A Patroinha virgem perdeu o cabaço com o caseiro

Um conto erótico de Ero-Sannin
Categoria: Heterossexual
Contém 5150 palavras
Data: 23/07/2019 12:00:13

Trabalhei como caseiro no sul da Bahia quando novo e minha patroa estava acostumada a receber vários hóspedes durante o ano, principalmente na época de carnaval.Meu nome é Nestor, hoje tenho 50 anos. E vou contar a vocês sobre uma menininha sapeca que vinha da cidade para atazanar o juízo desse caseiro que vos fala.A Cláudia tem hoje 35 anos, é uma morena dos cabelos negros como de uma índia, olhos cor de mel, um quadril largo e seios maravilhosos. A família dela tem muito dinheiro, e essa chácara é administrada hoje por ela, a avó não tem mais energia para cuidar de tantas coisas, mas na época era Dona Ana que aplicava o dinheiro da família para reformas, ampliações, e por aí vai. Ofereci meus serviços como caseiro deles desde que eu era mais jovem. Meu pai cuidava dos animais e eu, garoto, ajudava nos demais serviços do sítio pra poder ganhar uns trocados. Acabei me tornando caseiro pois aprendi a fazer de tudo. E Dona Cláudia e eu tivemos uma...ligação especial, rsrsrs. Com 18 anos, aquela garota já dava trabalho aos pais por ser muito avançadinha, se é que vocês me entendem. E devido o fato de ela ser muito desenvolvida para sua idade, sempre chamou a atenção de homens mais velhos. E quando ela vinha passar uns dias na chácara, eu tinha que ficar de olho na sapeca quando saía para cavalgar. Como menina da cidade, Cláudia abusava das roupas curtas que usava no interior. Na época eu desfrutava dos meus 30 anos, estava no meu vigor sexual pleno, não era um modelo, também não cuidava muito da aparência, sempre deixava barba por fazer, mas nunca fui do tipo de se jogar fora. Era então um moreno queimado pelo sol, cabelos crespos, 1,85m e não era moço quieto, não. Sempre gostei de sair para beber nas folgas e comer vadias quando podia. Tanto é que casei tarde para um homem do interior: 34 anos. Aquela menina parecia usar aquelas roupas para provocar mesmo os cabras da área. Eu queria era passar longe de problemas com a neta da patroa. O que ela tinha de saborosa, tinha de chave de cadeia, também. Andava pelo sítio sempre de roupas curtas, camisas de botão abertas aparecendo metade dos seios sem manga, aquilo mexia com minha cabeça. Quando ela mergulhava no rio de roupa Deus que me perdoe, mas tinha hora que dava vontade de rasgar aquela roupa e foder aquela putinha até o rego e banhar com leite.E naquela feita que ela tinha 18 anos, ela estava procurando era motivos para eu currá-la como uma égua. Era férias de 15 dias dela, e eu estava dando uma relaxada à tarde, passeando à beira do rio, e Cláudia resolveu desobedecer a avó e cavalgar sozinha no garanhão mangalarga que a patroa havia adquirido no mercado. Era um filhote de um reprodutor campeão de vários prêmios. Dona Ana o batizara de Relâmpago. Era um cavalo tão impetuoso de temperamento quanto veloz. Deu muito trabalho pra me acostumar com ele, muito arisco. E Cláudia só podia cavalgar acompanhada. E ela me apronta essa merda no horário do meu descanso. Felizmente nada havia acontecido, mas eu fiquei de olho não era nem pelo cavalo, era por ela mesma. Quando ela finalmente saltou da cela, dei-me por aliviado. Depois de uma corrida gostosa com o Relâmpago, levou a tomar uma água nas águas calmas do rio que atravessa a propriedade de Dona Ana. Eu me sosseguei e fui soltar uma água do joelho atrás de uma árvore. Tudo estava muito quieto. Enquanto minha jeba liberava a urina que descia forte e quentinha, sinto aquela incômoda sensação de que algo ou alguém está me vigiando. Um arrepio me sobe pela espinha. Quando olhei para trás, a danadinha estava paralisada, secando meu corpo com os olhos. O susto foi da porra.Mas que diabos que você tá fazendo aqui, menina? Nunca lhe disseram que não pode olhar homem mijar,não?