Pai é quem cria XIV

Um conto erótico de Pedrinho
Categoria: Homossexual
Data: 12/03/2019 00:07:42
Última revisão: 14/03/2019 17:44:59
Nota 9.77

Corri para o meu quarto, eu disse para aquele homem, Sávio, meu pai biológico que estava tudo bem, mas não estava, eu estava confuso. Nunca imaginei conhecer meu pai biológico, nunca imaginei outra família além do Pedro. E quem aparece é justamente o Sávio, como explicar a repulsa que já sentia por ele e a atração que surgia quando estávamos sozinhos. “Eu fiz sexo com meus dois pais” pensei e comecei a rir.

- Pedrinho você está bem? – Meu pai chegou ao meu quarto.

Quando o vi ali fui até ele lhe abracei e chorei. Não sabia por que estava chorando, não conseguia falar nada e meu pai me abraçava.

- Está tudo bem, está tudo bem. – Meu pai dizia, sentia em sua voz que ele também chorava.

Quando me acalmei, respirei fundo e meu pai continuava me abraçando.

- E agora Pedrinho? –Meu pai me perguntou

- Nada muda pai. – Eu disse.

- Muda Pedrinho, você tem uma irmã. – Meu pai disse.

- Mas sempre considerei a Aninha como uma, isso não muda nada. – Eu disse.

- Muda meu filho, agora que descobriu isso vamos sair dessa casa. Tem uma avó também, que sempre foi muito carinhosa com você mesmo antes de saber do parentesco. Acho que deveria dar uma chance para ela. – Meu pai me disse.

- Não sei se quero me aproximar dessa família. – Eu disse. – Principalmente do Sávio.

- Eu entendo meu filho, foi um choque para mim também. Eu queria dar um soco na cara dele – Meu pai disse.

- Ele vir aqui com aquela historinha de inocente. Não acredito nisso. Ele escolheu não me ter, escolheu a Carol e não a minha mãe. Você acha que ele pode ter se arrependido?

- Pedrinho, para ser justo não posso falar que sim nem que não. No mínimo ele foi muito burro em abandonar a sua mãe. Desde a primeira vez que eu a vi eu sabia que era a mulher da minha vida, sabia que era honesta. Às vezes pessoas ricas não conseguem enxergar isso. Segundo a sua avó eles procuraram a sua mãe, mas eles já haviam partido.

- Tão estranho tudo isso. E aquele carro lá na porta. O que faço com aquilo? – Eu perguntei.

- Não precisa fazer nada agora, tenta absorver a ideia pensa com calma eu vou guardar o carro na garagem. Você ainda não tem carteira de motorista. Vamos deixar parado até você tirar e decidir o que vai fazer. – Meu pai disse.

- Tudo bem pai.- Eu respondi.

Era difícil absorver aquilo tudo, preferi não sair do meu quarto meu pai veio dormir comigo, dormimos abraçados. No dia anterior e nessa mesma manhã eu estava feliz e excitado vivendo a minha primeira transa com o meu pai e agora estava deitado encolhido e sem tesão nenhum ao lado dele.

Acordei desanimado, dispensei a corrida com o meu pai. Ele desanimou ir sem mim. Peguei minha bike e fui pra aula. Só vi a Camila na sala de aula ela me encarou, acredito que o medo dela era o mesmo que o meu. Alguém ficar sabendo que o pai de criação dela é o meu pai biológico.

Fiquei quieto durante todo o dia. Meus amigos repararam.

- Poxa novato que bicho te mordeu? – Marcos perguntou.

- Problemas em casa. – Eu respondi.

- Entendo. Seu pai e a mãe da Camila estão se separando né. – Marcos disse.

- Isso. – Eu respondi aproveitando a deixa dele e mudando de assunto. – Mas e você com o Eric como foi?

