Aguentei 18 amigos do meu filho num gang-bang: parte 3

Um conto erótico de Soraya
Categoria: Heterossexual
Contém 1388 palavras
Data: 01/04/2020 11:58:36

Depois da minha bucetinha ser judiada pelo Guilherme no banheiro, ainda restavam 17 homens com muita vontade me comer naquele lugar! Lá de dentro da casa eu ouvia muitas vozes masculinas conversando lá fora, gritando, rindo e farreando com meu filho.

Eu estava tensa! Gente era muito homem pra mim, não ia dar conta! O relógio marcava 7h45, em pouco tempo o Renato ia chegar ali e eu sabia que a coisa ia pegar pro meu lado. Ele é louco e eu sou piranha e essa combinação é explosiva rsrs! Estava na hora de acabar com toda aquela tensão e só tinha uma coisa que podia me ajudar: cerveja, muita cerveja.

Corri na cozinha e abri uma garrafa. Virei copos e copos! Queria ficar bêbada logo! Bebi tão rápido que a cerveja me deixou tontinha rápido, mas não tão tonta pra perder o fogo da xereca! Pelo contrário o fogo só aumentou.

Percebi que minha melhor amiga naquele lugar era a cerveja, o resto era homem querendo acabar com minha raça. A tensão foi embora e minha xereca ainda pegava fogo!

Vinte minutos depois Renato entrou na casa com mais uns 10 amigos do meu filho, quase todos com lata de cerveja na mão. Quando dei de cara com eles fiquei louca.

Renato foi muito sacana comigo! Ele estava todo vaidoso com os amigos, se gabando pra eles que era meu macho há muito tempo, que mandava em mim. Mais do que ninguém ele conhecia meu fetiche por ser submissa e adorar os amigos do meu filho me fazendo de puta rameira.

— Soraya, vem cá sua cadela! Onde você estava? — perguntou Renato.

— Eu fui na cozinha beber, Renato!

Todos ficaram impressionados como Renato me tratava e com meu jeito submisso de não me importar com isso. Renato então me pegou pelos cabelos e me virou de costas para os rapazes.

— Empina esse rabo Soraya!

Eu fiquei louca! Ainda bem que estava bêbada! Eu coloquei o copo de cerveja na mesa e me abaixei empinando meu bumbum. Renato suspendeu meu vestido com nenhuma delicadeza e me deixou de bunda de fora, depois me deu tapa forte na bunda! E depois abriu minha raba com as mãos pra todo mundo ver.

— Olha essa bunda galera! Olha essa bucetinha! — Renato dizia enquanto me exibia pros outros.

Morri de tesão por ser exposta desse jeito! Renato enfiava o dedo no meu cu e me exibia pra 10 machos. Eu comecei a ouvir comentários "que vadia ela veio sem calcinha! olha esse rabo! delícia! caramba é a mãe do rafa mesmo? mas que puta ela é!". Nossa, ouvir essas coisas me deixava morta de excitação!

De repente recebi um enxame de mãos masculinas no meu bumbum, me esfregando, me sentindo. Comecei a ganhar tapas e dedos no cu e na buceta! Várias mãos desconhecidas no meu rabo me comendo. Ai que sensação boa de ver 11 homens me comendo com as mãos, eu parecia atriz pornô kkk!

Renato pediu pra todo mundo se afastar, mas eles não queriam. Simplesmente ficaram loucos. A situação começou a sair do controle muito rápido! Renato pedia pra todos se afastarem e ninguém obedecia, todos queriam ficar ali me comendo com a mão. Renato precisou dar um grito de ameaça:

— Pessoal, está virando bagunça já! Se não afastarem vou levar a Soraya pro quarto e vou trancar ela lá até o fim da festa e ninguém vai comer! O macho dela aqui sou eu, estou só emprestando ela pra vocês!

Falando assim Renato conseguiu recuperar a liderança e os outros rapazes respeitaram, se afastando de mim. Ai que loucura, parecia que eu estava numa selva com homens da caverna me disputando! Isso era o máximo pra uma puta como eu!

Depois Renato me virou de volta me agarrando pelos cabelos e eu olhei pra ele morta de tesão.

— O que você quer Renato? — eu perguntei com ousadia.

— Ajoelha e mama Soraya mostra pra eles a puta que você é! Eu quero daquele jeito que você faz quando seu filho vai pra a aula e eu chego na sua casa! Daquele jeito! Com aquela vontade!

Cachorro! Eu não me fiz de rogada e ajoelhei nos pés dele. Renato se sentia o poderoso. Abri o zíper da bermuda dele e o pauzão já saiu duro e empinado pro ar. Só ajeitei os cabelos pra trás, fechei os olhos e caí de boca! Mamei feito uma vadia de esquina, pra delírio de todos que me viam.

