No confessionário

Um conto erótico de Ex Padre
Categoria: Heterossexual
Contém 1917 palavras
Data: 09/06/2019 20:29:30
Última revisão: 10/06/2019 23:44:22

Olá pessoal, essa é a primeira vez que entro e escrevo neste site. Nasci em uma cidadezinha região de Sorocaba interior de SP numa família muito humilde, minha mãe para tentar sustentar seus dois filhos fora trabalhar na lavoura e como era albina faleceu cedo devido a exposição ao sol adquiriu câncer de pele quando eu tinha apenas 3 aninhos de idade. Com o fato ocorrido eu meu irmão tivemos que morar em um abrigo católico já que nosso pai era caminhoneiro e desde quando eu nasci saiu para uma viagem ao Nordeste e nunca mais retornara para casa.

Os tempos foram difíceis naquele internato e a obrigatoriedade com a religião era constante. Aos 14 anos tomei a decisão de servir a Deus e entender melhor os dogmas católicos, a lastimidade do mundo e a tal existência de Deus. Por quase 10 anos passei por diversas privações e provações aquilo mexia comigo de tal forma que a cada instante essa dubiedade de querer conhecer Deus ao mesmo tempo não se afastar muito das coisas terrenas tornara-se mais estarrecedora em minha vida e mente. Aos 26 anos eu já participara de missas, batizados e celebrações fora do Monastério e foi a partir desse instante que as coisas ficaram de ponta cabeça. Confesso que no começo era tudo estranho e desigual, as pessoas iam a Igreja central onde eu atendia as confissões e recordo-me que um fato chamou minha atenção. Era período de Pascoa ano de 2010 uma segunda feira dia lindo ensolarado por volta das 9:30 hrs, eu tinha cordado um pouco tarde do convencional, então para não me atrasar mais, coloquei uma cueca samba calção e por cima a batina e me direcionei ate a sacristia. Chegando lá estava o Diácono e a atendente Sara e de repente uma mulher muito bem vestida e cheirosa entrou e perguntou, posso falar com o Santo Padre? Virei-me em direção a mulher e conduzi-a cabine do confessionário que ficara ao fundo do lado direito do altar central da igreja. Ela murmurou dizendo, nossa esta escuro aqui, eu retruquei dizendo que estávamos cortando gastos, ela acenou que sim com a cabeça entendendo tal situaçãoEntramos na cabine, me apresentei fiz o sinal da cruz e perguntei seu nome, ela respondeu que se chamava Zilda disse que era casada e que não era católica.

Questionei-a, por qual móvitos razão e circunstancias ela estava ali em uma Igreja da qual ela não pertencia? Ela relutando meio que entristecida respondeu falando baixo com uma voz doce e suave que devido a seus avós e seus pais ela foi obrigada a participar da Igreja Adventista desde quando criança.

Sua vida sempre foi guardar o sábado, ir a escola sabatina, participar dos eventos adventistas e é claro sempre se relacionar com pessoas ligadas a igreja. Aos 17 anos ela se envolveu com um rapaz líder do grupo de desbravadores, ele era quase 10 anos mais velho que ela e quando seus pais descobriram a relação pecaminosa obrigaram-na a se casar para não denegrir a imagem de sua família. Por um instante o mundo parou, o silencio tomara conta daquele lugar, tudo escuro, apenas a pequena luz amarela da cabine do confessionário acesa, ela começou a soluçar resmungando dizendo que uma de suas vizinhas católica que conhecera a pouco tempo orientou-a que procurasse o novo sacristão da igrejinha do Bom Jesus porque ele parecia ser um homem de bom coração e que talvez ele pudesse ajuda-la. E ali estava ela na frente do “Santo Padre” e, eu meio sem graça pedi-a que continuasse sua confissão. Por um bom tempo ela falou dos seus problemas, sobre seu dia a dia, dos cuidados com a casa da falta de atenção ao longo dos seus quase 20 anos de casamento, falta de carinho, de sua relação abusiva, dos maltrato do marido e das investidas do pastor de sua igreja e ate mesmo de seu sogro, ambos freneticamente loucos para senti-la carnalmente.

Meio confuso mas curioso perguntei, como assim carnalmente? Ela sem redondas falou que seu sogro era um homem de duas faces, em casa todo durão machista e controlador mas na igreja era tarado pelas irmãs ate mesma com as casadas e que ela ouvira diversas historias das irmãs mais velhas da escola sabatina de que ele costumava enconchar e apalpar a bunda das irmãs nos cultos e em eventos da igreja e que o Pastor era jovem casado mas que dava seus pulos fora do casamento e que vivia elogiando ela dizendo que Deus foi maravilhoso e criativo dando a ela curvas belas e perfeitas referindo-se a seu corpo e seu quadril.

