Pai é quem cria XV

Eu e o Pedrinho ainda não havíamos gozado, Mari já uma vez. Estava uma delicia ficar naquela cama com os dois. O que mais me dava prazer era ver a virilidade e prazer que o Pedrinho sentia. Queria ainda vê-lo gozando. Coloquei a Mari de quatro e mandei o Pedrinho dar o seu pau para ela chupar. Posicionei-me atrás dela e comecei a penetra-la. Mari chupava o Pedrinho com vontade ele segurava o seu rosto e fodia a sua boca. Eu a segurava pela cintura e metia com vontade. Depois de um tempo Pedrinho gozou na boca e cara dela.

Parei de fode-la e me juntei a eles para um beijo triplo sentindo o gosto do gozo do meu filho e me sujando com o que ainda estava na cara da Mari. O pau do Pedrinho não ficava mole. Voltei a meter na Mari, Pedrinho ficou por baixo passando a língua pelo seu clitóris enquanto eu metia, sentia ele também passando a língua no meu pau e no meu saco. Era uma delicia estava prestes a gozar, a Mari também, seus movimentos e gemidos haviam aumentado. Ela se contorcia e me pediu para meter mais rápido e mais forte. Pedrinho parou de nos chupar e começou a beija-la e a apertar os seios da moça. Ela gozou. Continuei metendo um pouco mais e também gozei.

Descansamos um pouco na cama, Pedrinho nos chamou para hidro. A Mari topou, ele ligou e entramos assim que encheu. Brincamos mais um pouco lá dentro, usamos as nossas mãos e tocávamos uns nos outros, também nos beijávamos bastante.

- Eu quero gozar dentro de você. – Pedrinho disse para a Mari. Ela sorriu concordando.

Me deitei na a cama de onde eu o via em um banquinho fodendo a Mari na posição de frango assado. Fui até eles e mais uma vez coloquei o meu pau entre seus corpos, recebia beijos e chupadas dos dois. Pedrinho gozou, mas Mari não saiu de cima dele. O pau do meu filho ainda continuava duro dentro dela e ela aproveitou para cavalgar ainda mais enquanto chupava o meu pau. Mari gozou pela terceira vez, ainda sentada em cima do meu filho continuou me chupando até eu gozar.

Fomos nós três para o banho, trocamos caricias e beijos, depois de limpos e de ter exalado todo álcool que consumimos naquela noite, fomos embora. Deixei Pedrinho dirigir, ele ficou empolgado, realmente dirigia muito bem. Deixamos a Mari em casa e fomos para casa.

- Que noite boa pai. – Pedrinho me disse quando já estávamos deitados em nossa cama.

- Que bom que gostou meu filho. Eu gostei de ver você sentindo prazer. – Eu disse.

- Você falando assim parece que não gostou tanto. – Pedrinho constatou.

- Gostei muito Pedrinho. Mas depois do que aconteceu quando acampamos eu sinto como se eu não precisasse de mais ninguém. Tendo você eu já tenho tudo, não sinto falta de mais nada. – Eu disse. Percebendo a cara de confusão do Pedrinho continuei. – Você é jovem meu filho tem muito que curtir ainda e eu não vou tirar isso de você nunca. Eu já fui jovem também curti bastante antes de conhecer a sua mãe. Mas eu sinto que não preciso de mais ninguém. Você consegue me dar um prazer que eu nunca havia sentido.

- Então você não quer pegar mais a Mari? – Pedrinho me perguntou.

- Não sem você. – Eu respondi. – Adorei te ver com ela, senti muito prazer naquilo e senti muito prazer com ela, mas não vejo graça em fazer mais nada que você não participe.

Pedrinho me beijou. Disse que me amava e pegou no meu pau que ficou duro com o seu toque. Pedrinho me chupou deixando meu pau bem babado e sentou-se em cima de mim. Tendo ele pra mim, aquele cuzinho que ele roçava no meu pau eu realmente não precisava de mais nada. Sei que não poderia cobrar o mesmo do Pedrinho ele também possui necessidades que eu não posso supri-las no momento.

- Eu te amo meu filho. – Eu disse o puxando para mais um beijo. Dormimos mais uma noite pelados e abraçados.

