13 O Mestre ensina como se faz (Parte 1)

Categoria: Heterossexual
Contém 2451 palavras
Data: 02/07/2020 16:11:43
Última revisão: 11/06/2021 15:03:55

Era difícil jogar video game disfarçando a ereção. Nem todos acreditaram no papo do Aluísio, mas Luan sabia que era verdade, quem vencesse tinha a xotinha da Thais liberada no quartinho ao lado.

Com todo mundo meio chapado, coube a ele organizar o torneio, conforme as regras decididas anteriormente: Luan e Hugo, campeões da “edições” passadas, jogam a primeiro, o vencedor segue direto pra semifinal, contra alguém a ser decidido em dois jogos entre os outros quatro. Quem perder repete o processo na repescagem, fechando a final com o “vencedor dos vencedores”. Por esta lógica, sobrariam dois sem ganhar nenhum jogo, que disputam antes da final a “partida do virjão”. Assim, todos, exceto um, teriam o direito de comer a loira até o fim do dia.

Aliás, aquela era uma baita recompensa, como bem lembrava da foda na academia. Luan não era ruim de matemática, sabia que se vencesse todas, poderia comê-la 3x, enquanto os demais teriam 4 chances, pela estrutura do torneio, mas ele iria 1º, é claro, a comida de abertura… bom, isso se fosse verdade a história da pia, mas escolheu não pensar nisso, não agora, quando só precisava de mais um gol, empatado no fim do segundo tempo. Hugo fazia jogo duro, somava quatro cartões amarelos, mas cometia erros bobos, bastante anormais para ele, claramente nervoso.

Gol do barça! Esse ano o Real só trazia alegrias mesmo! 2x1. Redes virtuais balançando, aplausos e assobios no ar, mas ainda tinha jogo, um minuto, talvez dois. Hugo jogou com o coração na chuteira, mas não teve jeito. Comemoraram como um só time, e fizeram um corredor de vivas e incentivos, gritos de “Aproveita a putinha!”, rapidamente viraram samba em coro de “Mete na loirinha!”. Luan chegou eufórico ao escuro quarto dos vitoriosos.

Lá estava seu prêmio, com uma marca vermelha de tapa que denunciava a grandeza da puta. Por entre as cortinas do beliche, com os joelhos apoiados num travesseiro, surgia a bunda gostosa da “Loirinha”, toda empinada, do jeito que Aluísio instruiu, as sandálias gladiadoras acrescentando um toque de tesão eram suas únicas vestimentas. O pau cresceu na hora. Sabia que ela estava completamente bêbada, tão torta andava há pouco, e sabia da chantagem, mas a pica não costuma ligar pra moral e pros bons costumes.

-Oi?- Thais reagiu abrindo um pouco mais as pernas. Com a barulheira que fizeram, certamente sabia que o vencedor estava vindo, porém, não falou nada. Aluísio tinha sido claro: a brincadeira devia ser impessoal, ela não era uma mulher, só um prêmio -Sou eu, Luan- mesmo sem ver seu rosto, achou o jeito dela meio estranho, mas também deu pra ver como a maconha da galera a estava deixando ansiosa há pouco -Tá tudo bem? Pode falar comigo se quiser- apesar da educação, era impossível tirar os olhos da bunda dela. O pau deu um pinote ao se deparar com o plug anal.

-Não precisa. Anda logo com isso- porra, aquela voz meio rouca era um tesão. Pena que Luan era um imbecil de marca maior, por isso, quando se aproximou daquela bunda, digo, da Thais, abriu as cortinas e encontrou-a choramingando com um baseado na mão, claramente ainda alcoolizada de vodka -Não tem isqueiro...- ela se justificou, havia algo grudento em seu rosto e o cheiro forte lhe dizia o que era. Parte dele achava que ela devia ter ido embora, outra parte queria meter a rola agora mesmo, mas foi justo a parte mais imbecil quem prevaleceu.

