A mineirinha fogosa

Um conto erótico de Dr. M
Categoria: Heterossexual
Contém 1952 palavras
Data: 07/09/2019 14:08:53

Hoje contarei sobre uma das mais recentes aventuras sexuais que tive, após um breve período de tranquilidade nesse assunto... Tudo o que eu relato aqui nos meus contos é real, então troco os nomes de todos os envolvidos pra evitar problemas.

Fazendo uma descrição rápida pra quem não me conhece dos meus outros contos, sou um mestiço carioca de 24 anos, 1,75m de altura, corpo normal. Considero meu pau de bom tamanho, 18cm e bem grosso. Trabalho numa empresa de publicidade do Rio de Janeiro.

Não sou muito baladeiro, mas tenho dois amigos que são. Um dia, depois de muito conversarmos sobre isso e eu ter negado diversos convites, eles conseguiram me convencer a acompanhar eles em uma de suas muitas idas em uma das boates mais famosinhas da zona sul do Rio. Segundo eles, o preço da bebida ali dentro era muito cara, e marcamos de beber num bar ali perto antes de entrar no local.

Ali um dos meus amigos, Roberto, lançou a pergunta cabal:

- E aí, vão passar o rodo hoje?

E o outro, Paulo, respondeu:

- Tomara...

Tirou uma camisinha da carteira e complementou:

- Vim até preparado.

Quando me perguntaram, respondi:

- Vamo ver, né... não sei como é lá dentro, se tiver só gente feia tô fora.

- É nada, cara - Falou Paulo - Pessoal lá é bom. Confia.

Depois de algumas horas de preparação bebendo, pagamos a conta no bar e entramos na tal balada. Lá dentro era aquele negócio que você já sabe: muito escuro, luzes piscando, som alto, completamente lotada de gente. Fomos entrando já dançando pra ficar no clima.

Meus amigos logo partiram à caça. Saíram tentando chegar em várias garotas diferentes, e como é de se esperar nesses casos, levaram vários tocos. Roberto depois de algum tempo conseguiu um acerto. Paulo e eu continuamos na caçada.

Com o passar do tempo, comecei a me aproximar de uma garota que estava dançando perto de mim... ali no escuro, comi ela com os olhos. Era uma branquinha, baixinha, de cabelos castanhos, toda sardenta, com coxas grossas. Estava alucinada, dançando muito, e logo começamos a dançar juntos. Não tirávamos os olhos um do outro, praticamente conectados no meio daquela barulheira. Ela também estava me comendo com os olhos.

Quando a música trocou de eletrônica para o funk, ela começou a fazer movimentos mais ousados, e começamos a sarrar um no outro. Ela tinha uma bunda de um bom tamanho e usava um shortinho jeans, só de sentir aquilo pressionando contra meu pau, ele já endureceu completamente na hora, e acho que ela percebeu, pois foi roçando cada vez mais e de forma mais intensa.

Ficamos assim, nessa bolinação às escuras, eu cada vez mais excitado, até que não aguentei. Dei um beijo longo, cheio de tesão nela, apertando sua bunda no processo. O beijo dela era daqueles sedentos, fortes. Ficamos um tempão assim, eu pressionando sua bunda e ela apertando minha nuca. Quando terminamos, decidi ousar e falei no pé do ouvido dela:

- Podemos ir além disso.

Senti sua respiração ofegante. Ela entendeu na hora:

- Aonde dá pra gente ir?

Na curta fala dela, percebi um sotaque diferente do carioca. Parecia mineiro. Isso me distraiu um pouco. Pensei por alguns segundos no que responder, rápido, para não perder aquela oportunidade:

- Vamo no estacionamento.

Com receio dela negar por ser um lugar muito explanado, pra minha felicidade recebi a resposta:

- Ótimo, vamo lá.

Peguei ela pela mão e fui a guiando até a saída. Ainda estava na hora de pico da balada, então não tinha ninguém saindo, e portanto o estacionamento estava sem ninguém além dos carros. Era perfeito pro que queríamos fazer: escuro, iluminado por uns poucos postes de luz amarela. A guarita com o vigia noturno ficava bem no comecinho dele, ao lado da balada, então simplesmente o que fizemos foi ir até o final para sairmos do campo de visão dele.

Lá pro final era o ponto mais escuro do estacionamento. Enquanto nos aproximávamos dessa área, visualizei uma pick-up preta, grande, daquelas com caçamba larga atrás. Aquilo pareceu tentador. Sinalizei aquilo para ela.

- Seu carro?

- Não, mas que se foda. Sobe aqui, vem...

