De volta à cidade

Um conto erótico de Mariasafada
Categoria: Heterossexual
Contém 562 palavras
Data: 01/05/2020 10:24:37

Bom amigos, espero que gostem dos meus contos, para perceberem bem devem ler os anteriores. por ordem: "como descobri que sou puta", "Na aldeia" e "O meu padre".

Depois das muitas aventuras que tive com o padre e o Bispo, a minha avó faleceu. E já não fazia sentido à minha família permanecer ali, portanto os meus pais decidiram regressar a Lisboa. Na despedida com o meu padre chorei e ele disse-me que tínhamos sempre as férias para matar saudades e que não me esquecesse que seria ele que me iria casar, eu sorri e disse que sim.O meu namorado perguntou ao meu pai se podia nos acompanhar e como este fazia questão do nosso casamento disse que sim.E assim foi, regressámos todos a Lisboa.Ao fim de dois meses já todos estavam a trabalhar menos eu que terminava o meu curso.Um dia estava eu em casa entediada, sem nada para fazer e cheia de fogo na minha rata. Para acalmar decidi ir à praia, vesti um biquini, um vestido de algodão, chinelo no pé e lá fui até à Praça de Espanha apanhar o autocarro para a Costa da Caparica. Na praia, o calor parecia que me estava a fazer pior e estava doida para me vir, fui até à agua dar uns mergulhos para ver se arrefecia. Quando cheguei à toalha muito perto de mim estava um senhor sentado na areia, eu deitei-me na toalha e reparei que ele não tirava os olhos do meu corpo, eu então comecei a provocar, empinava bem o meu rabo, tirei a parte de cima do bikini e percebi o membro dele a crescer, mas nada de se chegar mais perto de mim. Estava a ficar frustada, então decidi levantar-me e ir embora. Fui na pior hora, estava imensa gente na fila do autocarro e eu já saturada daquilo tudo. Quando chegou a minha vez de entrar tive de furar um pouco e quando a porta ia fechar senti umas mãos empurrarem-me mais para dentro e mais um corpo entrou no autocarro. O meu corpo estava esmagado entre os outros corpos, quando senti um braço rodear a minha cintura e encochar ainda mais em mim, Senti um pau duro aninhar-se entre o meu rabo e começar a esfregar-se, Podia ter reclamado, mas a minha tesão era tanta que comecei logo a ficar húmida. Ele então empurrou-me um pouco mais para dentro do autocarro, esmagando ainda mais a minha pessoa contra os outros corpos. Senti a mão dele subir no meu corpo e agora roçava as costas das mãos nos meus mamilos já erectos. O meu cu começou a rebolar suavemente no pau dele e uma mão dele desceu até á minha rata que estava quente e húmida. Enfiou a mão dentro do meu bikini e começou a masturbar-me, toda aquela situação no meio dum autocarro cheio estava a deixar-me cheia de tesão. Ele então discretamente tirou o pau de fora e colocou-o entre as minhas coxas e começou num vai e vem lento mas cadenciado. Eu vim-me mesmo em cima da ponte 25 de Abril e ele logo a seguir. Guardou o seu membro e deu-me um beijo na nuca. Eu limpei as minhas pernas cheias da porra dele ao vestido e senti-me mais aliviada. Quando cheguei a casa feliz dei um beijo no meu futuro esposo e fui tomar banho.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive mariasafada a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível