Minha Mãe Cavala

Um conto erótico de Colisseu
Categoria: Heterossexual
Data: 10/02/2019 21:59:38
Nota 9.80

Olá me chamo Heitor tenho 24 anos e venho contar um segredo muito bem guardado entre mim e minha mãe.

Sou filho único e minha mãe chama-se Elisa. Ela conheceu meu pai ainda muito jovem e com seus 17 anos eu nasci. Meu pai era bem mais velho e sem nenhuma desculpa assumiu ela e os dois logo se casaram e formamos nossa família. Apesar de jovem minha mãe não largou os estudos e concluiu sua faculdade, conseguindo um bom emprego. Ambos tinham bons trabalhos, não éramos ricos porém tínhamos um belo conforto. Minha relação com meus pais sempre foi muito tranquila, claro que como toda criança e adolescente aprontava de vez em quando, ai recebia castigos, mas minha mãe sempre me aliviava. Ela sempre foi muito alegre, animada e divertida, além-claro, de ser super atenciosa e carinhosa comigo, eu era o xodó dela.

Minha mãe sempre foi muito bonita, era uma loira de cabelos muito claros, olhos azuis, uma pele tão branca que era quase um papel, algumas sardas espalhadas pelo corpo de formas muito pequenas e leves quase a cor de sua pele. Tinha seios bem fartos, cintura fina, quadril largo, coxas grossas e bunda bem chamativa, mas tudo de forma harmoniosa e bonita. Se tivesse que definir minha mãe em poucas palavras seria loira cavala. Minha mãe sempre se cuidou muito, academia e alimentação eram sagrados, acho que isso era porque ela teve filho muito cedo e não queria acabar desleixada. Ela realmente chamava a atenção pelos lugares onde ia, me lembro de diversas ocasiões desde criança homens sempre quase quebrando o pescoço para olhar a raba da minha mãe ou de longe em bolinhos cochichando olhando para ela.

Bom posso dizer que foi aos meus 11 anos que comecei a olhar diferente para minha mãe, eu já batia punheta nessa época, porém nunca fiz isso por ela, pois era minha mãe né. Contudo foi por causa desses olhares e dos meus amigos da escola que comecei a sentir tesão por minha mãe. Meus amigos sempre ficavam comentando coisas do tipo “Nossa sua mãe é muito gostosa” ou “Se fosse minha mãe já teria tentado comer”. Claro que eu ficava puto da cara com esses comentários, no entanto isso me despertou um desejo forte por ela. Não demorou para que minhas punhetas fossem quase sempre para minha mãe.

No entanto ouvindo historias dos meus amigos que relatavam que já haviam sido pegos no ato, por mãe, pai, irmão e irmã. Eu deixava para tocar minhas homenagens na hora do banho, ainda mais porque em casa as portas dos quartos com exceção dos meus pais e do banheiro do corredor não tinham trancas. Então o lugar mais seguro era o banheiro e como o banho era demorado, era hora perfeita para brincar. Como todo adolescente que se acha esperto e não se lembra que seus pais também já foram adolescentes, eu com meus 14 anos me achava o inteligentíssimo até o dia que minha mãe bateu na porta:

—Para de ficar se masturbando ai e toma logo esse banho. – esbravejou ela pela minha demora.

Sai rapidinho do banheiro e me mandei para o quarto. Essa foi uma das coisas que me aconteceram durante a adolescência. E obviamente também fui pego batendo punheta por minha mãe ao vivaço umas 4x e isso virou até piada em casa. Meus pais me apelidaram de seringueiro e eu não sabia o porquê. Até que certo dia inocentemente em um jantar perguntei qual era o sentido do apelido e meu pai prontamente respondeu:

—Seringueiro vive tirando leito do pau. – respondeu ele segurando o riso e escapando aos poucos.

Minha mãe começou a rir muito e eu fiquei num vermelhão que parecia uma pimenta. Esse dia foi tenso, assim como outros que tive na adolescência. Mas tais eventos só me fizeram me aproximar mais de meus pais, principalmente de minha mãe.

Contudo o auge da minha adolescência aconteceu numa sexta-feira de verão as duas e meia da madrugada, me lembro perfeitamente desse dia. Estava com uma sede louca que interrompeu meu sono, levantei e fui tranquilamente em direção a cozinha, porém no corredor me deparei com a porta do quarto dos meus pais semi-aberta com uma fraca luz saindo e alguns barulhos estranhos. Fui com cuidado ver o que estava acontecendo, a primeira coisa que notei foi o abajur no canto do quarto ligado e ao me mover um pouco mais para ver melhor me deparo com meus pais transando. Minha mãe estava de 4 na cama com seus enormes seios pendurados balançando enquanto meu pai estava logo atrás dela metendo fortemente. Quase de forma instantânea fiquei de pau duro, assisti a cena perplexo por alguns segundos, pois inesperadamente minha mãe olha em direção a porta e eu me mandei rapidão dali. Já no meu quarto deitei-me perplexo em minha cama ainda com a cena vívida em minha mente. Só de pensar naquela cena já quase gozava sem ao menos tocar em meu membro duro.

Minha mãe sempre foi muito educada e elegante, raríssimas vezes falava algum palavrão e quando dizia era em voz muito baixa. Era tipo de mulher que você pensaria que só fazia sexo do modo tradicional, papai e mamãe, porém aquela cena simples me deu uma nova visão da minha mãe. Não resisti e em seguida me acabei em punhetas. Quando criei coragem para ir espiar de novo a porta estava fechado e nada mais pude ver. No dia seguinte fiquei pensando no ocorrido e principalmente se meus pais haviam me notado, mas nada foi dito por eles no café da manhã, então sai ileso dessa. Este fato ocorreu outras vezes e nunca fui pego. Espiei muito os dois transando durante minha adolescência, vi coisas que já mais pensei que minha mãe seria capaz de fazer, talvez por causa da minha “inocência” e desconhecimento deste mundo sexual, mas isso só me fazia ficar cada vez mais louco por ela. Não tenho ideia de quantas vezes durante meus voyeurismos escondidos na madruga eu desejava estar no lugar do meu pai, nunca senti tanta inveja de alguém como sentia dele. Contudo a única coisa que eu podia fazer era assistir quando tinha sorte e me acabar na punheta.

Passei minha adolescência inteira vendo escondido meus pais transarem e cada dia meu tesão por minha mãe só aumentava de forma gigantesca e mesmo chegando a fase adulta continuei com esse forte sentimento. Quando terminei o ensino médio, fiquei um ano de vagabundagem com o consentimento dos meus pais, já que nunca havia rodado ou dado problemas enquanto estudei, porque não? Despois disso ainda estava indeciso sobre o que fazer da vida e acabei servindo ao exercito. No inicio foi difícil com cabos, sargentos e tenentes nos enchendo o saco e nos tratando como animais, mas depois da fase inicial tudo ocorreu tranquilo até fiquei amigos dos filhos da puta. Durante esse processo minha mãe ficou preocupada com minha situação, pois voltava para casa exausto e com alguns machucados de treinamento. Claro que ela me paparicou bastante nesse momento, no entanto nesse período da minha vida eu só tinha um objetivo que era dormir, dormir e dormir mais ainda. Tirava serviço com muita frequência então o sono era quase insaciável e com o trabalho direto em obras de construção no quartel só piorava a situação do cansaço. Estando no exercito a única coisa que realmente o pessoal queria era dormir o máximo que pudesse e foi nesse período que meu tesão por minha mãe baixou bastante, pois o cansaço era o maior sentimento que eu tinha. Quando finalmente sai do exercito com honra ao mérito e tudo mais, pedi novamente um ano de férias para meus pais antes de prestar vestibular e eles concordaram. Depois disso ainda não sabia o que fazer de faculdade, apenas estudava aleatoriamente para dizer que iria fazer algo.

Bom tudo começou quando eu estava com meus 22 anos. Minha mãe recém havia completado seus 40 anos e facilmente qualquer pessoa daria uns 10 anos a menos para ela. A gente era até muitas vezes confundidos com irmãos, ai minha mãe dizia que eu era seu filho e o pessoal ficava surpreso e claro alto estima de dona Elisa ia lá para cima. O pior era que nem dava para dizer que as pessoas estavam sendo gentis em dizer aquilo, pois minha mãe com seus 40 anos ainda era muito bonita e, diga-se de passagem, gostosa pra caralho.

Bom era Fevereiro e eu estava começando a estudar para voltar a prestar vestibular de novo e minha mãe veio até mim querendo me motivar. Falou que se naquele ano eu passasse em alguma faculdade e eu poderia pedir o que eu quisesse de presente. Vocês devem saber o que eu iria querer? No entanto era impossivel, então decidi que iria pensar até o fim do ano no que pedir, talvez uma viagem seria legal conclui em meus pensamentos. Obvio que isso me motivou muito e estudei feito um condenado. Fiz a prova e quando saiu o resultado, fui aprovado em uma excelente colocação. Foi maior alegria dos meus pais e um alivio fudido para mim, porque a pressão de fazer algo da vida estava forte, não por parte dos meus pais, mas pelas pessoas ao meu redor. Porém nem tudo foi como eu esperava.