- o coração já saindo pela boca.Oxe, eu tava olhando mesmo, nunca tinha visto antes! - retrucou de braços cruzados, sem tirar os olhos do seu objeto de admiração. É claro que escondi minha jeba para que não visse. O jeito sonso dela me deu vontade de soltar uma risada. Controlei-me como pude e mantive uma postura comedida. Cláudia tava era procurando chifre em cabeça de cavalo, e do jeito que as coisas estavam caminhando, ela iria é arranjar mesmo.e posso saber o que você viu ou tava querendo ver aqui, garota?Vi foi belo de um pinto na mão do senhor, Seu Nestor. Lembra até o pinto do Relâmpago. Nossa… de perto e grátis desse jeito, é a primeira vez!Ao contrário do que todo funcionário no meu lugar deveria proceder, aquela situação me fez perder noção do perigo. Também, pensa comigo: você, no mato, fazendo suas necessidades, aparece uma potranquinha te espionando, o que você faz? Eu: Quer ver mais de perto?Cláudia: Rsrsrs, quero!Safada, vagabunda. Nem piscou enquanto me aproximei dela e saquei meu cano e bati uma bronha lenta e marcante. Não longe, Relâmpago pastava . O ângulo era perfeito para que ela pudesse comparar nossos sexos.Cláudia: Uau! São lindos…Eu: Agora escuta aqui, garota: Por todos os santos fica com seu bico fechado e vê se não dá com a língua nos dentes pra sua avó ou quem quer que seja nessa tiborna, ouviu bem? Será que podemos manter isso em segredo? Cláudia: O quê, seu Nestor?Eu: O que você viu, e claro?Cláudia: Vi o quê? Eu não vi nada, nem estive com ninguém!Eu: Hummm. Menos mal. Tô vendo que a gente vai se dar muito bem, mesmo. E mais uma coisa: Vê se não sai para cavalgar sem me avisar. Relâmpago é um cavalo muito caro. E você, princesa, mais cara ainda. Entendeu? Cláudia: Desculpa, Seu Nestor! Eu não resisti, e acabei dando uma montada, nele. Ele olhava pra mim, eu pra ele… estávamos conectados!Eu: Eu sei bem como é essa conexão, guria. Mesmo assim, comunique-me entendeu? O que esse cavalo come vale mais que meu salário. E o que acontece com você pode custar meu emprego! Cláudia: Ai, tá bom! Tá bom! Vou pegar o Relâmpago e levá-lo de volta pro estábulo!Eu: Lógico… Que não!Cláudia: Ora, e por quê?Eu: Só para garantir: Cê vem comigo!Cláudia: Tá, mais eu puxo as rédeas!Eu: A senhorita que manda, patroinha! Mas sem estripulias, por favor!Verifiquei as celas do garanhão. Tudo em ordem. Coloquei a potranca morena no dorso do bicho e montei logo atrás dela. Como ela era cheirosinha. Aquela bundinha arrebitada guiando o garanhão com a imponência de uma amazona, fez meu pau crescer atrás dela. Fui assaltado em meus pensamentos vendo aquela boquinha tão bem desenhada mamando e tomando uma gala farta! Infelizmente só ia ficar na vontade, teria que me saciar de outra maneira.Quando finalmente chegamos à cocheira do terreno Maria, que estava à procura justamente da Claudinha, me viu descendo a garota do cavalo e ficou uma arara quando ela saltou nos meus braços e desceu colada no meu corpo. Chegando daquele jeito com ela, sem camisa, e uma garota com cara de ordinária sonsa praticamente me comendo com os olhos, realmente qualquer um desconfiaria, penso assim hoje. Mas ela veio toda grossa pro meu lado, nem quis saber muito de explicação, então a discussão passou longe de um entendimento. Por quê? Maria e eu temos meio que um lance, sabe, rsrs. Ela queria namoro sério, daqueles para