A priminha (o que aconteceu antes)

Um conto erótico de Primo
Categoria: Heterossexual
Contém 2717 palavras
Data: 13/04/2019 22:16:29

Aviso 1: Esse conto foi postado no Insta, então você pode notar que ele foi uma união.

Aviso 2: Perdoe os erros, e aproveite sem pudor.

Todo mundo tem uma prima ou primo que já rolou uma sacanagem né? Quase todos... Eu não tive, na verdade quanto já estava nas adolescência conheci meus primos de outra cidade. E não eram da minha idade!

Enquanto já estava interessado e literatura e vídeo games, bem eclético não acha? Eles brincavam na rua de brincadeiras mais simples.

Passei 3 semanas no interior, não havia nada que me desse interesse, mas por sorte tinha baixado alguns filmes na Netflix e alguns e-books.

Uma das minhas primas, a mais novinha, desde que cheguei ficou me olhando estranho, acho que não conhecia muitas pessoas diferentes, nem com a cor da pele tão escura quanto a minha.

Ela sempre estava por perto, o que não era nada legal, afinal eu só queria passar aqueles dias e voltar pra civilização.

Mas isso mudou quando minha mãe me obrigou a deixar ela assistir comigo, coloquei um filme anos 90 de ação bem galhofa, adoro esse tipo de filme.

Fiz isso para afastar ela, mas ela ficava cada vez mais interessada, pegamos um cobertor e jogados no sofá passamos por 2 filmes.

Durante uma cena de sexo rápida, meu pau ficou duro e comecei a reparar nela.

Pele branca, olhos claros, lábios rosas e cabelos bem loiros, típico da região do Brasil que estava.

O corpo magrinho era delicado, mas já mostrava um bumbum em formação e coxas firmes devido às brincadeiras na rua... Quebrei esses pensamentos e reclamei que estava com a mão fria... Ela na hora me disse que eu deveria colocar na barriga, pois aquecia rapidinho.

Sorri e perguntei já com certa malícia. Pode ser na sua?

Ela me olha inocente e afirma com a cabeça e com um sorriso lindo.

Coloquei minha mão direito sobre aquela barriguinha linda, super delicada que parecia pêssego. Merda. Meu pau começou a pulsar.

O que estava fazendo? Podia alguém entrar e ver aquilo. Estava muito excitante.

Meu pau já doía e minha mente já nem sabia mais que filme tocava.

Mexi os dedos de leve para ver aquele sorriso novamente. Estava sentindo algo estranho.

Sabe quando você se apaixona de imediato pelo carisma e beleza? Então.

- Ainda está com a mão fria? - ela pergunta.

- Sim, ainda. - Respondo. - Coloca aqui então...

Coloca a mão aqui então que aqui sempre esquenta. - Ela fala apontando para o meio das pernas.

Já era demais. Eu poderia arrumar problemas, eu era mais velho, e aquela princesinha nunca teria culpa de nada.

Mas quem pensa quando o pau está pulsando e babando na calça? Literalmente minha calça estava molhada acima da cabeça do pau. Cada pulsada que ele dava escorria um pouco daquele líquido pré gozo.

Meu corpo tremia de adrenalina, nunca tinha sentido nada assim antes.

Coloquei a mão no meio das pernas e ela fechou me olhando sorrindo. - Vai ficar bem quentinha.

Que menina linda, eu estava perdido naquele momento. Cheguei a pensar que iria gozar.

Meu mindinho estava tocando sua ppk por cima da calça e mexia de leve, olhei seu rosto mudar aos poucos corando. - Ainda está fria...Disse Quase gaguejando. Posso colocar aqui dentro? Aponto com o dedo.

Fico com medo dela gritar, ou achar estranho, mas o que ela diz e ainda mais surpreendente. - Pode, só não conta pra mamãe porque ela diz que aí é a ppk da princesa.

Ela segura a calça e calcinha com os dois polegares e me olha sorrindo.

Coloco a mão sobe a parte testudinha, gordinha, mesmo ela sendo magra aquela parte é cheinha. E muito quente.

Meu polegar e dedo médio cobre toda ela, é minúscula, e selada.

Nunca senti isso, mas minhas bolas estão doendo de tesão, acho que querem expulsar logo a porra nela, é a natureza jogando sujo comigo.

