamente a mãe da travesti murmurou.

- Eu deixo... deixo porque tu é muito bonzinho com a gente...

Naquele instante Verônica e a filha boneca se irmanavam sem saber, pensando a mesma coisa: que Leia podia ensinar a mãe a dar o cu. Mesmo para aquela pica calibrosa.

Do colo do macho Verônica desceu até a trozoba e mamou e punhetou André até ser premiada por uma esporrada na boca. Ele merecia o tratamento especial. Depois foi cuidar da casa e preparar o almoço, enquanto o macho descansava.

Já a viadinha sofria dividida. Pela primeira vez em semanas tinha se animado para sexo. Antes tinha dado o bolo em Daniel, pela terceira vez, e recusara telefonemas de Paulete, sabendo que devia ser recado de Vadão. Leia não culpava nem à mãe nem a Gilda, por a terem convencido a contar toda a verdade para o namorado. Ela culpava Vadão pelo telefonema que a mãe tinha ouvido e por outras pequenas coisas, e não queria rever a pirocona de cabeça de tomate do taxista nem que fosse pintada de ouro.

Mas agora Leia estava atiçada pela mãe, para dar o cuzinho pra pica do padrasto, que Verônica dizia ser muito grossa. A ideia desafiava a jovem boneca, mas ela hesitava pensando se aquilo seria mais uma traição a Gil. Refletiu um pouco e se livrou daquela culpa.

Gil não aparecia há semanas. E o “dar um tempo” que ele havia falado, e que ela lembrava dolorosamente umas 50 vezes por dia, significava que não estavam juntos. E se não estavam juntos, não era traição! Além disso, aquela sim era a grande sacanagem secreta, pois em cenário nenhum Leia conseguia imaginar sua mãe ou o padrasto, contando pra alguém que André tinha comido a enteada travesti. Muito menos pra Gil.

Animada, Leia foi tomar um longo banho, como se espantasse de sua pele o torpor e a tristeza das últimas semanas. Depois secou e escovou os cabelos e relaxou fazendo e pintando as unhas.

No almoço dos três, Leia chamou a atenção do casal com seu visual. Pela primeira vez em semanas havia se maquiado de leve, e pintado as unhas. E usava uma blusinha de alças com um decote estudado que quase mostrava as grandes auréolas roxas das tetinhas volumosas e pontudas.

Mas o detalhe da blusa que mais chamou o olhar de André era ser curta e parar no meio do bundão de Leia. A travesti usava embaixo só uma calcinha meio infantil, que era rosa-bebê e de babados.

Brincaram com insinuações, durante a refeição, e logo Verônica foi pra seu quarto com André, deixando Leia lavando a louça. A mãe da viadinha despiu seu homem, chupou um pouco a rolona grossa de André, e trocou de roupa. O macho perguntou:

- Égua! Tu vai aonde numa hora dessas, mulher?

- Vou na igreja. Vou ter reunião da congregação. Enquanto isso tu cuida “bem” da minha filhinha, tá?

- Ô mulher... eu falei que ia dormir...

- Égua, homem! Tu vai ter tempo! Tiau.

Verônica saiu, e viu a filha viada na pia da cozinha, terminando de lavar a louça e rebolando enquanto movia os braços. Era um tesão de boneca, mesmo. A mãe chegou no ouvido da travesti, e falou:

- Eu vou na reunião da igreja, filhinha... depois ainda vou no mercado... vou demorar bastante... preciso que tu tome conta de teu padrasto, enquanto isso... tu faz isso por mim?

Enquanto falava Verônica via a pele da nuca da filha se arrepiar toda, e Leia mexer a cabeça sensualmente. A travesti agarrou um pano de prato, se virou pra mãe, beijou Verônica de língua, e agradeceu:

- Vai, Mãezinha... tu não existe, de tão boa pra mim... não te mereço! Obrigada!

Verônica respondeu divertida, pensando no tamanho da jeba que a filha ia encontrar:

- Ó! Merece! Merece sim!

Minutos depois Leia entrava silenciosamente no quarto da mãe. André estava deitado nu, de barriga pra cima, com a mão na pirocona. A trozoba não estava ainda totalmente dura, mas o cinquentão a exercitava numa punheta preguiçosa.

De início, na penumbra do quarto de cortinas fechadas, Leia reparou mais no volume da barriga do padrasto. Mas quando deu os primeiros passos em direção à cama, ficou hipnotizada pela grossura do caralho que a esperava. Sem deixar de olhar pra trozoba, a viadinha perguntou educadamente:

- Mamãe pediu pra cuidar do Senhor, seu André. O senhor deseja alguma coisa?

- Eu não sei, minha filha... me deu uma coisa... eu acho que tô com febre... me dá tua mão aqui...

A mão calejada de André pegou a mãozinha delicada de Leia, e levou até a pirocona quase toda dura. Como acontecia várias vezes com a boneca, no primeiro contato com a pele sedosa de uma trozoba que desejasse, a viadinha teve um calafrio forte que lhe sacudiu o corpo todo. André notou. O macho estava quase tão fascinado pelo rosto de Leia quanto ela pela verga do homem. A travesti estava linda, e olhava fixamente para o pau de André, com a boca entreaberta e uma evidente expressão de desejo. Ele provocou:

- Que foi, minha filha? Tu se tremeu toda!