Durante o ano minha família acabou meio mal das finanças, mas nada que fosse muito grave, mas meus pais tiveram que dar uma apertada nos gastos. Com isso minha mãe veio falar comigo e me dizer que naquele momento não poderia me dar a viagem que eu havia pedido. Fiquei frustrado com que ela me disse e minha mãe parecia também frustrada em me dar essa má noticia, mas não era o fim do mundo. Então uma oportunidade me surgiu durante nossa conversa:

—Olha filho, eu e seu pai não temos como te dar isso agora. Mas ainda sim queremos te dar um presente. Se você quiser qualquer outra coisa e que esteja ao nosso alcance vamos dar para você. Tem algo que você queria? – perguntou minha mãe.

Nada me veio a cabeça, nada que não envolvesse alguma sacanagem com minha mãe. Com seus 40 anos ela estava muito bem cuidada. A vontade era pedir logo ela de presente, mas não tinha coragem o suficiente para isso.

—Ah não sei. – falei em um tom desanimado. Sabia sim, só não tinha coragem.

—Você pode pensar e depois nos dizer. MAS QUEREMOS TE DAR ALGO E ISSO NÃO TEM DISCUSSÃO (sorriu minha mãe). E quanto a sua viagem que tínhamos prometido, não precisa se preocupar vamos dar ela também, só melhorar nossa situação financeira. – concluiu.

Acho que minha mãe estava mais frustrada com a notícia do que eu, pois eu nunca fui alguém de pedir coisas nem mesmo quando criança em meus aniversários ou em natais. Normalmente qualquer coisa estava bom para mim. E agora que havia pedido algo ela não pode dar, acho que isso a deixou um pouco mais frustrada.

—Vou pensar em algo. – respondi.

—Tudo bem então. Meus parabéns filhote. Te amo. – falou minha mãe me abraçando e me dando um beijo.

—Qualquer coisa? – perguntei antes dela sair do quarto.

—Sim. Desde que esteja dentro do orçamento. Qualquer coisa. – respondeu ela com um sorriso amigável, mas sem malicia.

Após minha mãe sair do meu quarto, comecei a pensar no assunto e NOSSA como eu queria pedir para transar com ela, mas era algo que eu não tinha coragem. Não existia um protocolo social aceitável para se pedir sexo com sua própria mãe. Qualquer ideia que eu tinha para fazer isso era mera hipótese nunca testada ou comprovada antes. Porém eu sabia e no fundo sentia, que essa talvez fosse a única chance que teria disso acontecer. Não apenas pelo presente em branco, mas por outros fatores que estavam ao meu favor. Um deles apesar de ser um pouco ruim era que o casamento dos meus pais no ultimo ano não vinha ocorrendo muito bem, minha mãe havia dado uns flagras no meu pai pulando a cerca, tiveram uma briga feia, mas tudo voltou ao “normal” algum tempo depois. Minha mãe desconfiava que ele ainda pulava a cerca e que as viagens e voltas tardes da empresa eram desculpas do meu pai para cair na gandaia, mas nada era dito. Outra coisa que me favorecia e que descobri por acaso, foi uma conversa duas semanas antes que escutei sem querer enquanto procurava meu celular pela casa. Minha mãe conversava com sua melhor amiga, Julia, e em certo momento escutei minha mãe reclamar da falta de sexo em casa, no mesmo instante meu ouvido ficou afiado e escutei as reclamações dela para a amiga, principalmente a parte que ela disse que já fazia meses que não transava com meu pai. Descobri naquele dia que a insatisfação sexual da minha mãe era bem grande.

Tudo naquele momento parecia me dizer que aquela era a hora certa e talvez nunca mais tivesse outra chance.

Matutei 2 dias varias situações de como pedir o presente, mas a coragem me faltava e minha mãe sempre me perguntando se eu já havia pensado em algo. Foi então que resolvi escrever uma carta, pois não precisaria falar o que eu deseja frente a frente e seria bem mais fácil, sem tropeçar nas palavras ou gaguejar. Sentei-me em minha cama e comecei a escrever. Foram quase 20 paginas de palavras, as primeiras linhas tentavam aliviar a ideia do que eu viria a pedir, dizendo que não pensasse mal de mim ou quaisquer coisas do tipo. Após as primeiras inúmeras linhas tentando amenizar o que viria, finalmente revelei o meu segredo mais profundo, do tesão que sentia por ela desde a adolescência e de todo o desejo sexual que acumulei durante anos apenas com o sonho de transar com ela. Falei que uma noite de sexo com minha mãe valeria muito mais do que a viagem ou um carro, seria algo incomparável, não existia nada no mundo de presente que conseguisse superá-la, nem mesmo todo dinheiro, mulheres ou até mesmo as estrelas do céu. Usei de diversos argumentos para tentar convence-la desde ter sido sempre um bom filho a dizer que eu era o seu maior fã e admirador. Admito que apelei para as falhas do meu pai com minha mãe, as puladas de cerca dele e sua falta de interesse nela, enquanto eu estava ali louco por ela. Contei todos os sonhos eróticos e fantasias sexuais que tive com minha mãe durante os anos que se passaram. Contei das enormes vezes que eu estava sem apetite e ela achava que eu estava doente, porém era apenas uma forte excitação sexual por ela que me fazia até perder a fome. Nos penúltimos parágrafos novamente disse o sonho e alegria que seria ter uma noite com minha mãe, aproveitaria cada segundo. Nas linhas finais querendo evitar o escândalo sem precedentes que poderia ocorrer com esta carta, pedi que caso ela não aceitasse me dar esse presente por ser pervertido demais ou por quaisquer outros motivos, tentasse ignorar minhas palavras e não tocasse mais no assunto. Assim eu saberia que minha mãe não concordou e seria mais fácil para ambos lidar com a situação que ficou. Cairia no esquecimento.

Pensei muito em cada palavra, revisei milhares de vezes a carta que mais parecia um pequeno livro e mudei algumas coisas e acrescentei outras. Quando finalmente fiquei satisfeito com tudo juntei todas as folhas e coloquei em um envelope rosa muito bem trabalhado. Comecei a juntar a pouca coragem que tinha nessa situação e aguardei o momento certo para entrega-la. Foram mais 3 dias para criar essa coragem e sempre que tentava acabava recuando no ultimo segundo. Então foi em uma Segunda-feira de manhã, meu pai havia saído e estávamos apenas eu e minha mãe em casa. Fiquei vários minutos no meu quarto andando de um lado para outro extremamente nervoso. Meu coração estava mil, meu corpo tremia e eu estava com um forte frio na barriga que parecia sugar as forças de minhas pernas e me dava quase uma vontade de vomitar. Eu com meus 22 anos parecia uma criança assustada, então finalmente criei coragem e sai do quarto com a carta na mão.

Fui para cozinha onde minha mãe estava e quase tendo um infarto estendi a carta para ela.

—O que é isso? – perguntou curiosa pegando a carta.

—Escrevei ai o que eu quero de presente. – respondi nervoso.

—Hum... Um envelope rosa. – escapou um leve riso de minha mãe. —Acho que não é para ler agora? Estou certa? – perguntou meio sorridente.

—É para depois. - confirmei

—Ok, então.

—Mas é só para senhora ler, não pode mostrar pro pai. Tudo bem? – falei.

—Certo... Agora fiquei bem curiosa. Pode deixar não vou mostrar para seu pai.

—Obrigado. – respondi quase tendo um treco e querendo sair dali.

Fui direto para meu quarto e fiquei lá rezando para tudo dar certo. Já havia feito minha jogada, era tudo ou nada, ou daria certo ou seria o momento mais constrangedor e escandaloso da minha vida. Quando deu meio dia minha mãe veio me chamar para o almoço e pelo jeito que falou comigo ainda não havia lido a carta. O restante do dia foi uma apreensão do caralho, pois toda vez que minha mãe me chamava ou vinha falar comigo, eu pensava que ela já havia lido e que em seguida iria escutar uma bronca o qual acredito nenhum garoto ouvira na historia da humanidade. Porém nada acontecia e tudo ainda rolava normal. Quando a noite chegou todos jantamos juntos, tudo ainda estava normal, meus pais felizes por eu entrar em uma faculdade e eu desesperado por dentro. Durante o jantar dei algumas rápidas olhadas para minha mãe e pensava: “É, o presente, a falta de sexo dela, a puladas de cerca do meu pai, isso realmente pode acontecer.”, porém logo outros pensamentos vinham: “É, mas ela é muito certinha, tem uma personalidade forte, sempre elegante e educada, pode achar isso o fim do mundo. Seria o meu fim.”. Tais pensamentos me assombraram o tempo todo indo e vindo, uma hora positivos e outras negativos ao máximo.

Naquela noite me deitei todo apreensivo, demorei para pegar no sono e acabei acordando tarde. Fui para o café da manhã e ali eu percebi que algo já tinha acontecido. Meu pai estava com seu matinal jornal enterrado na cara, porém quando me sentei a mesa minha mãe me olhou de uma forma diferente, parecia séria, brava e pensativa. Com certeza ela tinha lido a carta. Minha mãe me olhava fixamente e eu não consigo manter o contato visual e desviei o olhar. Até aquele momento eu só não sabia se meu pai sabia. Eu estava tão nervoso que a ânsia de vomito estava forte. Sentia meu corpo inteiro fraco. Minha mãe não parava de me olhar o que me deixou ainda muito mais desconfortável e sem dizer nada. Ela apenas bebia e comia. Não aguentei a pressão e disse que iria comer na sala, meu pai apenas resmungou algo e me pareceu que ele não estava a par do que ocorria ali.

Eu estava me borrando todo na sala até que minha mãe apareceu. Ela olhou para a entrada da cozinha como se estivesse cuidando algo.

