LEIA PREPARA O MACHO PRA MÃE

Um conto erótico de Nadja Cigana
Categoria: Gay
Contém 4708 palavras
Data: 27/08/2020 09:51:50

Leia e Gil tinham gozado juntos, gritando, explodindo e espalhando pelo mundo ondas de energia.

Tinham gozado com a fêmea sendo deliciosamente devorada na tetinha leiteira, de onde a boca de seu homem parecia que ia engolir todo o seu corpo. E Leia tinha gozado sentada até o talo na piroca que mais amava, das muitas que já tinha conhecido em seus quase 16 aninhos de vida. Tinha gozado com suas mãozinhas nas costas do macho, puxando desesperadamente Gil pra si. Tinha gozado com as mãos fortes dele agarrando a bunda grande dela, como se fosse possível enfiar mais daquela rola deliciosa em seu cuzinho. E tinha gozado com seu piruzinho de fêmea durinho, relando espremido contra a barriga peluda do namorado.

E Gil tinha esporrado lá no fundo do reto de sua travestizinha. Pela segunda vez naquela noite. Como aquilo era melhor do que comer Cicinho! Era delicioso! Era a química perfeita! E era a sua boneca prostituta! A piranha que dava o cu de graça pra ele porque o amava, e que dava o cu por dinheiro para os outros, para lhe dar os presentes mais caros que ele já tinha ganhado na vida! E era a boneca que ele e sua pica tinham moldado, a partir de um menino de 14 anos, até então viado enrustido. E tinha moldado tão bem que o menino tinha virado uma travesti linda, gostosa, que agora dava leite pela teta! Teta que até um segundo antes de gozar ele sugava furiosamente, como se estivesse morrendo de fome e aquele leitinho fosse salvar sua vida.

Agora, depois do gozo lindo dos dois, e de cima do telhado da própria casa, o vizinho tarado e mau caráter de Leia olhava a viadinha deitada sobre Gil. Via a bichinha se esfregando no corpo de seu macho. De onde estava Joacir não via as cabeças, mas imaginava que o casal se beijava. E via claramente o bundão gostoso da travesti, entre a cinta liga e as meias.

“Égua de viadinho safado e tesudo!”, pensou o tarado. Cada vez mais ele tinha vontade de enrabar o filhinho boiola e a própria Dona Verônica, a vizinha puta que era mãe daquele menino fêmea piranha. Sem cueca e com a bermuda toda gozada da bronha que ele tinha batido, assistindo à foda, Joacir resolveu ficar por ali, de tocaia, pra ver o que rolava. E ouviu os dois conversando:

- Gil... eu te amo um monte!

- Eu é que te amo, Florzinha. Égua! Tu é boa demais comigo!

- E tu não? Esse gozo que tu me deu... huuummm...

Nessa hora Leia e Gil se beijaram de novo, e Joacir continuou esperando pra ver o que rolava. E logo a conversa continuou, com a viadinha ainda agradecendo:

- Aliás, “esses” gozos, né? Tu chegou do quartel cheio de vontade...

- Saudade de tu. E saudade daquilo que a gente fez no domingo.

- Foi bom, né?

- Égua! Como que foi! Espia! Tu bem que podia faltar a aula amanhã. Assim a gente dormia junto, hoje, e amanhã a gente passeava de moto, e estreava os capacetes. Antão?

Leia já sabia que Gil estaria de folga no quartel, na quarta, mas a travesti tinha outros planos para o dia seguinte. Planos que envolviam seu macho:

- Ái, Amor... é que eu já tinha combinado de fazer outra coisa...

Gil fechou a cara na hora, já imaginando que sua boneca tinha marcado de dar o cu por dinheiro, mesmo com ele em dia de folga do quartel. Mas a bichinha logo esclareceu, e o ciúme do macho passou rápido:

- É que amanhã preciso de tu aqui em casa! Lembra do que tu ficou de fazer?

Imaginando que fosse algum trabalho doméstico, Gil ficou tentando lembrar, e não acompanhou o momento de Leia. E para ter certeza de que seu macho ia continuar a favor da sacanagem que ela queria fazer, a bichinha chegou pro lado, ficando de bruços na cama de casal, balançando as pernas no ar com as sandálias de meio salto pretas, e começou uma punheta carinhosa na rola que já tinha gozado duas vezes dentro dela.

