Prazeres do corpo (cap. 4)

Um conto erótico de João 31
Categoria: Homossexual
Contém 2379 palavras
Data: 01/06/2019 13:02:05

Não sabia se tinha escutado direito o que eu acabara de ouvir. Guilherme me olhava esperando minha resposta. Nunca tínhamos feito aquilo, era a primeira vez que nos masturbaria juntos. Era novidade tanto para mim quanto para ele. A curiosidade bateu mais alto. Respondo que sim.

Guilherme se levantando indo até uma das camas vazias e pegando seu colchão para colocá-lo no chão entre nossas camas, tudo no mínimo de silêncio possível. Apenas o observo. Ele faz sinal com as mãos para que eu sente ao seu nado no colchão de solteiro já estalado, e assim faço.

A luzes continuaram apagadas, a única fonte de claridade vinha da janela aberta coberta por uma fina tela que mantinha os mosquitos afastados, a luz da lua fornecia o mínimo de visão que possuíamos um do outro. Repara ele abaixando seu pequeno short que usava para dormir, revelando seu membro. Faço o mesmo, sentindo um frio interno percorrer meu corpo.

Nossos pau deveriam medir a mesma coisa, uns dezesseis ou dezessete centímetros, com a diferença que o dele a espessura e a glande parecia maiores e seu saco mais pesado. Ele começar a punhetar o próprio pau num ritmo lento mas concentrado no que fazia. Começo a me masturbar também, mas sem deixar de prestar atenção no que ele fazia.

Fazia alguns anos que nenhum de nós dois se via nu, era mais comum quando ele era mais jovem e eu ainda uma criança, mas agora cada um tinha seu próprio quarto, o que dava uma maior privacidade. Ficamos uns minutos naquele ritmo, Guilherme as vezes passava a mão pelo peito, outra hora massageava o saco, o que fazia soltar gemidos discretos.

Guilherme deixa de focar somente em si para me olhar. Aquilo tudo era novidade para ele também, mas parecia estar curtindo.

- Quer fazer mão amiga? – pergunta um pouco tímido.

- Pode ser – respondo, super excitado com aquela situação.

Ele pega em meu pau sem jeito mas logo começa a bater uma deliciosa, dando pequenas apertadas com os movimentos. Fecho minha mão em seu pau, o fazendo dar uma estremecida com o toque. Seu pau também babava igual o meu com toda aquela tensão. Não me contenho e começa a passar minha outra mão em seu corpo, começando pelo seu peito e seguindo pela virilha e suas coxas. Seu rosto denunciava seu prazer naquilo tudo, não sou recriminando pelas carícias, me incentivando a continuar.

Guilherme se aproxima de mim para facilitar nossa carícias. Ele começa sem jeito, sem saber ao certo onde me tocar. Passa sua mão em meu peito e coxas, assim como o fiz. Nossos ombro estava colados pela proximidade dos corpos, o que aumentava ainda mais meu tesão. Nosso corpos já estavam um pouco suados, pelo calor e a situação excitante.

Olho em seu rosto enquanto o exploro com minhas mão e sentindo as suas em meu corpo. E passa a me olhar também, seu rosto transparecia desejo. O que ocorreu me pega totalmente de surpresa, sem me dar a chance de o impedir.

Guilherme me puxa para um beijo sem qualquer aviso. Sua língua invade minha boca com necessidade e correspondo ao se beijo, dando um gemido de prazer. Ele me deita no colchão e volta a me beijar por cima de mim. Sinto seu pau se esfregando na minha barriga e suas pernas tocando as minhas. Passo minhas mãos em suas costas, e ele corresponde me beijando avidamente.

- Até que não tem diferença em beijar outro homem – ele fala em meu ouvido entre um beijo e outro. Não respondo – Estou morrendo de tensão, está sentindo?

Ele faz movimento insinuando uma penetração, esfregando se pau ainda mais no meu.

