No casamento dele.

Um conto erótico de mrpr2
Categoria: Homossexual
Contém 4452 palavras
Data: 09/09/2019 22:13:08

No casamento dele.

Meu amor sobe as escadas e eu estou logo atrás admirando seu belo traseiro nesta calça social cinza. Ele vai pelo corredor verificando o canhoto da passagem ate parar identificando nossos assentos.

_ Me da aqui sua bagagem de mão você entra primeiro porque seu acento é na janela.

Diz ele.

Me sento e alguns minutos depois vejo o avião começar a se mover, indo bem rápido ate alcançar voo e so assim consigo relaxar, seguro firme a mão do homem que está ao meu lado, meu homem e assim que vejo as nuvens e as casinhas bem pequenas la de cima solto o ar e beijo aquela grande mão e começo a rir feito um bobo lembrando de tudo o que aconteceu.

Não sei se você vai conseguir compreender ou me acompanhar, mas tentarei ser mais claro possível.

Meu nome é Santiago e estou agora mesmo dentro de um avião voando ao lado do meu amor para bem longe de uma imensa confusão que começou a muito tempo atrás, mas que culminou anteontem na festa de casamento dele. Isto mesmo que você leu eu roubei o noivo da festa e estamos fugindo neste exato momento kkk. Mas para você entender melhor esta história vou voltar um pouco no tempo.

Eu era um garoto brincando de carrinho na porta de casa com outros amigos da mesma faixa etária quando vejo um garoto sair de um carro e logo atrás parar um caminhão cheio de coisas, moveis e caixas. Nós olhamos eu sorri e ele correspondeu o sorriso e disparou correndo ao meu encontro, parou centímetros de mim e perguntou se podia brincar também. Eu estava agaixado me levantei logo entregando meu carrinho para ele, peguei outro carrinho e saímos correndo junto com os outros garotos brincando com nossos carrinhos. E foi assim que conheci Frederico ou melhor o Fred.

Desde aquele dia da mudança nunca mais nos desgrudamos, onde um estava podia procurar o outro que era certeza que iria o encontrar também. Como morávamos em uma cidade pequena, bem pequena mesmo, a turma da escola era praticamente a mesma do ensino fundamental ate o fim do ensino médio, claro que salvo aqueles que se mudavam ou dos que repetiam ano, raras exceções e não foi diferente conosco. Fred e eu cursamos todo o período escolar juntos, nos formamos juntos e antes da formatura teve uma festa apenas com os formandos e alguns professores convidados, os mais legais claro. E foi neste dia que bebemos pela primeira vez, Já havíamos tomado alguns goles de bebida alcoólica antes mas não como aquele dia, naquele dia bebemos mesmo.

Já tinha algum tempo que eu sentia uma atração forte por Fred e ele em alguns momentos principalmente quando estávamos a sos que ele parecia sentir o mesmo por mim e ate já havia retribuído com alguns toques e ate já havia rolado umas duas vezes “mão amiga”, mas nada além disso.

Eu sabia que Fred estava ficando, bom naquele tempo não usávamos este termo, mas ele estava de rolo com Alzira, uma garota da nossa turma, mesma faixa etária e seria com ela que ele iria entrar na formatura e eu morria de ciúmes dela, pois foi por causa dela e boa parte do tempo que eu tinha com Fred foi tirado de mim. Ver os dois juntos, de mãos dadas, abraçados me causavam uma raiva, um mal humor que era difícil disfarçar e nenhuma das minhas desculpas colavam mais e sinceramente eu nem procurava mais dar alguma.

Fred fingia não notar e Alzira, há que raiva eu tinha daquela garota fazia questão de me irritar ela sabia que aquilo me atingia, mas gostava de mostrar que ela era quem estava com ele. Acariciando e beijando o namorado em minha frente de forma bem carinhosa e escancarada, claro que as vezes, principalmente quando tinha muita gente por perto Fred freava um pouco a assanhada, mas isso não há continha por muito tempo e logo ela o estava agarrando de novo.