- Cara foi muito bom. Curtimos muito. – Marcos disse. – Quando ficamos sozinhos já fomos para o meu quarto, começamos a nos beijar e tirar nossas roupas. Eric me chupou e depois pediu para eu chupar o seu cuzinho. Ele gemia como uma garota me deixava louco. Fiquei metendo a língua nele até ele pedir para eu colocar camisinha e enfiar minha geba dentro dele.

Marcos ajeitou o seu pau que fazia volume na bermuda e continuou me contando a sua noite mesmo seu ter pedido para escutar aquilo tudo. Mas eu sabia que ele queria contar para alguém a sua primeira vez e só tinha em mim a certeza que não iria julga-lo.

- Fui colocando com calma para não machucar, sabe como é grande né. O Eric estava de 4 e foi chegando para trás devagar depois que entrou tudo foi só alegria. Fiquei metendo dentro dele até gozar. Ele pedindo mais e mais. Ele também gozou. Disse que foi bom e quer repetir. – Marcos concluiu.

- Que bom cara, fico feliz por vocês. E agora vão namorar? – Eu perguntei.

- Eu queria novato, mas não quero me assumir. Eu gosto do Eric, tenho vontade de ficar com ele, de abraçar, beijar, mas não quero me assumir. – Marcos disse.

- Vamos mudar de assunto que o assunto chegou. – Eu disse brincando quando o Eric apareceu.

- Estão falando de mim? – Eric perguntou.

- Estava perguntando se o namoro sai ou não sai. – Eu disse.

- Fala baixo garoto. – Eric disse e Marcos se levantou me deixando sozinho com ele. – Seu amigo não quer se assumir. Deixa ele, cada um tem a sua hora não é? Não vou força-lo a sair do armário. Estou curtindo do jeito que tá e no próximo ano a gente vai pra faculdade, conhecer pessoas novas ter novas experiências. Eu nem eu faço questão de namorar. Mas o fato é que a gente cresce e um dia o armário fica pequeno. – Eric terminou a sua filosofia .- Vamos nos trocar, temos treino hoje.

Correr seria bom, me faria distrair. Corremos o resto do dia, tentava não pensar em tudo que havia acontecido. Me ocupei o máximo possível durante a semana. Sábado era a ultima competição antes das férias.

Estava preparado aposto para a largada quando olhei para a arquibancada vi meu pai com a Aninha, mais a frente Camila e as amigas. Acenei pra ele e me preparei para a largada. Corri sem ver mais nada na minha frente. Ganhei a prova, uma medalha de ouro. A próxima prova era de revezamento eu seria o terceiro. Quando deu a largada prestei a atenção nos primeiros competidores dei uma ultima olhada para a arquibancada e me surpreendi ao ver dona Sônia e o Sávio. Tentei me preparar para continuar correndo, mas já era tarde. Eric já vinha na minha direção com o bastão, sai atrasado, perdi a vantagem que o Eric e o Marcos haviam conseguido, estava lado a lado com o outro competidor, passei o bastão para o Jorge na esperança que ele retomasse a liderança e atravessasse primeiro a faixa.

- Parabéns Jorge, se não fosse você eu teria afundado o time. – Eu disse abraçando o meu amigo.

- Porra novato pareceu que viu um fantasma na arquibancada, mas deu tudo certo, anda comigo. – Jorge disse brincando.

Realmente os fantasmas estavam lá, vivos, acenando para mim. Voltei para junto do meu pai, dei minhas medalhas para a Aninha quando Sávio e dona Sônia se juntaram a nós.

- Parabéns meu neto. Bela corrida. - Dona Sônia disse. Era estranho ela me chamar de meu neto.

- Obrigado dona Sônia. – Eu disse aceitando o seu abraço.

- Parabéns meu filho. – Sávio disse e eu fingi que não escutei. – Pedrinho.

- Oi. – respondi.

- Parabéns. – Sávio disse. Entendendo que eu não responderia quando ele me chamasse de filho.

- Obrigado Sávio. Apesar de eu ter me embolado quando vi vocês. – Eu disse o deixando sem graça.

