O par perfeito pode aparecer de onde não esperamos.

Um conto erótico de Seringueinense
Categoria: Gay
Contém 762 palavras
Data: 16/07/2020 23:11:19
Última revisão: 21/07/2020 18:16:03
Assuntos: Gay

Às vezes quando menos esperamos e de onde menos esperamos encontramos o par perfeito.

Guaí é um mestiço de fisionomia nitidamente indígena. Seu pai é índio legítimo; sua mãe, uma mistura de branco com índio, então Guaí tem as seguintes características: cabelo liso e preto, sempre cortado em formato de casca de coco partido ao meio (é o corte que mais combina para o tipo de cabelo); branco; boca muito grande com lábios mais ou menos grossos; olhos negros; corpo liso; sua altura parou em 1,72, sempre teve um corpo razoavelmente magro, bunda redonda, abdômen e tórax magro, e apesar dele ter vontade, não teve o privilégio de desenvolver o corpo com peitoral avantajado ou bico do peito grosso, como vê em homens malhados, de peito ou peitoral volumoso, saliente.

Antes de ir para Porto Velho, Guaí morava em Seringueiras que hoje conta com aproximadamente 12 mil habitantes. Em 2011, quando foi embora, a cidade contava com mais ou menos 8.000 apenas, por isso, não teve contato sexual com grande quantidade de rapazes, apesar dele ter desejado muitos da cidade, especialmente da zona urbana.

Guaí ficou com 7 rapazes a 10 no máximo, lá de Seringueiras, geralmente da vizinhança da roça onde morava. Ele sonhava em viver um romance, um namoro sério apaixonado, mas achou somente fodas, momentos com prazer, momentos sem prazer... trepadas cruas, às vezes rápida, às vezes meio demorada, mas nada de diferente nem interessante. Os rapazes eram sempre mais velhos que ele, mas de 1 a 5 ou 6 anos de diferença.

Namorar sério em Seringueiras é difícil. Só quem mora em cidade pequena, interiorana, sabe o quanto as pessoas têm mente pequena, os rapazes e os gays são medrosos, maioria casa-se com mulheres apenas para esconder a preferência, para não serem vítimas; às vezes nem vítimas de violência, mas vítimas de abandono, descaso, solidão, boatos, zombaria, etc.

Com Guaí não foi diferente. Os poucos rapazes com quem ele transava, geralmente nos matagais ou rio, era aquele sexo seco: um rapaz chegava no mato ou no rio, sentava em alguma pedra, em alguma árvore caída, colocava só o pau duro pra fora do short, Guaí descia o short colocando só a bunda pra fora, pegava no pau do rapaz e acertava no buraco, forçava a bunda pra ela engolir o caralho, e começava a sequência de sobe e desce, fodendo a rola, e ficava de cabeça em pé, vigiando pra ver se não se aproximava alguém, e ali ficava até o rapaz gozar; Outro rapaz ia com Guaí pro matagal, colocava a rola pra fora e ficava em pé... Guaí descia o short, colocava a bunda na rola, o rapaz metia ou mandava Guaí se virar e foder a rola dele com a bunda, gozava e ia embora; Outras vezes, os mesmos caras que fodiam a bunda dele, só colocava Guaí pra mamar até ele gozar na boca e ia embora. Das muitas vezes que deu a bunda, ele raramente chegava gozar porque o rapaz largava a gozada na bunda, na boca ou na cara, se vestia e ia embora. Guaí sentia até prazer, mas no fim acabava meio frustrado por não gozar, ou acabava se sentindo usado, um lixo, um objeto, maioria das vezes foram fodas de 2 minutos... uns rapazes ainda humilhava dizendo que quando Guaí passasse por eles na estrada ou na rua, pra nem falar ou olhar pra eles; havia dois que pedia dinheiro, não era grande quantia porque Guaí também não tinha de onde tirar, trabalhava na roça dos pais e dependia totalmente deles.

E assim, sem sal e sem açúcar, Guaí dava a bunda na esperança de algum dia, algum daqueles rapazes se apaixonar, pedir ele em namoro, viverem um romance, sei lá... apesar dos perigos; até mesmo a família de Guaí é preconceituosa.

Os rapazes que Guaí dava a bunda eram poucos, mas pra cada um ele deu muitas vezes. Guaí teve algumas poucas fodas inesquecíveis, mas deixarei para o próximo capítulo para não cansar muito o leitor.

Obrigado a todos e espero que comentem em que devo melhorar, não tenho experiência em contar histórias e esse site pra mim é novidade, um amigo que me apresentou há alguns dias, após ficar em casa por afastamento. Lendo algumas histórias achei interessante, não sei se são reais, mas são bem legais. Não vou escrever um livro, apenas contar a história de Guaí resumidamente, provavelmente em 8 a 10 capítulos, até mesmo porque daqui a 2 meses, voltarei ao trabalho.

Excelente noite a todos e mais uma vez meu muito obrigado!

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Comentários

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NOSSA, TRISTE DESTINO ESSE DO GUAI. DESEJO DE CORAÇÃO QUE ELE ENCONTRE UM PRÍNCIPE ENCANTADO. CONTINUE RAPIDINHO POR FAVOR. DIFÍCIL LER SOBRE INDÍGENAS AQUI NA CDC. ALGUNS ERROS NA ESCRITA. MAS O CONTO ME PARECE BOM. PARECE ESTAR FUGINDO DOS CLICHÊS. A PROPÓSITO, HOMOSSEXUALIDADE NÃO É PREFERÊNCIA E SIM ORIENTAÇÃO.

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