terminar juntando as escovas e cheia de filhos. Não era feia, era uma gordinha com pele de índia( a avó dela era indígena legítima), 24 anos, cabelos lisos, castanhos, e um temperamento forte, quando fica com raiva parece o cramunhão.Maria: A patroa saber que você esteve cavalgando com ela por aí pode até não te deixar em apuros, mas que negócio é esse de você sem camisa e você ficar se exibindo com esse peito pra ela, hein? Ponha-se no seu lugar! Um homem barbado desse, e se…(um tapa no peito)engraçando…(outro tapa no ombro) com novinha( ia me dar um tapa na cara, mas segurei)Eu: Olha, se isso é recalque porque você não tava no lugar dela, eu até entendo. Mas pára de me condenar, porque não viu nada, sua esquentadinha! Maria: E nem precisava ver, era só reparar na cara de ordinária, safada, que essa garota fez quando desceu desse pangaré aí!Eu: Esse pangaré vale mais que nossos dois barracos, ô diaba! E tem mais: Ela que saiu daqui cavalgando com ele. Sorte que eu estava por perto no meu horário livre e ela parou perto pra dar água pro bicho lá no rio! A patroa até disse que o cavalo é para ela mesma, mas essa garota precisa ó… de olhos experientes por perto! Quer ficar no meu lugar tomando conta dessa peralta que sobe e pula de árvore que nem moleque e some igual fumaça?Maria: Tenho muita coisa pra fazer dentro de casa!Eu: Hahahaha, e eu não faço nada por aqui! Faz-me rir, Maria! Tua vida é boa, perto da minha! Eu tenho que limpar a cocheira, catar merda de bicho, cuidar da piscina, fazer reparos, tudo pra quando os visitantes chegarem aqui, eles virem e zoarem com tudo! Queira ou não, ela é A VISITA, neta da Dona Ana, e aqui fora quem fica por perto sou eu!Maria: Humpf! Sabemos…Eu: Ah, foda-se! Vai aperrear juízo de outro cabra, ô moléstia!- fui me afastando dela em direção à varanda dos fundosMaria: OLHA AQUI, SEU JUMENTO VELHO, TU ME RESPEITE, HEIN!Eu: Sou jumento mesmo, baixa minhas calça aqui que tu vai ver o jumento!Maria: Cafajeste, filho duma quenga!Eu: Bem que tu queria ser a minha quenga pro resto da vida! Ah, pro diabo! Não te devo nada!E passamos o restante do dia, de bico um pro outro. Mas sabe a verdade? É boa moça pra casar, levar uma vida tranqüila, só que não suporto que peguem no pé. E ela marca duro, parece até que tá comigo. Já rolou uns chamegos gostosos, mas ela não deixa eu avançar porque é mulher de família. Eu também não me amarro porque não quero ficar preso o resto da vida com uma mulher que...sabe lá se vou me acostumar a acordar com a mesma todo dia! Eu queria mesmo era curtir a vida, aproveitar a juventude. Enfim. Porém, se tem uma coisa que Maria e eu nunca gostamos e ficar sem falar um com o outro por mais de um dia. Eu sempre fui um cara da paz, e por mais que eu tenha razão, não fico muito tempo com raiva. Logo tento apaziguar. No fim do dia, achei Maria ainda de bico comigo, mas consegui a atenção dela e lhe pedi desculpas. No começo, estava meio turrona. É do tipo que sabe que tá errada, mas não reconhece o diacho do erro.Maria: Você me disse coisas muito pesadas, você sabe disso!Eu: Eu sei! Mas você aperreou meu juizo, pondo chifre em cabeça de cavalo.Maria: Eu que sou uma idiota de ainda me importar com você! Eu: Maria, eu reconheço que vacilei. Mas porra, vê se pelo menos uma vez você entende que eu… ah, de que adianta tentar explicar, você não vai me dar crédito mesmo!Maria: Sabe o que é? Eu fiquei com raiva mesmo daquela menina da bunda grande roçando nos seus peitos! E você todo confiado!Eu: Tá, eu admito que ela é uma menina bonita, é atraente, eu duvido muito que alguém no meu lugar ache o contrário. Mas é a neta