Assistindo a tudo, Joacir já tava de pau duro novamente e mal prestou atenção quando Leia lembrou ao namorado:

- Tu ficou de comer minha Mãezinha, amor! Esqueceu, foi?

Joacir ouviu, mas não acreditou. Não podia ser aquilo! Chegou mais perto da beira do telhado, pra ouvir melhor, e escutou o resto da conversa, confirmando tudo. Leia continuava:

- E quando tu me falou que quarta tava de folga, daí eu combinei tudinho. Mãezinha hoje dorme na casa da minha tia, que tá doente. Mas amanhã ela chega antes do almoço. Daí a gente pode brincar... nósNós três? Tu não disse que tu ia tá junto.

- Ih, eu, hein? E tu tem algum problema com isso, meu macho? Pensei que tu fosse até gostar.

- Gosto... mas...

- Antão...já pensou? Tu pode comer a mãe gostosona... e a filhinha gostosinha, aqui! Duas fêmeas pra esse meu macho tesudo! Garanhão danado!

- Tá... eu vou me lambuzar. Mas... e tua Mãe? Será que ela num vai amarelar, não? A gente nunca...

- Deixa comigo... – Leia falou e pegou do chão seu copinho de Amarula, tomando metade de um gole só – deixa comigo, e com o Amarula, aqui! Mãezinha vai ficar logo soltinha. Tu vai ver.

Joacir ficou com tanto tesão na ideia quanto Gil. Agora mesmo é que ele queria pegar a mãe e o filho viado, juntos! Duas putas! No quarto, Gil continuou:

- Mas ó... tesão... tu não acha esquisito tu me dar a moto e a gente até hoje não ter passeado de moto juntos, não? Tu tem medo de moto?

Moto? Joacir prestou atenção e viu a moto de Gil no corredor externo, quase abaixo dele e sob a janela do quarto do viadinho. Uma moto novinha, pintura luzindo na luz do corredor, e os cromos ainda brilhando. O viado? Tinha dado a moto pro macho?

Leia deu um beijinho em Gil, e falou risonha, balançando as pernas no ar como uma menininha:

- A moto, e os capacetes!

- Égua! Antão? A gente bem que podia dar um passeio, ir numa praia...

- Tu quer dizer que tu prefere passear de moto comigo e deixar de comer eu e minha Mãezinha juntas? Axi!

- Não, Florzinha! Quero dizer que a gente podia ir agora numa praia... e fazer umas coisas...

Os dois voltaram a se beijar e ficaram namorando. Leia queria continuar ali, mas ficou com a ideia da praia arquivada, para um outro dia. Com a mão no pau duro de Gil, a boneca rapidamente convenceu seu homem a fuder de novo ali mesmo! Eram jovens, lindos, se amavam, tinham tudo ali, na casinha, e estavam com tesão e nus. Sair pra que?

O casal achava que estava sozinho, e logo fuderam apaixonadamente, dessa vez do jeito predileto deles, com Leia de quatro, e Gil sobre ela fazendo o “encaixe”. Ajeitando-se pra ficar na posição, os dois chegarem sem quere bem para o pé da cama de casal, e Joacir, do telhado da casa vizinha, agora conseguia ver o rostinho do viado. E Joacir achou lindo!

Leia expressava todo o prazer de ser de novo possuída por Gil, naquele encaixe que fundia os corpos. Seu rosto, de lábios grossos e sensuais entreabertos, olhos inchados, e sobrancelhas franzidas, expressava alguma dor e submissão, mas um êxtase, um prazer tão grande, que contagiou os olhos do vizinho tarado. E lá de dentro da alma Joacir sentiu mais do que inveja de Gil. Sentiu que aquele boiola, aquela bicha, aquele travestizinho adolescente, tinha que ser dele, Joacir!

O tarado ficou parado, olhando do escuro, até Gil e Leia gozarem juntos, de novo os dois gritando e impressionando o espectador. Então, enquanto os dois ainda estavam engatados um no outro, Joacir se mexeu pra descer do telhado, e Leia o viu.

Leia viu um vulto se mexer no telhado do vizinho, com um canto do olho, e olhou rápido pra confirmar, mas não viu mais nada. Achou que devia ter sido um gato. Depois, enquanto o casal lanchava pra irem dormir, Joacir se acabava em mais uma punheta, agora em seu banheiro. E em seguida, tomando banho, o tarado refletiu sobre o boiolinha vizinho.