Quando ele conseguia dar um perdido em Alzira e estávamos so nos dois juntos principalmente quando estávamos em meu quarto jogando ou lendo alguma revista de game, quadrinhos ou de putaria a história era outra. A primeira coisa que fazíamos era trancar a porta do quarto e Fred tirar a camisa ele gosta de se exibir para mim, sempre gostou de se exercitar, jogar bola, fazer musculação. Eu por outro lado so curtia jogar vídeo game mesmo, futebol so com o console na mão e as vezes ir vê lo jogar, academia até tentei por conta dele claro, mas acabei desistindo. Talvez este tenha sido meu erro deixar de estar a todo momento com ele como eu fazia quando era criança, deixei espaço e outras ideias afloraram naquela cabeça. Ideias colocadas por aqueles bombados da academia e por aqueles jogadores que viviam com uma maria chuteira a tira colo e claro para não ficar para tras Fred também quis ter uma namorada para exibir e este posto eu não podia ocupar.

Voltando a festa, eu sabia que Fred e Alzira ainda eram virgens e ainda não tinha acontecido nada mais além que os beijos e alguns sarros, mas por sorte Alzira por mais safada que fosse tinha um pouco de medo do sexo e de que seus pais descobrissem. Sim os tempos eram outros, nem faz tanto tempo assim, mas em cidades como a que morávamos o tempo anda um pouco mais devagar e ainda se tinha muito destes princípios que hoje são considerados ultrapassados.

Fred assim como eu estava com os hormônios a flor da pele, como eu sabia disso? Seu pau estava sempre duro, as revistas de quadrinho ou de games já não tinham mais tanta atenção como antes as que ficavam mais tempo na sua mão agora era as pornôs e seu pau tinha se transformado em seu console favorito. Por sorte ele não se importava em bater em minha frente, enquanto eu jogava, claro que aquilo era também uma forma de exibição, de me excitar, de me enlouquecer.

Fred deitava em minha cama ajeitava o travesseiro e sem camisa abaixava um pouco seu calção exibindo seu cacete e começava a se punhetar, ele não tinha pressa pois sabia que ali não seriamos incomodados. Calmamente ele foleava a revista ate encontrar alguma foto que lhe chamasse mais a atenção e assim cuspir na mão e acelerar os movimentos de vai e vem, as vezes soltava a revista e acariciava seu peitoral enquanto com a outra mão subia e descia a pele daquele mastro enquanto eu ficava ali no chão de pau duro quase explodindo dentro do short louco para subir ali e abocanhar aquele cacete e saborear todinho, mas tinha medo de estragar nossa amizade.

Como eu havia dito antes duas vezes aconteceu “mão amiga”, as duas vezes aconteceram quando meus pais não estávamos em casa e Alzira tinha se recusado a transar com Fred, sei disso porque ele me contou chegando em minha casa com o pau quase estourando na calça jeans. Nem bem chegou e já foi logo tirando ele para fora procurando uma revista debaixo da minha cama se sentou e disse.

_ Cara preciso me aliviar logo antes que meu pau exploda! Olha so como eu estou!

Disse me mostrando seu cacete duríssimo já soltando uma babinha transparente.

Fui ligar o vídeo game, mas ele me mandou sentar ao seu lado e bater uma também e me espantou quando ele propôs.

_ Cara sabe que você é meu amigo a anos e o que mais confio, não sabe?

_ Claro que sei, fala ai!

_ O que acha de você tocar para mim, se quiser toco uma pra você também, mas quero gozar e queria sentir outra mão.

_ Ok, mas não conta para ninguém.

Disse eu morrendo de vontade, mas sem querer que ele percebesse.

_ Claro sera um segredo nosso.

Finalmente peguei naquele pau quente, meu coração disparou, meu pau ate soluçou e não demorou muito para eu gozar.

_ nossa você também estava necessitado hem?

Nem respondi apenas me dediquei ainda mais naquele cacete moreno maravilhoso com a base cheia de pentelhos aquele cheiro másculo que vinha de meu amigo me deixavam louco eu estava hipnotizado por aquele cacete fui chegando perto, Fred fechou os olhos colocando a cabeça para trás minha cabeça estava centímetros daquele cacete, minha boca babava por aquele membro ate babei para lubrificar ainda mais minhas mãos ouvindo Fred gemer de tesão eu já estava com a boca quase nele quando fui surpreendido por uma gozada que acabou em minha cara. Me assustei, Fred gemeu alto gozou forte e fartamente, minha cara ficou super suja e ele riu bastante fui me lavar no banheiro e claro que provei um pouco e gostei do pouco que saboreei.