Não acordamos cedo e nem fomos correr. Carol estava na cozinha com o café da manhã posto, mas a cara emburrada.

- Você não me falou que iria sair. – Carol disse.

- Fui com Pedrinho comemorar que ele tirou a carteira. – Eu disse.

- Então agora ele vai usar o carro que ganhou do Sávio. – Carol disse com uma cara de despeito. Fiquei feliz que ela disse do Sávio e não do pai. Mas sei que ela não fez por mim, mais por ela mesma, não queira admitir o vinculo que Pedrinho possuía com as suas filhas.

- Isso é ele quem vai decidir. – Eu respondi e a Carol o encarou.

- Eu não sei ainda. – Pedrinho respondeu.

- Se não quiser o carro poderia dá-lo para a Camila. – Carol disse, com uma cara de boazinha.

- Camila nem tem carteira. – Eu disse.

- Ela resolveu tirar. – Carol disse. Aposto que a foi à própria Carol que a convenceu para que pudesse pedir ao pai um carro também.

- Se eu não ficar com ele vou devolver para o Sávio e para a Dona Sonia. E eles que façam o que quiser. – Pedrinho respondeu deixando a Carol de cara fechada.

- Espero que ele de para a filha dele. – Carol disse.

- Sobrinha né? – Pedrinho disse rindo deixando a Carol puta.

- Pai é quem cria. – Carol respondeu.

- Que bom que aprendeu. – Eu disse.

O sábado foi bem tranquilo, eu evitando a Carol e passando a maior parte do tempo com o Pedrinho e Aninha. Ela mostrou o final da sua historia, as duas princesas terminavam juntas. Fiquei preocupado com a reação da Carol. Pensei se devia sugerir uma terapia para a Aninha, não em busca de uma cura, mas sim para se entender melhor e prepara-la para o que estava por vir. Mas quem realmente precisava de terapia seria a Carol.

- Poso ficar com a história pra mim? – Eu perguntei.

- Pode sim. – Ela disse me dando um beijo e voltando para o seu quarto.

Olhei para o Pedrinho que estava do meu lado, que também escutou a historia.

- O que eu faço com isso? – Eu perguntei.

- Nada, isso é super natural pai. – Pedrinho disse.

- Eu sei meu filho o que não normal é a mãe que ela tem. E eu saindo dessa casa não imagino como isso pode se desenvolver. Aposto que a louca da Carol ira criar vários tabus pra cima da sua irmã. – Eu disse e Pedrinho concordou com isso. Eu já admitia Aninha e dona Sonia como parentes do Pedrinho, mas Sávio ainda era um problema. – Acho que tenho que falar com o Sávio sobre isso. Ele é o pai, em alguns dias eu serei apenas o ex-padrasto.

Pedrinho não gostou quando eu disse o nome do Sávio, mas concordou que precisava ficar sabendo e ajudar. Aninha estava entrando na pré-adolescência já tinha 10 anos e isso iria aflorar ainda mais.

- Vou marcar de encontrar com o Sávio. Você vem comigo? – Eu disse e o Pedrinho fez cara feia sem me responder.

Liguei para o Sávio e pedi para me encontrar no clube no dia seguinte, disse que precisava conversar com ele sobre a Aninha, ele ficou preocupado se era algo sobre a saúde dela. Disse para ele ficar tranquilo que ela estava cada vez mais saudável. No domingo fomos para o clube, eu a Aninha e o Pedrinho.

- Bom dia Pedro, fiquei preocupado. – Sávio me disse quando ele chegou.

- É sobre isso aqui que quero falar. – Eu disse entregando a historia com os desenhos da Aninha.

Pedrinho e Aninha estavam na piscina, ao ver o pai Aninha saiu correndo e veio em nossa direção. Pulou no colo do pai e lhe deu um abraço. Pedrinho veio atrás e ficou calado.

- Oi Pedrinho. – Savio disse, reparei como ele olhou para o corpo do Pedrinho de cima em baixo. Meu filho estava apenas de segunda e com o corpo todo molhado.

- Oi Sávio. – Pedrinho respondeu.