- E como vai comemorar meu filho? – Meu pai perguntou.

- Vou para a casa do Marcos com os meninos. – Eu respondi.

- E o carro, gostou dele? – Sávio perguntou.

- Está parado na garagem. Eu não tenho carteira. – Meu exame de rua seria na próxima semana, mas eu já sabia dirigir. – Mas prefiro a bike.

- Você quer uma moto? – Sávio perguntou.

- Não cara, não quero nada de você. – Eu disse. Ficando um clima estranho, depois de um tempo em silêncio eu continuei olhando para o Sávio e a Dona Sônia. – Obrigado pela torcida. Vou com meus amigos.

Chegamos à casa do Marcos só a nossa turma do terceiro ano e o Eric, que agora estava sempre junto. Começamos a beber e conversar. Jorge veio com a ideia do pornozão. Acho que ele queria ser chupado pelo Eric novamente.

Eric olhou desconfiado, Marcos nunca havia contado pra ele sobre essa brincadeira. Eric ficou assustado.

- E só eu que sou viado aqui? – Eric disse e eu comecei a rir. – Acha que apostar punheta com amigo é coisa de homem? Tudo viadinho também.

- Porra Eric não esculhamba. – Jorge disse.

Eu olhei para o Rique, que já havia me chupado, e para o Carlão que eu já havia comido, eles estavam calados e sem graças, sabiam que o Eric tinha razão.

- Relaxa gente claro que eu quero brincar. – Eric respondeu sorrindo. Marcos não gostou nada. Disse que o aparelho de DVD estava quebrado, depois disse que não tinha nenhum DVD, mas Jorge e Gu provaram que ele estava mentindo.

Começamos a ver o filme. Jorge e Gu, os mais empolgados já estavam com o pau pra fora e duros. Mantive o meu dentro da cueca. Tinha uma semana que eu não gozava. Uma semana que dormia com o meu pai, mas não tinha vontade de fazer nada. Naquele momento rolou um tesãozinho mas nada que me deixasse muito animado.

- Minha mão cansou. – Jorge disse. – Chega ai Eric da uma mãozinha.

- Eu não, ainda não perdi, não bate quem goza primeiro? – Eric respondeu e Marcos gostou da resposta

Gu gozou primeiro. Foi bater e foi bater para a punheta para o Jorge que não demorou e gozou. Gu foi bater para o Carlão, Jorge queria bater para mim mas eu dispensei, disse que ele poderia bater para outro. Jorge bateu para o Rique. Eric acabou gozando sozinho ele estava muito excitado vendo aquele tanto de homem pegando no pau de outro. Eric foi bater para o Marcos. Rique e Carlão também gozaram. Estávamos todos vendo o Eric batendo para o Marcos. Eles deviam estar em transe, pois quando Marcos ia gozar simplesmente puxou o Eric para um beijo e gozou enquanto se beijavam.

A reação foi de todos foi silenciosa, olhávamos um para a cara do outro, Jorge ficou com a boca aberta, Carlão sorria, Gu fez cara de nojo. Rique colocou a mão na boca. O beijo foi longo e quando acabou eles nos olharam ficaram sem graça. Nessa hora começamos a rir.

- O amor é lindo. – Carlão disse.

- Caralho que beijão foi esse? – Rique disse.

- E que gozada. – Gu disse.

- Não é o que parece. – Marcos disse.

- Pareceu um beijo no momento de tesão. Que mal tem nisso? . – Eu disse tentando amenizar.

- Também não vejo problema nenhum e curtir muito. – Eric disse.

- Cara, fala serio, já sabia que rolava um clima entre vocês desde aquele dia na sauna. – Carlão disse. Jorge, Gu e Rique concordaram.

- Marcos somos seus amigos, se quiser contar algo pra gente vamos te apoiar. – Eu disse buscando os olhares e o apoio dos demais. E todos apoiaram.

- Tá bom. Fodam-se vocês. Tá rolando sim. Não quero piadinha e que mais ninguém fique sabendo. – Marcos disse.