- Posso ser seu primeiro homem – ele pergunta mordendo minha orelha.

Já não conseguia raciocínio mais nada, estava me levando pelo tesão. Aquela altura tínhamos esquecido do João no quarto, na cama ao lado. Me viro de bruços em resposta a sua pergunta, que foi intendido rápido por ele. Começa a sarar seu pau em minha bunda, deixando toda babada. Sabia que não seria o suficiente para lubrificar e peço para passar sua saliva.

Com as duas mãos, Guilherme abre minha bunda, expondo meu cuzinho que ficava a espera de sua rola. Dá uma cuspida bem no meio do meu buraquinho ainda fechado e passa a enfiar seu dedo dentro dele. Numa reação involuntária fecho meu cu com seu dedo tentando me penetrar. Guilherme insiste até que seu dedo entra, o que me causa uma dor tolerável.

Ele fica com seus dedos enfiado em mim enquanto batia uma no próprio pau. Chega a hora esperada, Guilherme tira seu dedo para enfia seu pau. Ele enfrenta um pouco de resistência por parte do meu cuzinho, que não estava cedendo passagem para aquela rola grossa. Com bastante insistência a cabeça do seu pau grosso passa pelo meu anel, rompendo meu cabaço.

A dor era grande e ele percebe meu sofrimento, parando de enfiar e perguntado se queria parar. Respondo para esperar um pouco daquele jeito e ele assim faz. Uns minutos foram suficientes para a dor diminuir, e começo a mexer minha bunda de forma a enfiar mais seu pau.

Aos poucos Guilherme vai enfiando o resto do deu pau todo em meu cu e começando a me comer devagar. Tínhamos que ser cuidadoso em não fazer barulhos e ser pegos por João no meio do ato. Guilherme deita seu corpo em cima do meu e abre minhas pernas com as suas. Meu tesão estava a mil, sentindo o peso do seu corpo em cima de mim.

Ele beijava minha nuca enquanto metia cada vez mais fundo, meu pau doía de tão duro que estava. Nos viramos com seu pau ainda dentro de mim e ele passa a me comer de lado. Num ritmo continuo ele me comia com facilidade, arfando de prazer. Mudamos a posição novamente, agora sento em seu pau de frente para ele.

Olhar em seu rosto enquanto me comia era um prazer maior ainda. Volto a beijar sua boca, segurando sua nuca. Guilherme está chegando em seu limite do prazer, assim como eu. Sem nenhum aviso, ejacula dentro do meu cu, soltando um gemido não muito discreto. João se mexe em sua cama, não dava para vez se ele tinha acordado com o nosso barulho. Ficamos imóveis, esperando algo acontecer, o que não ocorre. Talvez ele somente tenha se virado na cama.

Me levando do colo de Guilherme, sinto sua porra dentro de mim. Sou surpreendido quando ele me deita de costa e começa a massagear meu pau. Deixo ele tomar conta da situação e espero para vez no que aquilo daria.

Fico espantado quando meu irmão começa a me chupar sem nenhum pudor, o que não deixou de ser excitante. Para seu primeiro boquete ele se saia bem, parecia que até tinha prática no que fazia. Sua boca no meu pau me causava falta de ar, ele me olhava enquanto chupava toda a extensão do meu membro. Não demorou para eu despejar toda minha semente em sua boca sem nenhum aviso, que foi sorvida até a última gota pelo meu irmãozão.

Acho que minha cara de espanto estava evidente quando nos olhamos depois de toda aquela experiência conjunta. Guilherme, como sempre, apenas deu de ombros, como se tudo que acabara de ocorrer fosse algo natural entre nós.

Me levanto, pego uma toalha e vou para o banheiro. Minha pele grudava de suor, não sabia se o calor que tinha aumentado ou o prazer provocará o aumento da temperatura do meu corpo. A água caia fria pelo meu corpo, aliviando o calor da noite. Minha cabeça era um turbilhão de pensamentos naquele momento, as lembranças me pareciam algo irreal, fantasias de uma mente criativa. O ardor em meu ânus me dava a confirmação do que ocorrerá mais cedo.