Aninha voltou para a piscina brincar com suas amigas. Pedrinho se sentou ao meu lado. Sávio leu a historinha da Aninha.

- Você esta achando que a minha filha é lesbica? – Sávio perguntou.

- Acho que pode vir a ser. E não acho que a Carol vai saber lidar com isso. Não sei se você sabemas, eu e Pedrinho estamos saindo da sua casa. Estou me separando da Carol. – Eu disse.

- Camila me falou. – Sávio respondeu. – A Carol não viu isso ainda?

- Não, a Aninha me entregou ontem. – Expliquei pra ele como surgiu a ideia para ela escrever a história.

- Você foi muito bem tratando disso. – Sávio me elogiou.

- E agora fora de casa, não sei como pode ser. Mas me preocupo de como pode ser a criação da Aninha, o que ela vai enfrentar com uma mãe como a Carol. – Eu disse.

- Não sei o que fazer. – Sávio disse.

- Seja pai, converse com ela, mostre que é normal que ela pode contar com você. – Pedrinho disse ríspido. Sávio ficou sem graça, mas concordou.

- Acho que nunca fui um pai presente, mesmo quando morava com a Carol. Sempre trabalhei muito. Sempre fui de dar presentes. – Sávio confessou.

- Eu percebi. E pode pegar o carro que me deu. – Pedrinho disse.

- Não Pedrinho. Quero mudar. Quero ter a chance de ser um bom pai. Pra aninha, pra você, pra Camila. Me de essa chance. E aceite o carro, foi dado com carinho. – Sávio disse – Eu sei que o Pedro que é o seu pai de verdade, ele que te criou, esteve com você em todos os momentos e em momento nenhum quero substituí-lo, só quero que possa me ver como um pai também. Assim como a sua irmã nos vê como os pais dela.

Eu fiquei calado, isso era assunto do Pedrinho, pelo menos Sávio me qualificou como verdadeiro pai do Pedrinho.

- Você não é simplesmente um pai que apareceu agora Sávio, você não apenas abandonou a minha mãe, mas pagou para eu não nascer. Você não me queria. – Sávio disse.

- Eu sei, eu errei. Me arrependi assim que fiz isso. Sofri todos esses anos. Mas eu quero fazer diferente agora, não imagina o alívio que eu senti por saber que você está vivo. – Sávio disse. Percebi o Pedrinho balançado com a sua declaração. E Sávio se empolgava. – Eu senti algo desde que te conheci, algo que mudou dentro de mim, sei que você sentiu isso também. Esse magnetismo.

- Não acho que foi um magnetismo. – Por fim eu disse.

- O que você quer dizer? – Sávio perguntou.

- Eu sei o que aconteceu Sávio, no hospital e na festa da Camila. – Eu disse. Sávio ficou sem graça e olhou para o Pedrinho que fez cara de paisagem. – Não escondemos nada um do outro, temos uma relação forte, acima de qualquer ligação sanguínea.

- Pedro, não sei o que dizer. Tem certas coisas que não consigo me controlar. Será que Aninha puxou isso de mim? Digo será genético? Você também é assim não é Pedrinho? – Sávio perguntou.

- Isso não importa. Te chamei aqui para tratarmos da Aninha. Como você vai ser um pai melhor para ela e apoia-la nisso, como vai tratar isso com a Carol? –Eu perguntei.

- Eu não sei Pedro. Mas prometo estar sempre presente. Inclusive pra você Pedrinho. – Sávio respondeu e no final se dirigindo ao Pedrinho.

- Espero que cumpra isso Sávio. – Eu disse.

- Pai vamos na sauna? – Pedrinho me chamou.

- Vamos. – Eu e o Sávio respondemos juntos.

- Alguém tem que tomar conta da Aninha. – Eu disse.

- Vou pedir a Dayse. – Sávio disse. Ele conhecia a mãe da amiga com quem Aninha brincada que prontamente atendeu.

Entramos na sauna estava cheia. Sentei com o Pedrinho em uma ponta e na outra o Sávio ficou em pé. Algumas pessoas começam a sair e Sávio continuava de pé. Apenas quando um homem que estava próximo do Pedrinho se levantou que Sávio se sentou ao lado do meu filho. Eu percebia como ele olhava para o corpo do meu filho, percebia o volume em sua sunga aumentando na medida que ele relava a perna no Pedrinho e isso me incomodou.