da patroa. Que chance eu teria ali, por mais que eu tivesse afim? Eu sei me colocar no meu lugar, além disso, ela vai embora daqui a alguns dias. Temos vidas totalmente diferentes! Se eu tivesse de escolher quando e… com quem, certamente passaria longe de mim aquela guria. Seria alguém… Como você!Maria: Jura? Eu: Palavra de homem! Eu não disse que seria agora, mas… eu gosto muito de você, Maria! Maria: Sério que você gosta de mim, rsrs? Eu: Sério, gordinha turrona( puxei-a pro meu corpo e dei um abraço apertado), mesmo com esse gênio do cão, você é tudo de bom! Dá de 10 x 0 em muita garota por aí! Não se acha uma moça tão trabalhadeira, caprichosa, que cozinha que é uma delícia, zelosa, bonita em qualquer lugar. Me perdoa, viu? Você me tira do sério, mas eu não aguento ficar longe de você ! Anda, dá um sorriso pra mim, vai!Maria: (deu um sorriso), eu também gosto demais da conta de você! É um ogro, mas tem bom coração. E um beijo docinho, rsrs.Eu: Você é docinha como uma rapadura, mas não dá mole pra ninguém!Maria: Não mesmo, Sou uma mulher séria… verdade que sou docinha?Eu: Não só o beijo, como…Maria: Hummm, rsrs… fala!Eu: docinha em excesso, deve ser toda gostosa no resto, também!Maria: Como você sabe, cê nunca provou…Eu: Acho que é porque você tem medo que eu fique viciado e nunca case com você, ou enjoe de você.Maria, então, ficou toda se querendo comigo. Maria: eu queria que tudo fosse do jeito certo… Ah, vou dizer: sou doida pra sentir esse jumento dentro de mim!Eu: É doidinha, é? Rsrsrs, safadinha, eu já sabia disso porque quando te abraço por trás, você empina esse bundão e fica roçando na minha jeba!Maria:( virou de costas pra mim e ficou de charme) "num" gosto, nada!Eu: Eu sou louco nesse teu cheiro selvagem, sabia, minha indiazinha?( dei um beijo no pescoço, seguido de uma mordida)Maria: Safado, pára com isso , que me dá vontade…E aí, ela começou a se esfregar em mim, não aguentou o fogo, aí virou de frente e tascou um beijo cheio de volúpia. Ela tava de vestido, mas com o esfrega-esfrega, o vestido foi ficando meio que subindo, eu metia mão na sua perna, leve-ai à altura da minha cintura e passeei com a mão pela sua coxa. Maria começou a gemer gostoso enquanto me beijava. Fazia jogo de durona, mas era uma quenga enrustida. Danadinha. Mas quando o negócio tava ficando bom, a Dona Ana chamou a Maria pra cuidar da janta, puta que pariu! E tava na hora mesmo, e a Dona Ana viu a gente se pegando, me deu a maior bronca!Ana: Posso saber que sem vergonhice é essa, Nestor? Tudo tem hora e lugar! Eu: Desculpa, patroa! A gente tava se desculpando, e… Ana: E aí ficam se agarrando, minha neta aqui por perto, e o serviço dela parado! E por falar na Cláudia, como ela se comportou?Eu: Tudo na mais perfeita ordem, patroa! Só me dá cuidado quando ela pega o cavalo, acha que é montadora profissional e…Ana: VOCÊ NÃO DEIXOU ELA CAVALGAR SOZINHA,NÉ?Eu: Eu a trouxe em segurança. Só é muito impetuosa, faz sem avisar! Eu tava por perto, então ela não sumiu das minhas vistas, não! Levou até o rio, o bicho de refrescou bebendo e aí trouxe o cavalo com ela atrás.Ana: Menos mal. - Aí ela abrandou o tom de voz, deu uma relaxada, e perguntou mais descontraída- e você e a Ana, quando vão se assumir, hein!? "Tão" nesse chove-não-molha há tempos, por que não assume logo a garota?Eu: Ela é boa moça, sei disso, patroa, mas sei lá, ao mesmo tempo que gosto dela, não consigo me ver casado hoje.Ana: Tá pensando que você é garotão? Hahahahahaha, lembra de quando você chegou aqui, que seu pai ( que Deus o tenha ) trouxe um moleque franzino pra ajudá-lo a capinar, cuidar dos bichos, levantar