Mexo os dedos de leve, apenas pressionando a parte de fora e vejo uma cena inesquecível.

Seu corpo treme todo, um arrepio sobe por ela e uma leve contração. Ela piscou...piscou na minha mão.

Repito o movimento de leve e ela me olha sorrindo, vermelha e com calafrios. - Isso é bom né primmo? O final do primo é interrompido pelo meu dedo que mexe e ela solta um gemidinho.

Ela vem chegando mais perto de mim e entra por baixo do meu braço. Um abraço delicado e quente. Mexo novamente vendo ela tremer.

Minha mãe chega na porta. Uma negra alta e muito gostosa pelos anos de academia. - Sabia que vocês iam se dar bem. Ela é uma princesa mesmo... Cuida dela ok?

Percebo o dedo médio está com a ponta molhada...

Enquanto minha mãe elogiava eu estar cuidando de minha priminha, meu dedo médio circulava a entrada da ppk dela que pulsava e pingava... Ela ficou vermelha e deu um leve gemidinho que chamou a atenção de minha mãe.

Chegando perto ela disse: - Está bem princesa, está vermelha? - Colocou a mão na sua testa e viu que estava com início de febre. - Vem com a tia, vou dar um remedinho - Não tia, eu tô bem, quero ver o filme. - Minha prima fala nervosa. - Nada disso, saúde vem primeiro. Depois da janta vcs continuam.

Retiro minha mão daquela bucetinha minúscula e molhada. Ela sai debaixo do cobertor vai fazendo birra para cozinha tomar o remédio. Sai batendo o pé.

Era apenas uma menina, tão novinha... Olhei e vi meus dedos molhados, molhados por aquele melzinho doce, intocado. Me senti um monstro.

Mas levei os dedos até o nariz, tinha um cheirinho leve... como de uma fruta... Levei até a boca e me surpreendi. Era doce. O doce mais suculento que já provei.

Não podia ser azedo, estar fedida? Para quebrar esse tesão? Não. Era doce. Feito para seduzir. O doce do pecado mais sombrio que não podia mais ignorar.

Lambi os dedos e fiquei com aquele sabor na boca.

Fui até o banheiro com o pau doendo, minhas bolas doíam, e ao sair da cueca vejo que ela está com um círculo molhada.

Meu pau pulsa mesmo que eu não queira. Ele pedia por aquele princesa.

Cada pulsava escorre uma gotinha daquele líquido grosso e transparente.

Imagino a boca dela ali.

Olho pro cesto de roupas sujas e vejo uma calcinha dela.

Perfeito. Enrolo no meu pau; não dá nem metade, com 3 ou 4 puxadas de pele para cima da cabeça já gozo.

Mas não foi um gozo normal. Nunca tinha sentido isso. Achava que era apenas em filmes.

Saiu uns 8 jatos grossos de porra, cada jato saltava pela tampa do vaso, soltei a mão do pau e ele enrolado na calcinha continuava gozando.

No final dos jatos vem mais uma onda de energia, um segundo orgasmo. Minhas pernas tremem e me seguro na parede.

Meu pau continha saindo porra, agora em jatos menores que escorrem e param na calcinha.

Sento no vaso com dor nas pernas. Minhas bolas doem muito, como se tivesse sido drenado.

E agora, o que faço?

Nossa princesa tomou o remédio que a titia deu, mas a titia nem imaginava que ela estava sentindo não era normal... Ela ficou emburrada por não poder mais assistir filme com o primo e ainda mais quando mandaram ela tomar banho para jantar.

Subiu as escadas pro quanto batendo o pé.

Sua ppk ardia, era algo quente que incomodava, e só pensava na mão do primo. A pele negra dele com sua pele branquinha ficavam tão bonitas.

Ela não entendia bem, mas ao tirar a calcinha percebeu que estava toda molhada. Queria mais daquilo.

Ela está queimando!

Pegou o ursinho de pelúcia que dormiu a vida toda, a patinha dele e estragou na ppk, de leve.

Soltou um gemidinho que precisou abafar. Colocou a calcinha na boca E continuou.

A patinha do urso fazia cócegas e acalmava o calor da ppk. Mas não era como a mão do primo.

Colocou o urso deitado e subiu em cima. Seu corpo suava, estragou a ppk forte no urso querendo acalmar aquele calor mas ele só aumentava.