Depois ele não tocou mais no assunto ate um dia que ele chegou em minha casa com uma fita cassete de putaria hetero, ele sabia que meus pais não estavam em casa e que iriam ficar ate domingo na casa dos meus avós então se convidou para vir dormir “comigo”, bem que eu queria dormir agarradinho com ele, mas novamente rolou a punheta, mas desta vez ele ficou vendo o vídeo e nem precisou pegar no meu pau eu o punhetei o tempo todo ate ele gozar muito naquele peitoral delicioso e ate deixou eu brincar um pouco com a porra espalhando em seu peito.

Enfim.

Estamos na festa altos pela bebida, eu estava feliz, por estar me formando, feliz por estar vendo Fred so de sunga, mas com raiva por Alzira ficar embasando no pe do meu amigo, mas minha hora iria chegar.

Como sempre Alzira atiçou o máximo que pode Fred tanto para excita lo e deixa lo com mais vontade de transar quando para me fazer ciúmes e raiva. O cacete de Fred quase rasgava a sunga o que o vazia entrar na piscina constantemente e Alzira ia atrás e ficava esfregando sua bunda com aquele fio dental enfiado. O dia se passou e os pais de Alzira vieram busca la parece que iriam a igreja. Alzira quase fez um escanda lo para que Fred a acompanha se, mas como ele havia bebido preferiu ficar, para aproveitar longe dela claro, mas também para não ser chamado a atenção já que os pais de Alzira eram bem conservadores. Detalhe pais conservadores e biquíni fio dental não combinam ne? Ai como eu queria ter um celular com câmera nesta época... enfim.

Alzira se foi e algumas outras pessoas também a chácara que alugamos para a festa ficou com poucas pessoas, mas ainda assim a festa continuou animada. Jogamos Fred, alguns amigos e eu bola na piscina ate uma musica bem agitada começar e todo mundo ir para a pista. Estava muito divertido, mais bebida, som alto, nos semi nus e logo o pau de Frede estava fazendo de sua sunga uma verdadeira tenda de circo, quando ele percebeu saiu correndo em direção a piscina e deu um “te bum” jogando agua para todos os lados e claro que fiz o mesmo e rimos muito.

Já estava escurecendo Fred se encostou na borda da piscina e ficou vendo as pessoas dançar eu fiquei ao seu lado, mas dançando então ele segurando em minha cintura disse:

_ Fica aqui o.

Me colocando de frente a ele, não entendi de pronto e fiz resistência para ir, mas quando fui percebi sua intenção. Seu pau estava duro e dentro da sunga tocava minha bunda. Não fiz de rogado e continuei dançando, mas claro que fui um pouco mais para tras e meio que disfarçado, meio na cara dura rebolava esfregando minha bunda naquele volume.

Estavamos apenas nos dois daquele lado da piscina os outros que entraram estavam do outro lado longe. Apesar de muito tímido acho que o álcool falou mais alto e pela perna da sunga Fred tirou seu membro para fora e começou a se punhetar esfregando o em minha coxa e bunda ate começar a forçar bem no meio da minha bunda. Nossa que tesão me deu uma vontade louca de arredar a minha sunga e meu amigo teve a mesma ideia e a sussurrou em meu ouvido, me atentou passando o dedo na borda de minha sunga, mas não o fez ele queria que eu o fizesse como sinal verde para que ele avançasse.

Mas o medo falou mais alto e então disse para ele:

_Tive uma ideia melhor, da um tempo e me encontra no banheiro.

Cheguei ao banheiro abri a ducha deixei a agua cair sobre mim peguei um sabonete e fui dedando meu cu. Fecho a ducha olho para ver quem era e claro que era ele. Chamo meu amigo que já entra me agarrando e me beijando a boca algo que nunca tinha feito antes me vira de costas para ele e vai abaixando minha sunga coloca seu cacete duro na portinha e começa a forçar entrada, sim assim sem cerimônia, sem rodeios direto ate porque não tínhamos muito tempo. Claro que senti dor, era minha primeira vez com um pau de verdade e o pau de Fred não era muito fino como as coisas que eu era acostumado a enfiar.