Joacir conhecia dona Verônica há anos. Sabia que ela e o filho viado viviam da pensão do falecido marido, e que ainda pagavam escola particular pro mocinha. Aquele putinho não tinha dinheiro pra dar uma moto pro seu macho. Logo... o boiola era puta de programa! Era isso!

O tarado ficou mais excitado ainda com a constatação. Ia assumir o lugar daquele soldado, viado marombado, dar uma surra de piroca no boiolinha, deixar ele apaixonado, e fazer a puta trabalhar pra ele! Perfeito! Comé que ele não tinha pensado nisso antes?

Antes de deitar pra dormir Leia tirou a cinta-liga e as desconfortáveis meias. Agora as marcas do elástico das golas das meias 7/8 estavam ainda mais profundas, nas coxas da piranha, mas ela não precisava mais esconder de Gil. Estavam justificadas.

Pela primeira vez dormiriam na nova cama de casal de Leia, e Gil e sua travesti novinha estavam felizes. Felizes com o desempenho deles mesmo, e com o do parceiro. Nenhum dos dois imaginava viver sem o outro, àquela altura. Mas Leia não podia dormir.

A bonequinha matreira esperou seu homem cair no sono pesado e levantou e saiu do quarto o mais silenciosamente possível. Ela tinha tarefas domésticas que Gil não podia ver, de jeito nenhum! Tinha que tirar do quarto de Verônica as provas de sua foda com o cliente Daniel, naquela tarde.

Trabalhando rápida e silenciosamente, Leia se livrou das camisinhas e das garrafas vazias de cerpinha, e voltou ao quarto pra trocar a roupa de cama manchada de porra. Lembrando do que fariam ali, no dia seguinte, a boneca espalhou uns três sachês de patchouli pelo quarto, e na hora de sair tomou um baita susto!

Assim que fechou o quarto da mãe, Leia se virou e deu de cara com Gil.

- Ái, amor! Que susto!

- Égua! Eu, hein...

Gil respondeu sem fazer caso, e foi pro banheiro dar um mijadão barulhento. Leia ouvia com gosto aquele som, pra ela associado a macho. Desde novinha, anos antes de sequer sonhar em mamar a primeira rola de sua vida, o piru de Luiz Cláudio, a viadinha já mijava sentadinha como menina. Mas não ficou parada escutando. Voltou rápido pro quarto.

Parecia que Gil não tinha visto nada da arrumação, mas ela tinha que pensar numa desculpa. Deitou-se nervosa, virada pra parede, e quando seu homem voltou do banheiro, veio a pergunta previsível:

- Que que tu foi fazer no quarto de tua mãe?

A cabecinha da viada já tinha resolvido o problema da resposta, e ela se virou pro macho rindo, deu um beijinho de estalinho naquela boca de homem, e falou:

- Fui colocar uns patchoulis, pra perfumar. O plano é o seguinte: mãezinha chega e fico bebendo com ela na sala. Tu finge que tá dormindo, aqui no nosso quartinho...

Leia beijou Gil de novo, animada por tratar como “nosso” o quarto onde havia vivido quase a vida toda. A travestizinha continuou:

- Daí, quando ela tiver bem alegrinha de Amarula, levo ela pro quarto dela, e preparo ela pra tu com...

A viada se interrompeu e beijou seu homem de novo, pra ganhar tempo. Quase ia dizendo que pretendia excitar Verônica com um 69, mas não queria que Gil soubesse que a mãe viúva e a filhinha travesti já tinham transado. Se corrigiu, e já ia voltar a contar seu plano, quando o boy perguntou:

- Égua! Por que a gente não traz ela pra cá? Já tem a cama de casal, que nem lá, e aqui tem esses posters...

Gil falou passando a mão na parede com imagens de travestis, como se acariciasse as coxas e peitos das bonecas das fotos. Mas Leia tinha uma explicação verdadeira:

- Mãezinha transava com André lá. Na cama dela. Tem memória boa naquela cama. A gente tem que deixar ela à vontade, pra ela se soltar. E lá é o espaço dela.

- Ah, tá!... espia...

- Que foi?

- Tu tá com sono?

