Os Crossfiteiros

Um conto erótico de Fmendes
Categoria: Homossexual
Contém 3833 palavras
Data: 06/11/2019 08:21:29

Quando entrei para o crossfit, segui essa onda atual. Sem saber ao certo como funcionava, apenas que prometia uma atividade de alta intensidade com grandes resultados. Porém, conhecendo a fundo, fui mais um dos que ficaram fanáticos pela modalidade. A competição, mistura da parceria dos membros e o desejo pela superação me ajudavam a cada dia melhorar mais e nunca estar satisfeito totalmente.

Ao longo das aulas, amizades vão sendo criadas. Pela afinidade com os mesmos tipos de treinos e as categorias, acabei ficando muito próximo de Rafael (estagiário do Box) e de Igor e Thiago, alunos como eu. Pegávamos o mesmo horário, o último, e quase sempre fazíamos os treinos em parceria entre nós.

Gostávamos de competir pelo timecap, PR, pela quantidade de repetições em complex. Mas ao mesmo tempo, éramos parceiros, sempre incentivando um ao outro a quebrar os próprios recordes. Com o tempo, a idéia de competir oficialmente começou a surgir e fomos treinando para isso. Rafael trabalhava no box nos turnos da noite de quarta e sexta, então aproveitamos bem esse período, pois conseguíamos ficar no box após o horário já que ele tinha a chave e a autorização do dono para treinar. Ele estava muito animado com nossa iniciativa, afinal o box era novo e pouco conhecido. Então a iminência de ter atletas competindo oficialmente com a camisa do box lhe agradou. Até Márcio, nosso Headcoach, ficava alguns dias depois da hora para nos ajudar e acompanhar nosso desenvolvimento.

Márcio dizia que nosso time era perfeito, pois tinhamos uma boa sintonia e cada um tinha um potencial que podia ser explorado. Igor, por exemplo, era o mais forte. Conseguia pegar cargas altas em LPO. Um negro musculoso, cabeça raspada, e um sorriso grande e muito bonito. Uma alegria agressiva que contagiava os outros, sempre usando de palavrões para nos incentivar

Thiago era um loirinho pequeno, olhos azuis, cara de garoto. Corpo todo malhado e esquio. Tinha uma flexibilidade invejável. Os exercícios de ginástica com ele eram moleza. Fazia inúmeras repetições gastando o minimo de energia.

Já eu, meu forte era a condição cardiovascular. Antes de ser crossfiteiro eu era maratonista e sempre gostei dos exercícios aeróbicos. Aguentava longos períodos de exercícios de cardio mantendo o pique. O que fazia grande diferença nas competições, onde ao final, muitos estavam exaustos e eu com todo o gás.

Rafael era o que podíamos chamar de nosso coringa. Era um atleta completo, equilibrado, e conseguia auxiliar em todas as áreas. Moreno, todo definido. Seguia uma alimentação regrada .

Márcio, nosso Headcoach era um homem de 40 anos, barba levemente grisalha e cabelos idem. Um corpo forte, todo definido, daqueles que foram cultivados desde cedo e com muito carinho, e nem a idade deixou amolecer. Márcio era um treinador muito legal. Sabia incentivar. Muito responsável.

A estratégia dele era clara. Queria que, quando competissemos oficialmente, fossemos como quarteto.

Competições em quarteto eram raras, mas ninguém ali estava com pressa. Até lá, fizemos apenas competições menores, em duplas para sentirmos como é uma competição. Sempre revezando as parcerias, conseguimos até boas colocações nas categorias iniciante e scale.

E a cada uma que passava, tinhamos sede de mais. Ficávamos até tarde nas sextas, no box, treinando arduamente. Nas quartas não podíamos ficar muito, pois todos trabalhávamos no dia seguinte.

Era uma sexta a noite, ficamos no box até depois de fechar, como de costume. Ia ser nosso dia de lixo, então iamos pedir uma pizza como lanche e treinando até ela chegar. Márcio ia treinar conosco aquele dia. Estava quente, era o mês de setembro ainda e já anunciava um verão escaldante por vir. Despimos as camisas fomos nos alongando relaxadamente. Márcio fez uma massagem rápida em nos, para liberar os músculos do estresse da semana.