- Tudo bem, não vamos contar pra ninguém. Mas piadinha vai rolar sim. – Carlão disse rindo.

- Quero saber você já perdeu a virgindade? – Jorge perguntou deixando Marcos e Eric sem graça.

- Menos gente. – Eu disse

- Menos nada novato. Se o Marcos tivesse namorando uma menina a gente ia perguntar do mesmo jeito. – Carlão disse.

- Mas não na frente dela. – Eu disse.

- Uai, devemos excluir o Eric agora? - Carlão disse. Me deixando sem resposta.

- E ai Eric, você aguentou tudo? – Jorge perguntou rindo.

- Claro. – Eric respondeu entrando na onda. – Eu tenho caixa. E aviso para vocês que não me quiseram antes não vão ter agora. Essa caixa já tem dono. – Eric disse batendo na bunda arrancando risadas de todos.

Continuamos bebendo, rindo, divertindo. Marcos ficava sem graça em trocar caricias com Eric na nossa frente. Mas vi que ele estava feliz como nunca. Voltei pra casa com o Jorge eu já estava um pouco alto.

- Sempre desconfiei do Marcos. – Jorge me disse dentro do carro.

- Eu sempre desconfiei de você – Eu disse rindo.

- Qual é novato? Tá me estranhando? – Jorge disse.

- Não Jorge, lembra comigo. O primeiro pornozão que eu participei, você bateu punheta pra mim. – Eu disse.

- Era parte da brincadeira. – Jorge quis se justificar.

- Na sauna no clube, pediu para o Eric te chupar, ele chupou a gente junto você ficou passando a mão em mim. E hoje você queria de novo que o Eric te chupasse e queria bater pra mim de novo. – Eu disse.

- Tudo questão de brincadeira, de gozar. – Jorge disse.

- Então tudo pode? Menos beijo na boca? – Eu perguntei.

- Por ai. – Jorge respondeu rindo. E eu comecei a rir.

- Você tem sorte por ser bonito, por que você não presta. – Eu disse rindo.

- Me acha bonito novato? – Jorge perguntou.

- Para Jorge, você sabe que é. – Eu disse e ele me encarava com uma cara como se ainda esperasse uma resposta. – Acho Jorge, pra falar a verdade acho que você é o cara mais bonito que eu já vi.

Jorge sorriu pra mim e me beijou. Eu me assuntei com aquilo.

- Cara você é louco? – Eu disse rindo. Jorge apenas riu e parou o carro.

- Eu te acho muito bacana e mente aberta. – Jorge disse.

- Eu também gosto muito de você. – Eu disse.

- E eu também te acho bonito. – Jorge disse. Eu comecei a rir.

-Você tá querendo ficar comigo Jorge? – eu perguntei e ele riu e novamente me beijou.

“Foda-se. Estou bêbado, com tesão acumulado, o Jorge é um tesão eu vou curti esse momento” pensei. Diferente de mim que sou magro e saradinho Jorge era musculoso, peitos duros e bem definidos, eu passava a minha mão nele enquanto ele me beijava, fui descendo pelos seus gominhos maiores que o meu, toquei no seus braços fortes. Jorge também passava a mão pelo meu corpo e chegou no meu pau que estava duro como pedra.

- Você não chegou a gozar né? – Jorge me perguntou.

- Não. – Eu disse pegando também no pau dele que estava duro. – Você nunca chupou um pau né?

- Claro que não, nem tinha beijado. – Jorge disse enquanto voltava a me beijar.

- Chegou a hora de experimentar. – Eu disse.

- Você me chupa também? – Jorge perguntou parecendo uma criança.

- Chupo. – Eu respondi rindo. Na verdade eu queria sentir o pau do Jorge na minha boca.

Desci minha calça e coloquei o banco do carro na horizontal. Jorge segurou o meu pau e colocou na sua boca, fez cara de nojo, enfiou na boca encostando apenas os lábios no corpo do meu pau. Não senti nada molhado nem quente.