—Isso é sério ou está me brincando comigo? – questionou minha mãe de modo muito bravo.

—É sério. – respondi nervosíssimo quase gaguejando.

Minha mãe parecia muito brava, suspirou de forma irritada e deu meia volta retornando a cozinha.

Quase tive um treco, achei que ela iria contar ao meu pai, mas nada ouvi vindo de lá.

O dia passou com o maior silencio em casa, eu fiquei em meu quarto não conseguia olhar para cara da minha mãe e quando era inevitável via sua expressão séria.

Haviam se passado 3 dias que eu havia entregue a carta, era um quinta-feira e até o momento minha mãe não havia dito mais nenhuma palavra sobre o assunto, apenas me olhava com cara feia. Conclui que não havia aceito, então não seria eu que tocaria no assunto, era melhor a ideia deixar morrer e torcer para tudo voltar ao normal.

No entanto na mesma tarde daquela quinta-feira, eu estava cortando a grama do enorme quintal de casa, o sol estava escaldante e eu suava feito um porco. Resolvi fazer uma pausa para beber uma água gelada, ao adentrar a cozinha me deparo com minha mãe que logo me encarou, imediatamente desviei o olhar. Então ela irrompeu o silencio:

—Uma noite apenas. – disse ela brava.

—O que? – perguntei meio perdido.

—Você sabe o que. – criticou minha mãe. —Uma noite apenas.

—Sério? – perguntei quase tendo um infarte.

—CALA BOCA. Agora você só escuta. – esbravejou minha mãe.

Eu apenas balancei a cabeça afirmativamente.

—Uma noite e depois dela nunca mais tocamos no assunto. Sou sua mãe e vou continuar querendo respeito depois disso, nada de piadinhas ou insinuações. Depois dessa noite o assunto morre e tudo volta como era. Fui clara? – explicou ela de modo muito claro e firme.

—Sim. – respondi em um entusiasmo gigante.

—Seu pai vai viajar amanhã e volta só na segunda. Depois que ele sair combinamos o resto. – concluiu minha mãe.

—Certo. – respondi e minha mãe se retirou da cozinha.

Eu queria gritar de tanta felicidade. Nunca cortei uma grama com tamanho entusiasmo como naquele dia. Com certeza o dia seguinte seria o melhor da minha vida. Quando a sexta-feira chegou eu estava todo entusiasmado parecendo uma criança em seu aniversário. Meu pai saiu por volta das 5 da tarde iria visitar alguns parentes, eu e minha mãe nos despedimos e assim que ele partiu voltamos para dentro de casa.

—Senta ai, que agora vou dizer como vai funcionar. – falou minha mãe em um tom bravo.

Sentei-me no sofá e fiquei quieto.

—Primeira coisa é só essa noite... Segundo você jamais vai contar isso para alguém ou pode esquecer que sou sua mãe... Terceiro depois dessa noite nunca mais tocamos no assunto... E quarto depois de hoje QUERO O MESMO RESPEITO DE ANTES, NADA MUDA, SOU SUA MÃE E PONTO. Entendeu ou quer que eu repita? – explicou minha mãe pausadamente enquanto serrilhava os olhos.

—Entendi, entendi. – respondi rapidamente.

—Certo então. Vou tomar um banho e me arrumar. Vê se vai fazer o mesmo. – disse ela apontando para meu quarto.

Imediatamente voe para meu quarto, peguei uma roupa limpa e leve e fui direto para o banheiro do corredor. O quarto dos meus pais tinha o próprio banheiro então minha mãe ficou por lá.

Eu tomei aquele banho, para não colocar defeito. Nunca fiquei tão limpo em toda minha vida. Coloquei um perfuminho, arrumei o cabelo e pus uma bermuda e uma camiseta. A roupa não era importante, pois o que faríamos não precisaria dela mesmo. Fui para sala aguardar minha mãe, aguardei um longo tempo, apenas dava para escutar o chuveiro ligado que permaneceu assim por um bom período. Depois escutei secador de cabelo ligando e passos pelo quarto. Foi mais uma longa espera.

Já era quase 8h da noite quando finalmente minha mãe saiu do quarto. E uau ela realmente estava espetacular. Estava de salto alto, seu longo cabelo loiro estava arrumado em uma única trança muito bem feita, usava um vestido preto muito justo no corpo que realçava sua cor de pele muito branca e com um belo decote que deixava seus enormes seios ainda maiores, parecia que seus seios iriam pular para fora do vestido a qualquer momento. Não que o decote fosse muito grande o problema mesmo eram os enormes peitos da minha mãe. Imediatamente fui em direção a ela querendo logo entrar no quarto e começar a festa, porém fui interrompido com a palma da mão da minha mãe na minha cara.

—Ei espera ai. Vai aonde? – perguntou minha mãe interrompendo minha entrada.

—Pensei que a gente ia...

—Pensou o que? Que a gente só iria entrar e fuder? – retrucou ela.

Fiquei confuso naquele momento. Não apenas pelo palavrão que ela soltou, coisa raríssima de acontecer, mas também pela interrupção inesperada.

—Garoto pelo menos tenha a decência de me levar para jantar ou ao cinema. Seria o mínimo a fazer para quem você quer que abra as pernas para você. – criticou minha mãe.

—Ok... Certo... Só me dá um minutinho para me trocar. – respondi e voei feito um relâmpago para o meu quarto.

Depois de me arrumar, minha mãe pegou seu carro e saímos. Durante o percurso para o restaurante escolhido, já estava todo excitado e como anoite era para mim, foi inevitável não tentar dar umas passadas de mãos nela enquanto não chegávamos ao restaurante. Me arrisquei e fui com minha mão em direção a sua coxa, porém para minha surpresa antes que eu tocasse levei um tapão na mão.

—Tá muito afobado. – disse ela de modo bravo. —Escreveu que esperou anos por uma oportunidade, acho que pode esperar mais algumas horas.

—É. – respondi cabisbaixo e pensando tristemente “horas”.

Esse foi apenas o começo da minha tortura naquela noite. Jantamos, fomos ao cinema e até uma boate. Entretanto sempre que eu tentava algo recebia bronca ou um tapa na mão boba. Em outros momentos minha mãe parecia bem receptiva, mas quando tentava algo lá vinha tapa e bronca. Isso me deixava cada vez mais excitado, estava tão perto e ao mesmo tempo tão longe. E minha mãe não facilitava nas conversas que tínhamos estava sempre séria e parecendo brava, não importava qual assunto conversássemos.

Contudo o momento finalmente chegou eram 1:30 da madrugada quando resolvemos voltar para casa. Segundo minha mãe era melhor voltarmos para a casa antes que eu perdesse o juízo e tentasse transar com ela no meio da pista de dança, falou percebendo minha extrema excitação.

No caminho de volta, no carro eu nem escondia a enorme ereção que se destacava por cima da minha calça que parecia uma barraca de circo armada. Minha mãe não era nenhum pouco tímida, ela olhava para mim e meu membro duro sem nenhuma hesitação. Encarava mesmo e isso me dava ainda mais nervosismo.

Finalmente chegamos em casa e eu estava doido de tesão.

—Vai para meu quarto que eu já vou e já pode ir tirando sua roupa antes que seu pau rasgue ela. – disse minha mãe olhando para o meio das minhas pernas.

Entrei no quarto de meus pais e rapidamente tirei tudo, fiquei como vim ao mundo. Minha mãe voltou para o quarto ainda vestida, me deu uma olhada dos pés a cabeça e principalmente fitando meu membro rígido. Foi ai que resolvi pedir algo:

—Mãe. – chamei a atenção.

—O que? – perguntou ela enquanto mexia em seu roupeiro.

—A senhora pode usar aquele salto plataforma verde que costumava usar com pai? – perguntei nervoso.

Este era um salto plataforma muito sensual que eu havia visto ela usando algumas vezes com meu pai e aquilo era algo que eu queria muito comigo.

Minha mãe serrilhou os olhos em minha direção e com uma cara séria puxou de dentro do armário os benditos saltos e novamente saiu do quarto. Eu estava tão nervoso que não conseguia parar quieto, então comecei a mexer aleatoriamente em algumas coisas no quarto até que em uma gaveta encontrei ele, o azulzinho, o famoso Viagra. Com certeza era do meu pai e por um momento me surgiu uma ideia. Eu não precisava usar, nunca tive problemas com ereção. No entanto eu teria apenas aquela noite com minha mãe. Foram anos esperando essa oportunidade que nunca pensei que teria e agora que tinha, deveria aproveitar cada segundo. Sem pensar duas peguei um comprimido e engoli direto, desceu meio ruim, mas foi.

Me sentei na cama aguardando a volta da minha mãe. Meu coração estava a mil e um frio na barriga que nunca havia tido antes, o nervosismos era tanto que era bem capaz de eu ter um treco a qualquer momento. Poucos minutos depois minha mãe entrou no quarto e ai sim o a excitação foi para lua. Ela estava completamente nua usando apenas o famoso salto de verde que eu havia visto tantos vezes ela usando nas transas com meu pai. Minha mãe deu alguns passos, parou em minha frente colocando as duas mãos apoiadas na cintura e meu olhou de modo sério como se não estivesse achando graça nenhuma naquilo.

—Tá bom para você? – falou ela rispidamente.

