"Mas vai devagar, que eu sou virgem" - Parte 5

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Trans
Contém 2300 palavras
Data: 08/09/2020 16:41:01

Como não podia deixar de ser, eu conversava o tempo todo com Bruna pelo perfil fake, de modo que acabei sumindo do meu perfil real, mas isso não causou qualquer problema. O fato é que eu e Bruna estávamos cada vez mais ligados.

Durante aqueles dias, acabei a conhecendo muito melhor. Soube dos grandes planos que ela tinha e passei a admirá-la também. Soube de outras coisas que me deixaram com o estômago doendo de raiva, como, por exemplo, quando ela falou que já saiu com alguns homens mais velhos por que eles pagavam. Algo como essa coisa de sugardaddy que virou moda na internet recentemente. Ninguém chega naquele shape sem gastar muito mesmo, mas não imagina que ela tivesse recorrido a isso.

Eu não queria julgá-la, porque nem consigo imaginar tudo que uma mulher como ela sofre, mas não consegui deixar de sentir raiva e ciúmes.

Ela, inteligente como sempre, percebeu isso e me explicou melhor a situação. Não foram muitos homens, na verdade, só dois, mas com alguma recorrência.

- Você ainda sai com eles? - perguntando, com muito medo da resposta.

- Não, depois que consegui meu emprego, mandei os dois pra puta que pariu.

Essa é minha garota.

- Por falar em emprego, como vai fazer?

Ela me explicou que não estava trabalhando normalmente, e que aquele papo todo foi uma confusão da Márcia, a moça que cuida da república, mas que ela só não pode se ausentar da cidade, porque a qualquer momento podiam precisar dela, pro caso de alguma das moças do atendimento caírem doentes. Então, em resumo, assim como eu, ela estava trabalhando 100% em home office.

Isso me animou bastante, porque soube que a teria diariamente pra mim.

Mas também falamos bastante de sexo. Ela contou as preferências dela e eu as minhas. E aí tivemos um papo bem revelador, que vou mostrar pra vocês como foi.

- A coisa que eu mais gosto e de ser tratada por inteiro, sabe? - ela confessou - Não leve a mal, eu super entendo você e você foi um fofo comigo, mas não ignore meu pênis. Se você nunca me pedir pra ser ativa e tals eu nem ligo, mas não finja que ele não está ali. Pode deixar quietinho, nem precisa encostar se não quiser, mas só fica de boa.

Ela se desculpou mil e vezes e explicou que não estava "brigando", mas a sinceridade dela ficou evidente e eu não pude negar.

- Eu também entendo você, mas foi estranho pra mim. Eu nem imaginei que você fosse trans e me assustei, mas não faço mais.

- Tá bem, amor. Sabia que você entenderia.

Pra mim não mudaria nada, eu não tinha nenhum plano de fazer dela ativa, mas ia tentar não virar o rosto igual da outra vez.

- Então, pra mudar isso, você podia me mandar uma foto peladinha, o que acha?

Ela mandou uma foto deitada na cama, com os peitos de fora. Meu pau endureceu na hora.

- Não é disso que estou falando, quero uma de corpo todo.

Ela mandou uns emojis com expressão de susto e depois uns de vergonha, achei que tinha avançado demais e temi colocar as coisas em risco, mas ela me pediu pra esperar. Meu pau estava totalmente ereto e meu coração acelerado.

Então chegou a foto: ela cortou o rosto, mas deixou aparecer o corpo todo. Estava no relexo do espelho do banheiro, completamente nua, uma mãozinha segurava o celular e outra apertava o seio direito, o pau estava meia bomba, apontava pra baixo e pareceria ter menos de 10cm.

Pensei se aquele era meu 'novo normal' e ri sozinho admirando aquela linda mulher com pau.

...

No dia marcado, saí de casa bem cedo, queria evitar o movimento da cidade e, quanto antes eu chegasse, mais tempo com ela eu teria. Acho que devo explicar que eu e Carol não temos o hábito de conversar durante todo o dia, como alguns casais, não que isso seja bom ou ruim, mas me ajudaria a evitar o cometimento de algum erro. Eu só devia ter cuidado redobrado com as chamadas de vídeo, porque isso ela gostava.

As duas horas de carro passaram sem nenhum problema e logo eu estava juntinho com a Bruna.

Ela usava um vestido colorido, desses leves de verão, que iam até o meio de suas coxas e tinham um decote comportador. Ela me recebeu com um beijo gostoso. Sabe aquelas filmes dos anos 60? O sonho americano da família de comercial de margarina? Éramos nós, tirando o fato de que ela tinha pau e eu estava lá traindo minha namorada.

Fechei a porta atrás de mim e comecei a agarrá-la, e ela foi se desvencilhando de mim.