Meu pau ganha vida novamente ao me lembrar de Guilherme. Bato uma na tentativa de aliviar e dispersar todo aquele tesão. Gozo pela segunda vez naquela noite, com diferença de minutos entre cada uma. Me enxugo, visto um short e saio do banheiro.

- Ainda acordado filho – era meu pai. Será que ele tinha escutado alguma coisa para ter levantado.

- Está muito quente, não conseguia dormir – falo, o que não era mentira – Decidi tomar um banho para ver se refresca um pouco.

- Só não demore a dormir, já está muito tarde.

- O que o senhor faz acordado também? – pergunto.

- vim buscar um copo de água – me responde e segue seu caminho.

Guilherme não estava no quarto. Deveria ter ido a cozinha e encontrado com nosso pai. Me deito na cama, extremamente cansado. O banho ajudou a aliviar o calor e a relaxar, contribuindo para o sono vir rapidamente, sem eu conseguir ver o Guilherme voltar para o quarto.

Na manhã seguinte.

Acordo sem me lembrar onde estava, levo uns segundos para me localizar e reconhecer o quarto do rancho. Estou sozinho no ambiente, sendo o último a levantar provavelmente. Me levanto e faço minha higiene matinal, indo para a cozinho logo depois.

João, Gabriela e Pedro tomavam café com bolo, não vi meu pai e o Guilherme. Me junto a eles.

- Onde o pai e o Guilherme estão? – pergunto a Pedro.

- Eles foram a cidade comprar algumas coisas que estavam faltando, não devem demorar – meu irmão responde.

Término meu café e sai da casa. Queria passar um tempo sozinho, colocar o pensamento em ordem e assimilar tudo aquilo. Não via Guilherme desde nossa gozada, não sabia como ele estava com tudo isso. Parecia que estava fugido de um inevitável encontro. Vou ao píer no rio, era o local mais isolado do rancho. Lá pude sentar e admirar toda a beleza do rio que corria diante os meus olhos, sem perceber o tempo passar.

- Estava te procurando – de um salto, Guilherme senta ao meu lado. Estava tão inerte em meus pensamentos que não percebi sua aproximação.

- Achei que estivesse me evitando – respondo.

- Porque pensou isso de mim?

- Sei lá, não te vejo desde ontem depois... – não completo a frase.

- Quando voltei ao quarto você já estava dormindo, a culpa não é minha.

Realmente não era sua culpa, talvez estivesse criando muita teorias em vez de pergunta diretamente a ele.

- Pensei que estivesse envergonhado.

- Não me arrependo de nada – confessa. O que me choca discretamente.

- Não sei se foi certo fazermos aquilo, somos irmãos – tento fazê-lo compreender minha preocupação.

- o que fizemos foi apenas sexo, nada mais. Não ferimos ninguém com isso, o que pode ter de errado em algo que se remete somente a nós dois.

Sua linha de raciocínio era simples. Não sabia se era realmente o que pensava ou era algo para me tranquilizar e aliviar o peso da culpa.

- Nem todo mundo pensa dessa mesma forma.

- Será nosso pequeno segredo – ele me olha sorrindo - Segredo de irmãos.

Não respondo. Volto a olhar o curso do rio. Pelo menos alguém se sentia bem.

- Foi bom para você? – fala se referindo a noite passada – Para mim foi ótimo.

- Foi boa – me limito a duas palavras, sem disfarçar um sorriso de felicidade. Claro que tinha sido ótimo e me deixava satisfeito em saber que pude proporcionar prazer em outro homem.

- A melhor maneira de tirar as dúvidas é na prática.

- E sua dúvidas foram todas esclarecidas – entro em seu jogo.

- Sim, só tem um problema. Me deixaram com mais vontade – sua cara se transforma, deixando de lado um Guilherme amoroso para um Guilherme safado.