- Vamos sair? – Eu perguntei.

- Ainda não pai. Esta boa a sauna. – Pedrinho me respondeu.

-Se quiser pode ir. - Sávio me disse.

Me levantei irritado e fui tomar uma ducha fora da sauna. Outras pessoas que estavam na sauna também saíram atrás de mim. Percebi que Pedrinho ficaria sozinho com o Sávio na sauna por isso voltei me deparando com Pedrinho deitado e Sávio parecia que passava a mão na perna dele, mas tirou rapidamente quando a porta se abriu. Sávio estava excitado. Me sentei próximo a cabeça do Pedrinho.

- Mesmo sabendo que ele é seu filho você vai continuar com isso? – Eu perguntei.

- Isso o que? – Sávio se fez de desentendido. Pedrinho do jeito que estava deitado de barriga para cima e olhos fechados continuou.

- Por favor Sávio. Eu já disse que sei o que rolou e sei o que quer com o Pedrinho sozinho aqui na sauna.

- Quero me aproximar dele. – Sávio respondeu.

- Desta forma? Tocando em seu corpo, transando com ele? – Perguntei.

- Nunca o forcei a nada. Fala pra ele Pedrinho. – Sávio tentava se defender.

- Eu sei que não. E não serei eu quem vá impedir o Pedrinho de fazer o que ele tenha vontade. – Eu respondi antes mesmo do Pedrinho abrir a boca. Percebi que Pedrinho estava começando a ficar excitado vendo aquela disputa. – Estou perguntando sobre você. É assim que quer se aproximar dele?

- É um caminho, não tenho esses tabus. Não vejo problema se ele curtir. – Sávio respondeu.

- Você escutou o que você disse? Quer transar com o seu filho biológico? – Eu perguntei. Lembrei do quanto resisti mesmo sabendo que o Pedrinho não era o meu filho. Mas ele mesmo sabendo que é pai não se importa.

- Desde que o mundo é mundo acontece isso. Hoje que existe essa frescura. Não Pedro, não me importo, se eu tiver vontade e ele também, não importa o sangue. Até acho que foi o próprio sangue que me atraiu mesmo sem saber. – Sávio respondeu me deixando sem palavras.

- Você e a Camila, já aconteceu não é? –Pedrinho perguntou.

- Do que você está falando, por que acha isso? – Sávio perguntou surpreso meio que gaguejando..

- É uma pergunta simples, Sávio você já transou com a Camila?

- Eu não acredito nisso. Me fala se você já tocou na Aninha. Não acredito que estou confiando em um estuprador. – Eu disse bravo me levanto e partindo para cima dele. Pedrinho entrou no meio.

- Claro que não fiz nada com a Aninha, ela é uma criança. Não sou um pedófilo. – Savio disse.

- Senta pai, estamos conversando. – Pedrinho disse para mim e voltei a me sentar. – Mas com a Camila já? E foi ano passado que começou não foi?

- Não vou mentir para vocês. Aconteceu, mas foi ela que quis, ela me provocava há anos. Mas ano passado ela conseguiu o que queria. – Sávio disse.

- Você é um monstro. – Eu disse.

- Não pai, não fala assim. Não deve julgar. – Pedrinho disse. Me lembrei que ele só tinha 15 quando nos envolvemos pela primeira vez na casa da sua avó no MT.

- Nunca vi isso como um tabu. – Sávio tentava se explicar. – Meu pai também fez isso comigo e com meu irmão. Provavelmente com a minha irmã também. Nunca foi forçado e também só começamos isso quando sabíamos exatamente o que fazíamos e o que queríamos.

Por um momento fiquei com pena do Sávio. Será que a sua criação o danificou. Ou era eu o digno de pena por ainda ter tantos tabus sobre isso?

- Sua mãe sabia? – Eu perguntei.

- Não. Nunca ficou sabendo. Nem mesmo depois da morte do meu pai. – Sávio respondeu.

- Ele te fez gostar de homens? – Pedrinho perguntou.