esse sítio? Agora olha como você está: marmanjão, barbudo, tá na hora de sossegar esse facho, garoto! Pensa no seguinte: quem vai cuidar de você quando não puder mais fazer o que faz? Só pensa no que eu tô te falando! Droga, eu quase ia esquecendo de falar uma coisa…Eu: Pode falar, patroa!Ana: Amanhã cedo eu vou resolver umas coisas na cidade. Eu: Vai precisar da minha ajuda?Ana: Vou, mas é para passar o olho na Cláudia, eu não vou levá-la, vou sair bem cedo. Daqui a 4 dias vamos receber um grupo de jovens, quero que você limpe a piscina, a charrete, começa bem cedo.Eu: Pode deixar! Ana: Aaaaah… e por favor, Nestor: Vigia a Cláudia com esse cavalo!Eu: Pode deixar, a patroinha não vai me lesar como fez hoje!Tendo dito essas coisas, passei uma última revista na fazenda e infelizmente fiquei sem minha indiazinha para namorar. Depois da janta, ela havia ido embora. Porém, nem bem o sol havia raiado, eu estava na cocheira, dando uma geral na charrete, quando Maria me aparece de vestidinho bem curto, salmão, puxado no decote, se engraçando pro meu lado. Ouvi alguém se aproximando e era a patroa já se despedindo para ir à cidade e rapidamente Maria escondeu-se. Dona Ana passou-me as últimas instruções e fui abrir-lhe o portão. Quando retornei pra cocheira, a danadinha estava a me esperar ao lado da baia do Relâmpago, toda assanhada. Maria: Bom dia! Lembra que a gente ficou com uns assuntos por terminar, ontem à noite?Eu: Não vem me estorvar o juízo logo cedo, não, Maria! Tu acorda o jumento depois corre da raia! Maria: Quem disse que hoje eu vou correr da raia? Eu: QUÊ?Maria: Me subiu um fogo, ontem, que nem debaixo do chuveiro ele se apagou, seu safado, rsrs! Fiz a janta toda molhadinha pensando em você!Eu: Não me tenta, garota… eu ainda nem tirei o leite da vaca, tem uma porrada de coisa pra fazer!Maria: Eu sei, rs, mas hoje eu quero que tu me dê outro leite!Eu: Tu veio me atentar logo cedo o juízo, então é leite que tu vai ter!Larguei o diabo do serviço da patroa pra lá e puxei a Maria pra dentro da cocheira. O beijo daquela quenga acabou de atiçar meu jumento entre as pernas e ela pulou no meu colo caindo comigo no chão, rolando por cima de mim, esfregando a periquita fogosa no meu mastro. Eu: Depois que eu soltar o sabiá aqui, não manda ele parar de cantar, não, hein!Maria: Hoje sabiá vai cantar fininho. Me pega de jeito que não aguento mais, seu jumento velho!Em poucos instantes, Maria por cima de mim esfregando a ponta da xana molhada por cima do meu pau enquanto eu mamava naqueles seios fartos de índia. Os gemidos foram aumentando, eu pedia para gemer mais baixo, ela desobedecia, o Relâmpago parece que entrou no clima e começou a relinchar do outro lado, aposto que o garanhão tava morrendo de inveja, querendo entrar na brincadeira.Empurrei a cabeça da minha quenga pra baixo, e ela abocanhou com gosto a minha jeba, que danada gostosa! Chupou com tanta vontade, parecia uma vitela tirando leite de uma vaca. Se eu não fizesse nada, iria mesmo me ordenhar sem que eu completasse a brincadeira. Mandei que ela parasse, pois não estava aguentando mais. Pus a danada deitada no meu lugar e retribuí a gentileza me enfiando no meio das pernas dela e sugando sua periquita com a mesma vontade. Maria, quem diria: aparentando ser tão recatada, de família, parecia uma meretriz de estrada rebolando com a perseguida na minha boca. Já peguei mulheres de outras localidades, mas o cheiro de uma nordestina é incomparável! Maria: Safado, cachorro, tu me deixa louca, sabia? Aiin, que delícia! Chupa gostoso, isso… hummmm! Haaannnn...haaaaannn! Não pára que eu tô… HAAAAAAAAAH! Filho