- melhor não – tento o conter.

- Eu fico de pau duro toda vez que lembro de ontem – só agora reparo no meio de suas pernas, que continha um volume imenso. Ele pega a minha mão e leva em direção a seu pau – Sua boca não sai da minha cabeça.

- Você quer repetir tudo?

- Porque não, foi tão bom e sei que você gostou.

Aperto seu pau sobre a bermuda em resposta a sua proposta.

- Aqui fora não dá – falo e ele entende meu recado.

Voltamos para casa. Meu pai, João e Pedro estavam na piscina enquanto Gabriela pegava sol fora da água. Entramos e fomos para o nosso quarto, fechando a porta para uma maior privacidade. Qualquer um poderia entrar ali a qualquer momento. O risco de sermos visto aumentava ainda mais o tesão.

Guilherme me coloca contra a parede e começa a me beijar sem cerimônia alguma. Estávamos com urgência da boca do outro, explorando cada canto. Nossas mãos brinca pelo corpo do outro sem nenhum pudor. Já não me lembrava o por que das minhas preocupações mais cedo.

Seu beijo era tão bom, excitante ao extremo. Bastou uma única vez para ele saber meus pontos sensíveis e usá-los a seu favor. Seu pau duro se esfregava ao meu lentamente. Suas provocações me tirava gemidos tímidos, ele gostava de me observar arfando de prazer provocado por si.

- Me chupa – me pede com a cara mais safada do mundo.

Desço para o meio de suas pernas e abaixo sua bermuda. Sua cueca tentava conter seu pau dentro sem sucesso. Uma mancha se formava pela baba que seu membro soltava. Abaixo sua cueca e seu pau salta para fora. Começo a chupar seu pau com desejo e vontade. Guilherme parecia estar gostando da situação, suas mãos foram postas em minha cabeça, conduzindo o ritmo da chupada que recebia.

Ver meu irmão totalmente entregue ao prazer me deixava com tesão, aumentando ainda mais minhas investida. Não demorou muito para Guilherme chegar no ápice do seu prazer e gozar dentro da minha boca. Término de limpar seu pau com a boca e me levanto, ficando cara a cara com meu irmão.

- Que chupada foi essa? – Fala. Parecia extasiado.

- Já deve ter recebido chupadas melhores do que essa – digo.

- Nunca tão prazerosa assim – Guilherme falava me olhando nos olhos. Me aproximo de sua boca e ele não recua.

Seu beijo já não me causava estranheza. Tanto eu quanto Guilherme já estávamos entregue aquela situação prazerosa. Termino nosso beijo e decidimos voltar para junto do restante da família.

Nunca poderia imaginar que minha primeira relação sexual fosse com meu próprio irmão e muito menos que a iniciativa partice dele mesmo. Não sei se foi somente uma situação momentânea, por estarmos longe de casa ou uma intimidade que estava sendo construída e nos permitimos ter. Só restava esperar para ver como ficarriamos depois de tudo.

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Comentários

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Quero um irmão desse tbm, q tesao o Guilherme! Amei esse capítulo!

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EXCELENTE. MARAVILHA DE NARRATIVA. AQUI EXCITADO. RSSSSSSSSSSSSSSS O DIA SEGUINTE É SEMPRE PERIGOSO. MAS PARECE QUE NÃO FOI PARA ESSES DOIS. ESPERO QUE CONTINUEM, QUE SE TRANSFORME NUM AMOR MAIOR AINDA E QUE ESSE RELACIONAMENTO DURE. SÓ NÃO GOSTARIA DE VER UMA SURUBA. NÃO CURTO MUITO. GOSTARIA DE UM FEEDBACK DO AUTOR SOBRE OS COMENTÁRIOS. ISSO ME ESTIMULA A COMENTAR MAIS.

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Maior tesão esses dois irmãos. Parece-me que todos o homens da família acabarão transando... Conte-nos mais ...

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