Um pecado de Vizinho: De volta para casa

Um conto erótico de Duque chaves
Categoria: Homossexual
Contém 2294 palavras
Data: 13/02/2019 15:00:54
Assuntos: Gay, Homossexual

Baile dos Olhos Azuis

Dia 26 de Junho de 2019

Chegar naquele salão todo enfeitado, foi mais difícil do que eu pensava.

A festa dos Olhos Azuis, estava sendo feito na casa do Imperador das Américas. Um casarão enorme. Uma reunião perfeita, a beira praia. A festa estava sendo feita a moda antiga, num baile de mascaras. Era um requisito da coroação, dos Olhos Azuis. Todos vestidos com roupas formais.

O grande casarão, tinha até mesmo um heliporto e uma pista de aviação. Leeteuk estava muito bonito, o anfitrião recebia todos a frente da sua casa, os cumprimentado junto com seu mascote.

Leeteuk estava disponibilizando seu lugar para alguém novo. Meu braço estava doendo por causa da tatuagem que eu tive que fazer por causa de Gabriel. A coroa de louros estava aberta e ela se entrelaçada, na coroa burguesa, ponteiros de uma bússola Uma coroa de louros com a dos burguês, mais a diferença era que tinha uma bússola atrás dela. Meu pai não falava comigo, por causa da caça as bruxas com meu irmão. Judas estava ocupado por causa da festa e coroação.

Sim, cerca de todos os olhos azuis estavam chegando no pais, mais de 300 pessoas estavam chegando no pais e se estabelecendo em vários prédios ricos da cidade. Depois do jantar que recebi dos pais de Gato, fomos fazer a minha tatuagem.

- Olha quem eu acho aqui. – disse uma voz, me fazendo vira o rosto e ver quem estava me encarando. – Sentiu minha falta?

Judas estava ficando mais bonito, ele estava diferente, seus cabelos loiros estavam ondulados, um pouco grande, seu corpo estava um pouco mais magro. Seu abraço estava mais forte.

- Da próxima vez que sumir, eu mesmo vou caça-lo. – Judas sorriu de um jeito terno.

- Estava me casando, posso ter um momento feliz pelo menos? – Ele me encara de uma forma mais simplista. Do seu lado estava um garoto franzino de cabeço negros, olhos aberto que nem coruja e um sorriso gentil. – Dominik, conheça o novo senhor Kim. Kyungsoo.

- Olá, Judas falou muito de você. Sinceramente, estava mais preocupado com você! – o garoto apertou minha mãe e logo em seguida sorriu.

- Estou vendo a preocupação que não me chamou para o casamento. – resmungo ao grandão.

- Foi pedido meu. – disse Kyungsoo – Eu queria algo simples e apenas com nos dois e o mestre dele. Me perdoe.

- Tudo bem! Dessa vez eu passo. Mas eu quero uma festa. Senhor Judas

- Irei dar a festa, logo após a coroação. Estou chamando e convidados alguns de nossos amigos, para a festa. – Judas pegou uma taça de bebida e tomou.

Vejo ao redor e meus olhos pairaram em Romulo. Ele estava com aquele sorriso presunçoso no rosto e logo que me viu, ergue a taça para mim. Eu tinha um frio na espinha, toda vez que ele estava ali, toda vez que eu o via. Como se ele soubesse de algo. Nada na minha mente me tirava a ideia dele ser um dos olhos vermelhos e que Guilherme estava sendo controlado por ele.

- No que esta pensando? – Charlote apareceu atrás de mim. Ela estava linda. Seus olhos azuis brilhavam com a maquiagem, seus cabelos loiros estavam lisos, seu vestido negro era decotado e estilo viúva negra, num toma que caia. Seu batom vermelho era chamativo e seu perfume era doce quanto ela. Charlote estava acompanhada com seu mestre. Um cara Asiático, dos cabelos lisos e jeito de playboy, seu rosto era triangular e poderia ser confundido com um adolescente de 19 anos de tão bonito e jovem. Roupas negras iguais de sua mascote, um sorriso safado no rosto e olhos de um cafajeste.

Ela olhou para onde meu olhar foi redirecionado. Romulo conversava e de vez enquanto me encarava de uma forma fria, como se colocasse a minha ideia de um atentando acontecer aqui.

- Esta bem? – A voz de Gato me pegou de surpresa. Me tirando de minhas ideias malucas.

Gato estava bem alinhado, com uma máscara apenas dos olhos.

Seu sorriso gentil fez meu coração palpitar um pouco.

- Vamos? Daqui a pouco começa a cerimonia.

Ele me conduziu para a festa. Várias pessoas dançavam no meio do salão. Os olhos azuis sempre foram retrógrados em festas, eles gostavam da era medieval e sempre as festas eram em estilos iguais.

A festa estava animada, dançando e bebida eram fartos. Romulo estava dançando com algum homem perto de onde Gato me levou, meus olhos percorriam por onde ele estava andando. Romulo me avisou que poderia acontecer algo, e isso estava me agoniando.

- No que esta olhando? Ele realmente chama atenção. – Gato me puxou para maios perto. – Romulo realmente é bonito.