Em minha cabeça tudo estava confuso e embaraçado, confesso que pela primeira vez aquilo estava mexendo comigo e um calor começou a aflorar em minha pele em meu corpo, não sabia se dava um basta ou deixava ela continuar afinal nunca havia sentido isso antes e não sei dizer o porque mas me interessei intuitivamente pela historia daquela mulher e o pecado tomou conta do meu ser.

O que nos separava dentro do confessionário era eu sentado em uma cadeira uma cortina de pano fino pendurada fixada como um divisor e ela em uma poltrona confortável e macia do lado oposto, com o clarão da luz dava para ver suas belas coxas grossas seu vestido acima dos joelhos sua blusinha aberta por cima do vestido com seus seios apontados para frente eu sentia o clima tenso no ar com a voz suave e tremula daquela mulher aos poucos meu pênis começou a crescer, confesso que fiquei meio incomodado com tal situação algo tomou conta do meu ser meio que transpirando e tremulo fiquei com a segunda opção, deixei que ela continuasse sua confissão. De repente, o inesperado, ela diz Padre o senhor é um bom homem é um homem de Deus, por favor, Padre me da um abraço, eu preciso de atenção e afeto. Tentei acalma-la, mas via naquela mulher uma necessidade de um abraço de um carinho e no impulso da situação levantei meio que temeroso abri a leve cortina ela já meio que se levantando segurou minhas mãos chorando e me abraçou. Outro instante de silencio, aos poucos nossos corpos se juntaram, ela soluçando em meu pescoço, seus lábios quentes e úmidos tocando minha pele, um arrepio imenso tomou conta do meu ser, para piorar neste dia eu vestia apenas uma cueca samba calção e por cima apenas a batina saião como roupa. Meu pênis parecia que ia explodir, não dava para conte-lo, tentei me afastar, em vão, o pecado me possuía, nesse instante eu já cutucava a frente daquela mulher que ate suas pernas tremiam, seu vestido soltinho de pano fino parecia a segunda pele do meu pênis, o inevitável aconteceu.

Fui descendo minhas mãos instintivamente e sem querer ou querendo toquei a polpa de suas nádegas que por sinal eram grandes e macias ela não fez nenhum gesto de repudio, sem reação da parte dela abaixei ainda mais minha mão direita ainda que tremula dei uma apertadinha em sua nádega e ela sussurrou em meu ouvido, que foi isso Padre?

Sem dizer nada fui tentar tirar minha mão e ela segurou colocando sua mão em cima da minha e disse, continua Padre esta gostoso. Então naquele minuto irracionalmente neguei toda minha vida dedicada a Igreja e no pecado cai. Dentro da Casa Santa abracei forte aquela mulher pela bunda e trouxe-a quase que para junto de meu corpo, fui enfiando minhas mãos para dentro de seu vestidinho, sua calcinha minúscula enfiada no meio daquelas nádegas e ao tocar sua pele quente e macia, meu coração quase parou, meu batimento cardíaco disparou, me faltou ar, meus instintos selvagens afloraram a pele, nossos lábios se tocaram, era tarde, não tinha mais volta, encontrei o caminho do inferno, meu cabaço estava quase que se arrebentando sozinho, o proibido aconteceu!Continuamos a nos beijar sem dizer nada aos poucos ela se virou ajoelhando-se na poltrona ficando de quatro e disse, vem Padre, me deixa feliz hoje.... Meu Deus tira esse pecado de mim dizia minha mente racionalmente, vai com tudo dizia meu desejo pecaminoso, não acreditava o que estava acontecendo, a preocupação de alguém chegar ali, o arrependimento de estar traindo Deus por estar com uma mulher casada e mais o agravante de ser Padre.

Tudo ao mesmo tempo, mas era a cabeça cabaça de meu pênis albino branquinha avermelhada que me controlava. Tentava olhar para os lados, desviar minha atenção daquela formosura de mulher com aquela bunda enorme de quatro com a calcinha minúscula atolada no meio de seu rego em tão pouco tempo, eram muitas coisas emaranhadas em minha cabeça ao mesmo tempo em que havia muitas duvidas e desejos.