Leia respondeu ainda só olhando fixamente pro caralho monumental do negro:

- Foi o choque... o Senhor tá tão quente!

- Eu disse... acho que tô com febre...

- Quando tô com febre... minha mãe vê se tô mesmo, colocando a boca na minha testa...

Só então Leia olhou para o rosto de André, e perguntou com sua melhor cara de “piranha ingênua”:

- O Senhor acha melhor eu colocar minha boquinha nele, pra ver se tá com febre?

- Acho sim! Faz favor!

A travesti se ajoelhou na cama, do lado do corpo de André, e se debruçou sobre a genitália do macho. Olhou um pouco a jeba escura, do exato mesmo tom da pele de André, e pegou no caralho, arregaçando o prepúcio pra expor por inteiro a cabeça da rola. Leia aspirou o cheiro de homem como um perfume do qual tivesse dependência. Matava sua crise de abstinência de odor de piroca. Lentamente aproximou a glande de sua boquinha, e foi logo sugando.

Leia gemia de boca cheia e revirava os olhos. Parecia que não sentia há anos a textura e o gosto de uma cabeça de pica em sua boquinha. E pra melhorar as coisas, era uma rola nova, que ela nunca tinha provado! Melhor ainda, era a rola de que tanto sua mãe falava. E era enorme!

A travesti delirava e logo a piroca de André estava completamente dura, e o macho curtia o visual daquele corpo jovem e todo tesudinho, todo dedicado a sua piroca. Mas Leia tinha dificuldades!

A viadinha estava bestificada pela grossura da rola. A glande da pica negra era bem maior do que a cabeça atomatada da boiúna de Vadão, seu ex-empresário. Leia mal conseguia colocar a parte aveludada toda na boca. Quando os lábios da travesti dilatavam para passar o colar da glande, eles fechavam naturalmente logo depois, como se fosse um encaixe de pressão. E com aquela chapeleta toda na boca, a língua da boneca fica prensada e imobilizada.

Leia recuou. Tinha ido com muita sede ao pote. Daquele jeito, com a cabeça do caralho apertada dentro da boca, nem ela nem André iam curtir direito. Tinha que “comer pelas beiradas” até aprender a lidar com aquela estrovenga. Então tirou a jeba da boca, suspirando profundamente assim que o monstro saiu, e passou a ficar carinhando com rosto e mãos, e lambendo e beijando todo o conjunto de piroca e saco grisalho.

André torcia o pescoço pra ver aquela putinha de 16 anos, ex-menino, lamber e beijar toda a sua jeba com uma dedicação e um prazer tão grande que ele só lembrava de ter visto na ex-mulher e em Verônica. Mas tanto com a falecida quanto com a mãe da travesti, aquilo tinha exigido algum tempo pra chegarem naquele nível. Já com a enteada bichinha, ele curtia os efeitos do amor por piroca logo no primeiro encontro. E a boneca tava linda! Nos olhares, carinhos e devoção pelo tarugo negro, Leia ficava belíssima. O macho mais uma vez pensou o que lembrava sempre que via aquela criaturinha: o menino tinha nascido pra ser fêmea e puta!

Em mais uns minutos de beijos e lambidas, Leia se mudou ajoelhada, para ficar entre as pernas de André. E sem saber, naturalmente, a travesti chegou no mesmo jeito de tratamento de rola que a mãe tinha feito naquela manhã, punhetando curtinho a base do pirocão com as duas mãozinhas e chupando com sede de porra mais ou menos metade da cabeçorra da cobra.

André olhou impressionado para a cena. Era linda, e era quase igual ao que Verônica fizera pela manhã. A diferença é que a mãe tinha chupado de quatro, e a filha chupava se debruçando sobre a pica, ajoelhada.

Sentindo-se observada, Leia olhou pro macho ainda com a glande dele na boca e interrompeu o boquete pra perguntar, com ar de preocupação, sem deixar de manter a punheta carinhosa, de duas mãos:

- Ái, Seu André... é tão grosso... o Senhor mete essa coisa grossa na minha mãezinha? Mete? Comé que ela aguenta?

- Ela aguenta, minha filhinha.. ela adora...

- Ah... isso eu acredito...

- E tu vai adorar também...

- Eu? Euzinha? Dô conta não, Seu André! Não tem como o Senhor colocar esse troço dentro de mim, não... é muito grosso!

- Minha filhinha... sabe... eu comia sempre o cu de minha falecida mulher...

- Não acredito! O Senhor Jura?

- Juro pelo Círio.

- E ela não ficava toda estragada, não, Seu André?

- Não, criança... eu sei fazer com jeitinho... com cuspe e jeito, não tem buraco estreito.

- Ái, Seu André... mas é tão grosso... schlep... schlep...

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Comentários

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Mulheres incríveis se apaixonam por idiotas. Acho que a Gilda irá viver um relacionamento abusivo com esse Marcelo. Mas agora só quero que a Léia fique bem, e não faça nenhuma besteira. Estou decepcionada com o Gil.

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Léia maravilhosa, esquece o Gil por um tempo tbm.... E esse Marcelo é um lixo, já vi tudo!

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