"Caraca, Fabio. Ta tenso assim?" Ele disse, quando pegou nas minhas coxas. "ta cheio de nódulo isso aqui". Levando a barra do short, começou a golpear minhas coxas com agilidade. Aquilo doía demais no início. Eu trinquei os dentes e aguentei firme. Thiago e Igor riam de mim, pois eles haviam acabado de passar por aquilo e sabiam o quanto doía. Ao fim, fomos para o alongamento. Em algumas posições, acabávamos ajudando um ao outro a fim de ter maior dilatação. E foi numa dessas ajudas, que Rafael decidiu fazer uma brincadeira com Thiago. O alongamento consistia em Thiago ficar de joelhos, com o peito tocado ao solo e braços pra frente. Bunda, o mais empinada possível. Caberia a Rafael apenas empurrar as costas do amigo a fim de que as escápulas fossem levadas ao extremo. Todavia, ao invés de se posicionar a frente, como era esperado, Rafael chegou por trás do garoto e, ao pegar em suas costas, deu uma bela de uma encoxada.

Thiago levou um susto e por pouco não levantou de uma vez, mas Rafael o manteve preso solo

"Porra, viado. Sai dai seu puto" Thiago esbravejou. Não estava realmente zangado, mas também não estava a vontade.

"Shi. Shiii. Relaxa Thiaguinho. Relaxa, brother" Rafael fez biquinho enquanto zombava o amigo "fica tranquilo que o titio aqui sabe o que ta fazendo."

"Porra, sai daí" insistiu "tem mais o que fazer nao, viado?"

"Isso vai. Xinga vai, Thiaguinho". E de sacanagem, pegou na cintura do colega e começou a simular a penetração. "Vai garoto. Xinga teu macho vai."

Caímos em uma sonora gargalhada. Thiago, sem graça, tentava empurrar Rafael, mas a posição era desvantajoso pra ele. E depois de tentar mais, ele enfim desistiu, deixando os bracos caírem.

"Pqp. Eu mereço isso. Inferno "praguejou.

"Relaxa, Thiaguinho, relaxa. Deixa que eu cuido de vc"

E foi simulando a penetração. Depois de um tempo, Thiago já não lutava. Apenas apoiou a cabeça nas mãos em sinal de tédio, esperando a coisa perder a graça. Rafael não poupou, e colidiu forte a cintura contra a bunda do amigo. As risadas, aos poucos foram sumindo, até ficar o silêncio.

Rafael, em dado momento, pareceu ter percebido que a graça acabou e parou. Meio sem graça. Na verdade, por alguma razão, todos nós estavamos sem graça. Eu não sabia ainda. Mas aquela brincadeira inocente havia fomentado a semente que iria germinar ao longos dos dias que se seguiram .

Aquele, na verdade, ja foi um treino diferente. Na verdade, hoje eu percebo isso, foi um treino como qualquer outro. Mas talvez a minha percepção para cada coisa que ocorria é que havia se modificado. Eu sempre considerei o corpo de meus amigos bonitos. Comentávamos isso, brincávamos a respeito, mas eu comecei a perceber uma beleza diferente , vendo melhor aqueles corpos seminus, brilhantes de suor. Músculos que enrijeciam a cada movimento, salientando a cada hora novas fibras.

Os toques também, antes inocentes, me pareciam de alguma forma cobertos de seguntas intenções. Era comum nos abracarmos, em especial quando alguém batia uma meta ou demonstrava bom rendimento. Poderia ser impressão, mas pareciam que aqueles abraços estavam mais demorados que de costume.

Em um momento, Márcio foi me ajudar no push jerk, um exercício que consiste em levar a barra dos ombros até o alto em um movimento rápido e preciso. Enfim, ele ficou atrás de mim, para me dar suporte e quando eu peguei impulso para jogar a barra ao alto, minha bunda colodiu com a cintura dele. Não sabia dizer se isso já havia ocorrido antes, mas naquela noite ocorreu. Eu levei im susto e a barra escapuliu. Quase me machuquei. Sorte que meu reflexo foi rápido e eu consegui jogar a barra pra frente, que caiu com um estrondo. Todos pararam e foram ver o que tinha acontecido.

