Legado - Capítulo 4

Um conto erótico de Bento-Santiago
Categoria: Homossexual
Contém 1981 palavras
Data: 17/02/2020 22:34:11

CAPÍTULO 4 - NARRADO POR ANTÔNIO

Uma energia nova se apossou de meu corpo, um misto de adrenalina, medo, excitação e talvez desejo. Eu estava afim de ver meu primo despido, eu já tinha nadado algumas vezes com ele, mas o máximo que tinha visto era seu corpo apenas com uma sunga. Ele era magrinho, mas tinha um corpo definido, braços que estavam engrossando, mas não ficando enormes.

- Por que Jorge foi dormir no quarto de hóspedes? - Marcelo perguntou, desliguei o videogame e sintonizei no aparelho de DVD.

- Queria que ficássemos apenas eu e você priminho - vi uma rusga de curiosidade em sua expressão - Lembra que você ficou interessado em saber o que Jorge estava fazendo com o pau dele? Então, essa noite vou te ensinar algumas coisas básicas que você já deveria saber há tempos.

Sem esperar meu primo se pronunciar, fui até um baú que tinha entre minha cama e a cama de Jorge, era ali que colocávamos revistas pornô, DVD com filmes adultos e tínhamos também gel lubrificante para quando fossemos bater uma. Peguei algumas coisas e joguei na cama de Jorge, eu me sentei na minha cama e chamei Marcelo com o dedo, ele sentou ao meu lado, peguei uma revista e lhe mostrei.

- Essa aqui é uma revista pornô, revista de putaria, sacanagem, sexo, entende? - ele calado apenas confirmou com a cabeça - na escola você já deve ter aprendido sobre sexo, reprodução, mas as relações sexuais não servem apenas para gerar crianças, servem primordialmente para se obter prazer, as pessoas transam para gozar, para relaxar, tá me entendendo? - tentei falar uma linguagem mais rebuscada e fazer associações com as coisas que provavelmente ele aprendeu no colégio - Porém não é apenas em uma relação sexual, que você pode obter prazer e gozar, você também pode e deve se aliviar sozinho.

- Isso era o que Jorge estava fazendo? - ele disse - Se aliviando sozinho para gozar?

- Exatamente, chamamos isso de masturbação, ou bater uma punheta, fazer uma bronha, tem vários nomes, sempre que um cara fica de pau duro e ele não tem com quem transar, ele faz sozinho para relaxar a mente.

- Só homens que conseguem se aliviar dessa maneira? - sorri por dente, santa inocência.

- Não, as mulheres também conseguem se aliviar dessa forma, porém o nome é outro, nunca viu nenhum moleque dizendo que viu uma siririca? Olha essa página aqui, a ninfeta está se tocando e aqui nessa página ela goza consegue ver? - fui indicando o andamento da historinha que a revista contava - Está vendo esse homem olhando ela se tocar? Então é o padrasto dele, tá vendo que ele está com a rola dura na mão, ele também tá tocando uma.

Deixei que ele pegasse a revista e conferisse com seus próprios olhos.

- Isso não é errado? - ele perguntou - No colégio minha professora de ciências tinha comentado que o único objetivo das relações sexuais era a reprodução humana.

- Claro que não é errado Celo - passei meu braço por seus ombros, chegando mais perto - Esse papo furado é só por que sua escola é católica e ele são cheios de histórias, você sabe que a igreja católica sempre foi uma tirana, e só olharmos para a idade média - ele concordou - E outra você acha errado, buscarmos prazer? Precisamos tocar nossos corpos, descobrir como ele funciona, isso é autoconhecimento. Aposto que todos seus colegas já fazem isso há tempos, só tem vergonha de admitir uns para os outros, isso é a coisa mais normal do mundo, as meninas não curtem muito, mas sabe como elas são, cheia de frescuras, mas a gente é diferente, precisamos fazer isso é nosso meio de relaxar, se não enlouquecemos, o saco fica cheio de porra e podemos ter problemas de saúde, é sério.

- Como assim, saco cheio de porra? - não resisto e dou uma risadinha, resolvi não falar, apenas apontar na revista, quando o cara goza.

