Transei com a minha sogra

Um conto erótico de DUKA
Categoria: Heterossexual
Contém 2420 palavras
Data: 27/01/2020 00:35:37

Dizem que sou um cara boa pinta. Mas não é pra isso que estou aqui. Tenho 19 anos e há 6 meses namoro uma gatinha de 15. Nunca transamos, o máximo foram carícias mais íntimas. No réveillon viajei com a familia dela para a praia. O pai é um senhor de quase 80 anos, a mãe uma jovem senhora de 35 mãe de 3 filhos, minha namorada de 15, um irmão de 20 e outro de 5; minha sogra é uma mulher animada, gosta de festas, churrascos, praia...sempre foi muito simpática e brincalhona ao contrário do marido, um homem sério e muito cheio de formalidades.

A casa na praia era ampla, com piscina e a menos de 50 metros da praia, assim que chegamos logo tratamos de guardar as mochilas e nos prepararmos para o dia de sol. Ana minha namorada resolveu ficar em casa descansando, o pai dela não gosta de calor preferia um bom ar condicionado e um bom livro. Fomos eu, minha sogra e meus cunhados.

Enquanto os meninos se divertiam jogando bola eu e Liah minha sogra ficamos na areia aproveitando o sol de rachar. Eu particularmente observava aquele corpo todo delineado e enfiado em um biquine minúsculo. Me assustei quando ela pediu que ajudasse no protetor solar. Deitada na areia com o bumbum praticamente exposto era a visão do paraíso. Munido com o bendito creme comecei a passar a mão naquele corpo deslumbrante. Minha mão teimava em ir direto até aquela bunda.

_ Nossa Vinie pode passar a mão meu filho ...minha bunda não morde dessa forma não...

Minha cara foi ao chão. Continuei a passar o creme apesar da tensão.

_ Não sei o que acontece com vocês...não conseguem passar a mão em uma bunda sem ficar de pau duro...

Eu estava extremamente sem graça afinal aquela situação realmente me excitara. Dei um tempinho e corri para a agua na intenção de acalmar meu garoto.

Ao voltar, Liah estava de pé. A barriguinha chapada e aquele biquine que tapava o suficiente para que a imaginação de um homem entrasse em ação.

_ A água ta boa?

_ Tá puxando um pouco...

_ A temperatura Vinie...

_ Tá sim...

_ Bora lá?

_ Na água?

_ Claro! Detesto entrar sozinha...não sou uma boa nadadora...

Segui atrás dela rumo à agua. Ela tinha um andar gingado que salientava ainda mais o corpo. A água realmente estava uma delícia...puxava um pouco mas era só ser cuidadoso que não havia maiores perigos. Eu estava um pouco atrás dela, o vai e vem das ondas terminou jogando-a para cima de mim, senti sua bunda bater em meu pau...a afastei pegando em sua cintura mas ela deu uma empinadinha e tornou a encostar bem na cara dele...percebi que estava sendo proposital. Não deu para evitar que meu corpo reagisse e ela sabia bem disso, ao invés de afastar-se ficou ali roçando até que ele mostrasse seu potencial. Percebi quando sua mão tocou o cós da minha bermuda e começou a explorar descendo os dedos até tocar o elástico da minha cueca. Ela afastou o elástico e continuou a exploração até tocar na cabeça do meu pau. Eu prendia a respiração de nervoso.

_ Não acredito que a Ana esteja perdendo isso tudo...eu já teria me lambusado à muito tempo. – disse retirando as mãos e ficando de frente pra mim.

Sem maiores preocupações puxou minha mão colocando a por dentro do biquine, aproveitando o movimento da agua subiu para pousar sua genda na minha mão.

Já que eu estava no inferno tinha que abraçar o capeta. Não tirei a mão e com o dedo toquei seu clitóris. Liah soltou um gritinho levando a mão sobre o biquine me forçando a penetra-la com o dedo.

A situação estava tensa. Fiquei durante um tempo ali movimentando meu dedo num vai e vem que me matava de tesão; ela mordia os lábios gemendo e implorando que eu não parasse. Alguns adolescentes entraram na água e foi a oportunidade perfeita para que eu parasse com aquela loucura., me afastando daquela sereia .

Voltamos para a areia. Eu estava mudo. Coloquei a camisa no colo como forma de disfarçar o volume ainda grande.

_ Acho que esse reveillon vai ser bem animado... você não acha?

_ Olhei para ela que de frente pra mim com as pernas abertas ajeitava o fundo do biquíni.

_ Tenho certeza.

Decididamente Liah estava disposta a transar comigo. Era errado mas aquela mulher exalava sexo e eu era homem...

Mais tarde já em casa, Liah havia trocado o biquine por um shortinho e um top. Ana estava sentada ao meu lado.

_ Aninha meu amor o que você acha de irmos ao centro? Tenho que comprar algumas coisas ...seu pai ta cochilando, eu não estou com disposição para dirigir...Vinie você podia quebrar o galho e nos levar.