Subimos juntos na caçamba da pick-up. Se até aquele momento a possibilidade de transar em público já estava tentadora, agora então estávamos correndo ainda mais risco, e logo, sentindo ainda mais tesão. Começamos a nos beijar loucamente de novo, enquanto íamos arrancando as peças de roupa um do outro. Naquele momento, percebi que eu ainda não sabia o nome dela, nem ela o meu. Também percebi que, pra aquilo que estávamos fazendo, isso não era bem o mais importante.

Dei um chupão em seu pescoço enquanto abri seu sutiã, e enquanto isso ela ia desabotoando e abaixando o zíper da minha calça. Meu pau pulou pra fora, já vermelho e pulsando na expectativa que vinha sendo criada desde lá dentro. Sem cerimônias, ela abaixou minha cueca e minha calça e começou a me mamar. Fui guiando com a mão os movimentos de sua cabeça. Se no beijo ela estava sedenta, na mamada estava completamente voraz, uma mamada daquelas em que a pessoa parece que está há 20 anos sem chupar um pau. Assim como na balada, aqui seus olhos não desgrudavam do meu em momento algum. Ela tinha uns olhos de esfinge, completamente magnéticos. Alternava entre chupar meu pau e minhas bolas, num ritmo frenético e especialmente molhado.

Ficamos assim por algum tempo, até que decidi que tinha chegado a hora de alternar. Botei ela de quatro, abaixei seu short e sua calcinha e por fim arranquei os dois fora. Vim por baixo e guiei seu movimento enquanto ela se abaixava até finalmente se posicionar bem, sentando na minha cara. Tudo aquilo era uma loucura. Enquanto eu chupava aquela bucetinha, bem apertada e com uma moitinha discreta, ela rebolava na minha cara. Eu já ouvia sua respiração ofegante, misturada com o som da pick-up balançando com o nosso movimento. Enquanto eu chupava, fazia carinho em suas pernas com a ponta dos dedos, subindo e descendo pelas coxas, até chegar na bunda, que eu apertava de mãos cheias, resultando em gemidos que ela tentava abafar para não denunciar nossa localização para quem quer que pudesse estar ali.

Quando ela finalmente gozou, apertei sua bunda com força, e ela se deixou soltar um gemido mais alto. Mudamos de posição, ela se sentou com as pernas abertas e eu a chupei por mais um tempo, sorvendo seu melzinho. Agora, podia olhar para seu rosto e ver ele se contorcendo de prazer, o que obviamente também me enchia de tesão.

Rapidamente, tirei a camisinha da minha carteira e encapei devidamente meu pau, que a essa altura já era um mastro maciço de tanto tesão. Me sentei na caçamba da pick-up e ela veio por cima, para cavalgar. Sentou-se com cuidado e soltou um gemido abafado. Enquanto ela ia dando as primeiras reboladas para ajeitar o pau dentro de sua xaninha, eu ia mamando em seus peitos, pequenos porém deliciosos, cabiam direitinho na boca. Seu ritmo na cavalgada foi se acelerando, ela estava gostando muito daquilo, tapando a boca com a mão pra não gemer alto, e seu movimento cada vez mais rápido já fazia a caçamba da pick-up chacoalhar de um lado pro outro, felizmente fazendo pouco barulho. Assim ficamos, com ela cavalgando gostoso enquanto eu chupava seus peitinhos e apertava sua bunda. Quando senti que estava perto de gozar, decidi mudar de posição, pra dar uma quebra de ritmo e ganhar um pouco mais de tempo. Eu ainda não acreditava que estava fazendo aquilo, e queria aproveitar ao máximo meu tempo com aquela mineirinha gostosa que eu sequer sabia o nome.

Coloquei ela de quatro e fui entrando com cuidado. Quando me ajeitei ali dentro, fui recuperando a rapidez do ritmo, e dessa vez eram meus movimentos que chacoalhavam a pick-up. Estocadas rápidas, meu pau explodindo de tesão, ela tentando a todo custo abafar seus gemidos cada vez mais frequentes e ofegantes enquanto eu bombava sua buceta por trás, o que levou ela a uma segunda gozada. Estávamos praticamente repetindo o que fizemos na boate, com ela roçando no meu pau enquanto o funk explodia nas caixas de som, mas agora sem as roupas no meio pra atrapalhar e longe de todo mundo, ali, no estacionamento, onde, quando ninguém nos via, nos permitimos uma entrega aos instintos mais animais do sexo pelo impulso, pelo tesão, com um parceiro completamente desconhecido e em um lugar perigoso.

Tudo isso foi dando num crescente de tesão que inevitavelmente resultou no gozo. Dei uma última estocada forte e gozei dentro daquela buceta deliciosa, enchendo a camisinha de porra. Tirei o pau, arranquei a camisinha e joguei ela num canto, ali mesmo dentro da caçamba. Estávamos, os dois, completamente suados, a respiração arfante, os dois completamente nus, numa caçamba de um carro alheio num estacionamento. E não parecíamos estar com pressa nenhuma. Me recostei na caçamba e ela deitou sobre meu colo. Fiz um cafuné em seus cabelos enquanto ela mamava meu pau, ainda duro, e limpava-o das últimas gotas de porra.