Mas meu tesão e vontade de dar para ele eram maiores que a dor tentava relaxar e abrir o máximo possível meu cu para receber toda aquela tora de carne e logo senti, senti seus pentelhos roçarem minha bunda e então meu amigo começou o vai e vem socando de inicio de qualquer jeito, mas logo foi ritmando e a coisa foi ficando boa. Não demorou muito para ele acelerar e eu sentir algo quente me invadir, ele tinha gozado, gozado no meu cu logo depois saiu do reservado sem dizer uma palavra ouvi a pia do banheiro e depois a porta ele tinha ido embora, eu liguei a ducha novamente e me lavei esfregando meu cu que ardia limpando a porra que dele escorria, bati uma punheta e gozei. Quando eu sai do banheiro não o encontrei na festa e fiquei chateado, por um tempo eu me senti usado ele por um tempo mal olhava para mim, mesmo morando ao lado de minha casa, fiquei mais mal ainda e passei a evita lo, claro que isso virou comentário geral e em todo lugar que eu ia eram as mesmas perguntas: onde estava o Fred, se tínhamos brigado e o porque.

Nem preciso dizer que a única que ficou feliz com a situação foi Alzira que passou a te lo ainda mais so para ela.

O tempo passou arrumei um emprego, Fred também, conheci outros rapazes e neste conheci quero dizer que transei mesmo, porque eu praticamente conhecia toda a cidade, coisa de cidade pequena.

Fred e Alzira ficaram juntos por muito tempo, ate que um dia eles brigaram e eu nem sei o motivo Fred bebeu e bebeu muito o encontrei bêbado na rua o levei para casa e adivinhem so? Minutos depois eu estava de quatro na cama com Fred metendo em mim feito um cachorro. Voltamos a nos falar depois disso. Mas nada que envolvesse nos dois era como se esses “episódios”, não tivessem acontecido. Alguns dias se passaram Fred e eu estávamos em uma festa ele bebeu e minutos depois estávamos atrás da casa com as calças arriadas ate o joelho com Fred metendo sua rola pentelhuda em minha bunda e socando uma punheta para mim, desta vez eu gozei na parede e segundos depois por conta do meu cu apertando seu cacete meu amigo goza em meu cu. E isso passou a ser frequente era so Fred beber para ele me procurar para foder, passou a ser uma desculpa ele escondia seu desejo, mascarava sua homossexualidade com o álcool. Eu sabia e eu concordava erro meu? Talvez, mas naquele momento era a única forma de te lo para mim já que “sóbrio” ele era hetero e namorado de Alzira, sim brigavam e voltavam e assim foi por anos ate que seus pais, os pais de Alzira intimaram Fred ou casava ou separavam.

Fred passou alguns dias angustiado eu torcia contra o casamento ate que um belo dia ele veio conversou comigo uma conversa estranha e antes de sair jogou o convite de seu casamento em minha cama, sim foi assim que ele me convidou.

_ Eu ate cogitei a possibilidade de você ser meu padrinho já que você é meu melhor amigo

_ Melhor amigo, é isso que eu sou para você? So isso?

_ Mais que amigo e você sabe disso, mas eu não posso...

Disse Fred com os olhos mareados.

_ Você sabe que não ama ela.

_ E o que quer que eu faça?

_ O obvio, não se case!

_ E fazer o que? Arrumar outra namorada e ficar enganando ela vindo transar com você?

_ Podia não arrumar mais namoradas e ficar so transando comigo.

Eu respondo e Fred então diz:

_ E você acha que eu não sei que você sai com outros caras?

_ Saio porque não sei quando você vai voltar, nem se vai voltar e pelo jeito eu estava certo!

Digo balançando o convite.

_ Sim eu sou o errado nessa historia toda, me desculpe!

Diz Fred saindo limpando o rosto eu jogo o convite longe e grito de raiva.

Na véspera do casamento seria a despedida de casamento de Fred eu não ia, mas acabei indo praticamente arrastado por alguns amigos em comum, claro que fiquei o tempo todo na maior cara de bunda olhando Fred se divertir, ou fingir se divertir, bebendo dançando algumas putas foram chamadas para strip-tease, sim teve isso, não teve o sexo, mas Fred teve que dançar com as garotas semi nuas apenas com um fio dental vermelho e as tocar eu estava quase vomitando. Quando todos se foram eu estava la sentado no sofá Fred me viu veio ate mim e disse:

_ Que bom que veio apesar de não ter se divertido.

_ Estou sem clima!

_ Mesmo assim te agradeço pela força irmão!

Disse Fred me estendendo a mão.

_ Não quero ser seu irmão Frederico sabe muito bem disso, quero ser seu homem, seu companheiro!

Digo em uma crise de fúria.

_ Eu também! Acha que não é isso que eu esperava acordar todo dia ao seu lado e não ao lado dela? Tomar café da manhã com você, viajar com você e conhecer todo o pais, mas eu não posso fazer isso!