_levo sim, amor podemos tomar aquele sorvete que você falou;

_ Adorei essa ideia, vamos filhota os meninos não querem ir, daqui a pouco as visitas estão chegando.

_ Ah mãe, tá muito calor eu acho que estou com febre...o Vinie te leva né amor...leva o isopor e vcs trazem sorvete.

_ Ah não...filhota vamos...

_ Mãe não tenho saco para o mercado sou igual papai...o Vinie vai com você ...

_ Não sei como você saiu assim desanimada...vou trocar de roupa...

_ Ah mãe vai assim ta tão bonitinha ,,,não é amor.

_ claro.

Não havia como escapar das garras da Liah. Peguei a chave do carro e fiquei esperando.

Liah resolvera trocar o top por uma dessas blusinhas frente única...os peitinhos empinados estavam à vontade na ausência do sutiam.

Mal saímos da rua ela pediu que ligasse o ar, meu carro tinha os vidros escuros o que facilitava ela ficar mais à vontade. fomos direto ao mercado que aquela hora já estava lotado. Ajudei na lista de compras para não ser tão demorado. Colocamos todas as compras no porta mala.

_ Podemos ir? Ficamos de levar o sorvete...

_ Claro!

Entrei no carro, mal deixamos o estacionamento ela pousou a mão sobre meu pau. Não disse nada. Ela apertava com o intuito de vè-lo acionado...o que não demoraria a acontecer. A cidade estava lotada, não podia arriscar que alguém nos pegasse na quela situação. Liah desamarrara a blusa e a lenvatara mostrando os peitos duros e quase me fazendo provocar um acidente.

_ Você tá louca? Quase bato o carro...

Liah parecia não se importar muito...abriu minha bermuda soltando meu pau para fora...sem muitos pudores abocanhou a cabeça dele enquanto eu dirigia. Quando percebi o perigo que poderia causar parei em uma rua menos movimentada.

_ Não tem como dirigir com você nesse boquete.

_ vamos no farol, lá é afastado...

_ a cidade ta lotada...turistas tirando fotos você é casada e eu namoro sua filha sabia?

_ Pega a estrada pro farol eu sei um lugar...pode confiar

_ Se você tá dizendo...

_ vai reto em direção ao farol...quando começar a subir tem uma estradinha é só ir até o final

_ Que lugar é esse...

_ Vamos não faz muita pergunta garoto;

Depois de quase 20 minutos chegamos em uma porteira.

_ Desce e abre.

_ Mas é uma propriedade particular

_ Eu sei... pode ir logo você vai ver uma casinha, pare vou falar com o caseiro.

Paramos na tal casa, ela desceu e voltou com uma penca de chaves...

Andamos mais uns cinco minutos por uma estradinha bem cuidada e toda ladeada de canteiros...ao fim uma casa antiga, bonita.

_ pode largar o carro aqui... – disse subindo uma escadinha de pedra que levava a uma varanda que ladeava a casa, ela abriu a porta, a casa estava toda mobilhada, uma sala ampla alguns moveis antigos...

_ De quem é essa propriedade?

_ Era do avô da Ana... conheci o pai dela aqui...ele foi criado com meu pai.... a cada passo Liah largava uma peça de roupa pelo caminho. Ele era casado quando nos conhecemos, eu uma menina da idade da Ana, mas não era boba como ela...

No fim do corredor Liah abriu a porta, um quarto amplo com cortinas finas...uma grande cama

Liah abaixou-se em minha frente, abaixou minha roupa pousando a boca na cabeça do meu pau já duro. Sentia que meu pau latejava, sentia medo de que ele não aguentasse a pressão e jorrasse a qualquer momento. Terminei me enchendo de coragem e a arrastado para cama. Abri lhe as pernas, a pele do corpo contrastava com a pele da região pélvica denunciando que aquela safadinha tomava sol em pelo...um filete de pelos dourados compunham aquela região, a buceta era rosada, úmida...enfiei a língua, ela gemeu se contorcendo...forcei ela deixou escorrer um mel que chupei gota a gota. Os mamilos estavam durinhos...mordiquei com a boca ainda úmida de seu mel...enquanto meu pau buscava a entrada daquela gruta sedenta por um macho viril...meu pau escorregou pra dentro como uma cobra atrsa de sua presa. Liah gemeu alto. Empurrei com força. Ela se agarrou a grade da cama e eu forcei mais ainda enquanto ela gritava de prazer. Liah certamente gostava de homens brutos, potentes, pedia que a comesse com força...queria mais....eu estava prendendo o gozo para satisfaze-la estava totalmente dentro dela...explodi certamente dentro de seu útero Liah tremia, gemia, pedia que eu não parasse ...eu estava suado...ela apertava meu pau com a buceta me dando ainda mais tesão...finalmente acalmamos ....ela continuava tremendo, gemia e se contorcia de prazer. Eu jamais proporcionado a uma mulher um orgasmo tão intenso.

Eu ficara ali deitado me recuperando enquanto ouvia a respiração ofegante e os sussurros de Liah.

Era uma loucura estar ali transando daquela forma com a mãe da minha namorada...