- Tá vendo essa gosma branca que sai do pau do cara? Essa é a porra dele, ou como você deve conhecer o esperma que sai do pênis, quando o cara ejacula - Você nunca viu uma cena igual a essa? O cara metendo o pau em uma buceta ou no cu?

Com mais uma de suas negativas, comecei a explicar como funcionava o sexo entre um homem e uma mulher, que geralmente o pau era metido na xota, porém algumas vezes o sexo era anal, entretanto, muitas mulheres não curtem, pois, doía muito, era mais viados que davam o cu por aí. Resolvi mostrar mais revistas e deixar que ele próprio fosse descobrindo as sacanagens que continham. Fui observando e vi que um volume começava crescer em seu short de dormir, o problema é que o short era um pouco grosso, ele podia estar apenas de samba canção de seda igual a mim. Mas ele já estava ficando com tesão isso era o mais importante.

Avancei mais um pouco e coloquei um filme em DVD, resolvi começar com filmes mais tranquilos, com toques de romance, mas com atores deslumbrantes, tanto o homem, quanto a mulher, e claro faziam um sexo bem gostoso. Era uma produção muito excitante, para iniciar Marcelo nos vídeos de putaria, esse estava ótimo.

- Se liga nesse vídeo aqui, é basicamente tudo que vimos na revista só que agora mais realista - comentei.

Deixei que ele fosse curtindo as cenas, principalmente as cenas de nudez, a sensualidade com que a atriz tirava cada peça de roupa, Marcelo nos primeiros momentos permaneceu mudo, completamente calado, ele só foi se manifestar nas cenas em que o homem começou a fazer sexo oral na buceta da atriz, vi que ele ficou vidrado nessa cena em específico. Os atores começaram a transar e eu sempre observando o volume do meu primo. Só quando o filme acabou Marcelo se pronunciou:

- Então isso que saí do pênis dele é a porra que você falou? - concordei com a cabeça - E por que ele gozou na cara dela, isso não é meio nojento?

Ri da ingenuidade do garoto e passei para o próximo vídeo, esse não tinha nada de fofo, eram várias cenas que aconteciam em uma borracharia, com aquelas típicas histórias, vi Marcelo expressão surpresa, quando ver o tamanho do dote do ator, que era realmente enorme, vi também ele morder os lábios ao contemplar os peitões enormes de uma atriz loira. Resolvi arriscar algo mais ousado e revelei meu pau duro, comecei a me punhetar, minha rola branquinha e reta apontava para cima, mas Marcelo sem sequer olhou pro lado.

- Celo se liga - toquei em seu ombro - Agora vou te ensinar a bater umazinha gostosa, abaixa seus shorts que já vou abrir o gel.

Vi uma carinha de dúvida surgir ao me ver sem cueca, mas ele concordou e abaixou seu short também, pude contemplar sua rola e era divina, mais linda do que eu imaginava.

- Mas só dá pra fazer com o gel? - ele perguntou me tirando do transe, me culpei por ficar tempo demais admirando seu caralho, não podia dar essa bandeira.

- Não dá pra fazer sem, mas a sensação fica mais gostosa com o pau todo melado com gel, o tesão vai a mil - expliquei e já fui jogando gel na minha rola, passei o pote para Marcelo que me olhou um tanto aflito - Quer ajuda?

- Como você vai me ajudar?

Não respondi, taquei gel na minha mão e levei até sua rola que estava quente, na hora que toquei senti uma pulsada, Marcelo deu um pulo pra trás, mas não larguei sua rola não, iria aproveitar bastante o momento.

- Calma cara, só vou espalhar o gel pelo seu pau, to só te ajudando - estava adorando passar meus dedos por aquela pica, que por sinal era mais grossa que a minha, após espalhar o gel fiz alguns movimentos de sobe e desce - É assim que você tem que fazer até sair o leite.

- Beleza agora eu faço sozinho, valeu - ele disse e concordei, porém o filme já não tinha graça pra mim, queria continuar batendo uma pro meu primo, ver o leite saindo daquela piroca, após uns minutos ele começou a dar pequenos gemidos - A cabeça fica muito sensível né? - concordei sem tirar os olhos dos olhos de Marcelo - Mas é uma sensibilidade que dá vontade de querer mais.

- Fica mais gostoso quando rola um troca troca - tentei.

- Como funciona? - ele me perguntou sorrindo.