Imediatamente me levantei da cama e dando uma bela olhada dos pés a cabeça confirmei com um rápido sim. Minha mãe era uma mulher loira de pele muito branca. Tão branca que em diversas partes de seu corpo podia-se ver suas veias azuladas que corriam por seu corpo como em seus grandes seios com avantajados bicos rosados. Sua cintura fina ressaltava seu quadril largo que apresentava uma buceta completamente depilada e lábios já se mostrando bem rosadinhos. Enquanto eu inspecionava meu “presente”, minha mãe continuava com sua expressão fechada. Minha vontade era de logo joga-la na cama e já começar a meter, mas confesso que estava intimidado por ela. Minha mãe era uma loira cavalona de personalidade forte, não era nenhum pouco tímida ou insegura, era muito inteligente e independente. Naquele momento eu entendi o porquê muitas pessoas se sentiam intimidadas na presença dela. Não que minha mãe fosse arrogante ou algo tipo, mas seu jeito de ser e seus olhares com certeza demostram que era uma líder nata.

Minha não disse mais nada, porém só com seu olhar e sua expressão corporal já me mostrava que ela era o tipo submissa.

Sentindo-me um pouco acuado perante aquele olhar dominador, perguntei timidamente.

—Mãe?

—O que é? – perguntou ela de modo sério.

—É tudo liberado ou não posso fazer algo? – perguntei sem nem tocar nela ainda.

—Faz o que tiver vontade garoto! – retrucou ela.

—Posso falar palavrões também? – perguntei.

Minha mãe serrilhou os olhos como em sinal de reprovação.

—Só dessa vez. – alertou ela.

Dado as explicações, com timidez coloquei minhas mãos no meu presente. Agarrei a cintura de minha mãe e puxei com delicadeza contra meu corpo fazendo seus grandes seios tocaram em meu peito. Logo minhas mãos deslizaram para sua enorme e macia bunda de modo que comecei apalpa-las com força. Aproximei meu rosto de minha mãe que me olhava como se estivesse brava e devagar fui dando leves beijos em sua bochecha em direção a sua boca. Eu estava louco para beijá-la, sentir sua saliva e principalmente sua língua em minha boca. Uma coisa que não havia dito antes era que minha mãe tinha uma senhora língua, sim isso mesmo, a língua da minha mãe era enorme. Ela conseguia tocar a ponta do própria nariz e até tocar em seu queixo. Não era uma coisa que minha mãe se orgulhava e poucas pessoas sabiam disso. Contudo aquilo sempre despertou uma enorme curiosidade e tesão em mim. Como seria beijar alguém assim? Até uma vez perguntei e ela disse que quando beijava cuidava para não colocar muito.

Mesmo assim era algo que eu queria experimentar. Meus beijos já estavam no canto de sua boca enquanto minhas mãos acariciam sua deliciosa bunda. Nossos lábios logo se encontraram, inicialmente senti alguma resistência por parte de minha mãe, mas logo ela liberou caminho para nossas línguas se tocarem. Que arrepio que me deu. Nos beijamos por alguns segundos, porém nada de sua grande língua. Então parei o beijo.

—Mãe. – chamei.

—O que? – resmungou ela.

—Quero um beijo de língua. – falei.

—Não era o que estávamos fazendo antes de você interromper garoto? – criticou.

—Sim, mas quero um beijo de verdade mesmo. Quero sua língua toda na minha boca.

Minha mãe me olhou com um tremendo olhar de reprovação.

—POR FAVOR! – falei de modo carinhoso.

Ela suspirou não muito entusiasmada.

—Se você vomitar na minha boca eu juro que arranco suas bolas. – disse minha mãe agarrando meu saco com firmeza e cravando levemente suas unhas em minha pele querendo mostrar que estava falando sério.

—Certo. – respondi todo alegre e voltando a iniciar o beijo.

Lábios com lábios, língua tocando língua. Mas dessa vez minha mãe não foi nenhum pouco econômica, enfiou a língua inteira dentro da minha boca. Não apenas a língua como uma gigantesca quantidade de saliva que encharcou minha boca. No primeiro instante admito que meu corpo deu uma estranhada e quis parar o beijo, mas controlei o instinto e ai ocorreu tudo certo. A língua da minha mãe preencheu fortemente minha boca, dava para sentir sua carne úmida tocando quase em tudo lá dentro enquanto se movia. A minha língua não tinha nem comparação com a dela, o beijo foi todo dominado pela grande língua da minha mãe que fazia o que queria dentro da minha boca. Em certos momentos podia jurar que senti a língua dela se enrolar na minha.

Nunca havia dado um beijo tão “babado” na minha vida como naquele momento, digo entre aspas, porque na verdade praticamente a grande quantidade de saliva que rolava no beijo saia da boca da minha mãe e vinha parar dentro da minha. O que posso dizer que o beijo foi muito diferente, mas foi um diferente muito gostoso.

—Gostou? – perguntou minha mãe sempre com aquela expressão séria largando meu saco e limpando um pouco o batom manchado por alguma saliva que tinha escapado.

—ISSO FOI INCRIVEL. Não sei como o pai não gosta de um beijo assim. – respondi quase como um suspiro.

Depois desse beijo minha autoconfiança retornou, pois eu pedi algo e ela fez.

Meu olhar rapidamente se voltou para os enormes seios de minha mãe e com uma das mãos apalpei com desejo.

—Nossa olha o tamanho dessas tetas! – falei quase sem pensar enquanto massageava aquele peito.

Eu vi a raiva nos olhos da minha mãe ao ouvir isso. Se não fosse aquele momento jamais falaria assim com ela até porque COM CERTEZA MINHA MÃE ME DARIA UM SOCO NA CARA. Mas mesmo assim a chance dela fazer isso ali era grande.

—SOU VACA AGORA PARA TER TETA? – falou minha mãe de maneira ríspida.

Naquele instante não sabia o que responder, apenas fiquei quieto.

—QUE BOM QUE GOSTOU. AGORA DE JOELHOS E CHUPA. – disse minha mãe colocando uma das pernas apoiada na cama e apontando para sua buceta.

Fiquei surpreso na hora.

—Pensei que eu poderia fazer o que eu quisesse? – questionei calmamente.

—Você pode. Mas eu te perguntou: Você quer transar comigo ou fazer o que quiser? – perguntou minha mãe olhando diretamente em meus olhos.

Eu não entendi a logica da pergunta, mas pelo jeito que ela falou a segunda alternativa não me parecia a correta.

—Quero transar com a senhora. – respondi.

—FOI O QUE PENSEI. ENTÃO... AGORA... DE JOELHOS... E CHUPA. – apontou minha mãe para o meio de suas pernas.

O olhar que minha mãe me lançou ao terminar de falar era tão penetrante e dominador que quase imediatamente fui me ajoelhando aos seus pés sem tirar meus os olhos dos dela. Ao terminar de me posicionar, meu olhar foi naturalmente descendo pelo corpo de minha mãe, passando pelos seus enormes seios, sua cintura fina e seu quadril largo. Fiquei frente a frente com uma buceta totalmente depilada e com lábios muito rosados que aparentavam ser muito apetitosos ao paladar.

Meu pau latejava de excitação. Aproximei meu rosto da coxa da minha mãe e fui ao poucos beijando sua pele macia até chegar ao meio de suas pernas. Neste momento uma explosão de tesão tomou conta de mim e sem timidez dei uma grande lambida no meio daquela racha molhada. Enquanto minha língua percorria seus lábios rosados tive a impressão de escutar um leve suspiro vindo de minha mãe, mas não tinha certeza.

Não quis ir diretamente em seu clitóris, antes que minha lambida chegasse lá, parei e fiz o movimento reverso. Minha boca começou a brincar com sua buceta alternando entre lambidas, línguadas e chupões sem seus grandes lábios vaginais. Tudo isso sem tocar em seu clitóris. Minha mãe continuava com uma das pernas apoiada na cama e pareceu gostar bastante, pois abriu mais a pernas e deixou minha boca entrar mais fundo em seu sexo. Eu chupava sua buceta com grande prazer, seu cheiro e sabor eram igualmente agradáveis aos sentidos.

Quando finalmente subiu minha boca até o clitóris de minha mãe, dei um enorme chupão com uma passada de língua. Dessa vez foi nítido o gemido dela. Olhei para cima e minha mãe estava com a cabeça inclinada para trás aparentemente de olhos fechados, apenas curtindo minhas chupadas em sua buceta. Então senti sua mão segurar minha cabeça por trás e forçar minha boca ainda mais contra seu clitóris. Minha língua brincava com seu grelho com movimentos em todos ângulos, nem fortes e nem fracos, na medida que me pareceu agradar muito minha mãe, pois ela não estava falando muito apenas soltava alguns suspiros e gemidos que pareciam escapar de seu controle.

—CONTINUA... CHUPANDO... ASSIM! – disse minha mãe com uma voz tremula e que parecia se perder a força enquanto falava.

Foram mais alguns poucos minutos nessa brincadeira até que senti o corpo dela estremecer e repentinamente forçar sua buceta contra minha boca. Em seguida um gemido que pareceu um urro baixo de prazer.

Ficamos na mesmo posição por alguns segundos e então minha mãe parecendo um pouco desnorteada tirou sua buceta da minha cara e se afastou alguns passos para trás. Sua pele branquíssima apresenta um leve brilho de suor e seu rosto ainda tinha aquele olhar dominador. Eu continuava ajoelhado no chão com um pau duríssimo, quase como um cachorro esperando o próximo comando de sua dona.

Minha mãe me olhava de forma pensativa então um leve e estranho sorriso se formou em seu rosto.