Liah subiu em cima de mim...me beijou de forma ardente, enquanto esfregava sua buceta em meu pau.

_ Me fode de novo...nunca gozei dessa forma ....

Meu pau já estava duro novamente, no quarto havia uma mesa, levei Liah até ela, queria comer aquele rabo. A mesa era perfeita para aquela refeição, o rabo liso e rosado seria meu prato principal.

_ No cú não vinie...vai doer...nunca deixei...

_ Vai ser todo meu ...na praia você atiçou meu pau....

Na primeira linguada que dei em seu rabinho apertado ela soltou um gritinho ...fui delicadamente enfiando o dedo, brincando...senti que ela estava mais relaxada...tentei passar a cabeça. Ele gritou ...eu comecei a brincar com sua bucetinha até que consegui passar a cabeça...fiquei ali forçando, tentando alarga-la. Eu tenho o pau grosso e também é relativamente grande. Aos poucos fui ganhando aquele túnel apertado.

Liah apenas gemia, dizia que estava gostoso, que eu era seu macho...essas coisas que mulher na maioria diz para excitar o homem. Resolvi aprofundar mais minha expedição, coloquei um pouquinho de pressão, Liah deu um grito ...

_ Filho da putaaa me rasgou toda...

Deixei o pau lá dentro como se marcando território, ela estava nervosa, me xingava ... na tentativa de se desvencilhar provocava movimentos que aos poucos lhe proporcionara prazer.

Devagar fui dando pequenas estocadinhas, a bunda dela estava colada na minhas bolas...eu movimentava o pau de forma a acalma-la;

Dei inicio a um vai vem delicado que a fez pedir pra não parar. aumentei o rítmo até que ela pediu para meter tudo. Pronto o rabo era definitivamente meu. Um jato potente tomou conta daquele rabo. Fiquei ali dentro dela...Liah soluçava, gemia ... quando meu pau amoleceu eu a deixei ali na mesa ainda tremendo... voltei para a cama de onde eu tinha a visão privilegiada daquele cuzinho recém arrombado. O leite escorria por entre suas pernas.

_ Liah isso aqui tá muito gostoso mas precisamos voltar, seu marido, Ana...

_ Vamos tomar uma ducha? Tem toalhas aqui...

_ Mas eles vão ver que usamos...

_ Zelão me conhece bem...sabe que não estou aqui à toa ainda mais com um homem... não é a primeira vez que faço isso...você acredita que meu marido não sabe que eu dou pra outros caras? Claro que sabe... o que ele pode fazer? Quando quer me comer eu estou lá perninhas abertas para o papai e mamãe...boquinha safada para botar o pau dele duro. Mas não quero pensar nisso quero aproveitar cada segundo com você...vem;;;

_ Liah a hora...

_ Vem ...só mais uma ... – disse ela já se enroscando no meu corpo e me empurrando na cama... Liah montou em mim, os cabelos soltos, castanhos contrastavam com sua pele dourada, a marca do biquine realçava ainda mais os peitinhos durinhos e quentes. Gemi alto ao ve-la deslizar no meu pau...Liah mesclava movimentos sensuais ora rebolando , ora lançando o tronco para frente e para trás eu estava completamente alucinado...o ritmo aumentava a medida que estávamos mais excitados ...em um certo momento uma sensação percorreu todo meu corpo, me contorcia de tanto prazer juntos tremíamos um gemido forte tomou conta do quarto explodimos de prazer nos apertávamos com a respiração intensa, o corpo tremia em espasmos os gemidos , os sussurros era a sensação de estarmos morrendo em um prazer infinito.

Eu jamais imaginei sentir aquilo...lembrei de uma musica que minha mãe cantarolava que falava em “só morrer de prazer”. Ficamos ali depois nos abraçamos...Liah havia despertado algo em mim...

Tomamos um longo banho, estávamos como um casalzinho apaixonado... nos trocamos e paramos novamente no caseiro...Liah abraçara o velho homem e entregara a chave. Desci para ajuda-los a colocar cestas com frutas legumes ovos...

_ Zelão ele namora a Aninha...

O homem me olhou serio...como se desaprovasse.

_ Fica tranquilo, nossa princesinha está em boas mãos...eles não transaram ainda...mas a hora que fizerem sei que ela estará protegida...

Entramos no carro de volta a casa.

_ Liah você é doida...o homem me vê contigo e você diz que sou namorado da Ana...me senti um canalha.

_ Vinie vocês namoram não há como fugir...nós dois somos algo à parte.

Parei o carro na pequena estrada.

_ Algo?

_ O que vamos fazer? Eu não sei, você não sabe...trepamos muito e quero trepar de novo... você comeu meu cú... gozei como uma vaca.... a única coisa que sei é que quero que você me coma sempre ...como vai ser ? não sei...

Ela estava certa, eu também não sabia. Mas queria come-la de novo. Mas esta é outra história.

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Comentários

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Que delicia de conto, muito excitante, parabéns!

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Relato maravilhoso. Pau duro o tempo todo. Nota 10.

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