Renato me segurava pelos cabelos e fodia minha boca como se fosse minha buceta, pra mostrar que eu era mesmo bem puta e aceitava tudo! Alguns riam, outros me chamavam de puta e eu vi vários tirarem o pau pra fora pra ficarem se masturbando enquanto me assistiam!

O tesão era imenso, coloquei minha mão na bucetinha e massageava ela enquanto a vara grossa do Renato fodia minha boca violentamente, escorria até baba no meu queixo.

— Ah cara que vadia! — gritou alguém.

Depois Renato me fez ficar de quatro no chão me arrastando pelo cabelo, fazendo questão de deixar meu rabo visível para os outros rapazes. Ele veio por cima de mim e começou a enfiar a vara no meu cu. Ele nem tirou a roupa, me penetrava vestido mesmo com o copo de cerveja na mão e o pauzão saindo pelo zíper da bermuda.

Cerrei os dentes de dor, Renato enfiava forte só pra mim reclamar de dor. A sorte é que eu já estava acostumada com aquele pirocão me comendo todo dia, não demorou pro pau entrar todo em mim.

Depois renato começou a me foder no cu como se eu fosse uma cadela de rua, enquanto me segurava pelos cabelos naquele chão frio da sala de estar. Eu gemia alto e gritava o nome do Renato, só pra encher a bola dele e me exibir para os rapazes. Eu tinha que aproveitar esse momento raro de vadiagem que poucas mulheres teriam coragem de encarar, mas não por falta de vontade.

— Ai Renato!!! Ai!!!!!

— Isso Renatão, não dá mole não! — alguém gritou e alguns riram.

Nossa eu estava me sentindo uma puta completa levando vara no rabo com uns dez me olhando e comentando, enquanto batiam punheta. Era o auge da putice rsrs! E pensar que meu filho estava ali tão perto, imagina se ele me pega assim?

Renato tirou o pauzão de mim, depois agachou e abriu minha bonda pra mostrar aos outros que ele me arrombou o cuzinho e eu estava toda aberta. Todos ficaram impressionados com minha capacidade de aguentar uma vara grossa e grande no cu.

Renato voltou a me comer e eu levei pau na bunda uns 10 minutos de quatro naquele chão frio, puxada pelos cabelos, enquanto eu massageava a buceta por baixo com a mão, rodeada de rapazes me olhando, doidos pra me comerem. Eu vivia um sonho de puta!

De repente Renato tirou o pauzão de dentro do meu cu e me fez ficar de joelhos, me puxando pelos cabelos. E começou a falar em alto e bom tom:

— Soraya mostra pra eles que você adora engolir minha porra!

Obediente eu mamei o pauzão do Renato de novo, enquanto masturbava ele. Renato colocou o copo de cerveja na mesa e começou a gemer, gozando. Então eu engoli o pau dele o quanto pude e Renato começou a jorrar gala quente na minha boca. Não deixei nada escapar da minha boca, a cada dois jatos de porra eu engolia um pouco.

Ele deu um rugido de prazer! O pau dele saiu mole da minha boca, limpinho e quase seco pois eu engoli tudinho!

Dar pro Renato em público daquele jeito mostrou a todos a putinha que eu era! Mostrou que eu não tinha limites! Se eu tinha algum respeito perdi tudo com aquela machaiada me olhando.

Eu mal cheguei e fui violentada no banheiro. Depois tive que dar em público pro Renato com ele me tratando feito puta. Comecei a ficar exausta já no segundo homem e faltava só mais dezesseis rsrs.

O nível de sacanagem da suruba estava muito alto e como puta que era eu logo comecei a me acostumar! Eu estava louca pra encarar o sadismo daqueles 18 machos sedentos, deixar a namoradinha de muitos ali no chinelo rsrs! Será que eu tinha limites pra homem sacana? Aguardem as cenas dos próximos capítulos!

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Comentários

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Adorei, muita adrenalina, Adoraria casar ou morar junto com uma mulher vadia, puta chegar em casa e encontrar ela dando pra outro, e até participar. Eu gosto de casadas e casais, mas adoraria ser corno. Caso encontre alguém aqui que queira viver isso me chama. robertosilva16@gmail.com Grande Vitória.

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Gata vc der ser bemmmmm cachorrinha mesmo limite pra que vai além disso vc passo já faz muito tempo se tiver coragem manda uma foto desse rabão pra min marcosmvkikuchi@gmail.com

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Nossa que delícia de conto eu só fico imaginando vc dando para 18 moleque novo tudo tarado manda fotos aí vai para dalvino1516@gmail.com.

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Soraya Soraya. Olha eu estou começando a adorar as suas histórias e as vezes queria estar na pele desse tal Renato. Continue escrevendo aasim

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Adorei, mais pensa no que te falei no conto passado ai ser uma o invada legal no conto valeu

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A personagem da narrativa, e o sonho de consumo de muito homem, pra casar e viver de putices, mas poucos tem coragem de viver com uma mulher assim, continue escrevendo, cada vez aumente mais o nível de putaria está ótimo.

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