—VEM AQUI CHEIRAR MEU CU! – falou minha mãe quase como uma ordem enquanto se virava e deixava sua enorme bunda branca em minha direção.

—O que? – perguntei surpreso e aturdido enquanto meu coração parecia que ia soltar do peito.

—Na sua cartinha pervertida, você disse que tinha ATÉ VONTADE DE CHEIRAR MEU CU. – explicou minha mãe me olhando por cima dos ombros.

—Sim.- respondi com a voz tremula.

—ENTÃO... VEM AQUI... CHEIRAR MEU CU! – falou ela com uma tonalidade ainda mais mandona. Tive a leve impressão que no fundo minha mãe parecia estar gostando daquilo.

Eu imediatamente fui andando de joelhos até minha mãe que ainda estava em pé só que dessa vez com sua enorme bunda branca virada para meu rosto.

Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa senti uma das mãos da minha mãe agarrar meu cabelo com força.

—É PRA CHEIRAR. Não quero beijo, nem língua, nem nada. Você vai apenas enfiar sua cara na minha bunda e FICAR CHEIRANDO MEU CU. Entendeu? – perguntou ela.

—Sim. – respondi rápido.

Minha mãe segurou firme meus cabelos, se inclinou um pouco para frente e começou a mover sua enorme bunda em direção ao meu rosto. Vi lentamente aquele cu rosado se aproximar da minha face e então se posicionar bem no meu nariz. Minha cara estava enterrada no meio daquela raba macia, então para finalizar minha mãe puxou meu cabelo para trás fazendo eu inclinar mais meu rosto para cima e assim fez as entradas do meu nariz se posicionar perfeitamente com o seu cu.

—AGORA CHEIRA! – ordenou ela esfregando o cu em meu nariz.

Apenas apoiei minhas mãos em suas pernas e me pus a cheirar aquele cu rosado. Minha mãe realmente havia tomado um belo banho, pois até seu orifício anal estava bem cheiroso, mas ainda sim dava para sentir bem levemente seu cheiro natural, o que no momento que senti quase gozei. Pode parecer estranho ficar tão excitado ao cheirar um cu, mas eu havia sonhado e desejado tanto transar com minha mãe durante anos que até mesmo cheirar seu ânus me parecia algo fenomenal. E não era o cu de qualquer uma, era o da minha MÃE. Quantos filhos poderiam dizer qual era o cheiro do cu da própria mãe? De certa forma isso era algo especial.

Aquele aroma de cu invadia meu nariz e me deixava maluco de tesão. Parecia um convite extremamente forte e poderoso para sexo. Não apenas o cheiro como toda a situação fazia meu corpo estremecer desejo. Minha mãe sempre toda elegante e educada, símbolo dos bons costumes e valores entre amigos, parentes e conhecidos. Estava ali deixando alguém cheirar seu ânus de forma depravada, ainda mais esse alguém sendo seu próprio filho. Eu delirava de prazer cheirando aquele cu, nem aos menos eu estava me tocando, mas por algum motivo sentia um puto prazer toda vez que aquele cheiro cheio de luxuria invadia minhas vias aéreas.

—TÁ GOSTANDO DO CHEIRO DO MEU CU?! – perguntou minha mãe esfregando ainda mais seu ânus no meu nariz.

Tentei falar algo, mas sua grande bunda abafou minha voz. Então ela afastou um pouco sua bunda do meu rosto para eu poder responder.

—SIM! MUITO! – respondi um pouco ofegante, pois minha mãe dava rápidas pausas para mim poder respirar e rapidamente enterrava sua bunda na minha cara.

—QUE BOM! – respondeu minha mãe. —QUER MAIS? – perguntou ela com certo sarcasmo na voz.

—QUERO. – foi só terminar de falar e minha mãe voltou a enterrar sua bunda da minha cara, socando seu cu rosado bem no meu nariz.

Foram mais alguns longos minutos cheirando aquele cu maravilhoso. Eu havia cheirado tanto, tanto, mais tanto aquele orifício anal que com certeza lembraria dele até meu ultimo dia de vida. Não demorou para que eu não me aguentasse mais apenas ficar cheirando, precisava mais do que aquilo. Em uma das vezes que ela me deixou respirar logo falei:

—POR FAVOR MÃE, ME DEIXAR CHUPAR SEU CU?! – perguntei quase implorando de tão excitado que estava.

Minha mãe serrilhou os olhos em minha direção como se eu fosse alguém muito inferior para pedir algo tão bom assim.

—CERTO. – disse ela largando meu cabelo e se afastando de mim.

Minha mãe subiu na cama e ficou de quatro deixando sua grande bunda branca virada para mim.

—VEM CHUPAR LOGO! ANTES QUE EU MUDE DE IDEIA. – falou ela terminando de se movimentar na cama.

Mais rápido que um relâmpago me posicionei atrás dela. Foi inevitável não admirar aquela raba de quatro.

—NOSSA DÁ PARA ENTENDER PORQUE O MACHAREDO NA RUA QUASE QUEBRA O PESCOÇO PARA OLHAR ESSA RABA! – falei quase sem pensar.

Nisso minha mãe me da um olhar mortal por cima dos ombros não gostando muito do meu elogio.

Eu apenas sorri sem graça e desviei o olhar pra sua grande bunda.

Sem pudor algum apalpei suas duas grandes nádegas e beijei seu cu rosado. Dei um belo de um demorado beijo que chegou a estalar no quarto. Ao termino o beijo, comecei a desfilar minha língua naquele ânus. Passava por toda sua extensão fazendo movimentos circulares e de vez em quando dando umas cutucadas bem na entrada. Lambidas e chupadas se alternavam naquele cu delicioso e minha mãe pareceu gostar bastantes, pois deixou sua raba levantada enquanto deitou sua parte da frente do corpo na cama. Isso fez com que sua bunda parece ainda maior e mais gostosa.

Após belas lambidas e chupadas bem molhadas naquele orifício, decidi que era hora de realmente dar um belo e profundo beijo nele. Atolei minha cara naquela enorme bunda branca, abri a boca com um desejo incomensurável e deixei minha língua escorregar para dentro daquele cu rosado. Antes minha mãe soltava apenas suspiros, mas ao entrar da minha língua em seu buraco ela deixou escapar quase no mesmo instante um gemido prazeroso. Meus lábios massageavam a parte externa daquele ânus com leves chupadas enquanto minha língua se retorcia em suas profundezas tentando ir cada vez mais fundo.

—AAH... PELO MENOS... VOCÊ NÃO É FRESCO... COMO SEU PAI! – disse minha mãe entre suspiros e gemidos baixos.

Ao ouvir isso, ai sim que eu fiquei mais tarado. Enterrei minha língua ainda mais fundo naquele cu rosado e minha mãe apenas respondeu com um gemido mais forte. Eu não tinha nenhuma vergonha ou timidez por fazer aquilo, pelo contrario chupar o cu da minha mãe era o maior premio da minha vida. Ninguém imagina que a própria mãe dá o cu ou recebe sexo oral em seu ânus, por isso tal ato era tão excitante para mim. Toda mãe símbolo de amor e ternura, também gostam de coisas depravadas. Elas podem negar, mas certamente já deram muito o cu.

Minha mãe com certeza era uma dessas, como disse, ela sempre foi vista como correta, educada e elegante, uma mulher que ninguém imaginaria que gostava de dar o cu de quaisquer formas. Admito que até eu pensava da mesma forma. Porém minha mãe estava demonstrando ser bem receptiva a brincadeiras anais.

Chupei, lambi e soquei profundamente minha língua naquele cu saboroso. Naquele momento o cu da minha mãe era a oitava maravilha do mundo. Eu havia chupado com tanta voracidade aquele ânus que depois de um tempo diminui a velocidade, pois minha boca já se mostrava um pouco dolorida pelos movimentos ininterruptos, mas por nada eu queria parar e pelo visto minha mãe também não.

—ISSO... ENFIA ESSA LINGUA MAIS FUNDO... AH... MAIS FUNDO... MAIS... – repetia ela entre gemidos e suspiros enquanto forçava ainda mais sua bunda contra meu rosto.

Segurei firme o largo quadril da minha mãe e soquei minha língua o mais fundo que minha boca permitiu.

—AH... ASSIM... ISSO MESMO... NÃO TIRA DE DENTRO...! – falou minha mãe de um modo alterado parecendo um aviso e agarrou com força minha cabeça para não sair do lugar.

Chupei aquele cu rosado com furor por mais alguns segundos então deu para sentir e ouvir minha mãe gozando. Um gemido mais forte foi escutado e em seguida uma respiração mais ofegante.

Retirei minha cara do meio da bunda da minha mãe dando antes uma ultima lambida em seu orifício. Alguns segundos se passaram em silencio.

—SATISFEITO? – perguntou ela ainda de quatro mostrando que estava pronta para sair da posição.

Rapidamente me estiquei e dei um ultimo beijo terminando com uma lambida em seu cu.

—NUNCA VAI SER O SUFICIENTE! – respondi e minha mãe deu leve sorriso parecendo satisfeita com a resposta.

—DEITA NA CAMA. – falou ela saindo da posição que estava.

—Mas...

—SÓ CALA A BOCA E DEITA NA CAMA GAROTO! – criticou ela.

Fiquei quieto e rapidamente me pus deitado no meio da cama.

