MEUS “ESFREGA-ESFREGAS”- Cap. 3: Pela Casa.

Um conto erótico de Samaythe Yeon-In
Categoria: Heterossexual
Contém 749 palavras
Data: 13/05/2020 13:51:33

Continuando com minha “saga masturbatória” ou “siririqueira”...

Kkkkkkk...

Fica a dica de seguir os capítulos em ordem pra manter a coerência narrativa (calma Samy, não é redação do ENEM, relaxa!!!). Ok? Joinha?

Alguns dos momentos de curtição mais raros são aqueles em que eu até abuso e saio pela casa fazendo molecagem.

De roupa mesmo, pra não ser pega em flagrante delito, eu caço parceiros sexuais entre os demais móveis da casa para satisfazer minhas necessidades e pequenas perversões.

Nós não temos empregada, apenas uma senhora que vem duas vezes por semana pra limpar a casa e, mais especificamente, cuidar das roupas. Lavar, passar, etc... Então sobra pra gata borralheira aqui um pouco de serviço doméstico. Outros dois dias da semana eu também dou um “tapinha” na organização da casa, cozinho algumas coisas e trato de guardar as roupas lavadas e passadas, bem como trocar as de cama.

Meu irmão mais novo cuida da manutenção do quintal, da piscina, do jardim...

O mais velho trabalha fora e estuda, então caiu fora da agenda de tarefas, assim como vai ser comigo, quando começar a trabalhar.

Eventualmente isso faz com que eu fique sozinha nos dias em que todos tenham suas próprias atividades fora.

Daí eu junto o útil ao agradável.

Já que eu vou passar um paninho nos móveis, então dá pra sujar antes né?

Por favor não pensem que sou uma pessoa porca, anti-higiência. Eu esfrego minha xaninha nas quinas das cadeiras, das mesas, das portas, dos armários, mas limpo logo em seguida. E também faço isso ainda vestida, por cima da minha calcinha ou usando uma legging ou um shortinho.

E, é claro, vou tomar meu banho em seguida disso.

Não sei se consideram nojento isso.

Mas posso entender se me disserem que sim. Acredito que cada louco com sua mania, como diz minha tia. Então essa é a minha loucura. Adoro essa sensação de simplesmente me encostar contra um objeto ali paradinho e fazer dele meu masturbador.

Ou, como eu comentei no capítulo anterior, deixar aquele objeto me comer.

Se bem que que, como eu disse antes também, não tenho a atração pelo objeto. Não importa qual seja ele, eu apenas vejo na hora um que possua uma extremidade que eu possa usar.

Vocês sabem aqueles postes de cabides que se chamam mancebos?

Nós não temos em casa. Eu acho que eu ria enlouquecer se tivéssemos. Kkkkkkkkk. Imagina como seria louco ter todas aquelas coisas em formato bem explícito, como se fosse um “arbusto de pênis”. Hahahahaha. Nessa eu fui longe né?

Daí eu pesquiso na internet e descubro que MANCEBO também quer dizer moço, rapaz, homem jovem. Ou seja, se a gente tivesse um mancebo em casa ele viraria meu amante. Tadinho do meu namorado. Rrrrssss.

Na falta de um eu vou me satisfazendo, andando pela casa, e me roçando em cada quina de mesa que eu encontro. Em cada ponta de assento ou braço de cadeira. Aproveitando enquanto estou de saia ou de vestido pra levantar e encaixar minha pepequinha, coberta pela minha calcinha, pra deslizar melhor e não esfolar toda ela.

Mas também de legging e principalmente de shortinho jeans.

Daí pra ser selvagem que o tecido protege. Fazer uma esfregação bem agressiva, quase montar sore o móvel e deixar todo o peso do corpo fazer pressão contra a minha vagina.

Chega a arder quando eu pego pesado e poderia mesmo me esfolar todinha por conta dessa insensatez causada pelo fogo que me domina nesses momentos. Tem horas que eu me pergunto se sempre vou ser assim ou se vou me “acalmar” conforme for ficando adulta.

Admito que me dá um temor de que eu possa até ficar pior com o tempo, conforme for adquirindo confiança e independência.

O tempo dirá.

Agora o que eu sei é que me divirto muito com estas minhas esquisitices. Eu sou tão certinha sempre que me faz um bem deixar essa louca sair um pouco pra passear.

Por outro lado também acho que nem faço nada tão ousado assim.

Só porque eu pego um banquinho e uso suas laterais e pés pra passar na minha bucetinha toda melada... Supernormal isso gente. Eu ainda nem virei um de pernas pra cima e sentei. Mas já estou considerando isso, a propósito... Encaixar na entrada da minha bucetinha e sentar até onde conseguir enfiar ele dentro de mim.

O que vocês acham?

Eu deveria tentar isso?

Por enquanto bxos a todos e aguardem mais o penúltimo capítulo que vem em seguida.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Samaythe a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível
Este comentário não está disponível
Este comentário não está disponível
Foto de perfil genérica

Que contos mais interessantes. Li todos e resolvi deixar uma mensagem aqui. Parabéns. Adoro me masturbar também. Queria manter contato com você. Meu e-mail é lana.figueira.1992@gmail.com. Beijos e aguardo retorno.

0 0
Este comentário não está disponível