- Quem? Ele, não, não. Estou apenas olhando o moreno.

- Tudo bem! Não finja que não se sentiu atraído por ele. Romulo é um dos governadores dos Olhos Azuis, mais conhecido como Lúcifer e um dos que vou tirar do poder em minha nova ascensão. – Ele girou comigo no salão.

- Porque o tiraria? Já que ele pode ser de muita ajuda em seu mandato?

- Muitas intrigas e inimizade, nossa amizade foi abalada com o tempo. E isso me fez quere-lo longe. – Mais uma volta ele me girou no salão e fui pego de volta e dançamos mais colados.

- Deveria reconsidera. Ele pode ser realmente útil em algo, como dizem, Que Deus cuide dos meus amigos, porque dos inimigos cuido eu. – Comento encarando seu semblante se fechar. – Use sua sabedoria para guerra.

- Está lendo muito arte da guerra.

- Obrigado.

A música parou, todos se viraram para a grande escadaria e lá em cima estava um senhor, não passava dos seus 50 anos, ele era alto e forte. Seus olhos eram duros como gelo, seu rosto era ríspido como se fosse uma estátua. Dos cabelos brancos e uma barba rala. Usava terno vinho e uma gravata preta. Estava sem mascara alguma, e pelo menos 10 pessoas estavam a trás do mesmo, usando roupas mais chamativas, cinco mulheres e cinco homens. Eram os mascote do rei dos Olhos azuis.

Sete pessoas desceram das escadaria acompanhada de seus mascote, descendo e passado por entre ele e parando por entre os degraus da escada. Os imperadores.

- Boa noite, a todos que estão aqui. – A voz grave e firme era como um trovão. – Um círculo novo começa e inédito dentre esses séculos de nossa corporação. Um jovem iria herda o cargo de imperador. Um dos mais brilhantes e talentosos Olhos Azuis que tivemos no ultimo século.

Palmas foram batidas, meu corpo gelou, olhei para o lado e vi Romulo encarando e falando certa coisa com seu ponto. Alguma coisa aquele filho da mãe estaria aprontando.

- Hoje, nosso irmão. Nosso CEO, deixará de ser apenas um simples olhos azuis, se tornara um homem, será um grande Imperador e quem sabe um Rei lá na frente. – Algumas risada abafadas foram ouvidas, pela piada, a multidão encarava seu líder, olhava atentamente o que ele falava. – Senhor Gabriel ande até aqui.

O holofote foi posto a frente de Gabriel, ele olhou firme para frente e andou até o mais velho, sentia que ele estava ansioso. Seus passos mesmo sendo firmes eram lentos. Ele subiu as escadas e foi abraçado pelo imperador de Charlote. Subiu mais alguns degraus e Leeteuk o pegou pelo mão e levou para o Rei.

Falou alguma coisa para Gato e desceu as escadas, indo de encontro a multidão.

Uma coroa de louros apareceu na mão da mascote que estava mais perto, na outra estava um cálice dourado.

O rei pegou os dois na sua mão e ergue.

- Se ajoelhe senhor Gabriel. – disse o rei encarando o mesmo a sua frente. – Eu, Julio Cesar Rothschild III, Vigésimo Rei dos olhos Azuis, estou proclamando a toda nossa comunidade o Novo Imperador Gabriel Arthur Tavares Oliveira.

Gabriel se levantou, pegou do cálice e tomou um grande gole. Logo em seguida ele se virou a frente para todos os olhos azuis e o Rei colocou em sua cabeça a coroa de louros. Aplausos foram ouvidos a todo lado, eu começo a sorri por ver o rosto feliz de Gabriel, seus pais estavam ao lado de Felix com sua mascote.

Meu olhar se redireciona a dois jovens com mascaras completas e vestidos a rigor. O mais alto me encarou, aqueles olhos me encaravam, como se me conhece-se. Como se fosse antigos amigos. Conhecendo todos meus segredos.

- Não esta sendo algo bonito? – Perguntou Charlote do meu lado.

- Sim, está sim! – balbucio.

- Pensava que estaria feliz e não desanimado! – a mesma estalou os dedos a minha frente. – o que te deu?

- Nada, eu apenas. – os dois sumiram de vista, por causa de Charlote na minha frente. – Não era nada, e estou sim Charlote feliz por ele. Não tem como não estar feliz, ele queria isso. Queria mudar a historia, como seus pais.

- Então quer dizer que encontrou Júpiter e Vênus? Nossa, essa eu pagaria para ver. – a loira riu.

- Calada. Não foi como um jantar no pais das maravilhas, mais foi amedrontador. Vênus pode realmente dar medo. Acho que a mascote de Felix ficou com mais medo do que eu.

- Vênus pode ser um demônio as vezes, mais tem seus dias bons. Ela gosta de fazer o certo e não é qualquer um que vai roubar seus filhos. – disse Charlote dando de ombros. – Já vi ela fazer muita mascote quebrar seus sonhos e fura seus olhos, por fazer uma lavagem cerebral.

- Uau. Vou anotar isso. Mas ela pegaria leve comigo, não passo de um mascote para seu filho.