"Você esta bem, Fábio?" Márcio me virou oara ficar de frente pra ele "o que houve, a barra estava pesada?"

"Tudo bem aí, cara?" Thiago veio.

"Que susto moleque. Não se machucou não né?" Igor.

"Não. To bem. Valeu" ainda respirava com dificuldade. Não sei se pelo susto de quase ter me lesionado, ou se por aquilo que estava sentindo a respeito de meus colegas" to bem. Mesmo. Desculpa. Foi so distração. Não vai acontecer de novo"

"Tem certeza, Fabio?" Márcio questionou.

"Tenho" e tentamos. Dessa vez eu me concentrei. Todos ficaram acompanhando, preocupados. Mas o movimento saiu perfeito. Todos gritaram, comemorando. Igor me abraçou por trás, fazendo eu me sentir pequeno perto de um homem tão grande.

As roupas eram poucas. Os shorts, normalmente elevados ate quase a cintura para não atrapalhar a mobilidade, exibia as coxas malhadas. As costas, cada vez que as barras eram erguidas, mostravam todo o desenho dos músculos. E tudo aquilo, com o toque de aroma de macho que preenchia o ar. Suor, esforço e testosterona.

Eu e Thiago fizemos uma competição de remo e eu venci. O abracei longamente quando veio me parabenizar, Igor pra sacanear, veio junto e logo todos estavamos nos abraçando. Senti o corpo de Rafael atrás de mim, suado, forte, quente. Muito bem vindo.

Treinamos muito naquela noite. Atrevo-me a dizer que foi nosso melhor rendimento. Quando a pizza chegou, fomos as forras. Tiramos fotos, e postei no Instagram com a legenda "jogando no lixo todo o treinamento"

Tiramos uma foto de Márcio e Igor, que estavam fazendo pose tentando ver wuem tinha mais músculos. "#saifrango" brincamos, rimos e relaxamos depois de tanto esforço. Foi então que Márcio anunciou o que queriamos ouvir. Teriamos nossa primeira grande competições em São Pauoo, dali a 5 meses. Tinhamos tempo para treinar e também para juntar o dinheiro para a passagem e o hotel, caso necessário. Ficamos estasiados. Se já estávamos cheios de energia, ficamos mais. Fomos tomar banho. Tiramos as roupas e fomos nos lavando.

Quando Márcio se despiu, levei um susto com o que ele tinha entre as pernas. Acabou que as palavras sairam antes de eu pensar.

"Que porra é essa, maluco"

Nesse momento, todos olharam para o pau do coach. E que pau. Deu até inveja.

"Que isso, coach. Esqueceu de guardar a barra depois do Snatch?" Igor soltou essa pérola.

Eu simplesmente não tenho maturidade para essas coisas. Gargalhei, mas gargalhei tanto que as costelas doíam. E não fui só eu, todos ali. Márcio, coitado, tentava rir, visivelmente sem graça. Vermelho como nem o treino pesado havia conseguido deixar. Tapou o órgão com a toalha e sorriu, falando baixinho:

"Vocês são um bando de filhos da puta"

Aos poucos fomos nos acalmando. Com os olhos cheios de lágrimas, perguntei:

"Mas falando sério. Que porra grande é essa? Fiquei ate com vergonha de ficar pelado"

"É verdade, Márcio" Rafael entrou na pilha "tua esposa usa muletas ou já ta na cadeira de rodas?"

"Caralho, eu vou expulsar vocês dessa porra daqui a pouco" esbravejou, na farra, mas também incomodado em ser o centro das atenções.

"Ah , qual 6e coach. Nem vi. Mostra ai rapidinho" Thiago pediu "na moral, sem zueira. Fiquei curioso"

Rafael só ria, mas também nao deixava de ilhar para a região coberta pela toalha

Márcio então praguejoi e tirou a toalha, indo para o chuveiro e tentando ignorar a gente.

Igor pegou o próprio pau e deu uma mechida, para ganhar voluma

"Porra, e eu me orgulhando do meu" lamentou

"E eu, mano. Olha minha situação" Thiago tentou consolar o amigo.

"Mas vc é todo pequeno cara. Acaba ficando proporcional. Se fosse grande e ficasse de pau duro, ia morrer por falta de sangue no resto do corpo"

Rimos mais, até Márcio gargalhou de dentro do chuveiro.