Não hesitei, com medo com receio eu pequei, deixei de ser o “Santo Padre” para ser o “homem do pecado”, sem hesitar, fui pra cima daquilo tudo e meio desajeitado ergui minha batina com o pau todo melado dentro da cueca encostei no meio de suas nádegas e senti o toque carnal. Meu Deus que loucura, perdoa-me, não sei o que faço, meio apressado sem preliminares, ansioso de todas as formas e vontades, puxei a minúscula calcinha para o lado esquerdo, abaixei-me e comecei a lamber e chupar no meio de seu rego de baixo para cima por diversas vezes, depois fiquei em pé e encostei a cabeçona virgem e inchada de meu pênis na entrada daquela gruta meio cabeluda quente e úmida e sem jeito fui adentrando-a.

Era gostoso estranho e doloroso ao mesmo tempo, a pelinha fina que envolve o pênis não arregaçava, mas com insistência segurei-a pela cintura e empurrei meio com força meu corpo contra o seu e de soquetão adentrei-a tocando minhas bolas em suas nádegas.

Que loucura, que delicia, estou dentro de você, falei baixinho em seu ouvido e ela resmungava mete Padre, come essa buceta, come, hoje vou tirar seu cabaço, hoje você vai conhecer o paraíso, parecia o capeta me levando ao inferno, mas que inferno gostoso e prazeroso. Não demorou muito, com os movimentos de vai e vem, que eu fazia com força, o barulho aumentando, nossas respirações ofegantes eu não aguentei e segurando firma sua cintura tendo aquela visão de sua bunda grande redondinha estoquei mais duas vezes e jorrei por diversas vezes dentro daquela gruta quente e úmida o liquido do pecado. Gozei tanto que escorria pelas pernas de Zilda, Uffa que loucura, tirei meu pau de dentro daquela gruta ensanguentado amolecido e pingando porra misturada com um pouco de sangue, notei que tinha perdido meu cabaço, então tremulo, sem energia quase que acabado mas feliz via a mulher limpando meu pênis com sua blusinha para não sujar minha batina, eu meio que não acreditando no que tinha feito, cansado mas feliz nos recompomos, ela ajeitou seu vestido, me agradeceu deu me um beijo no rosto disse ainda Padre Deus te abençoe e saiu....

A partir desse dia minha vida mudou por completa, Zilda, não saia mais de minha cabeça, eu tinha conhecido o caminho do inferno, eu entrei na imensidão do paraíso. Aos poucos batia o arrependimento ao mesmo tempo a vontade e o desejo para sentir novamente aquela mulher que nunca mais aparecera....

O tempo passou, e não sei explicar o porque minha paroquia começou a ser frequentada por inúmeras mulheres uma mais linda que outra .

Até que um certo dia fui meio que obrigado a conhecer a porta do fundo da irmã Salete, mas isso fica para o próximo conto ....

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Comentários

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Que maravilha de conto, finalmente encontrou a felicidade rsrs.

Continua escrevendo, vc escreve bem.

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Ola pessoal, depois de muitas penitências kkk resolvi voltar ....

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Adorei queria que fosse o padre daqui eu queria dar pra vc

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Conto delicioso este. Se fosse contigo, eu até adoraria confessar todos meus ¨pecados¨. Seria uma longa sessão, com certeza. Rs. Se essa Zilda rompeu teus votos celibatários, abriu as portas para a vida plena. Fiquei muito curiosa em saber como foi com essa irmã Salete, história que promete ser tão ou mais excitante do que esta. Venha ler e me ¨absolver¨ dos meus pecados, aplicando a merecida penitência. Beijos.

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Seu jeito de escrever me fez enxergar a cena toda.

Adorei

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Delicia de estreia aqui na casa. Pela educação que recebemos, pecados, tabus, proibições mexem mesmo com a nossa cabeça. Porém, depois que vivemos os prazeres da carne, tudo passa a ser secundário. Adorei a leitura excitante do teu ¨desvio¨ com essa Zilda. Beijos da Vanessa.

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Querido, antes de tudo obrigada pela visita ao meu conto. Não houve nenhuma traição a Deus. Afinal, o celibato, o adulterio e outras proibições, são dogmas criadas por homens das Igrejas, jamais pelo Criador. Viraram convenções sociais, que mesmo tabus, não conseguem sobrepor à vontade divina e sua ordem ¨Crescei-vos e multiplicai-vos¨. Para que isso fosse possível, aí sim, está sua Lei inexorável: o desejo incontrolável. Adorei a narrativa e dou nota 10. Bjs babados desta ¨pecadora¨.

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