Saudades da minha gordinha - parte 1

Um conto erótico de Grisalho64
Categoria: Grupal
Contém 1016 palavras
Data: 17/11/2020 23:37:50
Última revisão: 17/11/2020 23:39:59
Assuntos: Grupal

Gostaria de compartilhar algumas experiências, com os amigos.

Hoje não participo mais dessas loucas e gostosas aventuras sexuais que muito agitaram minha vida, pois perdi quem me acompanhava nestas aventuras.

Bia era uma gordinha linda, morena clara, seios médios, e uma bunda farta e exuberante, firme e bem redondinha, coxas grossas, labios carnudos, ela chamava a atenção por onde passava e eu adorava passear com ela e ver os homens babando pela sua bunda.

Ela faleceu em 2015, vitima de um maldito AVC, com apenas 30 anos.

Quero, se me permitem, homenagea-la com contos de algumas aventuras que ela adorava compartilhar com os amigos, nos sites de contos.

Eu ja era casado e ela separada do marido, mas cuidava dele, já que ele era paraplégico devido a uma doença óssea.

E acreditem, apesar de casado, eu a amava muito, meu casamento ha muitos anos, virou uma boa amizade.

Ficamos juntos por apenas 5 anos.

Transavamos como loucos, em qualquer lugar, no carro, em parques, casas de swing, casa de amigos que nos recebiam para uma suruba, etc., ela adorava sexo de todas as maneiras, principalmente anal, e eu me deliciava na sua linda e imensa bunda, que cuzinho gostoso!

Conheci Bia nos antigos aplicativos de bate papo pelo celular, conversamos por uma semana e marcamos de nos conhecer. Eu tinha uma Kombi e fazia entrega de medicamentos nos postos de saúde para a prefeitura de Porto Alegre.

Marcamos nosso primeiro encontro na frente do posto de saude da região em que ela morava.

Esperei por mais ou menos meia hora, e quando vi uma morena linda, corpo farto mas sem gordura exagerada. Ela vestia uma legging cinza, muito justa, que realçava suas coxas grossas e, principalmente, a sua imensa e magifica bunda. Eu fiquei deslumbrado e meu pau endureceu na hora, tentei esconder mas ela percebeu.

Neste primeiro encontro apenas conversamos, ali mesmo, pois ela tinha que medicar o ex-marido e marcamos um próximo encontro.

Nossas aventuras começaram com calma, bem devagar, eu a pegava em sua casa e saíamos a passear de carro. Na verdade na minha Kombi, que eu transformei em motel ambulante, kkkk, fazendo os bancos traseiros de cama, bem confortável, ótimo som, isopor para bebidas e com película bem escura nos vidros, da rua não se via nada dentro dela.

Certo dia perguntei o que ela achava de ter a presença de outro homem nas nossas transas e, para minha surpresa e satisfação, ela disse-me que sempre teve essa fantasia mas nunca teve coragem de propor, aos seus antigos namorados, e muito menos ao ex- marido, a realização de tal fantasia.

Os dias foram passando e fui alimentando essa fantasia em nossas transas, aos finais de semana, um sim outro não, pois como sou casado não podíamos sair com muita frequência.

Uma noite, de um sábado qualquer, saímos sem rumo, a passear pela noite de Porto Alegre, e acabamos num parque da cidade, chamado de Anfiteatro, um local de encontros de casais e solteiros e estacionei a Kombi, em um local bem arborizado e apropriado para o que pretendíamos. Era uma noite abafada e muito quente, de lua cheia. Como não iríamos a nenhum lugar em especial, ela vestiu apenas um shortinho, bem curto, uma calcinha fio dental preta que desaparecia entre as suas enormes nádegas, e uma mini-blusa, sem sutiã. Passamos para a parte de trás da Kombi e logo estávamos aos beijos e amassos, com a porta de correr aberta, e nem percebemos a presença de alguns homens a admirar aquela situação. Eu, sentado no banco e ela, de quatro com sua enorme e linda bunda, iluminada pela lua cheia, chupava meu pau, uma chupada bem gostosa e carinhosa, do jeito que ela gostava. Os homens, dois brancos e um negro, já com seus paus duros nas mãos, admiravam aquela maravilha de bunda bem empinada. Eles se aproximaram, com a nossa permissão, e começaram a alisar aquela maravilha de bunda, Bia rebolava e eles se revezavam nos carinhos, e ela chupava meu pau com mais vontade. Para ajudar, eu afastei seu shortinho para o lado e abri bem a sua enorme bunda, deixando a mostra seu cuzinho e sua buceta para delírio dos nossos novos amigos. Um de cada vez se revezavam a lamber o seu cuzinho e sua buceta deixando minha fofinha cada vez mais louca de tesão para realizar, pela primeira vez, a sua fantasia de fuder, não apenas com um outro homem, mas com quatro ao mesmo tempo. Convidei os amigos a participar da nossa "brincadeira" e eles, logo, estavam se revezando a fuder a sua buceta, e um de cada vez gozou, de camisinha claro e a fizeram gozar, e ela não parava de me chupar até que não aguentando mais, enchi a sua boca de porra, que loucura. O homem negro, com um cacete enorme de uns 25cm, pediu para comer o cuzinho da minha fofinha, não imaginei que ela aguentaria, me enganei, ela primeiro começou a lamber aquela imensa tora, deixando-a bem lambuzada e virou-se de quatro para receber aquele pauzao preto em seu cuzinho. O negro começou a bombar devagar no seu cuzinho para logo meter com mais força e ela aos gritos e gemidos mandava ele socar tudo e bem fundo no seu cuzinho, ja bem arregaçado, devido ao tamanho daquela tora. O negro encheu a camisinha com seu leite farto no cu da minha fofinham, e ela, ainda insatisfeita, pediu que os outros fudessem a sua buceta encharcada, e eles a fuderam, Bia pediu que um deles sentasse no banco e ela sentou no pau dele e pediu para o outro comer o seu cuzinho, pela primeira vez Bia fez uma DP alucinada, eles a deixaram exausta, no banco da Kombi.

Depois desta noite maravilhosa, a levei para casa e fui para a minha. Na segunda-feira liguei para saber como ela estava e para minha surpresa ela me disse que não parava de lembrar dos momentos maravilhosos que passou e que gostaria de ir novamente ao anfiteatro e repetir a festinha.

Mas essa é mais uma de tantas aventuras nossas.

Aguardem...

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Comentários

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Hum foda gostosa, pena ter falecida, mas fez uma bela homenagem a ela.

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