Mamãe falou a vida toda para não mexer na ppk, ela estava com medo de colocar o dedo e se machucar. Queria o primo ali.

O desespero começou a tomar conta é uma certa angústia e ansiedade.

Colocou o dedinho na parte que mais ardia, logo no comecinho na ppk, em cima.

Uma bolinha ardia ali.

Ao tocar seu corpo tremeu e ela gemeu, se não fosse a calcinha na boca ela teria gritado... Tocou novamente agora com o dedo mais molhado.

O corpinho tremia, tremia de tesão. Mesmo sem ela saber disso.

O corpo dela desejava servir ao primo negro, ela sentia necessidade dele. Mesmo se tocando não era a mesma coisa.

Abraçou o urso forte com a mão na ppk quase chorando de raiva por ter sido separada do primo justo naquela hora. "Preciso tomar banho para jantar... pelo menos o primo vai estar lá. Só de ver ele já me anima." Ao pensar isso sua ppk piscou, sem ela querer. Só de pensar no primo ela piscava.

Ela quer aprender mais. Sentir mais.

Está com medo, nervosa, piscando e ansiosa por aprender mais com o primo.

Ela fará tudo que o primo pedir, ela só quer sentir mais daquela sensação.

Após o banho nossa princesa desceu para o jantar em família. Mesmo uma casa simples de classe média, no interior do estado sempre jantam juntos.

Ao chegar na mesa toda arrumada e pronta para dormir, foi surpreendida por ninguém dar atenção a ela.

O primo e a família dele eram os convidados, eles riam e conversavam, isso a deixou calma. Pois a alguns minutos estava chorando de tesão e nervosa em estar perto.

Cada frase que o primo falava, cada piada, gerava arrepios nela, calafrios, e algumas piscadas involuntárias na ppk.

Que por acaso já estava molhando novamente. A natureza feminina é assim, quando encontra um macho reprodutor que desperte o desejo, a buceta molha, pinga, pisca, se preparando para receber a porra até o fundo.

Após todos jantarem, sua tia comentou da febre que ela havia sentido e que ela parecia pálida. Isso a deixou assustada.

Sua mãe até comentou de levá-la ao médico, mas se acalmou após perceber que estava melhor. - Acho melhor você dormir cedo hoje meu amor. Disse sua mãe. - Não mãe, por favor, quero continuar o filme com o primo. Falou de forma manhosa.

Nesse momento o primo que estava aliviado depois de tanto gozar; as bolas vazias, e até se sentindo livre aquele tesão. Tomou um soco no estômago.

O pau deu uma pulsada, o sangue voltou a correr por ele.

Como ele era da cidade grande, dormia tarde, e eles na casa dormiam cedo, ele sempre ficava 3 a 4 horas sozinho na madrugada. - Melhor não. Disse o primo, você é muito pequena para dormir tarde.

Ele falou isso tentando evitar a situação, pois sabia que eles acabariam voltando para aquela brincadeira. Mesmo com tesão ele não queria se arriscar e nem fazer algum mal para princesa.

Na cabeça dele, ele era o abusador e ela não gostava daquilo. Ele não imaginava a calcinha molhada dela agora.

Ao ouvir isso ela gelou. Até a calcinha gelou. Ficou pálida. Se sentiu traída, enganada. Imagina que ele estava gostando dela. Ela estava com uma paixonite. Normal na idade.

Ela sentiu seu estômago embrulhar e uma dor no peito

Saiu da mesa pedindo licença e disse que iria pro quarto. - Você está na casa deles e vai cuidar da sua prima sim! Disse a mãe do primo de forma grossa e assertiva.

- Vai lá acalmar sua prima agora e deixa ela assistir filme com vc! - Falou a mãe do primo.

Ele já tinha acabado a janta, subiu as escadas para o segundo andar e ao chegar na porta ouviu um choro baixinho.

A porta não estava trancada, ele foi abrindo e olhando... o quarto escuro apenas com o abajur do lado da cama ligado.

Ela estava deitada de lado, pernas encolhidas que levaram o vestido e mostrou a calcinha rosa com flores. - Posso entrar? - Ele disse.

Ela se assusta e tenta abaixar o vestido em vão, como está deitada ele revela suas pernas e bumbum. Ao sentar na cama fala. - P-pode... gaguejando... mas achei que não gostava de ficar perto de mim.