- Calma aí, mocinho - ela falou rindo, enquanto segurava meus braços - vamos colocar um limite nesse seu amiguinho.

Eu não entendi muito bem. Será que aquilo ela um joguinho ou algo assim?

- Se você tá achando que a gente vai transar o tempo todo - continuou ela -, pode ir tirando seu cavalinho da chuva. Sou uma direta.

- Uai, como assim?

- Não me faça descer da minha postura de bandida má, não.

O tom da conversa foi amistoso, mas ela não quis dar maiores explicações e eu fiquei na minha, um pouco decepcionado, admito, mas fiquei.

- Então o que vamos fazer? - perguntei.

- Eu to fazendo almoço pra gente. Quer tomar alguma coisa enquanto fica pronto? Mas vou logo dizendo que não tenho nada alcoólico nem refrigerante.

- Então o que tem? Água?

- Sim, tenho de três tipos... Ah, não faz essa cara, é brincadeira. Não sou a doida das águas, não. Vem, tem suco de laranja fresquinho.

Eu fiquei na cozinha, sentado à mesa enquanto ela fazia o que parecia ser um escondidinho de batata doce.

- Como hoje você tá aqui, vou dar uma relaxada e colocar um pouquinho de queijo pra dar sabor.

Eu agradeci, porque realmente aquela devia ser uma baita exceção pra ela.

Depois do almoço, ela me chamou pra sala e ficamos jogados no sofá assistindo Netflix. Naquele momento eu já estava me questionando se ir tinha sido uma boa ideia, então decidi perguntar logo.

- Você me deixou curioso mais cedo. Dá pra explicar?

Ela primeiro olhou com cara de quem não sabia do que estava falando, mas ela logo entendeu e deu um suspiro, antes de começar a falar.

- Bom, é o seguinte: talvez isso seja um choque pra você, mas 90% dos caras tem tara em trans, ainda mais igual a mim, já que sou bem feminina. Então quando alguém descobre que sou trans ficam curiosos, me tratando como uma aberração, doidos pra me ver sem roupa e depois foda-se. Cada um pro seu canto e eu sozinha. Não tenho muitos amigos, homens ou mulheres, e nunca tive um namorado.

Ela olhava para o chão com olhos distantes, falava devagar, parecia pensar duas vezes antes de soltar qualquer palavra.

- Quando você apareceu, foi tão educado, não achei que você não soubesse de mim. E só o fato de ter sido tratada de um jeito normal, jé deixou excitada. Tinha muito tempo que eu não transava, e as coisas só foram acontecendo e... bom, eu praticamente ataquei você. E durante todo o tempo você foi legal comigo, e eu queria ter um pouco mais disso. Acho que eu nçao devia ter trazido você aqui... você devia ir...

- Eu não quero ir...

- Não, tudo bem. Posso te colocar em problemas com a sua namorada... ai meu Deus, onde eu estava com a cabeça? - ela estava nervosa e agora falava rápido.

- Não, calma. Não vai acontecer nada. Pode me falar exatamente o que você quer, que a gente faz.

A conversa ainda seguiu por alguma horas, mas o que, basicamente, ela queria era ser minha namorada, pelo menos por aqueles dias. Ela quis sentir como era estar em um relacionamento normal, e eu fiz isso por ela. Pelo restante daquela tarde, nós fizemos tudo que um casalzinho adolescente faria: fizemos maratona de séries, demos vários amassos (mas mantendo as roupas no lugar e controlando a mão boba), a noite nós cozinhamos juntos e ficamos agarradinhos conversando até tarde da noite.

- Eu vou ter que fazer umas coisas de trabalho amanhã cedo, tá? - ela falou.

- Tudo bem, eu também tenho algumas coisas pra resolver.

Pelo jeito, a nossa simulação de namoro não tinha nenhuma regra contra dormir junto, porque foi assim que dormimos naquela noite.

...

Acordei com um cheiro de café, fiz minhas necessidades e olhei o celular, que mostrava uma mensagem de Carol e as horas: 08h32. Conversei um pouco com minha namorada, que, estranhamente, tinha acordado cedo, mas que não parecia desconfiar que tinha algo errado, e, logo depois fui para a cozinha.

Bruna estava com a minha camisa e preparava o café da manhã. Dei-lhe um abraço por trás e beijei sua nuca. Ela se virou e correspondeu o beijo, e, enquanto a abraçava, percebi que ela estava nua por baixo da camisa. Mas não fiz nada, ia deixar que ela controlasse as ações, queria que tudo estivesse bem para ela.

Quando nos desvencilhamos, nós dois estávamos com os paus semi-eretos, aquela meia-bomba gostosa, que não deixa o pau apontando pro teto, mas faz o tamanho aumentar e dar aquele volume. Percebemos aquilo e rimos. Acho que pela primeira vez não me senti ofendido ou assustado com o pênis dela. Fruto do dia anterior.