Eu não falei muito naquele momento, meus olhos, correndo de pau em pau, de forma cuidadosa para nao ser pego. Já os tinha visto pelados antes, mas nunca seus órgão haviam despertado minha atenção. Comecei a ficar sem graça ao perceber que meu próprio pau começava a endurecer. Tentei tampar com a toalha, mas foi então que percebi que Rafael também estava ficando excitado.

Estava difícil de respirar. Não era fadiga, nem o calor, era uma apreensão. Ficamos pelados ali. Márcio saiu do banho e perguntou se nao iamos nos banhar. Eu vi que ele reparou no pau da galera. Olhou de um a outro, mas ficou quieto, ainda se enxugando.

"Cara. Que tensão. Deve ser a iminência do campeonato" Thiago quebrou o silêncio e todos nos agarramos a esta hipótese, concordando.

"Vocês precisam relaxar" Márcio falou, sentado, secando os pés "vocês são bons, e tem muito tempo ainda pra se preparar".

Ficamos em silêncio.

"Podia... Sei la... ter algo para nos ajudar a relaxar" falei hesitante, boca seca.

Mais silêncio.

"Sinceramente" Rafael começou, tentando parecer despretensioso "so uma punheta nessa altura"

Todos rimos, um riso forçado, sem graça, tenso. Até Márcio estava excitado àquela altura. Olhavamos de um a outro, esperando reações ou inciativas as quais nós mesmos não tinhamos coragem de tomar. Uma ligação frágil foi tecida, como um fio que bastava alguém dar pra trás que se arrebentaria facilmente.

Era óbvio que estávamos com medo de tomar a iniciativa. Fazer isso era se expor. E se alguém fosse covarde ou hipócrita para dar pra trás, então esse cara seria o viadinho da turma e ninguém queria esse rótulo. Meu pau latejava. Respirei fundo, e me acheguei um pouco para o lado, deixando a piroca de Igor, que estava mais próxima, tocar minha perna. Ele estremeceu e ficou me encarando. Não dava para decifrar o que seu rosto dizia. Com o coração a mil, ergui a mão de forma trêmula e agarrei seu pênis. Grosso, quente, pulsante. Silêncio opressor. Devagar, puxei a pele pra trás e a cabeça arroxeada apareceu. Massageei levemente, reparando em cada reação dele. A respiração forte, a boca entreaberta soltando baforadas quentes em meu rosto. Os mamilos rígidos e a musculatura do corpo contraída. Ergui a outra mão para o outro lado como um convite. Thiago, Rafael e Márcio se olharam, esperando. Então Rafael tomou a frente, oferecendo o próprio pau. O dele nao era mais fino, o saco tinha alguns pelos castanhos. O de Igor era raspado.

Masturbei Rafael levemente. Quando virei meu rosto em direção ao dele, sua cara estava quase colada na minha. Ele lambeu os lábios e me deu um selinho, rápido, incerto. Não fiz qualquer reação, nem negativa ou positiva. E ele repetiu. Duas, três vezes. Depois, deu um mais longo, enfiando a língua na minha boca, invadindo rapidamente e depois tirando. Eu comecei a retribuir, dando vários beijos estalados nele, como um duelo de lábios. Senti as mãos de Igor participando. Uma, pegou em meu pau, a outra invadiu minhas nádegas e a ponta dos dedos brincaram com o orifício. Fiquei na ponta dos pés para facilitar seu acesso.

Cansados de apenas olhar, Thiago e Márcio se uniram a nós. Márcio, com delicadeza, interrompeu nosso beijo e pegou meu rosto, puxando a cabeça de encontro a seu pau. Abri a boca o máximo que pude, para comportar aquele membro, chupei, sentindo aquele gosto inédito que passaria a apreciar tanto. Rafael entao baixou o rosto em direção ao peitoral do coach, e chupou e mordiscou os mamilos, fazendo ele gemer. Thiago, naquele momento, também baixou para chupar o pau de Igor. Igor, por outro lado, se mantinha de braços abertos, massageando as nadegas de thiago com uma mão e me dedando de leve com a outra.