Minha mãe se movimentou até ficar frente a frente com o meio das minhas pernas que naturalmente se abriram para ela e deixaram bem amostra meu pau duro feito rocha que chegava a estar se babando de tesão. Ela deu uma rápida olhada para meu membro e depois para mim, sem nenhuma palavra agarrou com firmeza meu pau duro e deu uma leve e lenta punhetiada nele fazendo soltar ainda mais líquidos pré-gozo que escorreram por sua mão.

—COM CERTEZA VOCÊ QUIS MUITO ISSO! – disse minha mãe com um tom levemente de satisfação.

Eu apenas confirmei com um olhar entusiasmado.

—PELO MENOS VOCÊ NÃO HERDOU ISSO DO SEU PAI! – disse minha mãe balançando meu pau.

Eu não sabia o que ela queria dizer e minha mãe pareceu perceber isso.

—FOI UM ELOGIO! – completou ela sanando minha cara de duvida.

Fiquei moh felizão com elogio. Minha mãe percebeu meu largo sorriso e apenas revirou os olhos em reprovação.

Então minha mãe sem nenhuma timidez se inclinou e deu uma lenta e bela lambida na cabeça do meu pau. No mesmo instante uma onda de choque percorreu meu corpo fazendo me arrepiar todo. Eu apenas gemi baixinho e minha mãe pareceu gostar da minha reação. Ela continuou com suas lambidas e brincadeiras com a ponta da língua somente na glânde parecendo que apenas queria me atiçar mais ainda.

Aos poucos minha mãe foi descendo meu pau dando leves beijos em sua extensão até chegar em minhas bolas onde abocanhou uma delas e deu um forte chupão ao mesmo tempo que o puxou para trás até soltar da sua boca.

—CARALHO! – falei eufórico.

Minha mãe serrilhou os olhos em minha direção parecendo não gostar do palavrão, mas não disse nada e retornou sua atenção para meu pau. Dessa vez não demonstrou nenhuma delicadeza. Abocanhou metade do meu pau duríssimo e deu um mega chupão forte que me fez contorcer em cima da cama. Eu gemi alto.

Ela começou a mamar em minha pica com grande maestria, não parecia afobada ou com pressa, chupava em ritmo lento, alternando a força das sucções. A cada segundo parecia que mais e mais meu pau entrava em sua boca. Dava para notar, pois onde a marca de seu batom vermelho estava antes como um anel, sumia e aparecia mais embaixo, cada vez mais embaixo.

Minha mãe fazia pequenas pausas onde lambia a cabeça do meu pau e logo começava chupar minhas bolas quase sempre me olhando direto nos olhos. Na ultima chupada que deu em meus testículos, ela ajustou um pouco sua posição em frente ao meu pau, jogou sua longa trança para trás e voltou a cair de boca na minha pica. No entanto minha mãe começou a dar leves chupadas rápidas como se estivesse se preparando para algo e logo descobri o que era. Meu pau foi deslizando cada vez mais para dentro da sua boca até que na cabeça da minha pica comecei a sentir uma textura diferente, era mais apertado e parecia ter um liquido bem mais pegajoso que uma saliva. Ao olhar para o meio das minhas pernas, vi minha mãe engolindo até o talo meu pau duro e a sensação estranha que havia sentido na minha glânde era do meu membro escorregando para dentro da garganta da minha mãe. A sensação era estranhamente prazerosa. Ela ficou ali parada por alguns segundos, consegui até ver seus olhos lacrimejarem um pouco quando finalmente retirou toda minha pica de dentro da boca. Mas minha mãe não pretendia parar.

Seu boquete era extremamente molhado e babado, dava para sentir sua saliva escorrer até encharcar minhas bolas. Minha mãe já segurava com firmeza meu pau e suas mamadas já haviam se tornado fortes chupões estalados. Eu me retorcia de prazer em cima da cama parecendo um adolescente inexperiente.

—AI CARALHO... CARALHO... – esses eram as únicas coisas que conseguia dizer com as fortes mamadas que recebia.

Minha mãe não demonstrava nenhuma piedade, chupava com força e grande gula, parecia que queria sugar minha alma pelo pau. Várias vezes quase cheguei a gozar, porém sempre que estava perto minha mãe parecia notar, diminuía o ritmo e começava a chupar minhas bolas. Quando o perigo passava ela voltar a chupar ferozmente meu pau e repetia tudo de novo. Era uma mistura de prazer com frustração, pois minha mãe não me deixava gozar nunca.

Foram longos minutos de uma “tortura” prazerosa. De repente do nada minha mãe parou de me chupar e se levantou da cama. Fiquei sem entender. Apenas observei ela indo em direção ao roupeiro enquanto para meu deleite olhava sua enorme bunda sacudindo ao ritmo de seus passos. Ela parou enfrente a um roupeiro branco abriu as portas de correr e começou a procurar algo. No primeiro instante achei que fosse camisinhas e logo fiquei eufórico por dentro. No entanto não era bem isso, notei que ela estava tirando alguns pequenos objetos de diferentes cores e formas, mas todos aparentavam ser arrendados.

—Pequeno demais... Pequeno demais... Também é pequeno. – falava minha mãe baixo enquanto parecia comparar os pequenos objetos. —Esse vai servir. – concluiu ela parecendo satisfeita.

Minha mãe voltou em direção a cama com o estranho objeto verde na mão e subiu de novo.

—NÃO QUEREMOS QUE VOCÊ GOZE RAPIDO DEMAIS! – disse ela me mostrando um anel peniano verde transparente.

Minha mãe se esticou e abriu uma gaveta do lado cama e pegou um frasco que logo identifiquei como lubrificante. Ela passou um pouco na mão e depois espalhou no meu membro ereto. Largou o frasco de lado e pegou o anel peniano e o colocou de forma a escorrega-lo até a base do meu pau onde ficou apertando um pouco. Ajustado o acessório minha mãe subiu em cima de mim.

Aquela enorme loira cavala começou a se posicionar para ajustar nossos corpos. Seus enormes seios balançavam acima do meu rosto me dando água na boca. Então senti sua mão segurar meu pau duro, neste instante me lembrei da camisinha, porém antes que eu pudesse dizer algo, senti a cabeça do meu pau entrando naquela buceta quente e úmida, e sem poder dizer nada, minha pica foi inteiramente deslizando para dentro ela. Senti todo o peso do corpo da minha mãe ser depositado contra meu membro ereto o que entorpeceu meus sentidos e me fez esquecer da camisinha.

Minha mãe começou a cavalgar lentamente, subia e descia sem tirar os olhos de mim. Sua buceta quente e molhada parecia se contrair ao redor do meu pau me dando um puta prazer. Eu estava feito uma estatua na cama, apenas deixando aquela enorme loira cavala conduzir a foda com movimentos de seu quadril altamente ritmados entre cavalgadas e rebolas. De repente minha mãe inclinou-se em minha direção apoiando suas duas mãos no colchão fazendo com que seus enormes seios de bicos rosados ficassem bem em cima do meu rosto quase tocando em minha pele.

Eu estava hipnotizado com aqueles grandes peitos balançando bem em cima do meu rosto no ritmo das reboladas de minha mãe. Sua pele extremamente branca destacava com detalhes suas veias azuladas que percorriam seus grandes seios. Senti minha boca salivar querendo prova-los loucamente. Foram alguns segundos de tortura até que ela se pronunciou:

—NÃO QUERIA MAMAR NAS MINHAS “ENORMES TETAS”?! MAMA AGORA. – falou minha mãe com um tom de desdém.

Fiquei um pouco receoso com o jeito com que ela falou, mas não pude pensar muito.

—ANDA LOGO GAROTO! COMEÇA A MAMAR! – repetiu minha mãe só que dessa vez como uma ordem.

No mesmo instante minha boca pareceu entender tudo e começou a salivar ainda mais, desejando ardentemente aqueles seios. Minha mãe tinha enormes peitos e quando digo enormes, eram ENORMES MESMO, do tipo que quando você pega, falta mão e sobra muito peito. Eram quase literalmente dois melões e apesar da idade ainda estavam incrivelmente lindos e suculentos.

Agarrei os dois peitos e comecei a beija-los em todos os lugares. Era maravilhoso sentir aqueles grandes pedaços de carne macia contra meus lábios. Logo beijos viraram lambidas que percorriam seus seios, minha língua brincava ao redor da auréola rosada e em seguida com o bico grande que tinha. Beijos, lambidas e chupadas ocorriam por toda extensão daqueles dois peitos. Eu achei que estava arrasando na performance, porém não foi bem assim. Senti meus cabelos serem agarrados com força e minha mãe me olhar de modo sério parando de rebolar.

—EU MANDEI VOCÊ MAMAR! QUANDO EU DIGO UMA COISA EU QUERO QUE OBEDEÇA! – falou ela de um modo muito mandão.

—SIM. – respondi.

Ela me olhou por alguns segundos e depois voltou a rebolar com seus enormes peitos na minha cara.

Sem demora abocanhei um de seus seios e comecei a chupar o seu bico rosado.

—AGORA SIM! MAMA COM FORÇA!

Imediatamente comecei a chupar fortemente seu peito, chegando a estalar. Mamava como uma criança esfomeada querendo tirar leite dali. Minhas sucções eram frenéticas e vorazes, mamava com gosto e muito prazer. Mas para mim era quase inevitável, as vezes entre uma troca e outra dava uns beijos e lambidas por aqueles grandes pedaços de carnes suculentos.