- Você bate uma pra mim e eu uma pra você, assim um ajuda o outro.

Vi seu sorriso diminuir com a ideia, será que ele ia me achar gay por causa dessa proposta?

- Foi mal Toni, mas não to afim de pegar no seu pau não - ele deu um sorriso meio acanhado, só concordei.

- Sem problemas primo - dei de ombros - mas se tu quiser eu posso fazer em você, tem umas técnicas que faz o tesão ficar mais alto, posso te ensinar tudo, mas pra isso vou ter que pegar no seu pau - falei olhando para o vídeo, não queria ter que encará-lo.

- Beleza - comemorei mentalmente e voltei a pegar no pau de Marcelo, eu iria bater uma punheta inesquecível para ele, taquei mais gel o que deixou a piroca meladinha, comecei movendo minha mão devagar, depois passava meu polegar na cabeça da rola, o que fazia meu primo gemer e tremer as pernas, o safado estava gostando, conforme fui avançando ele foi se esparramando na cama, levantei sua camisa e ele não reclamou, fui dando dicas, falei para ele tocar em seus mamilos enquanto eu batia uma. Ao se tocar nos mamilos parece que seu tesão triplicou, ele gemeu mais, eu via em sua cara o prazer estampado e senti vontade de beijar seus lábios, mas não poderia cometer aquela loucura. Me animei mais ainda e com uma mão tocava seu membro, com a outra acariciava seus ovos, o que o fez arfar alto. Eu nem lembrava mais que estava passando um vídeo atrás de mim, mas Marcelo continuava vidrado olhando as cenas, eu estava praticamente de quatro em cima da cama, aproximei meu rosto de uma forma que conseguia sentir o cheiro másculo que meu primo exalava.

Ao ver a babinha que saiu do seu pau, Marcelo perguntou o que era, tive que lhe explicar detalhadamente o que era, mas enquanto explicava continuava masturbando aquela rola deliciosa, grossa e que deveria ter uns 18cm, grande para sua idade. Após explicar tudo ele voltou a posição meio que deitado, resolvi arriscar algo mais ousado, eu queria chupá-lo, eu precisava sentir seu gosto, fui aproximando, minha cabeça mais e mais, quando faltava pouco para abocanhar ele se afastou indo para o centro da cama.

- O que você tá fazendo Toni? Vai colocar meu pau na sua boca?

Gelei.

- Não eu ia - me enrolei, vergonha e medo era o que sentia - Pensei que você ia curtir, foi mal aí Celo.

- Beleza, mas prefiro só a mão mesmo, deixa que eu continuo - ele voltou a se punhetar e eu também, morrendo de vergonha, como fui dar uma dessas?

Senti que Marcelo começou a ter espasmos, e seus gemidos ficaram mais frequentes, ele acabou gozando em cima do lençol da cama, ele jorrou jatos de porra grossa e esbranquiçada, fiquei admirado com a potência da jatada, passei uma toalha para ele limpar, e disse que ele podia tomar um banho. Assim que ele saiu do quarto fiz algo que nunca deveria ter feito, mas tenho certeza que se tivesse como voltar no tempo faria tudo igual, me ajoelhei e lambi toda sua porra que estava ainda quente na cama. O gosto era diferente de tudo que já provei na vida, após finalizar passei os dedos por meus lábios apreciando o finalzinho daquele doce mel, ao levantar meu rosto, vi meu pai, me olhando um cara que nunca vi antes.

- Que porra é essa Antônio? - ele falou entredentes.

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Espero que tenham curtido, o que vocês acham que vai acontecer nos próximos capítulos? Aguardo sugestões, críticas e comentários. Abraços.

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Comentários

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Porra, Bento. Delícia demais esse conto. Vc não vai continuar? Já tô aqui imaginando o Marcelinho fodendo com os primos tio, pa e o padrinho. Bora continuar aí!!!

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QUASE PERFEITO NÃO FOSSE PELA FALA "...VIADO QUE GOSTA DE DAR O CU". ISSO É LAMENTÁVEL. MEU DEUS COMO MARCELO É RETARDADO. NOSSA ESSE PAI TÁ EM CIMA. NÃO DÁ TRÉGUA.

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Eitaaaaa

To achando q o Antonio vai ter q dar pro pai

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