- Porra Jorge chupa direito. – Eu disse.

- Eu não sei chupar. – Jorge me respondeu.

- Claro que sabe, todo homem sabe. Vou te mostrar como faz. – Eu disse.

Jorge colocou aquele pau grande para fora e eu lhe chupei, era um pau grosso, com veias e muito gostoso. Jorge gemia e segurava a minha cabeça de encontro ao seu pau e gemia bastante, um gemido gostoso de macho.

- Sente o gosto do seu pau. – Eu disse lhe dando um beijo e passando novamente a mão pelo seu abdômen e tórax bem definido. – Agora é a sua vez.

Jorge voltou a me chupar, agora chupava direito, ele gostou de passar a língua na cabeça do meu pau e tentava enfia-lo ate a garganta.

- Novato, se você topar dar pra mim eu também dou pra você. – Jorge disse.

- Jorge vou adorar te comer, mas não vai rolar de dar. – Eu disse.

- Ai complica novato. – Jorge disse rindo.

- O dia que quiser só me falar. – Eu disse forçando o Jorge voltando a me chupar.

Jorge me chupava, eu tentava alcançar o seu o seu pau e masturba-lo, ele gostou disso. Seu pau pulsava na minha mão. Jorge começou a chupar rápido e mais rápido.

- Cara vou gozar. – Eu avisei. E ele ignorou continuou a chupar me deixando gozar na boca dele. Armazenou tudo dentro da boca abriu a porta do carro e cuspiu.

- Agora a sua vez. – Jorge me disse.

Eu também o chupei até ele gozar, apesar de já ter gozado horas antes ele encheu de porra a minha boca. Fiz como ele, abri a porta do carro e cuspi a sua porra. Nos beijamos mais uma vez e ele ligou o carro.

- E ai? – Ele me perguntou.

- Eu que te pergunto. Curtiu? – Eu perguntei.

- Curti, experiência nova, prazerosa. E que não precisa sair daqui. – Jorge disse.

- De boa. - Eu respondi rindo.

Cheguei em casa ainda um pouco bêbado meu pai estava na minha cama vendo TV.

- Bebeu bastante hein. – Papai me censurou.

- Comemorando. – Eu disse sorrindo. – Vou tomar um banho.

Voltei pra cama pelado me deitei ao lado dele passando de proposito sobre ele parando para beijar a sua boca.

- Vai dormir assim? – Meu pai me perguntou.

- Vou. Algum problema? – Eu disse.

- Não, mas vai ser difícil dormir com você assim do meu lado. – Meu pai disse.

- É mesmo? Então não durma. – Eu disse rindo relando a minha bunda nele.

Meu pai começou a passar a mão pelo meu corpo e me beijar. Fiquei excitado e ele chupou meu pau. Depois me virou de bruços e ficou chupando a minha bunda. Eu gemia pra ele. Meu pai deitou sobre mim e ficou relando o seu pau na minha bunda. Ele comeu a minha bunda sem penetrar no meu cu. Adorei a sensação. Senti ele gozando em cima de mim. Papai me limpou e me virou.

- Agora é sua vez de gozar . – Ele disse.

- Não precisa pai. Já gozei hoje. – Eu disse rindo.

- É mesmo safado, teve o filme? – Papai perguntou rindo sem soltar o meu pau.

- Teve, mas gozei foi com o Jorge no carro dele. – Eu disse.

- Conta pra mim como foi. – Papai disse rindo.

- Ele começou assim batendo punheta pra mim, como você está fazendo. Depois me chupou. – Eu disse papai começou a me chupar. – Mas você me chupa bem mais gostoso.

Realmente o boquete do meu pai era bem mais gostoso. Ele me chupou até eu gozar em sua boca, diferente do Jorge ele engoliu tudo. Nos beijamos e eu cai no sono.