Minha mãe parecia estar gostando muito das minhas mamadas. Gemidos e suspiros escapavam toda hora. Seu quadril começou a se movimentar com mais força e rapidez contra meu pau que era engolido por inteiro por sua buceta gulosa. Logo sua cavalgada em cima de mim já era feroz fazendo até mesmo a cama de madeira ranger sem parar com seus movimentos fortes e rápidos. Meus sentidos entraram em pane e eu não conseguia pensar em mais nada e nem mesmo mamar naqueles enormes peitos. A cavalgada da minha mãe estava prazerosamente arrebatadora. Meus gemidos se misturavam com os grunhidos dela que parecia a cada minuto fuder com mais e mais força. Naquele quarto era uma mistura de sons de gemidos, a cama rangendo e do corpo da minha mãe batendo contra o meu fazendo um barulho estalado.

De repente minha mãe sai de cima mim e se joga deitada ao meu lado. Eu ainda inebriado de prazer fico confuso.

—VEM LOGO! – falou ela com a voz ofegante.

Como um relâmpago, me pus de joelhos na cama. Minha mãe deitada na cama sem perder tempo foi abrindo suas pernas e me dando total acesso a sua buceta. Admito que essa cena me deixou eufórico, minha mãe totalmente nua e pernas abertas na cama era um convite inegável para sexo.

—ANDA LOGO MULEQUE! – criticou minha mãe fazendo-me sair dos meus devaneios.

Rapidamente me posicionei entre suas pernas, os quais apresentava uma buceta muito molhada, chegando a escorrer entre elas seus fluidos vaginais. Ao me deitar sobre minha mãe, ela mesmo agarrou meu pau e recolocou dentro de sua buceta.

—METE COM FORÇA. – ordenou ela.

No mesmo instante comecei a bombar naquela buceta quente e molhada. Puxava e enterrava até o talo minha pica. Dessa vez não era só a cama que rangia como também sua cabeceira começou a bater levemente na parede do quarto. Metia feito uma animal no cio. Aproximei meu rosto do dela, conseguia sentir sua respiração forte e quente. Comecei a beijar seu pescoço e fui subindo por sua bochecha até chegar em sua boca. Para minha surpresa senti a língua da minha mãe passar por meus lábios e começar sem nenhuma timidez procurar passagem para dentro da minha boca. Logo estávamos nos beijando fortemente e dessa vez nem precisei pedir, minha mãe colocou inteira sua enorme língua dentro da minha boca, o que me deixou ainda mais louco.

Após um longo beijo demorado voltei minha atenção para aquela buceta gostosa. Metia com força e velocidade arrancando gemidos da minha mãe que parecia querer esconde-los.

—CARALHO MÃE... VOCÊ É MUITO... GOSTOSA! – elogiei metendo freneticamente.

Minha mãe serrilhou olhos para mim.

—GOSTOSA QUANTO? – perguntou ela entre gemidos e me olhando séria.

—MUITO! – respondi ofegando.

—MUITO? – perguntou ela levantando uma das sobrancelhas.

—MUITO MESMO... PARA MIM VOCÊ... É A MULHER MAIS GOSTOSA QUE EXISTE. – respondi morrendo de prazer enquanto bombava sem parar.

Minha mãe sorriu de canto de boca parecendo lhe a agradar a resposta. Enquanto isso meu pau entrava e saia daquela buceta rosada freneticamente sem parar, sem parar, sem parar. Socava com desejo e extremo prazer, foram longos minutos fudendo loucamente.

—CONTINUA ASSIM... NÃO PARA! – advertiu minha mãe cruzando as pernas no meu quadril impedindo de sair daquela posição.

Me concentrei ainda mais em meter nela, eu estava quase lá. Gastei toda energia que ainda tinha e aumentei a velocidade das bombadas. Minha mãe imediatamente começou a gemer quase sem parar. Era um gemido baixo mais continuo.

—ISSO... ISSO... MAIS RAPIDO... MAIS RAPIDO... SOCA MAIS FUNDO! – falava minha mãe.

Imediatamente acelerei ainda mais e dessa vez metia fundo mesmo. Puxa e enterrava todo meu pau naquela buceta que de tão molhada que estava produzia um som úmido toda vez que meu membro volta a entrar.

—NÃO PARA... NÃO PARA... – falou ela quase como um rosnado.

Eu estava quase gozando e tive que fazer um enorme esforço para segurar, pois se eu gozasse antes da minha mãe poderia ser desastroso. Mas para minha sorte foram mais algumas rápidas estocadas e escutei um gemido forte dela. O corpo todo da minha mãe tremeu e se contraiu. Enquanto ela gozava senti um alivio e continuei metendo sem parar para chegar a minha vez. Então inesperadamente senti o corpo dela tremer de novo e soltar outro gemido mais desnorteado. Ela devia ter tido outro orgasmo. Foram mais alguns poucos segundos metendo e finalmente gozei. Atolei o meu pau o mais fundo possível naquela buceta encharcada e CARALHO COMO GOZEI. Foi o orgasmo mais forte da minha vida, senti todo meu corpo tremer e uma explosão de prazer que me fez gemer alto. O orgasmo havia sido tão forte que confesso que por um instante a minha visão chegou a escurecer e voltou. Todas minhas forças foram sugadas para meu quadril, minhas bolas e meu pau. Sentia toda essa região se contrair fortemente e me fazer ejacular como nunca antes em toda minha vida. Senti meu membro expelir uma quantidade colossal de porra para dentro daquela buceta rosada. Meu pau e minhas bolas latejavam soltando mais e mais sêmen. Quando achava que iria terminar, do nada surgia outra contração forte e mais uma jorrada de porra era jogada para dentro. Parecia que meu corpo queria ejacular até a ultima gota dentro da daquela buceta.

Minha mãe ficou ali parada com as pernas abertas até eu terminar de ejacular dentro de sua buceta. Quando finalmente terminei, sai de cima e me atirei ofegante na cama. Nós dois estávamos com a respiração alterada e suados, apenas olhando para teto. Alguns segundos depois olhei para meu pau que estava meia bomba e não parecia que iria amolecer mais do que aquilo. Sem pensar duas vezes comecei a me masturbar para deixa-lo duro. No entanto minha mãe tinha outra ideia.

—Vamos dar uma pausa! – falou ela puxando minha mão do meu membro e retirando o anel peniano.

Ela sentou-se na beirada da cama e começou a ajeitar o cabelo. Eu fiquei ali parado meio decepcionado. Então minha mãe me olhou por cima do ombro com uma expressão de reprovação.

—Relaxa que não acabou. – disse ela se levantando.

—Certo. – respondi.

—Vem vamos beber alguma coisa. – disse minha mãe saindo nua do quarto.

A ideia não era ruim e logo a segui até a cozinha. Minha mãe estava parada em frente a geladeira a aberta a procura de algo e a visão de sua enorme bunda e corpo sensual já estavam começando a atiçar meu pau. Minha mãe olhou para trás e me pegou observando sua bunda, eu não disfarcei apenas olhei para ela e sorri e depois retornei meu olhar para sua bunda branca. Minha mãe revirou os olhos em desaprovação e retornou sua atenção para geladeira.

Após identificar o que queria minha mãe retirou um prato de salada embalado e um jarro de agua gelada. Foi até a ilha (tipo um balcão-mesa) que ficava no meio da cozinha e sentou-se em um banco alto.

—Não quer comer algo? – perguntou ela desembalando o prato.

—Não estou com fome. – respondi.

Porém estava com sede então peguei um copo e me servi com a agua gelada que desceu refrescantemente. Minha mãe começou a comer sua salada e eu apenas fiquei olhando seus seios e bunda. Ela sentada ali me deu ideias. Não consegui me conter.

—Mãe. – chamei timidamente com ideias na cabeça.

—O que?

—Eu poderia chupar seu cu enquanto a senhora come? – perguntei com o coração apertado.

Minha mãe me olhou de modo serio.

—Espera a gente voltar para o quarto. – respondeu tomando um gole de agua.

—Eu queria aqui na cozinha, com a senhora sentada ai. – falei.

Minha mãe novamente lançou um enorme olhar de reprovação.

—Tudo bem. – concordou ela para minha surpresa.

Minha mãe se posicionou melhor no banco e se inclinou levemente para frente fazendo com que sua bunda abrisse e seu cu rosado ficasse exposto para mim. Logo me posicionei ajoelhado atrás dela e comecei a chupar seu cu. Minha mãe retornou a comer sua salada enquanto eu lambia e chupava seu ânus saboroso.

A situação era extremamente excitante na cozinha: minha mãe sentada nua comendo enquanto eu de joelhos estava com minha cara totalmente enterrada em sua bunda branca. Cheirava, beijava, lambia e socava minha língua em seu buraco rosado. Naquela cozinha os únicos barulhos que se ouviam eram os talheres tocando no prato, o copo sendo solto na superfície de mármore e chupadas úmidas que eu dava naquela enorme bunda.

Enquanto minha mãe lanchava sua salada, eu lanchava seu cu rosado. Não demorou para que eu já estivesse de pau duro e ela terminado. Não quis perder tempo e já aproveitando a boa vontade dela resolvi arriscar:

—Mãe podemos transar aqui? – perguntei eufórico.

Ela me olhou não parecendo gostar muito da ideia.

—Aqui?

—É. Na cozinha. Em cima da ilha. – falei torcendo para ela aceitar.

Novamente ela me deu um olhar extremamente desaprovador.

—No criado-mudo da esquerda tá o frasco de lubrificante. VAI LÁ PEGA. – mandou minha mãe já adivinhando o eu queria.

