Musa do verão

Um conto erótico de Chocolate quente
Categoria: Heterossexual
Contém 1046 palavras
Data: 06/10/2019 11:03:32

Como corriqueiro estava indo para faculdade quando me deparo com uma uma mulata baixinha encorpada entorno de 28 anos.

Fiquei bobo olhando do há e inesperadamente ou esperado já olhava fixo para ela, ela me olha e sorri e ri do meu jeito bobo, aproveitei do momento para me recompor e ir falar com ela.

Feita as devidas apresentações descobri que seu nome era Lara havia se transferido de faculdade para fazer biologia.

Logo de cara já pedi seu telefone e sai correndo, pois tinha prova, mas quem disse que eu conseguia pensar em algo além daquele corpo e suas curvas, sua bunda empinada e aqueles lábios.

Assim que sai acabei indo para casa e dormindo e infelizmente esquecendo de dar um alô para aquela musa, contudo para minha alegria havia seu bom dia em minha notificações, começamos a conversar o que perdurou até o boa noite.

No momento apenas a química das palavras já fazia me ficar excitado há espera de uma oportunidade com aquela musa.

Pouco a pouco nossa conversa ficou cada vez mais fluida e as indiretas picantes começaram a salpicar nossas conversas, já era nítido o tesão e a vontade que exala.

Em minha ousadia após a academia lhe enviei uma foto de bermuda sem cueca deixando meu membro nitidamente marcado na superfície do tecido, passado alguns minutos recebo a respostas “ vc só sabe me provocar, me maltratando desse jeito, eu no estágio e não posso fazer nada" seguida de uma carinha triste.

Fiz do momento a oportunidade e a convidei para um vinho em minha casa, ao longo do dia viria a ser uma constante tortura e agonia o relógio era inimigo do meu tesão.

Mas já era hora nosso encontro não tardou a chegar, lhe aguardei com uma vestimenta simples uma polo branca, shorts bege e alpargata, um leve perfume, o vinho na geladeira já detinha no liso vidro a camada fina de gelo, tudo pronto e quando olho o celular já havia mensagem dela dizendo que havia chegado.

Fui até o portão e o que vi era belo uma mulata de 1,70 vestido curto vermelho, sapatilha aberta, cabelos negros longos e em seus lábios um batom marrom, simples porém bela, exalando feromônio do que prometia ser uma noite inesquecível.

Adentramos a casa, sentamos no sofá conversa amena, com uma constante troca de olhares que cruzavam e revelavam desejo apenas aguardando o momento do enlace.

Não era demais dizer que naquele momento, naquele ambiente imperava um clima de dominação, desejo, sedução e uma atração que atravessava os tecidos que nos cobria, ousei e repousei minha mão sobre a sua e instintivamente o arrepio veio era um caminho sem volta.

Debrucei meu corpo lançando minha cabeça próximo a sua orelha, a respiração era pesada, rápida, e ao abrir dos meus lábios disse “ serei teu, e você minha, hoje liberte seu instinto mais primitivo e permita que eu o domini"

A ausência de palavras era o consentimento que necessitava, beijei a ponta de sua orelha, tornei a olhar em seus olhos e tirei seus óculos, beijei sua face até o encontro de nossas bocas, o silêncio se quebrava nos estalos de lábios.

Puxei sua cintura sobre meu colo, ela liberava aos poucos a felina que saudava o encontro de dois animais, rebolava solta, enquanto beijava seu pescoço, o desejo estava exalando, exaltado subi minha mão pelas suas costas de encontro a seus cabelos, enquanto a outra laçava sua cintura, jogando lhe sobre as almofadas retirei seus sapatos, beijei seus pés, explorei seu corpo por sobre o tecido e o calor saltava a pele.

Aos poucos as demais peças encontravam o solo, o tesão já era um grito de prazer que cortava o silêncio da noite adentro, sem medo da opressão o orgamos era eminente, sem o encontro completo tal sentimento era de cumplicidade e de entrega ao momento.

Com olhar de quem assumi o comando retira em um só ato meus panos, meu falo melava o tecido de minha cueca e ela o beija e tira o de suas correias liberta ao prazer de sentir teus lábios por sobre a pele, degustava havidamente sem pena e sem pensar no tempo.

Era uma orquestra Meu gemido misturava se a de amantes, sem gozar trouxe teu corpo junto ao meu selamdo com um beijo o desejo animalesco.

Meu falo encontrava-se proeminente de fronte ao seu destino., A coloquei de quatro, não poderia ser outra posição se não a de dois animais, a cabeça respingando melado friccionava por sobre seu clitóris anunciando a invasão e aos poucos tornava se completo o encontro, e o silêncio usurpador momentâneo do prazer já tinha por findado teu curto reinado, pois o gemido de uma fêmea ecoará na constância do encontro de nossos corpos.

Era poesia, era prazer, era sacanagem, iniciava se o constante choque entre nossas peles seguido pelo gemido que anbientava o momento deixando claro sua entrega ao momento.

Meu falo melado mergulhado na profundeza de suas carnês sentia ocorrer de seus líquidos que pré anunciava o surgimento do segundo orgasmo, junto dele o desejo por mais, a fêmea exercia sua dominância ao olhar por sobre os ombros e empurrar me dê encontro ao sofá e sentar se como dona, e a continuar o movimento de encontro de nossos corpos, seus seios balançavam e eu chupava era difícil continuar o pré gozo já rondava.

Mais o desejo que se confundia com a fome de mais do êxtase do momento, não podia ser efêmero, queria pela eternidade sentir o contrair do músculos de sua vagina por sobre meu pau, mas era inevitável afinal, por mais que do momento sejamos animais ainda somos de carne.

E o contrair dos músculos, o enrijecimento, a cabeça sobre saia cada vez mais o gemido se misturava era a hora do encontro de nossos líquidos, seguido por um gemido agudo era uma mistura, era prazer.

O esguicho era quase que dolorido, a cabeça estava sensível, nossos corpos melados, pela extensão da carne sentia a mistura que se fazia ali descer de e encontro ao meu saco, ela sorria.

Seu corpo recaia sobre o meu, nossos sexos desgrudavam aos poucos, o silêncio fazia hora e o beijo já não era estalado, era carinho, seguido por sorrisos, dormimos..

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