Acordei com a cabeça doendo, passei o domingo estudando para a prova de segunda, na segunda estudei para a prova de terça e assim por diante. Na sexta-feira dia da ultima prova também foi o meu exame de direção. Passei sem perder nenhum ponto.

- Pai estou habilitado. – Eu disse quando liguei pra ele.

- Parabéns Pedrinho. Vamos comemorar hoje então. Quero te levar em uma boate, agora que já fez 18 anos.

- Fechado pai. Te espero em casa a noite. – respondi desligando o telefone.

Fui para casa feliz com a minha conquista. Passei pelo carro que estava na garagem e pensava se seria traição a memoria da minha mãe eu aceitar aquele presente. Não só o carro, mas também uma nova família.

Meu pai chegou do trabalho comeu, tomou banho e por volta das 22 horas saímos de casa. A boate era grande, bonita, pessoas bonitas lá dentro.

- Vou pegar uma cerveja pra gente. – Meu pai disse indo até o bar, voltou e brindamos. – Parabéns pela sua conquista que venham muitas outras.

- Valeu pai. – Eu respondi. Ficamos bebendo e conversando durantes horas, nem vimos o tempo passar. Ainda conversando com o meu pai sinto mãos femininas tampando meus olhos. Um perfume delicioso. – Quem é?

- Adivinha. – Ela disse. Sua voz revelou a sua identidade. Me virei sorrindo e lhe dei um abraço.

- Que bom te ver aqui. – Eu disse para a Mari.

- Vim comemorar o final do semestre. – Ela respondeu. – Finalmente férias. Deixa eu aproveitar e te dar os parabéns. Foi seu aniversario não foi?

- Obrigado, foi sim. Mas hoje estamos comemorando a minha habilitação. – Eu disse.

- Pedrinho será o novo motorista nas ruas da cidade. – Meu pai disse também abraçando e beijando a Mari.

Ela estava deslumbrante, saia curta, uma blusa que quando ela levantava os braços para dançar era possível ver a sua barriga negativa.

- Então parabéns de novo. – Mari disse.

- Acho que agora mereço dois presentes. – Eu disse pra ela e meu pai sorriu.

- Tome um. – Mari disse me dando um beijo selinho na boca. Eu a segurei firme e aquele selinho virou um beijão de língua que a Mari saiu até tonta.

- Nossa. – Mari disse rindo. – Tenho que retocar meu batom.

- Poxa que beijão, fiquei excitado só de ver. – Meu pai disse depois que ela saiu. Brindamos mais uma vez.

- E ai rapazes querem ir para outro lugar? – Mari voltou toda maquiada ainda mais bonita. Olhei para o meu pai empolgado que sorria para ela.

- Vamos. – Ele respondeu. Terminamos nossa bebida com calma, pagamos nossa conta e entramos no carro.

Deixei Mari ir no banco da frente com o papai. Sentei atrás e coloquei a mão em seu ombro. Papai seguiu para uma região com vários motéis entrou em um de renome. Fiquei abaixado no banco apesar do atendimento ser pelo telefone. Entramos em uma suíte de luxo.

- Nossa, muito top, aqui. – Eu disse admirado.

- Sua primeira vez né? – Mari me perguntou.

- Em motel sim. Fazer sexo não. – Afinal tinha dias que eu havia completado os 18 anos. Mas quis deixar claro já tinha experiência, tive muita com meninas da minha idade, mulher de verdade e gostosa como a Mari seria a minha primeira vez.

Mari tirava os brincos e os sapatos, já estava toda a vontade. Meu pai chegou por trás dela segurou a sua cintura e deu um beijo em seu pescoço.

- Tem uma piscina aqui. – Eu disse tirando a minha roupa e pulando. Era uma piscina pequena, mas a agua não estava muito gelada e a noite estava quente. Escutava meu pai e a Mari rindo.

- Eu não vou entrar nessa piscina, pode ir lá com seu filho Pedro. Eu vou tomar um banho. – Mari disse.

Meu pai veio para a piscina, também tirou a roupa e mergulhou comigo.

