Noite especial no motel

Um conto erótico de Pretinho de SP
Categoria: Heterossexual
Contém 514 palavras
Data: 11/01/2019 09:04:29

Já fazia duas semanas que eu saia com a Juliana pra todo lugar, a gente se esfregava a noite toda e ela só me deixava botar a mão no grelo, nunca no buraquinho. Resolvi chama-la pra um passeio que não fosse balada… Fomos no cinema e antes paramos pra comprar uma coisa de comer. Já tinhamos intimidade pra conversar sobre nossas familias, ela me disse que tinha falado de mim pro irmão mas achava que o pai ia ficar tenso com nosso relacionamento. Como já falei antes, sou negro e apesar de ganhar meu proprio dinheiro, naquela epoca não tinha muitas condições. Morava num apartamento de COHAB com meus pais e ela morava numa cobertura de um predio que tinha porteiro 24h, por ai eu já sabia que eramos muito diferentes. O velho, descendente de italiano e dono de loja, ia querer a filha dele com um cara que tivesse faculdade. Ainda na fila do McDonalds, depois de me falar que queria ficar comigo apesar das diferenças, ela me abraçou e aquilo ligou o interruptor do tesão. Carreguei as sacolas de lanche pra dentro do cinema com dificuldade, tentando esconder o volume da minha calça até as cadeiras. Quando sentamos, botei os lanches de lado e puxei a mão da Juliana pra dentro da minha calça. A sala de cinema estava vazia e enquanto os trailers passavam, ela bateu uma punheta pra mim. Relaxei e gozei antes do início do filme, que assistimos abraçados comendo batata frita. Ela me olhava apaixonada e foi ali que eu entendi que eu era o primeiro. Ela nunca teve outro namorado. Dois dias e duas esporradas na calcinha depois, a convidei para uma surpresa. Disse que não ia contar para onde iriamos e ela devia se manter de olhos fechados até lá. Comprei um anelzinho desses de bijuteria e botei numa caixinha bonitinha. Se quisesse encontrar o tesouro no fim do arco-íris, precisava de uma artilharia mais pesada. Ela entrou no carro linda… Mandei que fechasse os olhos e fui cuidando até alguns quilômetros depois, quando chegamos no motel. Descemos do carro e subimos para a suite sem que ela visse onde era, mas acho que ela já desconfiava. Não parava de rir e dizer que estava nervosa. Quando entramos no quarto, pedi pra ela parasse e ajoelhei na sua frente. Ela abriu o olho e viu a caixinha… A pedi em namoro e ela me jogou na cama na mesma hora. Sem tirar o anel da caixa, que ficou jogada de lado, ela me beijou sentada por cima de mim. Comecei a tirar sua roupa e fiquei hipnotizado quando finalmente vi aquele corpo só de calcinha. Os peitinhos pequenos de bicos durinhos eram um convite. Abocanhei com vontade enquanto as mãos faziam o caminho já conhecido pela lateral da calcinha. Dessa vez, em vez de só afastar, eu pretendia tirar. A peguei pela cintura e trocamos de posição. Dessa vez era eu por cima e ela se abrindo pra mim por baixo. Sem oferecer resistência, me deixou tirar sua calcinha e ver por inteiro daquele buraquinho rosado.

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