- Tô com soninho, sim. Tu me cansou...

- É que perdi o sono, sabe?

Leia conhecia seu homem. Sabia o que ele queria, e foi logo no alvo:

- Tu perdeu o sono, mas se eu te fizer uma gulosinha tu acha o skno, né?

- Ééé... – Gil respondeu rindo, com cara de safado, e sua travesti já foi pegando na pica de seu homem, e punhetando de leve respondeu:

- E eu quase que não gosto de te chupar... té parece... mas ó! Tem condição!

- É o que, Florzinha?

- Esse é o último leitinho que tu derrama comigo... até mãezinha chegar, amanhã!

- Égua, porque isso, agora?

Leia deu uma bitoquinha na boca máscula do namorado, e explicou, risonha e sapeca:

- Porque quero tua fabriquinha de leite bem cheinha... muito cheinha mesmo, pra tu encher tua sogrinha gostosa de gala, amanhã. Tá bom? Concorda? Diz que sim, porque senão num tem boquete!

- Tá! Concordo! Agora vai! Me chu... aaaaahhhhh!

Leia tinha se virado rápido pra piroca do namorado, ficando ajoelhada na cama, com a bunda voltada pra Gil, ao lado do peito do macho, e caiu de boca na jeba do namorado, num garganta profunda prolongado. Deixou os movimentos expulsórios da garganta maltratarem o caralho um pouco, e depois tirou da goela e ficou trabalhando só a glande com sua boca, enquanto punhetava o tronco da piroca e acariciava o saco. Em cinco minutos foi recompensada por uma boa esporrada na boca, e pelos urros de Gil.

No momento em que gemia alto de boca cheia, degustando e engolindo a gala de seu boyzinho, a jovem travesti teve um flash de reflexão. Não tinha mais como viver sem aquilo! Sem a porra de Gil na boca, no reto, na pele, por todo o corpo. Sem a pica de Gil. Sem os cheiros, os sabores, as texturas de Gil. Sem os urros de Gil na hora do gozo...

Emocionada com o pensamento, a viadinha se voltou para o macho e o beijou toda babada da porra dele, como sabia que ele gostava. Depois falou rindo:

- Prontinho... agora tu já relaxou, e já pode mimir.

- Mas tu nem gozou!

- Tem que ser assim mesmo, Amorzinho. Amanhã a gente compensa... tu vai me fazer gozar, mas sem tu poder gozar... até esporrar na minha mãezinha... depois tá liberado. Agora bora mimir. Já tomei meu leitinho morno da hora de mimir.

No dia seguinte, dormindo de ladinho, de costas pra seu homem, Leia acordou do jeito que mais a deixava feliz: com a piroca dura de Gil cutucando seu rabo gordo! Rebolou um pouco na rola de seu macho, enquanto os dois terminavam de acordar, mas depois correu pro banheiro pro seu asseio completo, incluindo escovar os dentes e lavar e lubrificar a cuceta por dentro.

Quando a bonequinha voltou pro quarto, Gil a esperava de pau duro, tocando uma punheta lenta. E o macho tava lindo, nu, com cara de safado. A bichinha subiu na cama feliz, ajoelhando-se entre os pés do namorado, e lembrou do compromisso:

- Ó, tá combinado! Tu não goza até Mãezinha chegar!

- Diacho! Tava na esperança de tu ter esquecido!

- Teu bobo! Deixa ver esse piruzão gostoso, aqui!

Leia abocanhou a rola amada, mas quase que só pelo tempo necessário pra fazer um garganta profunda matinal, e deixar tudo babado. Então subiu em seu homem, e voltou a sentar entubando toda a jeba de uma só vez. Mas a viada era disciplinada, e resistiu à tentação de cavalgar seu amor. Não deu nem uma reboladinha. Ficou paradinha e começou a tocar uma punhetinha com as pontas dos dedos envolta de seu piruzinho, com a rolinha ficando assim escondida, do jeito diferente que ela tinha aprendido vendo revistas pornô de travestis.

Gil olhava deliciado. Não se cansava de admirar aquele corpo andrógino, tesudinho. Agarrou os peitinhos da viadinha para ordenhar, mas Leia interrompeu com uma cara de dor horrível e afastando as mãos do macho.

- Ái, Amor! Não! Tu mamou com muita força ontem! Tão muito doloridos!