- Acho que a Mari tem nojo de piscina de motel. – Eu disse.

- E com razão. Imagina quantas pessoas não transam aqui. – Meu pai disse rindo.

- Eles devem trocar a água, jogar alguma coisa. – Eu disse.

- De qualquer forma assim que ela sair do banho nós tomamos um também. – Meu pai disse e eu concordei lhe dando um beijo.

De onde estávamos víamos a Mari tomando banho, seu corpo era lindo. Eu estava excitado e meu pai também, começamos a nos tocar dentro d’água. Mari saiu do banho, saímos da piscina ela nos viu lado a lado e de pau duro e sorriu. Entramos no banheiro e fomos para o chuveiro que era duplo. Tomamos um banho rápido e voltamos para a cama onde Mari nos esperava de calcinha e sutiã. Pulei na cama já dando aquele beijão de língua e fui descendo para os seus seios. Meu pai tirava o sutiã dela liberando para mim aqueles seios fartos e firmes que adorei colocar na boca.

Senti a mão do meu pai descendo entre o meu corpo e o da Mari ele enfiou a mão dentro da sua calcinha, ficou brincando enquanto a Mari gemia de prazer, eu continuava revezando entre os seios e a boca dela. Meu pau ia de encontro à mão do meu pai e a boceta da Mari. Meu pai relava o seu pau na bunda dela. Mari pegou no meu pau e segurava firme. Ela se virou para beijar o meu pai que tirou a mão da boceta e segurava o rosto dela. Aproveitei para tirar a calcinha da Mari, que levantou a bunda da cama facilitando para mim.

Cai de boca naquela boceta, a boceta mais gostosa que chupei. Cheirosa, limpa, molhada e quente. Enquanto chupava também enfiava meus dedos dentro dela. Mari gemia cada vez mais. Eu queria fuder. Peguei uma camisinha que estava do lado da cama já ia colocar no meu pau.

- Espera. – Mari disse. Eu parei. – Deixa eu te chupar um pouco antes.

Adorei aquilo, levei o meu pau até a boca dela, dei a camisinha para o meu pai segurar e puxava os cabelos da Mari de encontro ao meu pau. Papai chupava a boceta dela, deixando ainda mais lubrificada para a minha entrada. Mari largou o meu pau liberando para eu penetra-la. Papai parou de chupa-la abriu a camisinha e ele mesmo encapou meu pau. Mari olhava para aquilo.

- Que delicia. – Ela disse.

- O que? – Eu perguntei afinal ninguém a tocava.

- Ele pegando no seu pau. – Ela disse

- Gostou de ver é safada? – Meu pai perguntou sorrindo.

- Me arrepiei todinha. – Mari respondeu. Meu pai ainda não tinha largado o meu pau, fazia leves movimentos por cima da camisinha olhando pra ela.

- Vem Pedrinho que vou colocar esse seu pauzão na boceta dessa safada. – Meu pai disse e assim ele fez.

Me deitei sobre a Mari, no famoso estilo papai e mamãe. Meu pai colocou todo meu pau dento da Mari e eu iniciei meus movimentos enquanto a beijava. Depois de um tempo senti que o pau do meu pai estava bem próximo aos nossos rostos. Afastei-me e ele colocou o pau na boca da Mari que começou a chupa-lo enquanto eu ainda metia. Papai tirou o pau e eu voltei a beijar a Mari sentindo o gosto do pau dele. Mari gemeu. Novamente me afastei e ela voltou a chupar o meu pai, dessa vez a Mari me puxou para um beijo com o pau do meu pai entre a nossa boca.

Eu gostei daquilo, passava a língua no pau do meu pai e na boca da Mari enquanto ainda sentia o meu pau dentro dela. Mari gemia muito se contorcia e gozou com meu pau dentro dela.

- Que delicia vocês dois. Que sintonia. Que tesão. – Mari disse.

- Estamos só começando. - Meu pai disse.

CONTINUA...