Nos levantamos e fomos nos vestindo, meio abaixados para não sermos vistos. Achei que tinha acabado por ali, o que já seria bom o suficiente, mas foi aí que ela virou pra mim e me falou:

- Cê não quer ir lá pra casa comigo?

Ao ouvir aquela frase, eu já sabia que tinha me dado bem.

Descemos da caçamba enquanto ela pedia um Uber pra gente e ia contando sua história. Finalmente descobri seu nome: se chamava Bia, e realmente era mineira, uma mineirinha fenomenal que tinha 22 anos. Vinha de Belo Horizonte, e estava no Rio visitando uma parte da família que morava aqui (isso tudo aconteceu em julho, portanto enquanto ela estava no período de férias da faculdade). A família não tinha lugar para hospedá-la, então ela estava ficando em um apartamento modesto de uma sala que alugou pelo site do Airbnb. E foi pra lá que fomos. O Uber chegou e foi nos levando até o apartamento, que ficava no bairro do Flamengo. Enquanto estávamos no carro, fui mandar mensagem para meus amigos, que provavelmente ainda não haviam reparado minha ausência, mas viriam a estranhar quando eu sumisse pelo resto da noite.

Chegamos lá já abrindo a porta aos beijos, e logo transamos mais uma vez na cama de casal compacta que tinha no apartamento - felizmente ela tinha camisinhas em casa, e dessa vez leitei dentro de sua boquinha. Tomamos banho juntos e dormimos nus. No dia seguinte, um domingo, ela não precisava visitar a família, pois já havia feito isso no sábado durante a parte do dia. Acabamos passando o dia inteiro juntos no apartamento, transamos algumas vezes em cada canto daquele cubículo minúsculo... no final daquilo tudo, já estávamos íntimos.

Mesmo depois disso, ainda visitei-a mais alguns dias enquanto sua estadia no Rio não terminava - ela ficou aqui até o fim de suas férias. Cheguei até mesmo a levar ela pra sair junto com meu grupo de amigos, entre os quais estavam aqueles que foram comigo pra balada e nem de longe deram tanta sorte quanto eu dei naquele dia.

Bia já foi embora, mas continuamos nos comunicando por mensagem, e no fim do ano ela volta pro Rio e já marcamos de nos ver mais vezes para alguns encontros casuais. Mais do que uma parceira sexual, acabou se tornando uma boa amiga, pois além de um show na cama, é uma pessoa muito agradável e divertida, e bebe tanto quanto eu.

No último dia que nos vimos antes dela ir embora, Bia mandou uma tiradinha:

- Tem o pessoal que diz que nunca fez amigos bebendo leite. Bom, eu posso falar que já fiz...

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Comentários

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Querido, tesudíssimo essa transa em plena carroceria de veículo alheio. Tudo isso deve ter dado adrenalina extra que levou essa mineirinha a querer repeteco. Rsrs. Fica aqui meu comentário e nota. Sem dúvida dez com merecidas 3 estrelas. Escrevi há pouco de como fora meu marido, outro gozou dentro de mim. Se quiser, dá uma lida como foi. Bjs babados.

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Foto de perfil de Coroa libertina

Essa Bia não é só show na cama. Também na caçamba de caminhonete. Fico imaginando se o dono é casado e a esposa dele acha uma camisinha usada na caçamba. Rs. Conto muito bem narrado, com riqueza de detalhes excitantes nessas transas com a mineirinha. Gostei e dou dez além das estrelas. Venha ler as aventuras desta madura libertina. Beijos da Vanessa.

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Cara, muito bom este teu conto. Na vida, quando a gente menos espera, uma Bia dessas cai em nossos braços. Chances que não devem ser desperdiçadas. Mandou bem nessa mineirinha fogosa. Aproveite enquanto você é solteiro, porque, depois de que se amarrar, a marcação é cerrada. Rs. Se você gosta de ler, sugiro que veja as aventuras da minha esposinha. Abs.

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Foto de perfil de Mallu 💋

Que mineirinha safada essa Bia. Aproveitou bem a estadia no Rio. Adorei a leitura dessas tuas transas com ela, tanto no estacionamento como no apartamento dela. Só fiquei imaginando o dono da pickup ao encontrar uma camisinha cheia de sêmen na caçamba. Rs. Te convido a ler as aventuras desta casada insana. Beijos.

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Que sorte meu querido de encontrar uma mineirinha dessas!

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