- Desculpa...

- Desculpa nada! Foi maravilhoso de bom! São teus. Existem pra essa tua boca linda de homem. Mas tão doendo... preciso de um... áiiii.... huuuummm... que que tu tá fazendo... huuuummm...

Gil largou dos peitinhos da viada, mas agarrou o piruzinho dela com três dedos, e começou a masturbar curtinho e rápido. A posição não deixava ele nem ver o saquinho de Leia, quanto mais acariciar. Então, com a outra mão o macho ficou de carinho no quadril gordinho da bicha. E Leia gemia como uma gata no cio, se esforçando pra continuar imóvel, sentada na trozoba de seu homem.

E de repente, sem nenhum dos dois tocar naqueles lindos peitinhos hormonizados, de enormes auréolas e mamilos durinhos e bem destacados, tudo roxo, tudo já compatível com uma menina daquela idade... começou o espetáculo! Sugiram gotinhas de leite, primeiro de um mamilo, depois do outro, e Gil ficou alucinado! Sem parar a punheta na piroquinha da travesti, gritou:

- ESPIA! ESPIA! Tu tá dando leite pelas tetas! Sem nem apertar!

Leia já sabia! Sentia escorrer, e se soltava, se entregava. E quando Gil, excitado pela cena, deu uns dois golpes de quadris pra cima, sacudindo o corpinho da travesti, a bonequinha gozou. Gozou sem gritar, gemendo de mansinho, e se derramando em porrinha rala, na mão e barriguinha do macho.

Gil queria fuder, mas a viada foi deitando sobre o macho lentamente, gemendo, e quando juntou seus lábios sensuais aos do namorado, a pica do boy já tinha escapulido do cuzinho amado. Beijaram-se, mas a piranha logo saiu de cima de seu homem, e da cama, dizendo um “obrigado” carinhoso.

Leia pegou a mão de Gil que a tinha punhetado, e olhando pro macho com muito amor lambeu o que pode de sua própria porrinha rala. Depois lambeu os restos que melaram a barriguinha do macho, e se levantou resistindo à tentação de chupar de novo aquela piroca linda! Seu homem protestou

- Ondé que tu vai?

- Égua! Vou preparar teu café da manhã!

- Vem cá... olha o estado do menino!

Gil balançava a pica duríssima e linda na direção de sua bonequinha, e a viada olhava passando a língua nos beiços, doida pra cair de boca na rola. Mas se segurou. Aquele leite de macho todo, era pra sua mãe! Controlando seus instintos de travesti boqueteira, Leia respondeu:

- Combinado num sai caro! Tu se segura!

- Mas...

- E nada de bronha! Se tu gozar, vou saber!

Leia vestiu uma camisetona enorme pra tomar café. Não se sentia à vontade com os peitinhos podendo escorrer leite, enquanto ela e Gil comiam. Depois, na sala, a femeazinha mostrou pra seu macho uma cueca tipo tanguinha, bem estreita dos lados, que ela tinha comprado pra ele vestir e ficar sexy pra sogrinha. Era de um vermelho vivo, e só de olhar ela aberta, na loja, a viada tinha imaginado a pica e os culhões de seu homem vestindo a peça direitinho.

Gil tinha tomado café pelado, e de bom humor já se dispôs a vestir a cueca nova. Leia teve que impedir.

- Assim não, né, teu leso?

- Áxi! Que foi?

- Tu tá todo melado da gente! A cueca tá novinha! Vai tomar teu banho primeiro!

- Tu também! Tá toda melada da gente!

- Mas eu num vou botar cueca novinha!

Leia se pendurou no pescoço do namorado, lhe deu uns beijinhos, sentindo aquela piroca tentadora contra sua barriguinha, e falou carinhosamente:

- Quero que tu fique todo limpinho, cheirosinho e gostosinho, pra comer minha mãezinha! Prometo que vou te compensar!

- Antão... vem tomar banho comigo... assim tu me lava todinho...

- Teu bobo! Tu tá é doido pra me enrabar de novo!

- E tu não gosta mais não, é?

- Amo! Mas tu não pode gozar! Vai pro teu banho!