de quenga! Desgraçado de bom, agora me fode com vontade!Eu: Você que manda, minha potranca selvagem!Eu me encaixei entre aquelas pernas, apontei minha tora na direção da xota molhada dela e entrei rasgando bem gostoso. Agora a sabiá gritou fininho. Um misto de dor e prazer que foi liberando um cheiro de sexo no ar que o cavalo começou a relinchar alto do outro lado. Meti com vontade, Maria já estava suada, porque não tinha tirado o vestido, a filha puta me xingava de tudo quanto era nome e levando rola firme.Eu: Fala baixo, porra! Alguém pode ver a gente aqui e danou-se!Maria: Tá bom! Só não pára de meter porque tá muito gostoso!Eu: Tá vendo o que tu tava perdendo com sua frescura, nega?Maria: Que delíciaaaaaa! Me dá esse leitinho, dá!Eu: Se prepara que eu vou jorrar leite nessa delícia!Maria:Jorra tudo, meu gostoso!Bombei com mais velocidade e as comportas do meu interior se romperam com violência! Deixei a periquita dela toda branquinha! Ainda ofegantes, nos beijamos muito, mas nos levantamos rápido pois o sol já estava forte e provavelmente a patroinha Cláudia estar à procura dela para tomar café. Despedimo-nos com mais um selinho e lhe disse:Eu: Amanhã tem mais, gostosa!- e dei-lhe um tapa na bunda. A menina cozinhou com uma inspiração especial naquele dia. Levou a comida pra mim e tudo onde eu estava e ficou o tempo livre à tarde de chamego comigo. E a Cláudia? Bem, felizmente essa guria curiosa ficou mais na dela. Nem pegou no Relâmpago. Achei até estranho. Mas no dia seguinte…Maria chegou cedo como sempre para arrumar a casa, e nao rolou nosso chameguinho, pois a Cláudia havia pedido algo a ela que levou o dia inteiro para fazer: Doce de leite. Estava eu, sossegado em meu serviço limpando o casco dos cavalos quando me aparece ela: Cláudia, a gostosinha curiosa. Cláudia: Muito serviço, Seu Nestor?Eu: Só Nestor! E sem me chamar de senhor! Não sou velho!Cláudia: Ah, Seu Nestor, mas eu não acho o senhor velho, não, rsrsrs!Eu: Bem, eu tô preparando os cavalos aqui e o resto da chácara para receber um grupo de jovens nos próximos dias.Cláudia: Hummm, entendi! Eu: E você? Que veio fazer aqui? Não me diga que veio montar o Relâmpago?Cláudia: Eu posso?Eu: Agora, não! Tá bem agitado. Quem sabe uma outra hora! Além disso, o que combinamos?Cláudia: Ai, que chato! Mas o senhor viu que eu sei montar!Eu: Vi, sim, mas a patroa não quer você sozinha com ele por aí! E eu não posso parar o serviço agora.Cláudia: Ainn, que chato!Eu: Chato é eu estar todo envergado limpando casco deles, fodendo minha coluna! Cláudia: ah, isso é verdade!Eu: Então…Cláudia: Seu Nestor?Eu: Diga, patroinha!Cláudia: Seu Nestor, que leite é esse que o senhor dá pra Maria?O coração deu um pulo na garganta! Tava na cara que eu me fodi bonito. Tentei manter a postura e evadir.Eu: Mas que diabo é isso, agora? Que leite!? O que quer dizer com isso!?Cláudia: Seu Nestor, se fazendo de besta pra cima de mim? Eu vi o senhor em cima da Maria ontem, bem cedinho, aqui na cocheira. Aí o senhor falou que ia jorrar leitinho pra ela… se o senhor não me disser, eu vou contar tudo pra minha avó que o senhor tá namorando escondido com a Maria e que me mostrou o pinto lá no rio!Eu tava era muito fodido. Suei foi frio naquela hora, tentei colocar minha cabeça no lugar. " Calma, Nestor, cê vai sair dessa, cabra, pensa agora… já sei!"Cláudia: E aí? Vai me mostrar, ou…Eu: Espere! Eu vou dizer como eu dou leite para ela, mas pelo amor de Deus, aqui não dá! Vamos combinar o seguinte: hoje à tarde a gente vai dar um passeio. Você quer tanto cavalgar com o Relâmpago, né, rsrsrs, eu vou te levar até um campo