Feito a maior anta do mundo, Luan pediu a ela que esperasse um instante e sumiu atrás do bendito isqueiro. Demorou mais do que esperava, o suficiente para mudar de ideia duas vezes, pois só tinha o tempo entre uma partida e outra para aproveitar, mas então já era tarde, não tinha cara de pau de voltar lá de mãos abanando. Achou uma caixa de fósforos e correu pro quarto.

-Você tá bem com isso, Thais?- Aluísio a tinha sob total controle, com a história dos vídeos e das drogas -Se quiser, faço eles pararem- ah, sim, príncipe encantando. Só me explica como!- apressada, a loira acendeu o cigarro, pensativa.

-Tá tudo bem, Luan. Cê sabe que sou uma puta mesmo… eu… eu quero isso- Thais estava mesmo confortável, nua e entregue daquele jeito, o baseado a acalmou. Provavelmente estava desprovida da menor noção de certo e errado a essa altura. Infelizmente, a gritaria entrando pela janela anunciou que sua vez tinha chegado ao fim.

Luan se retirou com uma última secada desejosa no rabinho que ele mesmo escolheu deixar de comer. Talvez só uma apalpada rapidinho? Por que tinha que ser tão burro? Não era como se não a tivesse comido antes… mas os golpes apressados na janela tinham uma mensagem clara. Hora de tirar o time de campo em prol de alguém bem menos piedoso.

A porta bateu ao mesmo tempo em que Thais dava uma tragada de aquecer o peito. Luan era um doce, pensou, curtindo a sensação, talvez o tivesse julgado mal. Ele e Huguinho, os únicos inocentes em toda essa putaria, mas ela era a pior de todos. Mãos afoitas arreganharam sua boceta sem a menor cerimônia, anunciando a presença do segundo vencedor, caralho, não tinha maconha no mundo que escondesse o som de melado que a xotinha fez. Sim, ela era a pior, a pior por que estava adorando tudo aquilo, da submissão ao desafio, puta tesão tinha no toque calejado pelo levantamento de pesos, só queria que Luan a tivesse comido um pouco primeiro… já nem pensava em estar traindo Carlos, merecia ser tratada como a puta suja que era pela fila de semi desconhecidos que a disputava.

O dedinho que espalhava seu mel foi rapidamente substituído pela cabeça de uma rola de identidade desconhecida, mãos segurando firme seus quadris… e então veio a cravada matadora. Foi um pouco decepcionante sentir a camisinha, não percebeu quando ele as pegou na parte de cima do beliche, mesmo assim, gemeu gostoso, fantasiando que este era seu moreno que tinha voltado para terminar de comê-la num ritmo forte, tipo cachorro no cio, uma trepada seca, de tirar o atraso.

Com o rabo todo empinado, levando golpe após golpe, e uma das mãos apoiadas na cama, ela quis gritar, mas só podia gemer entre cada tragada no seu precioso beck. E ela gemia, como gemia, imaginando sua xaninha fazer sumir a “espada” do vitorioso, engolindo-o facilmente. Lá fora ele podia ganhar o jogo que quisesse, mas aqui dentro ninguém podia com sua boceta. Será que os outros a ouviam trepando?

O puto estapeou sua bunda de gladiadora guerreira, descontando a raiva de saber que ele era só o 1º numa longa fila, e que nenhum deles poderia satisfazer essa boceta da mesma forma que ela fazia com eles. Neste coliseu, ela era imbatível… ou talvez não, mas o dono das melhores chances preferiu os fósforos.

Garrincha foi derrotado na partida final da primeira rodada, mas não se chateou, até fez graça, começando o jogo seguinte antes mesmo do vitorioso chegar ao quarto, no que precisou sair correndo pra não perder tempo. Desta vez ganhou fácil, 2x0, de modo que disputaria com Huguinho uma vaga na final, enquanto Luan esperava o resultado da partida do Miguel, a quem ele tinha acabado de sacanear e com certeza não conseguiria foder como queria a loirinha, voltando putásso pro torneio. Ao campeão, seria concedido o tempo de uma partida mais seu saldo de gols em minutos com a puta, não seria fácil acumular muito contra esses oponentes.