Gil obedeceu, e ainda ouviu Leia repetir “E nada de bronha, no banho! Vou saber!”. Aquilo fez o rapaz lembrar do fim de semana em que ele tinha comido o cuzinho de sua irmã pela primeira vez, a indiazinha gostosona chamada Gilda! Tomou banho de pau duro, lembrando do rabo largo, grande, redondo, bonito, de Gilda, e de como tinha sido bom comer ela e sua travestizinha, Leia, juntas.

“Tudo em família!”, pensou Gil. Comia a irmã, junto com a namorada viadinha, e agora ia comer a sogra, também junto com a boiolinha. Será que seria tão bom com Verônica, quanto tinha sido com Gilda? Será que Verônica e Leia iam disputar sua pica e seu leite com as bocas, do mesmo jeito que Gilda e Leia tinham feito, e que ele tinha adorado?

Enquanto Gil tomava banho de pau duro, pensando em suas fêmeas e se concentrando pra não tocar punheta, sua irmã Gilda passava por um mau momento, na escola.

Toda a escola sabia que o viadinho Lelio era o melhor amigo de Gilda. Todos viam as duas fêmeas juntas, o tempo todo. E vários meninos do ensino médio eram doidinhos por comer a indiazinha gostosona. Enquanto Gil estava no 3° ano, ele impunha respeito. Mas agora, com o irmão no exército e Gilda no 2° ano, o assédio aumentava.

Até ali a virgem dava conta de afastar os pretendentes fácil. Tinha até uns dois com quem ela chegava a pensar em perder o cabaço, apesar de os achar meio burrinhos. Mas naquela quarta-feira em que a amiga Leia faltou à escola para servir a buceta de sua mãe pra Gil, tudo mudou pra Gilda.

A fofoca do boquete de Leia em Daniel, por dinheiro, tinha corrido de boca em boca, espalhada por Mário e Cláudio, que tinham visto o fresco chupar o pau do amigo no banheiro da escola. E quando Daniel foi perguntado se tinha mesmo ido comer o viado depois da aula, contou a versão que a própria Leia tinha autorizado. O rapaz disse que pagou pelo oral e pra comer o cu da bicha, e que o boiola tinha gostado tanto de seu pau que o próprio Lelio tinha pagado um motel, pra eles transarem.

Daniel só não contou que tinha comido Leia na casa da travesti, porque queria voltar a meter na viadinha. Mas se gabou em todo o resto. Descreveu em detalhes como o viadinho tinha se vestido de puta pra dar pra ele, e que tinha deixado a bicha apaixonada. Para os homofóbicos que o condenavam, o freguês respondeu que o boiola tinha corpo de mulher, com peitinhos que davam até leite, e que devia ter um piru muito pequeno, porque com o fresquinho de calcinha ele nem tinha visto.

Detalhe final que correu por toda a escola, o “nome de guerra” da piranha era Léia. “Piranha Leia”.

Na escola, Gilda era invejada por sua beleza, por seu corpão, e no caso de algumas garotas mais putas, até por ser virgem. Não demorou para as colegas maldosas espalharem o boato de que ela também era puta, e que embaixo do disfarce de virgindade a indiazinha na verdade dava a buceta por dinheiro, assim como sua melhor “amiga”, a “piranha Leia”, dava o cuzinho. E Gilda descobriu aquilo da pior forma, quando um dos garotos com quem ela até pensava em perder o cabaço, lhe perguntou se era verdade.

Gilda estava num canto, sozinha com o rapaz, quando ele perguntou, e ns hora teve vontade de bater no atrevido. Bufou de raiva, deu as costas pro menino sem responder, e saiu pisando duro, de volta pra sala. A partir daquele dia cortou relações com quase todo mundo da escola, e tinha vontade de chorar de raiva, quando via os olhares e risinhos sobre ela.

Demorou bastante tempo pra Gilda perdoar Leia por isso. Mas, mesmo furiosa com Leia e sabendo que a amiga travesti era muito tarada, a indiazinha jamais imaginaria que a viada ia fazer a própria mãe, Verônica, transar com seu irmão, Gil, naquela mesma manhã em que Gilda sentia toda a força dos preconceitos, na escola.

Mas Leia também teve um dissabor, embora menor do que o de Gilda. Enquanto seu homem tava no banho, a viadinha foi lavar a roupa do macho, na máquina. E como sempre fazia, antes de colocar cueca e camiseta pra bater, procurou se haviam manchas pra tirar na mão, no tanque. E a cueca de Gil tinha!