Acho que nunca vou descobrir como, mas ela deu um jeitinho de esconder o pau e ele não apareceu mas naquela manhã.

E a manhã passou. Nós cumprimos nossas tarefas e teríamos a tarde livre. Por volta de 11h ela foi pra cozinha e preparou nosso almoço, parecendo uma esposa dedicada.

E a tarde ia passando, no mesmo ritmo do dia anterior, uma sensação gostosa de descompromisso e vadiagem, sentando ao lado de uma gostosa e sem um passarinho pra dar água. Mas por outro lado, sem sexo.

Comecei a perceber que minha situação mudou com a escolha do filme: se no dia anterior assistimos um romance adolescente, naquela tarde assistimos 365 Dias (Pra quem não sabe é um filme com bastante cenas de sexo). Logo na primeira cena mais caliente, meu pau já começou a dar sinais de vida, mas acho que ela não percebeu. Mas para minha surpresa, ela foi se apertando contra mim e logo meu cacete estava totalmente ereto e contra a bunda dela. Não tinha como não perceber.

Então comecei a apertar os peitos dela. Ela não disse nada, mas começou a rebolar aquela bundinha gostosa. Naquela hora eu sabia que ia rolar.

Beijei seu pescoço, e sussurrei algumas coisas na orelha dela. Ela se mexia sem parar, claramente excitada. As bochechas estavam vermelhinhas. Já estava com a mão por dentro da camisa que ela vestia, e percebi que ela ainda não tinha colocado nada por baixo. Mudei um pouco de posição e vi seu pau à meia-bomba, do mesmo jeito que antes. Pensei em tudo que ela falou e decidi não fazer cerimônia alguma, deixei ela deitada de costas e deitei por cima dela. Ainda estávamos separados por algumas camadas de roupa, mas decidi que não voltaria a atrás e ficaria À vontade com ela e, muito mais importante, a deixaria confortável comigo.

Ficamos nos beijando por bastante tempo, meu pau já estava super duro e o dela ainda estava do mesmo jeito. Bom pra mim, eu acho.

- Amor, você quer fazer? - perguntei sem saber o que esperar.

- Tem certeza, querido? Não sei se estou pronta.

- Só vamos fazer se você sentir que tá tudo bem - eu disse sem entender o que ela queria, mas entrei no jogo.

- É que é minha primeira vez... tem que ser com alguém especial.

- E eu sou especial?

Típico, e fazia todo sentido. Se ela queria brincar de namoradinhos, era de se esperar que ela quisesse ter sua 'primeira vez'.

- Claro, meu amor. Você é muito especial.

- Então. Vamos fazer, vou te ensinar direitinho.

Fui até o quarto, peguei a camisinha e o lubrificante e mandei ela tirar minha roupa.

- Nossa, amor, é tão grosso, será que vou conseguir? - ela disse quando tirou minha cueca.

- Ah, eu tenho certeza que aguenta.

Ela deu uma risadinha safada e perguntou o que era para fazer.

- Me chupa agora, amor.

Ela começou devagar, fingia timidez e inocência com uma facilidade que eu quase acreditei. Começou com uns beijinhos na cabeça, depois umas lambidas tímidas, até que aos poucos foi abocanhando meu cacete inteiro. Ai não tinha mais o que fingir, era o mesmo boquete de profissional do outro dia. Babava meu pau todo, enfiava até na garganta, engasgava e me punhetava.

- Amor... meu boquete é bom?

- Ah, com certeza é, é uma delícia, sua safada.

E ela voltava com mais vigor ainda, sugava meu pau todo. Parecia que eu ia gozar a qualquer momento, e então pedi que ela parasse, a pus de pé tirei a camisa que ela vestia.

Quando puxei a camisa, percebi que ela correu com a mão para disfarçar a ereção.

- Não - segurei seu braço no meio do caminho -, tudo bem, não precisa esconder, eu gosto de você todinha.

Ela tremeu nos meus braços. Acho que era o que mais queria ouvir.

- Agora deita no chão, que vou te ensinar um coisa muito gostosa.

Comecei a chupar aquele cuzinho lindo; rosa e lisinho. Chupava bastante, cuspia e ela gemendo baixinho. Abria as nádegas dela pra deixar o buraquinho o mais exposto possível.

- Amor, vou colocar o dedinho. Pra você ir se acostumando.

Lambuzei aquela bunda de cuspe e lubrificante e empurrei meu dedo, que entrou facilmente, mas ela soltou um gritinho de dor. Não saía por um segundo do personagem.

Logo passei para dois dedos e alternava a velocidade, sempre jogando mais lubrificante.

- Amor, to doido pra comer essa bundinha. Posso?

- Claro que pode, mas vai devagar, que eu sou virgem - ela falou.

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