- Ninguém faz a gente gostar de homens. Eu já sabia que sentia atração quando meu pai foi me ensinar sobre sexo. Ele percebeu isso logo no inicio. Eu também nunca dei para outros homens além dos da minha família. – Sávio disse. – Você foi o primeiro. Bom, seria, afinal de alguma forma foi o sangue puxou. Você sentiu o mesmo não foi?

- Sim. Mas a repulsa foi maior. – Pedrinho respondeu Não gostei do Sávio forçar a criar um laço com o Pedrinho, mas gostei da sua resposta. – De alguma forma eu devia saber que mandou me matar antes de eu nascer.

- Vamos superar isso Pedrinho, por favor. – Sávio disse sem graça, passando a mão na perna do Pedrinho.

- Vamos dar tempo ao tempo. Acho bom sairmos, Sávio vai ver como está a sua filha – Eu disse antes que o Sávio tentasse me despachar de novo.

Aninha ainda brincava com a amiga, pelo visto nem havia dado falta da gente. Sávio a levou para tomar um picolé e foi nos brinquedos com ela. Lá ele conversou sobre a história e disse que concordava que as princesas também poderiam ficar juntas, mas que muitas pessoas ainda discordavam e tentou explicar para ela sobre o preconceito.

- Gostei do dia que passei com vocês. – Sávio disse olhando para o Pedrinho e Aninha. – Obrigado Pedro, podemos repetir no próximo final de semana.

- Vou com o Pedrinho para a casa da avó. – Eu disse, vi seu sorriso diminuir. – Mas isso não impede que você busque a Aninha e a Camila para virem com você.

- Vou fazer isso. – Sávio respondeu.

Voltei para a casa com o Pedrinho e Aninha, ela contou para a mãe e a irmã sobre o dia no clube. Camila ficou enciumada por não ter encontrado com o pai. E a Carol brava pelo encontro que fingimos ser ao acaso.

- Você vai ver agora que esse menino tem um pai rico você vai ser abandonado. E acha que quando isso acontecer eu estarei aqui te esperando? Não vou esperar não. Por isso te falo pra acabar com essa bobeira de se mudar. Fica comigo, vamos voltar a ser uma família feliz.

- Carol não viaja. Você não conhece mesmo o Pedrinho. E nosso relacionamento acabou. – Eu disse.

A noite na cama deitado com o Pedrinho eu perguntei como ele sabia da relação incestuosa do Sávio com a Camila.

- Um dia a vi no carro com ele, achei que ela estava chorando em seu colo, mas quando entrou aqui estava sorrindo. Depois fiquei sabendo que ela havia transado com um homem nas férias por isso não dava bola para os meninos da nossa idade. Quando Sávio disse que não se importava com isso eu liguei tudo. – Pedrinho me disse.

- Fico preocupado com a Aninha, se pode ele tentar algo com ela. Coitada dessa garota esses pais que ela tem. – Eu disse.

- Não acho que ele faria nada com ela pequena e ainda mais se ela realmente gostar de garotas quando estiver maior. – Pedrinho me disse.

- Outra coisa meu filho você queria ter ficado sozinho com ele na sauna? – Eu perguntei com medo da resposta.

- Pai da minha parte não iria acontecer nada diferente do que aconteceria na sua presença. – Pedrinho respondeu me deixando confuso. “Será que ele queria dizer que não teria acontecido nada mesmo eu estando fora ou que faria algo com o Sávio na minha frente da mesma forma que se eu não estivesse lá?” pensei com medo de perguntar. – Você ficou com bastante ciúme né? – Pedrinho sorri. – Era ciúmes por ele ser meu pai biológico ou por ser outro homem?

- Não sei, acho que os dois. E vi que você ficou animado com isso né safado. – Eu disse rindo e pegando no seu pau que foi ficando duro na minha mão. Pedrinho sorriu e beijo também pegando no meu pau.

- Não se preocupe pai, isso aqui é só seu. – Pedrinho disse colocando a minha sobre a sua bunda.

Sorri de volta para o meu filho o beijei novamente tirei toda a sua roupa e fui chupar a sua bunda e o seu cuzinho. Dava leves tapinhas naquele bundão. Seria a nossa primeira transa desde que voltamos do acampamento. Desde que toda aquela confusão veio a tona.