A campainha tocou. Com certeza era a Emy, fugida da tal reunião em família dela. O que era um fogo no rabo, meus amigos? Fenômeno capaz de maravilhas!

Tudo começou meses antes, não que ele soubesse na época, mas as sementes estavam lá, ele foi apenas o beneficiado da treta: Emy era afim do tal do Carlos há algum tempo, só nunca teve coragem de chegar nele, não até a fatídica confra na casa dele mesmo. Com quase todo mundo viajando no narguile, a mignonzinha achou o moleque jogadão numa poltrona, cuja infâmia é grande hoje em dia, reuniu toda coragem, e enfim roubou um beijo dele... e como ele beijava bem! Foi o ápice da noite. Mãozinhas apoiadas nos joelhos dele e corpo empinado pra frente, lábios colados, línguas atrevidas e o coração pulando no peito. Mas ele a chamou de “Thais”.

Puta merda, deve ter sido tenso. Sem saber o que fazer, Emy largou dele e encontrou Thais no banheiro, confessando tudo… “Posso ficar com ele, amiga?”, empatia é uma rara virtude, “Antes eu do que uma vagabunda que cê nem conhece”. E pronto, numa questão de minutos era Thais quem estava atracada com ele na porcaria da poltrona de couro.

Por meses ficou ouvindo da amiga como ele era bom de cama, que fazia isso ou aquilo outro, estava cansada da história da “poltrona do boquete”! “Amiga, ele nem fala nada, se sentar lá, no cantinho especial do nosso primeiro beijo, já é pra eu vir de engatinhando pra ele”. Pra que contar isso? Tinha esquecido que o beijo deles também foi na mesma bendita poltrona? Ficaram nessa até recentemente, quando começaram os problemas dos casal 20. Thais era toda traumatizada com as irmãs e primas que engravidaram na adolescência, por isso tinha umas frescuras que não se esperaria dela, morria de medo de cair na mesma velha história, mas se tinha um “Método contraceptivo” que não curtia, era o sexo anal. “Se ela tivesse dado a bunda, nada disso teria acontecido”, até Emy o ouviu dizer das irmãs dela. A verdade é que houve um tempo no qual Thais quase cedeu aos pedidos do namoradinho, mas ela a convenceu do contrário e as brigas continuaram.

O carnaval foi o momento ideal para que ela a tentasse a fazer largar de vez dele, mas nem em suas maiores fantasias teria encontrado coisa melhor que Luan. Uma sorte imensa! Não foi difícil fazer a cabeça dela pra trair o namorado com o pauzudo quietinho “Ninguém vai saber”. Dali pra frente era história.

Uma história que nos traz de volta à Thais, suada, cheirando só a porra e maconha, mas contente com o pau duríssimo que se aventurava dentro dela. Bem melhor que o sujeito patético de duas partidas antes, entrou correndo e bufando, mas perdeu metade do tempo esfregando a pica mole no rego dela, quase criou coragem de pedir que ele metesse sem camisinha, pra ver se ajudava o cara, mas achou melhor obedecer as regras. “Não fala nada pra ninguém”, o maluco lhe deu o segundo baseado em troca do silêncio, pelo que ficou muito agradecida, mas… aquele era o Miguel? Não, não podia ser. Miguel seria muito melhor! Mas também foda-se.

O negócio era curtir, pensou, mordendo os lábios para segurar o gemido e a erva nos pulmões, curtir o tesão que nem Carlos podia lhe dar. Eis as sensações que tinha: a boceta salivando de vontade, deboche que se tornava típico, como se a xota lhe dissesse “Foda-se o que cê acha, eu quero rola!”, caralhoo de xoxota vadia. Ou seria uma combinação com a droga falando com ela?