Não sei quanto tempo ficamos ali, naquela parceria, nos revezando entre beijos e caricias. Não sabiá mais quais mãos me tocavam e quais corpos eu acariciaciava. Estava perdido naquele mar de prazer. Sem distinguir nada do que via, ouvia ou sentia. Só fui despertado quando ouvi os espasmos frenéticos de Rafael. Eu tinha seu pau em minha mão, que pulsava violentamente. Seu corpo estremeceu, e seu rosto se contorceu em delírio. Lembro de ele apoiar a mão com força em meu ombro para não desabar, quando seu pau começou a jorrar o líquido branco. Aquela cena de orgasmo era o que eu precisava para me perder também. Márcio massageava meu saco quando eu comecei a gozar, sujando sua mão. Thiago e o coach foram os próximos, quase sincronizados. Igor era o único sem gozar, olhando para nos estasiado. O golpe de misericórdia foi quando Márcio se agachou atrás dele, abriu suas nádegas e sem delongas, introduziu a lingua direto no orifício. O negão abriu a boca, mas não emitiu sons. Em um instante, ficou na ponta dos pés e quase desabou a frente se eu e Rafael nao estivéssemos ali para apartar. Ele tremia. E quando sua voz enfim se soltou, foi um gozo tão alto e grosso que parecia que estava gritando. Estávamos suados, esbaforidos, fadigados do exército. Mas aquele momento havia nos dado uma revigorada nas forças nunca antes experimentado.

Não sabiamos o que dizer uns aos outros, então nos calamos. Limpamos aquela sujeira e fomos nos lavar. Nos despedimos e fomos para casa. Dormi como um anjo aquela noite

Não falamos daquela noite, não por vergonha, mas por que não era necessário. Não nos sentimos na obrigação de nos explicarmos, nem exigimos isso dos demais. Estava tudo na base do não dito. Da mesma forma, jamais nos convidamos novamente para um repeteco. Acontecia quando tinha que acontecer, naturalmente. E passou a acontecer muito nos dias que se seguiram. O box vazio era nosso lugar, nossos treinos eram nossos pretextos. Ali, com os corpos suados, músculos trabalhados, nos tocávamos sem pudores. Não tinhamos vergonha de dar aquela pegada no pau do amigo, para parabenizar por um bom desempenho, ou abraçar por trás alguém quando queria comemorar uma vitória. As vezes, esses toques quase inocentes levavam a gente a interromper o treino por alguns segundos, tirar as roupas e aliviar a tensão ali mesmo, entre os aparelhos.

Lembro ainda da lingua de Igor invadindo meu ânus, logo após um exercício de Back Squat (agachamento com a barra nas costas). Eu tinha acabado de botar a barra no hack e Igor, simplesmente movido pela vontade, chegou por trás de mim, beijou das minhas costas até minha bunda, arriou meu short e me beijou onde eu mais gostava de ser beijado.

Outro dia, estava com Rafael me auxiliando no exércicio de abdominal. Ele se ajoelhou em cima de meus pés, apoiava as mãos em meus joelhos e contava minhas repetições. A certa altura, sua mão foi alisando minha perna. Com um sorriso safado, desceu, escorregando a mão por dentro de minha bermuda, massageando meu saco. Não demorou muito para ele por meu pau pra fora e dar aquela mamada. Enquanto uma de suas mãos alisava meu peito, puxando a manga da camisa regata de forma a expor o mamilo.

Quando a criatividade nos atingia, dávamos asas a imaginação. Como quando estávamos treinando Hand stand walking (caminhar de ponta cabeça. Plantando bananeira) e foi a vez de Thiago vir caminhando em minha direção. Ao chegar, sem avisar ou sem realmente me dar conta do que eu estava fazendo, o abracei pela cintura e o tirei do chão. De cabeça para baixo mesmo.

Parecendo entender o que pretendia antes mesmo de mim, Rafael veio e tirou a bermuda do amigo, deixando-o nu. Thiago apenas ria. Aquele riso imocente de quem não sabia o que ia acontecer, mas tinha total confiança nos amigos. Seu riso só se calou quando minha lingua passou pelas suas bolas e escorregou até deu rego. Nesse momento ele agarrou em minhas pernas e gemeu. Ele era leve e muito flexivel, abriu as pernas num angulo de 180 graus, me dando acesso total ao ânus. Chupei muito naquela posição. Meus amigos e meu coach voltaram ao treino, como se nada demais estivesse acontecendo, embora dessem uma espiada de vez em quando. Quando acabei, Thiago estava tonto, com a cabeca vermelha por ficar tanto tempo de ponta cabeça. Mas satisfeito. Se vestiu, e voltamos a treinar na normalidade.