_ E porque não?

Pergunto.

_ Sabe muito bem o porque?

_ Não, não sei quero que você me diga!

_ Você sabe muito bem o que todo mundo dizia da gente, sabe que so diminuiu quando eu passei a namorar a Alzira, mas não parou e mesmo eu namorando ela muita coisa é dita nas nossas costas sobre você e eu principalmente por você nunca ter namorado nenhuma mulher. O povo fala Santiago!

_ Fala? E algum paga as minhas contas? Pagam as suas? Porque que eu saiba se eu quiser uma cueca eu tenho que trabalhar e pagar, ninguém, ninguém vem me dar de graça, nem meus pais me pagam as coisas a muito tempo. Então ninguém tem nada haver com minha vida.

_ Eu queria poder pensar assim também, mas morar aqui seria muito difícil, eu não aguentaria.

_ Então vamos para outro lugar, vamos ser felizes, vamos para uma cidade maior, onde ninguém nos conheça, vamos começar do zero uma vida juntos, uma vida a dois!

_ Seria maravilhoso, morar com você, eu chegar do trabalho e tomar banho com você, você cozinhando enquanto eu lavo a louça, você limpando a casa enquanto eu lavo o banheiro, passearmos de patins em um parque, você torcendo por mim nos jogos.

Fomos dizendo essas coisas e nos aproximando um de frente para o outro ate estarmos tão próximos e não aguentarmos mais a atração que sentíamos um pelo outro. Nos beijamos um beijo intenso e cheio de tesão, nossas línguas esfregando e chupando uma a outra, nossas mãos esfregando nossos corpos tirando nossas roupas fomos para o quarto de Fred e la transamos intensamente como se não houvesse amanhã, na verdade não queríamos pensar no amanhã. Queríamos que o amanhã nunca viesse, mas veio.

Acordei com a luz do sol entrando pela janela, já era dia. Eu tinha dormido nos braços de Fred, estava todo sujo de porra e Fred também.

_ Bom dia meu amor!

Disse a Fred o acordando.

_ Minha nossa! O que aconteceu! É hoje meu casamento! Levanta tenho muita coisa para fazer.

_ È serio você, mesmo depois de tudo ainda vai se casar?

_ Não tenho escolha Santiago e você sabe disso!

Fui para casa com muita raiva de Fred, cheguei batendo a porta e minha mãe claro que brigou comigo.

_ Ei garoto que modos são esses? Não foi essa a educação que eu te dei!

_ Desculpa mãe é que estou furioso com o... Deixa pra la!

_ Eu sei meu filho não precisa dizer, mas você vai ao casamento?

_ O que a senhora acha mãe?

_ Não sei, por isso estou perguntando.

_ Não, claro que eu não vou naquela palhaçada.

Digo indo para meu quarto.

_ Pois seu pai e eu vamos e pelo que a Dona Almerinda disse a comida vai ser da boa! Mal posso esperar!

_ Bom apetite mãe!

_ Estou indo ao salão, não sei que horas volto, tente não matar seu pai de fome e arrume um almoço decente Hem!

_ Ta bom mãe!

_ Mamãe te ama!

Eu fiquei no meu quarto remoendo a tristeza e a raiva a noite antes de ir minha mãe veio ao meu quarto e insistiu para que eu fosse, claro que a cidade inteira iria comentar se eu não fosse imaginem se iam perder um bafafá desses, mas eu não estava nem ai para isso.

Minha mãe depois de um sermão, uma palavra amiga, um puxão de orelha e um consolo de mãe que sabia que o filho estava machucado por dentro se foi.

Eu estava desolado, lembrava de cada momento juntos que tivemos desde que o conheci, chorava, gritava ate que decidi fazer alguma coisa com todo aquele sentimento. Fui para o computador e comprei duas passagens so de ida, fui para o banheiro e tomei o banho, me arrumei colocando meu terno que minha mãe tinha mandado lavar e passar. Me perfumei todo para ele, arrumei meu cabelo do jeito que ele sempre me elogiava, coloquei o relógio que ele havia me dado em meu aniversário. Arrumei minhas malas coloquei as no carro e fui para a chácara.

O casamento não seria na igreja foi a única exigência de Fred o casamento civil e religioso seria realizado ao mesmo tempo em uma cerimônia na chácara por coincidência na mesma chácara onde tínhamos tido nossa primeira vez.