Suor pingava do nariz. Cheiro de sêmen misturado ao da maconha. Ouvidos atentos ao menor ruído pra lhe dar noção do que mais acontecia ali. Ah, havia também o detalhe do pervertido magrelo metendo forte nela, louco pra se destacar no rodízio de rola. Ruído da porta. Alguém mais tinha entrado? Compreender o que se passava com a avidez do tarado engatado à sua traseira era complicado. Vieram os gritos de mais um jogo terminado, assim como o tempo dele, o segundo que não conseguiu gozar durante a metida. Além dele, tão rápido quanto veio, foi embora o voyeur detectado por seus ouvidos. Ao que parece intimidado pelo revezamento de pica. Esperava que os jogos se tornassem mais acirrados, uma disputa violenta pelo direito de desfrutar de seu prêmio: uma putinha ávida por se sujeitar à suas vontades. Como isso era bom!

Sincronizou a última tragada às últimas bombadas do seu atual comedor. Quando será a vez do Miguel? A loira tinha claras preferências entre os jogadores. Além dele, havia Luan com sua pica monstruosa e coração gentil, ou talvez o inocente Huguinho, que escapou de perder a virgindade ainda aquela manhã...só não sabia que o magrelo de agora tinha acabado de vencer Miguel e que o próximo a entrar naquele quarto não seria nenhum dos rapazes.

Aluísio venceu Hugo com uma margem consistente. Ninguém entendeu muito bem como, mas todos cairam na gargalhada ao final dos penaltis que não lhe acrescentaram saldo. Sinceramente, foi uma questão simples: o garoto era virgem e só a Thais Garrincha já tinha comido 2x, fora o boquete, era fácil distraí-lo com essas histórias, tirando-o completamente do jogo. Até queria que ele já tivesse experimentado uma boceta antes, pois estava sendo verdadeiro quando dizia que a dela era a pepeca mais macia que já tinha metido, no clima de festa e samba, todos concordavam, sem saber que tinha sido o único a provar dela no pêlo. Quando sussurrou no ouvido dele o que pretendia fazer quando acabasse o “torneio da loira”, Ronaldo jogou a bola pra arquibancada. 2x0. 3 gols pró.

Era a vez de Luan. Vocês não fazem ideia do quão difícil foi dar atenção a tela enquanto Aluísio entrava no quarto acompanhado pela Emy…

O torneio era mesmo cheio de surpresas. Thais refletiu enquanto mãos surpreendentemente delicadas dedilhavam sua boceta. O calor abafado das cortinas só a fazia mais sensível ao menor dos estímulos e o hálito fresco de halls não estava colaborando... “Uuhhhhhmmmmm”, caralho, ia acabar se machucando, tamanha força com que mordeu os lábios. De quem era aquela língua? Hugo? Devia ser. Era o mais novo de todos, mas esta língua parecia menor que a dele... “Aaaahh!” Por que esse viado não mete logo? Mas claro que não veio rola nenhuma, nem esse nunca foi o plano da Emy, Aluísio só devia olhar enquanto ela brincava com a boceta pela qual havia sido trocada.

Enfiou 2, depois 3 dedos, facilmente, encontrando onde era mais gostoso de massagear no interior dela. Infelizmente, a pequena Emy jamais havia tido qualquer experiência lésbica, mas aprendia rápido e já conhecia bem o próprio corpo, por isso não teve dificuldades em deixar a loira pirando em seus dedos sagazes. Mais molhada que nunca, libido nas alturas, Thais gemia descaradamente, balançando a bunda já desconfortável de prazer, no que ansiava pelo orgasmo, ou ao menos pela rola que não vinha nunca. Vivas e comemorações entraram pela janela fechada. Um novo vitorioso estava vindo, hora de um novo halls preto, pra deixá-la no ponto...

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Comentários

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Cara muito bom como os anteriores minha opinião e de que tu deves manter o Luan como protagonista porque esse que vir final dele ganhando agora experiência é muito excitante talves nas histórias paralelas que tu sugeriu com outros personagens td bem ele não aparecer, mas na linha da série ele é muito importante para deixar nossas eroinas mais especiais

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Fala galera!

Conto passado eu disse que teria que dar umas duas semanas de intervalo após fechar essa história de agora. Bom... acontece que este último conto acabou um pouco grande demais, então eu o dividi em duas partes. Amanhã cedo eu posto o final!

Brigadão pra quem está acompanhando!

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Loiro_londrina
Top demais gostei muito dos Contos