Mais rapido do que esperávamos, o tempo passou e a competição chegou. Fomos para Sampa inspirados e ansiosos. E a coisa fluiu. Nossa parceria, mais afiada que nunca, transformou uma competição que tinha tudo para ser tensa, em algo prazeroso. Não ganhamos, ficamos em terceiro lugar. Mas comemoramos nossa conquista mais que os primeiros colocados. O dono do box ficou encantado. Afinal, um box desconhecido até entao, em sua primeira competição profissional. Foi uma verdadeira vitória.

Fomos para o hotel, nós cinco, e comemoramos como só nós sabiamos. Aquela noite foi especial de muitas formas, além de nossa conquista, foi também a primeira vez que penetramos uns aos outros. E como tudo o que dizia respeito a nó, a coisa fluiu naturalmente. Thiago foi o primeiro, foi para a cama, sem dizer nada e ficou de quatro, pernas abertas, aquela bunda pequena e redonda, nádegas a mostra, revelando o pequeno orifício. Não disse nada, só aguardou. Rafael logo se prontificou. Abriu a bunda do amigo e deu duas cuspidas grossas, que acertaram em cheio o buraco. Depois, com calma, introduziu o membro. Cheguei até a suspeitar que Thiago não fosse virgem ao ver a facilidade com que o pau de Rafael deslizou pra dentro. Mas o tesão tinha de seus truques e eu entendi isso quando fui penetrado pela primeira vez naquela noite. Foi Igor, que me deitou de barriga pra cima, pegou minhas pernas e apoiou em seus ombros, puxou meu corpo para perto dele, sorriu e enficou. Eu abri a boca sem conseguir emitir som. Aquele pau me dilatanto foi uma sensação muito difícil de descrever

Nosso coach foi o prato principal. De começo, meio timido, tinha receios se conseguiria ser penetrado. Mas nós botamos pilha, alegamos que aquela noite só seria completa se pudessemos mostrar a ele como estávamos gratos pelo treinamento. Que queríamos mostrar a ele tudo que haviamos aprendido. Aos poucos, conduzimos ele para a cama, o pusemos de quatro e eu tive a honra de ser o primeiro. De disvirginar aquele rabo. Ter aquele homem grande, forte e mais velho gemendo na minha pica foi... Nossa... Indescritível. Eu me agarrava naquelas costas largas e metia, primeiro com delicadeza, e depois, vendo que estava pronto, com força. Gozei fartamente dentro dele. E dei lugar para Igor. Que meteu com violência e presteza. Márcio gemia grosso. Rosto vermelho, olhos arregalados e boca aberta para conseguir respirar. Ele olhava para a gente ainda sem acreditar no que estava acontecendo. Parecendo perdido em meio aquele prazer que estava sentindo. Depois de Igor. Foi Thiago. O pau de Márcio babava, balançando a cada estocada que recebia de seus alunos. O ultimo foi Rafael. Todos gozamos, menos nosso treinador. Que parecia ainda insaciável. Sem combinar, o viramos de barriga pra cima e o devoramos em conjunto. Como uma matilha de hienas na carniça. Beijamos, lambemos e chupamos seu corpo musculoso. Um balé caótico. Marcio não se mexia. Apenas ficou estirado de bracos abertos. Olhando fixamente o teto, olhos brilhando refletindo a luz da lâmpada, e gemendo.

Thiago foi o sortudo que estava com a boca no órgão do coach quando este gozou. E de forma egoísta, bebeu tudo, não nos deixando nem a chance de vislumbrar o gozo. Mas não íamos brigar com Thiago aquela noite. Não estavamos em condições de brigar com ninguém. Dormimos amontoados mesmo, e fomos embora na manhã seguinte, carregando nosso maior trofeu, nossa parceria.

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Comentários

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Caralho que tesão, um dos melhores que você já postou

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