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Comentários

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31/03/2019 23:23:13
O tesao so aumenta. Quero ver Pedro, Pedrinho e Saulo fudendo.
15/03/2019 00:07:58
Pessoal já saiu o próximo capítulo. Mais uma vez muito obrigado a todos os votos e comentários. https://www.casadoscontos.com.br/texto/ @@@ Seus comentários são muito importantes, muitas vezes me inspiram e me freiam em alguns pontos da historia. Acho que irão perceber no próximo capítulo isso em relação à Mari, de certa forma estou reduzindo o seu papel na historia. Mas acima de tudo eu sou fiel a minha história. Posso aumentar ou diminuir um personagem, ser mais ou menos agressivo em alguns pontos, mas não posso deixar de contar o que me propus. Infelizmente não irei agradar a todos, mesmo que reflita nas notas. Antecipadamente já peço perdão. @sssul - @lebrunn – @nayarah - @Guigo. - @onel - @kah_kah - @pitanga - @lari*-* - @Ro1994 - Fico muito feliz que tenham gostado. Muito obrigado mesmo de coração. @MarceloCR7 – Obrigado. Continue acompanhando. @VALTERSÓ – É com enorme carinho que recebo suas criticas. Entendo que não goste de surubas, mas infelizmente elas sempre estarão presentes em meus contos. Fico feliz por não desistir do conto. Creio que você precisa aceitar o momento de cada um. Entendo que já tenha bem definido o seu posicionamento a respeito da sua sexualidade, assim como que pra você um relacionamento deve ser monogâmico, respeito isso, acredito na sua verdade. Mas não vale pra todo mundo. Talvez Pedro e Pedrinho nunca se definam como um par e mesmo assim sejam felizes pro resto da vida. Talvez Marcos viva dentro do armário para sempre e seja feliz também. Talvez Eric se divirta com os enrustidos nem por isso seja um babaca. O importante é que um aceite o outro como é. Não forçando a mudança, quem não estiver satisfeito que saia fora. Não foi isso que aconteceu quando o Eric queria mudar seu estilo por causa do Marcos e o Marcos disse que ele não precisava mudar. Por que o Eric deveria força-lo a se expor? Se for para dar um final feliz a todos os meus personagens já no próximo capítulo o conto não seguiria até onde pretendo. Não me entenda mal meu querido leitor, apenas quero dizer que não posso continuar a serie apenas dentro do que você espera e gosta. Às vezes o que você vê como final feliz, para outra pessoa é triste e chato. Mas vamos juntos. Espero que goste mais dos próximos. Grande abraço.
13/03/2019 01:22:31
👏👏👏👌👌😊
12/03/2019 21:30:41
Perfeito
12/03/2019 20:16:02
REALMENTE PRA MIM ESSE NÃO FOI NEM DE LONGE UM DOS MELHORES CAPÍTULOS. NÃO CURTO SURUBAS. MAS AINDA CONTINUAREI LENDO O CONTO. CREIO QUE PEDRO, PEDRINHO PRECISAM DE UMA VEZ POR TODAS SE DEFINIREM OU COMO PAR, COMO UM RELACIONAMENTO SÉRIO OU DESISTIREM UM DO OUTRO. COM RELAÇÃO A MARCOS, É MUITA SACANAGEM DA PARTE DELE QUERER O ERIC SEM SE EXPOR. MAS MUITO MAIS BABACA É O ERIK SE SUJEITANDO A ISSO.
12/03/2019 19:39:33
FINALMENTE MARI!!!!!!!
12/03/2019 16:43:38
Acompanhado tudo e amando essa putaria toda
12/03/2019 14:44:48
Ótimo
12/03/2019 11:26:37
Muito bom.
12/03/2019 06:37:09
Cada dia melhor
12/03/2019 01:57:36
O extremo do tesão essa cena de Mari com os dois Pedidos. Fiquei com ganas de participar da cena.
12/03/2019 00:40:49
Legall
12/03/2019 00:25:43
Essa foda vai render