Quando eu entrei ele esta la lindo já diante do altar e ao seu lado ela, Alzira toda de branco vestida de bolo de noiva, ai que raiva daquela mulher. Quando Alzira me viu sua primeira reação foi fechar a cara, não sei o porque dela ter virado para trás naquele momento, mas ela o fez e deu de cara comigo e todos o fizeram também inclusive Fred que arregalou os olhos como se tivesse visto uma assombração. Imaginem a cena e o burburinho, o padre raspou a garganta. Alzira para me provocar fez um carinho no rosto de Fred e beijou no rosto.

Eu entrei e sentei ao lado de meus pais o tempo passava, eu me controlava, Alzira apertava o braço de Fred a minha impressão era de que ela estrangularia o braço dele a qualquer momento. Vez ou outra ele me olhava, era como se ele me pedisse para salva lo, eu podia ver isso em seu olhos ele havia se arrependido ele me queria, queria que eu o tirasse dali.

Quando o padre fez a pergunta, a fatídica pergunta:

_ Se Alguém tiver algo contra a união desse casal fale agora ou cale se para sempre!

Eu não tive duvidas, eu não pestanejei e eu gritei:

_ Eu, tenho algo eu amo esse homem e sei que ele me ama também!

Disse isso e fui correndo para perto de Fred e o peguei pelo braço, Alzira agarrou com toda a força que tinha em seu outro braço todos se levantaram.

_ Não! Ele é meu! Sai daqui, sai do meu casamento sua bixa! Seu viado! Gay! Deixa meu marido em paz!

Gritava Alzira, seus pais e seu irmão foram ate ela e pediam para que ela parasse com aquilo a amparando, os pai de Fred tambem se aproximaram, mas nada fizeram além de chorar.

_ Desculpa pai, mãe, me perdoe Alzira, mas eu não posso.

Fred se soltou de Alzira que gritou caindo no chão em prato, não consegui me conter e beijei Frederico ali mesmo no meio de todos dei um beijo na boca de Fred e ele correspondeu, não foi um selinho, não foi um beijinho, foi um beijão de língua e tudo. Imaginem dois homens de terno barbados se beijando, a noiva gritando chorando o mundo parecia cair a nossa volta, mas eu so conseguia sentir aquele cheiro maravilhoso que exalava de Fred o calor de seu corpo enfim saímos correndo, em meio a gritos, de raiva, de apoio, vaias e uivos, tambem de fúria de repudio e alguns de apoio, xingamentos e palavras de incentivo.

Entramos em meu carro.

_ Você é maluco.

Diz Fred.

_ Maluco por você!

Respondo.

_ E agora?

Fred me pergunta.

_ Duas opções, minhas malas estão prontas e no porta malas, vamos ate sua casa fazemos as suas malas e vamos direto para o aeroporto mais próximo as passagens já estão aqui e ser feliz comigo enquanto nosso amor durar ou você pode voltar la para dentro, se casar e ser infeliz o resto de sua vida sabendo que eu estarei por ai infeliz também por não estar com você.

Digo mostrando as passagens.

_ A primeira opção seu maluco acelera ai!

Acelerei fomos a casa de Fred, arrumamos as malas dele com o que era de mais importante e fomos embora para a cidade mais próxima a nossa com aeroporto as passagens estavam marcadas para o outro dia, nos hospedamos em um hotel transamos muito e desta vez Fred estava sobreo, no outro dia o questionei sobre sua decisão e agora estamos aqui sentados um ao lado do outro indo para uma aventura que nem eu sei onde vai dar so sei que amo muito esse cara e farei de tudo para que essa vida a dois de certo.

Autor: Mrpr2

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Comentários

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UAUUUUUUUUUUU. UM CONTO INTEIRO COM COMEÇO MEIO E FIM EM APENAS UM CAPÍTULO. FOI SIMPESMENTE MARAVILHOSO. EU IA MESMO DESCER O PAU TANTO NP FREDERICO QUANTO NO SANTIAGO PELA COVARDIA DE AMBOS MAS QUANDO CHEGUEI NO FINAL , SIMPLESMENTE MUDEI DE IDÉIA. RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS E QUE SEJAM FELIZES PARA TODO SEMPRE. ADOREI. PARABÉNS.

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Lindo conto parece até historia de novela. Se for real espero que estejam juntos e felizes. Um abraço.

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