onde tem árvores muito lindas, no alto da estrada. Combinado?Cláudia: Obaaaaaa! Eu: Mas olha: bico fechado! É segredo, ok? Tu vai na frente e eu vou seguindo você. Sem CORRER! Cláudia: Agora, sim! Senti firmeza no senhor, Seu Nestor!Eu sei que qualquer dia desses eu poderia ser demitido, mas aquele não seria esse dia. Eu não sabia se estava era excitado, ou se estava apavorado. Aquela garota mexe com os culhões de qualquer um. Mas e a Maria? Se ela desde falta de mim, eu tava era lascado com ela e com a patroa Ana ao mesmo tempo! Mantive a cabeça no trabalho, preparei os cavalos, e depois do almoço, a morena veio cobrar a promessa. A patroa, já ciente do passeio, concordou numa boa. Cláudia demonstrou ter boa montaria, levou o Relâmpago até o destino sem nenhum problema. Mas senti que ela estava tensa. Óbvio, né! Ansiedade pela descoberta. Ou talvez o medo de ser seguida. Levei comigo uma toalha, e quando chegamos ao ponto combinado, caminhamos para um lugar mais afastado, e aí forrei o chão e mandei que ela se deitasse.Eu: Você quer mesmo saber que leite é? Tem certeza disso?Cláudia: Uhum. Sim.Eu: Vou fazer com você exatamente como eu faço com a Maria. Tá bem?De vestidinho curto, alça fininha e decotinho ousado, aquelas pernas grossas dobradas na minha frente, não tinha como eu não ficar de jeba dura. Deitei-me ao lado dela e comecei a beijá-la. No início, ela não estava muito a vontade, estava com os olhos abertos, não me retribuía com a mesma vontade, mas aos poucos foi relaxando, e se acalmando, e sua língua começou a caçar a minha, e logo estávamos enroscados, com seus braços envolvendo meu pescoço, com as pernas abertas e eu entre elas nossos sexos roçando atrás dos rudes tecidos que usávamos. Era uma tarde quente. Eu tirei logo a minha camisa, estava suado, mas não cheirava mal. Havia tomado um banho antes de cavalgar com a pequena. Ela começou a gemer enquanto me beijava e levei uma das mãos até seus seios. Abaixei a alça de seu vestido e… como eram lindos aqueles seios! Eu: Garota, mas que peitinhos lindos você tem!Cláudia: É, rsrs?Eu: Muito… Lindos! - e me abaixei, tomando uma daquelas jovens montanhas nos meus lábios. Passeei com a língua no biquinho de um, deixando-o todo arrepiado. Cláudia gemia gostoso. O nervosismo havia passado. Cláudia: Haaaannn! Seu Nestor, como você… chupa bem! Haaaannn! Eu: Aqui também sai leite de você! Meu leitinho, você já já vai ver! Vem cá, sua gostosa…Comecei a passar a mão por entre as pernas dela e fui subindo até chegar à sua xaninha. Sua respiração tava ofegante. Era óbvio. Apesar de botar a banca de safadinha, não era tudo isso. Certeza: era virgem. E isso me deixou muito mais excitadoEu: Não fique com medo, você vai gostar, é só relaxar pra gente brincar. Tira a calcinha, vai.Cláudia: Cê tá doido, Seu Nestor? De jeito nenhum! - agora mostrou estar zangada.Eu: Mas se você não tirar, como você vai ver o leitinho que tanto quer? Eu não vou machucar você!A minha patroinha lentamente foi tirando a calcinha, ao mesmo tempo que eu coloquei meu jumento pra fora. Podia sentir nela um misto de vontade de fugir com excitação. Então eu lhe propus uma brincadeirinha. "É o seguinte: você vai pegar no meu piu-piu, e eu vou fazer um carinho na sua florzinha, tá? Se eu machucar, você me fala! Cláudia: Tá, Seu Nestor…Eu: Você quer parar por aqui?Cláudia: Não, rsrs. Só tô um pouco nervosa mesmo, eu não sei como se faz.Eu: Pega nele assim( trouxe sua mão até minha tora, e mostrei como se bate uma bronha gostosa)...e movimenta assim, sem apertar muito, pra cima e pra baixo.Cláudia: Nossa, Seu Nestor, como ele é duro…- sua feição