- É só minha? – Eu perguntei.

- Só sua Pedro. Eu prometo. – Pedrinho me respondeu.

- Eu tendo você assim, completo, por inteiro sabendo que essa bunda é só minha, eu não preciso de mais nada nesse mundo. – Eu disse lhe beijando novamente.

Pedrinho chupou o meu pau e sentou no meu colo, diferente da noite anterior meu pau entrou todo dentro dele. Ele se movimentava lentamente com um prazer incrível no rosto. Ele gemia baixinho e apertava meu peito. Eu o masturbava. Não aguentei e gozei dentro dele. Pedrinho continuou sentado em cima de mim, eu o masturbava ainda mais rápido, queria que ele gozasse eu mirava o seu pau para o meu rosto, queria receber pelo menos um jato daquela porra gostosa na minha boca.

- Ai, ai, vou gozar Pedro. – Pedrinho disse.

- Vai goza Pedro, goza, acerta a minha boca. – Eu respondi.

Pedrinho me segurou pelos cabelos inclinou meu rosto para a direção do seu pau, dois fartos jatos vieram para a minha boca. Assim que engoli Pedrinho veio me beijar. Satisfeito pensei que isso era algo que o Sávio não iria tirar de mim.

CONTINUA...

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Comentários

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18/03/2019 07:53:31
Pessoal já saiu a continuação. Peço desculpas pela demora em responder aos comentários dei prioridade em terminar o capítulo e postar a tempo. https://www.casadoscontos.com.br/texto/Agradeço a todos os comentários e votos. Valeu vocês são de mais. @VALTERSÓ - @MARCELOCR7 - Obrigado. Acho normal um rapaz de 18 anos ter vontade de sair trancando com todo mundo. Não falta de caráter. Ainda mais quando o homem que ele ama, O pai, lhe permite viver essas experiências da juventude. @nayarah - @onel - muito obrigado. Relação perigosa né. @Jonh - Muito obrigado essa é a idéia. @lari*-* - Muito obrigado. Lamento não poder atendê -la de imediato. @Lebrunn - @Lipe - @ Guido - @Henrique - Fico feliz por está gostando do rumo que a historia segue. Acompanhe tem mais para acontecer. @zezinhodiv1 - Obrigado
18/03/2019 00:35:21
Com vontade de falar com meu filho
16/03/2019 04:24:42
Eu particularmente iria adorar ver o Pedrinho com os dois pais. O Sávio compartilha do mesmo pensamento em não se privar, o único que ainda é cheio de tabus é o Pedro. Imaginei aqui eles três morando juntos, se conhecendo e aproveitando tudo que a vida tem a oferecer.
16/03/2019 00:07:01
Bom demais.
15/03/2019 22:47:42
Muito show esse capítulo..
15/03/2019 18:39:52
Como o próprio Pedrinho sempre disse ao pai para não se privar de nada, ele quer também experimentar de tudo. Eu adoraria ler um capítulo de um ménage com Sávio, Pedrinho e Pedro, e, quem sabe, até com o Saulo. Conte-nos mais, querido autor.
15/03/2019 14:34:55
Acho o Pedrinho deveria se afastar do Sávio
15/03/2019 08:13:40
aff nao to gostando do savio com o pedrinho acho que vc deveria da outro rumo para savio.
15/03/2019 07:17:47
Caralho esse povo é transarino demais
15/03/2019 06:31:29
Só acho que o Pedrinho deveria se afastar do Sávio...
15/03/2019 04:44:21
@VALTESÓ também acho isso
15/03/2019 02:11:16
ESTOU COMEÇANDO A DESCONFIAR UM POUCO DO CARÁTER DO PEDRINHO. ELE QUER O PEDRO, A MARI E AINDA POR TABELA COM CERTEZA IRIA OCORRER ALGO NA SAUNA COM SÁVIO. LAMENTÁVEL PEDRINHO. CONCORDO COM AS DESCONFIANÇAS DO PRÓPRIO PEDRO SOBRE ISSO. MELHOR SERIA PEDRO PULAR FORA.