A cueca de Gil tinha uma mancha de merda. Pequena, de uns dois centímetros de comprimento, e onde não podia ter! Leia conhecia todas as formas e jeitos que aquele piru assumia. Aquela mancha estava exatamente onde ficava a gola da cabeça da rola, quando tava dura e Gil a guardava na cueca. Ela mesma tinha beijado aquele caralho sobre as cuecas de seu homem um monte de vezes.

Gil tinha enrabado alguém na noite passada.

Leia não ficou triste pela traição, em si. Ela era puta, afinal, e não queria ter domínio sobre Gil. Mas, poxa, porque ele não tinha usado camisinha? Eles tinham combinado! Lavou com cuidado a mancha, e colocou a cueca de seu homem pra secar.

Gil saiu do banho e vestiu a minúscula cueca vermelha que Leia tinha comprado. Era desconfortável, mas ao mesmo tempo apertava tanto seus culhões e sua rola que ele ficava excitado. E o macho ficou impressionado com o olhar clínico de sua viada. A parte da cueca entre a que cobria o saco, e o quadril, era do tamanho exato necessário para cobrir a piroca tesa de Gil. Não sobrava quase nada, mais.

O macho caminhou até Leia, e disse que teve uma ideia no chuveiro:

- Espia, Florzinha! Tudo bem a gente brincar no quarto da tua mãe. Mas tive uma ideia!

Leia estava meio triste com a descoberta, mas não ia passar recibo de tristeza pra Gil. Não era hora de conversarem sobre usar camisinha com os “outros”. E era hora de manter seu homem aceso para sua mãezinha. E seu homem tava um espetáculo com aquela cueca! A rola dura tava toda coberta, mas toda evidente! Leia agarrou a pica, sob o paninho vermelho, e elogiou olhando pra jeba:

- Isso aqui ficou lindo, hein?

- Pena que tu não quer usar!

- Agora não, teu bobo! Que ideia que tu teve?

- Tá certo a gente brincar no quarto da tua mãe. Mas posso ficar deitado lá, esperando ela de surpresa.

- Hummm... mas ela vai querer se arrumar antes. Num dá pra ser surpresa.

- Tu bem pode arrumar ela no teu quarto. Dizer que quer fazer algo especial... eu finjo que tô dormindo.

- É. Pode ser. Deixa eu pegar umas coisas dela.

Leia achou bom Gil fingir que dormia, porque diminuiria as vergonhas da mãe, e foi escolher as roupas para Verônica. Leia gostava de uma camisolinha sexy da mãe, de estampa de oncinha, alças, e que era bem curta. Acentuava os peitos e as coxas da mãe, e achava que a quarentona não precisaria de mais nada. Mas, na dúvida, pegou também um par de sandálias de salto alto, bege, e buscou um conjuntinho de calcinha e sutiã, pretos e de rendinha.

E enquanto a viadinha se curva sobre a gaveta aberta da cômoda, procurando a lingerie certa, seu macho a agarrou por trás e começou a sarrar aquele piru duro em seu bundão. Mesmo tendo gozado a pouco menos de uma hora, a cabecinha da travesti girou de tesão e ela automaticamente começou a rebolar na rola gostosa de seu macho, até que se controlou e reclamou com ele.

- Pára, Gil! Eu tenho que tomar banho ainda! Antes que mãezinha chegue!

- Pára o que, gostosa? De querer te comer? Mas é nunca!

Leia se virou ágil pro namorado, e se pendurou no pescoço dele para um beijo lascivo, segurando calcinha e sutiã de Verônica numa mão. Desgrudando as bocas, falou:

- Isso nunca! Quero tu me comendo pra sempre! Mas agora deita ali!

A travesti empurrou seu boy pra cama, e o deitou de barriga pra cima. A tora duríssima afastava a cuequinha vermelha da cintura de Gil, e ameaça expor a piroca. Como se fosse acalmar a fera, Leia se ajoelhou na cama e passou a acariciar a jeba amada com seu rostinho, ronronando como uma gatinha. Só quando Gil tentou novamente avançar, ela voltou a se controlar.

- Isso, Florzinha... assim... dá tempo pra um boquete...

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Tadinha da Gilda! Espero que os boatos não abale a amizade que ela tem com a Léia

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