assustada foi dando lugar a uma expressão de curiosidade. Sentindo a textura, acariciando desde a cabeçorra até as bolas. Quando toquei na sua bucetinha lisinha, Cláudia inspirou profundamente e abriu ainda mais as pernas. Ô delicinha de buceta! À medida em que eu roçava seu grelinho, Cláudia elevava os quadris em direção aos meus dedos e acelerava o vai e vem da punheta.Eu: E aí, patroinha, tá gostoso?Cláudia: Não pára, Seu Nestor, que delícia! Hannnn! Isso! Como seu pinto tá duro, Seu Nestor!Eu: Quer ver ele ficar ainda mais durinho, patroinha?Cláudia: Ai… Quero!Eu: Abre suas pernas, eu vou colocar meu piu-piu na sua florzinha e aí o leite vai regar ela todinha! Só vou fazer carinho, confia em mim!Cláudia: Hummmm...haaaaannn! Tá! Então fui por cima dela, e lentamente fui penetrando o pequeno botão que ainda não tinha sido tocado. Cláudia sentiu um pouco de dor. Parei uns instantes. Era era bem apertada. Então lhe disse para aguentar firme. Que a primeira vez era assim mesmo.Cláudia: Nossa, Seu Nestor, você é muito grandiiinnn! Mas tá doendo, minha florzinha!Eu: Você é muito frouxa! Eu vou parar, então. Desse jeito, você não vai ver leite nenhum!Cláudia: Não! Por favor, não pára, eu vou ficar firme. Eu quero ver logo esse leite, homem!Foi então que coloquei todo meu pau dentro da minha patroinha ex-virgem! E lentamente comecei a bombar. Então busquei seus lábios e comecei a beijar, e aprofundar o beijo, e Claudinha gemia enquanto minha língua caçava impiedosamente a sua. A sua expressão de dor foi sumindo. Claudinha começou a gemer de prazer e sua rachinha foi ficando mais e mais molhada. Filha da puta, gostosa! Cláudia: tá perto de o leite sair, Seu Nestor?Eu: Tá uma delícia, patroinha, tô quase lá!Cláudia: Tá muito bom, Seu Nestor, sua coisa dura dentro de mim… Me dá mais, dá...hannnnnnn, hannn...HAAAAAH!HAAAAAAN! HAAAAAAAAH, mete, Seu Nestor, mete, mete!A safada explodiu num gozo que nunca vi na minha vida. Parecia que tinha mijado. Mas, odor de xixi a gente conhece. Claudinha ofegava de prazer. Delícia,mais uma virgem que perdeu o cabaço comigo, hahahahahahahaha! Não demorei muito e gozei com violência.Cláudia: Tô sentindo algo quente dentro de mim… é o que tô pensando?Eu: Você quer ver?E quando eu levantei, ela se admirou com o tanto de porra que escorria da sua bucetinha. E eu lhe disse: " Pronto, garota, é assim que o leitinho sai. É só colocar meu regador nessa florzinha linda, que o leitinho vem. É um segredinho nosso, tá? Não conte pra Maria e muito menos para sua avó. Quem sabe da próxima, eu te dou mais leitinho de novo, e na boca. É mais gostoso ainda, sua menininha curiosa!! Mas agora, a gente precisa voltar. Se não, podemos ter problemas.Cláudia: Obrigadinha, Seu Nestor! Foi incrível! Aquela foi a primeira de muitas aventuras que tive com a patroinha curiosa! Hoje, ela administra a chácara, que não é mais chácara, ela comprou mais alguns terrenos e transformou numa fazenda. E de caseiro, fui a administrador de toda a propriedade da família. Até um dia desses, quem sabe.

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Comentários

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Conto muito bem detalhado fora que esse tipo de história da no tesão pqp muito bom msm parabéns mais um 10

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Ótimo conto cara, será que vai der mais relatos tanto d vc com a maria,quando com a claudia,espero que sim e q não demore a ser postado

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Que delícia de conto. Faltou comer o cuzinho da danads.

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