Charlote sorriu, e pegou a mão de um garoto que passava perto da mesma de cabelos roxos, e uma cara de chinchila.

- Kaio, me traga uma bebida. – Charlote ordenou irritada.

- E porque você não vai buscar? – Kaio devolveu a pergunta afrontosa, os dois se olharam e pude quase perceber faíscas saírem, até que os dois sorriram um para o outro. – Estava com saudades da minha melhor amiga.

- Também, Oraculo. Estou com saudades de você. – Charlote abraçou o mesmo.

- E quem é esse? – perguntou Kaio me encarando.

- Hã quase ia me esquecendo. Ele se chama Dominik, e ele não tem ainda um nome de mascote. – o garoto a minha frente olhou para mim e me saudou. – Dominik, Gabriel está te procurando lá em cima.

- eu tenho que ir lá?

- Claro.

- Vai antes que ele mesmo venha te buscar. E isso não pode acontecer.

- Então Esse é o seu mascote?

A voz grave do Rei dos Olhos Azuis era firme e retumbante, o silencio pairou no salão ninguém nem ao menos falou e senti centenas de olhos encarando a mim, como se eu fosse a atenção de todos eles.

- Então esse garoto é o seu mascote? - Novamente a pergunta foi feita e tirada os olhos para Gabriel.

- Sim, ele se Chama...

- Quero o nome de Mascote, não o verdadeiro, sabe muito bem...

- Me chamo Mikael D’vitor. Senhor! – Me curvo perante ao rei.

- Um servo bom. – Disse Júlio Cesar. – Somos uma nova corporação, sabe da responsabilidade que estará tendo a você! Uma guerra esta vindo! Uma guerra que a muitos anos, estão arquitetando a nos, uma guerra sendo declarada a nossa sociedade. Tenho conhecimento do que está acontecendo. Do que está por vim! Então teremos que nos juntar.

Os murmúrios começaram a se forma. Olhei em volta depois de me levantar e ficar atrás de meu Mestre.

- Mas esta noite, estaremos em família, comeremos e dançaremos, para amanhã lutarmos. Seja bem vindo a nossa família, mascote Mikael D’vitor. E nosso novo imperador Gabriel.

O rei desceu as escadas acompanhado de seus mascote.

- Desde de quando tem um nome de mascote? – Gato me olhou e sorriu.

- Se você não tivesse pensando rápido, não teria como responder.

- Meu mascote realmente é inteligente.

O circulo foi criado e o Rei dos Olhos Azuis encarou Gabriel e a mim, pedindo para que entra-se para a dança.

- Vamos.

Descendo as escadas eu novamente olhei a um canto, senti alguém me encarnado, alguém que eu sabia que era para ter conhecido. Para ter um conhecimento. Num canto ao longe eu vi ele, vim o cara mascarado. Encarando a mim e Gato descendo. Ele sorriu ao perceber e só deu para me ficar na frente de Gato.

A bala acertou em mim. A bala acertou bem em meu estomago, peguei a arma que estava atrás de mim e atirei bem onde ele estava. Gabriel me pegou, sangue saia de minha ferida. O alvoroço foi criado, tiros foram ouvidos vindo de fora e de dentro da festa. Pessoas corriam e praticamente todos que estavam com seus mascote, ou se defendia ou atiravam.

Outro entre nos atiravam um contra o outro. Olhei para cima e um jato, bem em nossa cabeça.

- Corram todos, eles vão nos bombardear. – Gabriel gritou.

O pandemônio foi criado, corpos caiam no chão. Olhos vermelhos declararam guerra.

Gabriel e eu campegamos para longe. Charlote e seu mestre corriam para se salvar. Eu não sabia onde estava o cara encapuzado. O rei dos Olhos Azuis não estavam mais no local. Mas alguns de seus mascote estavam mortos no chão.

- Droga, mais que droga, você esta sagrando muito. – Gabriel disse para mim, enquanto desviávamos de balas e brigas. – Felix, onde ele esta? Meus pais? Não podemos sair assim

- Temos que chegar fora da casa. Felix é inteligente ele saberá se vira. Agora temos que nos salvar. Eles estão bem.

Corremos o mais rápido que poderia.

Pegamos o carro que estava no estacionamento, ligamos e disparamos. Tive o azar de olhar para trás e ver a bomba ser jogada no palácio e ele explodir o impacto foi criando um cogumelo enorme subindo o céu.

- Se segura Dominik.

O carro capotou com a pega pela explosão. E giramos varias vezes até parar de frente a uma casa. E a ultima coisa em ver era o corpo de Gabriel sangrando.

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Comentários

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Oiii gente! Bem ando sumido né? E muita coisa acontecendo na minha vida! Trabalho! Faculdade começando é um problema que está me asoslando! Espero que entendam não vou abondar vocês! Apenas estou passando por uma fase difícil e isso está acarretando minha depressao entao! Espero que entendam! Amo cada um de vocês e vou tentar voltar a postar todos os dias!

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Nossa qnta emoção, Caramba.... Continua logo pfvr não abandone nós novamente!

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