Ele senta na cama com o coração cortado, jamais desejou fazer mal pra ela e estava fazendo. - É que... sabe aquela brincadeira de aquecer a mão? Ela não é legal para sua idade então achei que não era justo com vc. - E-sta doendo primo, minha ppk está ardendo por sua culpa.

Ele gelou ao ouvir isso, será que tinha machucado ela? Meu Deus, e se ela Contar. - Posso ver como ela está? Falou preocupado.

Ela puxa a calcinha de lado e sobe mais o vestido. É a primeira vez que outro homem além do seu pai olha sua ppk rosada, minúscula com lábios pequenos e fechadinhos ficando vermelha.

Ele chega perto e sente aquele cheio doce novamente, repara que ela está úmida... - Aonde dói prima? - Aqui primo, ela aponta com o dedo pro minúsculo clitóris.

Inchado... Ele se acalma ao perceber que a dor dela é puro tesão, como é possível? Ela está tremendo de tesão. A ppk pisca na cara dele.

Ele passa o dedo debaixo pra cima. Molhando ele. Ela treme e coloca a mão na boca. Gemidos baixinhos ao sentir o primeiro toque masculino.

Com o dedo molhado ele toca o clitóris de leve, e passa de um lado para outro.

Ela teme, pisca, segura nos cobertores, o quadril levanta e tenta controlar. O dedo negro e grosso do primo passa pelo clitóris, desce na entradinha e sobe, enquanto ela geme descontrolada.

Ele experiente ao ver que ela vai gozar. Para tudo. Mostrando quem controla a situação.

Pousa sua mão em cima da barriga e ela continua se contorcendo. - Pfv primo, pfv, mais, pfv...

Enquanto nossa princesa está a um toque do seu primeiro orgasmo. O primo manteve sua mão grande e negra sob a barriguinha clarinha dela.

Ela se contorcia implorando para que ele continuasse. Seus gemidos baixinhos e chorossos ecoavam pelo quarto pouco iluminado - Depois vamos assistir filmes e o primo vai te ensinar algumas coisas... - Disse ele com voz safada.

Ela senta rapidamente como uma criança que vai ganhar presente e pula no coloco dele, encaixando o quadril no pau del - Por favor primo, por favor, não me deixa longe. Eu faço o que você pedir eu juro. Só não deixa a ppk ardendo assim. - Vai obedecer mesmo? Tudo? - Sim primo, prometo! Ela fala olhando com os olhos brilhando, apaixonada e muito molhada.

A ppk dela estava ardendo por dentro e por fora. O contato, mesmo que separados por calcinha e calça, entre a ppk e o pênis dele acalmava SUA DOR.

O pênis do primo tinha um problema. Desde bebê ele já chamava muito a atenção, pela grossura.

Enquanto crescia sua mãe sempre contava para as amigas se vangloriando do seu cavalinho.

Porém caso não gozasse toda semana, ele tinha erecões involuntárias na escola e em outra lugares. O que o constravia muito. Não dava para esconder. Então sua mãe todo banho massageava desde novinho o pênis e as bolas. Ele gemia, choramingava e gozava. Assim estaria seguro das piadas na rua e escola.

Quando fazia birra, ou desobedecia, ele não ganhava banho. Mas quando obedecia cuidava muito bem... Só que agora O jogo virou. Antes ele obedecia a mãe. Agora a prima obedece ele. E como ela está gostando, ele poderia fazer tudo

Aquele pênis negro, com a cabeça roxa e cheio, precisava ser acalmado.

Ele segurava a bundinha da prima com as mãos acalmando ela, e se preparando para crescer. Afinal todos já iriam dormir.

No corredor sua mãe via aquela cena tocando a buceta por cima da calcinha e gozando. Seu cavalinho estava quase arrombado aquela princesa na cama. Ela viu toda cena.

A imagem dele penetrando ela parecia impossível, mas ela gozou ali se tocando imaginando.

Não iria atrapalhar, nem revelar que sabia. Mas iria fazer questão de dar o tempo que eles precisassem.

Afinal, toda mãe quer o melhor pro seu filho.

Aviso 3: A continuação desse conto já foi postada anteriormente, se gostarem eu posto a conclusão. :-)

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Comentários

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Muito envolvente e excitante, gostei bastante

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