Todo sorridente sai correndo e peguei o lubrificante dentro de uma gaveta e retornei a mil. Minha mãe me aguardava em pé na cozinha e assim que cheguei já mostrei o frasco. Ela me deu outro olhar de desdém e se aproximou de mim. Segurou meu pau duro com força.

—E ISSO AQUI JÁ ESTÁ BEM DURO? – perguntou ela me masturbando.

—Sim. – respondi.

Minha mãe me encarou por alguns segundos enquanto sua mão massageava meu pau como se quisesse ter certeza que aquilo está bem duro. Terminado sua inspeção, largou meu pau. Apoiou um dos pés no banco e subia na ilha. Sem nenhuma timidez se posicionou de quatro em cima do mármore, deixando bem amostra seu cuzão rosado para mim. No entanto antes que subisse também, minha mãe advertiu:

—É BOM VOCÊ NÃO CONTAR ISSO PARA NINGUÉM! – falou em ela em tom muito sério.

—Ok. – respondi meio intimidado.

Subi na ilha e não demorei para lambuzar todo meu pau com lubrificante. Terminado a primeira etapa, agarrei meu membro e o direcionei para entrada daquele buraco rosado. Forcei a cabeça da minha pica contra a entrada e lentamente aquele cu foi se abrindo e aceitando seu novo hospede. Quando a glânde entrou toda, minha mãe gemeu baixinho e sem demora fui empurrando lentamente o resto. Logo aquele cu apertado havia engolido minha pica inteira até o talo. Senti as paredes anais pulsarem ao redor do meu membro quase como uma massagem prazerosa.

Agarrei a cintura da minha mãe e comecei um vai e vem lento, o qual deslizava facilmente graças ao lubrificante e de forma gradual fui aumentando a força e velocidade. Minha mãe parecia estar gostando com seus suspiros e gemidos. E eu posso afirmar que meu pau estava adorando explorar as profundezas cavernosas daquele cu.

Foi uma questão de tempo e logo eu já estava fudendo o cu da minha mãe com força. Bomba sem dó, metia até o talo, puxa e enfiava de volta alucinadamente. Meu quadril estalava sem parar batendo com ferocidade contra aquela bunda branca. Inebriado de prazer agarrei a longa trança loira da minha mãe e puxei com força para traz fazendo seu corpo ir contra o meu. Minha pica entrou ainda mais fundo com esse movimento e minha mãe pareceu resmungar alguma coisa por ter seu cabelo puxado. Não tentei entender o que ela disse, apenas ignorei e continuei fudendo seu cu rosado com ímpeto. Nossos gemidos se misturavam junto com o som das batidas de nossos corpos e a cozinha já começava a exalar um cheiro de sexo.

Seria impossível explicar aquilo caso meu pai entrasse naquele exato momento na cozinha com minha mãe de quatro em cima da ilha totalmente nua e comigo atrás dela comendo seu cu ferozmente. Seria o fim para mim. No entanto aquela não era essa noite.

Foram mais alguns longos minutos comendo aquele cu rosado, bombava profundamente sempre tentando entrar ainda mais fundo o que acabava arrancando gemidos prazerosos de minha mãe. Não demorou muito para que nós começássemos a gozar. Praticamente gozamos quase ao mesmo tempo, puxei o cabelo dela pra trás e soquei minha pica o mais fundo que pude e deixei o meu corpo se entorpecer com a explosão de prazer. Minha mãe gemeu alto enquanto eu ejaculava em seu cu, o que dessa vez foi mais modesta que da primeira onde havia saído uma quantidade de porra absurda.

Ficamos na mesmo posição por algum tempo e ao terminar a euforia do orgasmo retirei o pau de dentro daquele ânus. Admirei por alguns segundos o cu rosada da minha mãe que ainda se mostra bem aberto dando até mesmo para ver nitidamente seu interior rosa-forte, porém aos poucos ele foi voltando a sua condição natural e se fechando. Minha mãe se deitou sobre a ilha de mármore, ainda parecia ofegante com a ultima foda e neste momento me surgiu uma ideia.

Rapidamente desci da ilha e dei a volta nela. Minha mãe estava deitada de bruços e eu parei bem em sua frente. Ela me olhou a procura de uma resposta para o que estava fazendo, então agarrei meu pau que ainda da sinais de vida e comecei a balançar em frente ao seu rosto quase tocando em sua boca.

Minha mãe me olhou de modo sério.

—ENFIOU NO MEU CU E AGORA QUER QUE EU CHUPE?! – disse ela em um tom ríspido.

—É. – respondi balançando meu pau ainda mais.

Minha mãe me lançou um olhar mortal, serrilhou os olhos e ficou me encarando por alguns segundos. No entanto com um ar de desagrado surpreendentemente agarrou meu pau com firmeza e começou a chupar. Sua boca engoliu quase por inteiro meu membro fazendo grandes sucções. Acredito que ela só chupou porque sabia que havia feito um belo serviço limpeza no seu orifício anal. Porém isso também me indicava que aquela mulher elegante e símbolo dos bons valores e costumes também tinha um lado pervertido.

Bom o que posso dizer é que a putaria recomeçou tudo de novo. Eu queria aproveitar cada segundo daquela noite, era apenas uma, então só pararia de fuder quando não aguentasse mais. Com isso eu e minha mãe transamos em quase todas as partes da casa, no quarto dela, no meu, na cozinha em cima da mesa, no sofá e até no chão da sala de estar. Perdi a conta de quantas vezes comi o cu e buceta da minha mãe naquela noite, fizemos em tantas posições que certamente muitas pessoas ficariam horrorizadas. O viagra me ajudou muito nessa brincadeira, não me orgulho de dizer que usei, mas foi necessário, literalmente fudemos por HORAS. Praticamente fizemos um filme pornô em casa.

Quando finalmente terminamos, caímos completamente exaustos na cama, nossos corpos estavam encharcados de suor e a respiração ofegante. Olhei sem forças para minha mãe que também parecia ter chegado ao seu limite. Nós dois parecíamos ter corrido uma maratona.

—VAMO DORMIR AGORA! – falou minha mãe com a respiração forte.

—Certo! – concordei. —Só deixa eu me recuperar um pouco e já vou para o meu quarto. – eu realmente estava esgotado até minhas pernas pareciam estar sem força.

—DORME AI MESMO MOLEQUE! – criticou minha mãe enquanto me lançava um olhar sério.

Senti um alivio e uma certa felicidade por poder ficar mais um tempo ali com ela. Minha mãe se virou para o lado oposto e pareceu adormecer rapidamente, enquanto isso eu dei uma ultima olhada naquela enorme bunda branca virada para mim e como despedida dei uma bela apalpada em uma das grandes nádegas macias.

—VAI DORMIR GAROTO! – resmungou minha mãe. —E DEIXA MINHA BUNDA EM PAZ!

Sorri e me virei para o outro lado me acomodando bem na cama. Logo adormeci.

Aquela noite foi a coisa mais incrível da minha vida, mesmo sendo apenas uma, me senti extremamente satisfeito, descobri coisas que nunca pensei que conseguiria, o sabor da buceta da minha mãe, o cheiro do seu cu e até mesmo como era gostoso um beijo com sua enorme grande língua. COM CERTEZA UM PRESENTE INSUPERAVEL.

Comentários

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20/05/2019 03:02:56
Excelente conto, cara!
19/05/2019 22:11:48
Demais to com tesão ater agora da pra sente a sena sente até o gosto da buceta com tantos detalhes.
18/05/2019 19:21:58
muito bom, pior que sua mãe vai viciar em dar pra você sempre,
17/05/2019 17:54:01
Melhor conto que eu ja li
25/04/2019 06:54:56
Este foi um dos melhores contos que já li
03/04/2019 12:01:06
Meu amigo se tivesse como dar nota 100, eu daria espero que tenha continuação.
28/03/2019 00:22:21
Contaço.
13/03/2019 16:52:23
Muito bom, nota 1000. Da ate p imaginar como ela é gostosa. roberto.casado.contos@gmail.com
09/03/2019 09:25:10
Adorei embora muito longo também quando adolescente sentia muito tesão pela minha mãe más nunca tive oportunidade de fazer algo com ela só fiquei na punheta adorava fingir que estava dormindo para vela se trocar ou até mesmo ver meus pais transando adoro mulheres experiência não importa a idade quanto mais vívidas melhor acima dos 60adoro manda fotos da sua mãe donemagrao@gmail.com
04/03/2019 07:53:23
Excelente conto. Será que tem continuação?
26/02/2019 06:27:22
Porra que contaço merece 100
24/02/2019 16:36:47
O Seu conto é super !
24/02/2019 10:44:06
muito bom!
18/02/2019 04:38:34
Incrível, adorei!
15/02/2019 16:09:55
Otimo conto espero que tenha continuação.
12/02/2019 11:33:38
Sem palavras, menino! Que narrativa! Adorei a riqueza de detalhes, os diálogos com a mãe. Mais ainda nas transas que me deixaram com o lugarzinho ali toda úmida. Rs. Merecia mais que a nota dez. Tenho dois contos aqui com meu filho e adoraria tua opinião. Beijos da Vanessa.
12/02/2019 03:25:56
Excelente, como sempre. Se puder visite meus contos
12/02/2019 03:18:34
.
11/02/2019 23:28:33
Ótimo!!! Continua com ela dominando bem mais....
11/02/2019 19:30:15
Parabéns, nota 1000!

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