JANE DÁ PRA TODO MUNDO - Parte 06

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Contém 2034 palavras
Data: 19/11/2018 03:20:07
Última revisão: 19/11/2018 20:27:57
Assuntos: Anal, Heterossexual, Oral

No outro dia, Marcelo acordou tarde. Ficara com Holanda até quase quatro da madrugada. Despertou em casa por volta das dez da manhã e por isso faltou ao trabalho. Tomou um banho demorado e depois foi para o hospital onde Jane estava internada. Não era horário de visitas, mas ele mentiu dizendo-se irmão dela e que não tinha ninguém para ficar com a moça naquele dia. Uma enfermeira fez que acreditou. Mas alertou Marcelo de que este não podia se demorar no quarto. Ele agradeceu e correu para lá. Encontrou Jane sozinha numa das enfermarias e acordada. Ela ficou contente ao ver-lhe. Perguntou:

- Quem disse que eu estava aqui? Minha irmã?

- Não. Teu cunhado.

- Aquele puto. Só quer o dinheiro de minha irmã. Eu sei que ele tem várias mulheres e é sustentado por elas. Minha irmã é besta por acreditar que ele a ama. Mas eu não caio na conversa dele.

- Relaxe. Não acho que você deva estar se aperreando. Trate de sarar.

Ela fez cara de choro. Depois, disse para ele:

- Me dá um beijo.

Ele foi até ela e a beijou com carinho. Ela continuava chorando. Ele perguntou:

- O que os médicos dizem da tua doença?

- Que é algo grave, mas eles não sabem ainda do que se trata. Minha irmã tenta me enrolar, mas eu sei que não vou viver muito tempo.

- Não diga isso. Você tem toda uma vida pela frente.

- Não, não tenho. Eu já me conformei faz tempos. Mas minha pobre irmã ainda não. Eu queria te pedir um favor.

- Se eu puder te ajudar...

- Só não me ajuda se não quiser.

- Okay. O que é que manda?

- Bem, na verdade são dois favores...

- Ih, já tá querendo me explorar. - Ele brincou - Mas diga do que precisa.

Ela esteve indecisa. Demorou a dizer:

- Eu queria que você desse em cima da minha irmã. Que fizesse ela se apaixonar por ti como eu me apaixonei. Só assim, morrerei tranquila.

- Não posso fazer isso. Sinto muito.

- Não gostou dela?

- Não tivemos oportunidade de conversar. Mas ela tem outro cara. Se ao menos ela tivesse ficado afim de mim, seriam outros quinhentos...

- Ela ficou. Tanto que pediu que eu não te fizesse mal. Depois que você saiu, nós conversamos muito. O calhorda do namorado dela havia dito que tinha um compromisso e foi-se embora.

- E que mal você poderia me fazer?

- Converse com ela. Nós não temos segredos uma para a outra. Ela sabe porque ajo dessa maneira, parecendo uma puta.

- Eu queria que você mesma me dissesse isso.

- Levaria tempo. Não daria para você me fazer o segundo favor.

- Que seria?...

- Quero que foda meu cuzinho.

- Como é que é?

- Quero que me foda a bunda. Preciso saber como é engolir um caralho enorme como o teu.

- Você está doente, Jane. Não posso fazer isso.

- Pode e deve. Não quero morrer virgem do cu.

- Agora você está sendo melodramática. Você não vai morrer.

- Você não quer que eu morra e posso te entender. Mas eu não tenho muito tempo de vida. Sei disso. Então, faça o que estou pedindo. Por favor. Eu te imploro...

- Você quer que eu faça isso aqui, no hospital?

- Não, não. Pensando melhor, decerto seríamos flagrados e interrompidos. Vou pedir para ser tratada em casa. Não quero morrer numa porra de um hospital. Aí, você vai pra minha residência. Lá, poderemos foder à vontade.

- Continuo dizendo que é loucura transar no estado que você está.

- Eu quero. É o meu último pedido pra ti. Você sabe onde moro?

- Agora, sei. Tua vizinha, que estuda conosco, me disse.

- Pois então, amor, vá agora lá em casa. Diga a minha irmã que preciso falar urgente com ela. Dê-lhe teu número de telefone. Amanhã você...

A enfermeira que havia deixado Marcelo ficar interrompeu o casal. Disse:

- O senhor deve sair. Vamos dar um banho na paciente e depois fazer uma série de exames. Se quiser, volte no horário de visitas.

- Amanhã você venha me buscar com Janice. Diga a ela para não trazer consigo o merda do namorado dela. - Completou a morena convalescente, já ofegante.

O rapaz se despediu dela, agradeceu à enfermeira e foi-se embora. Pegou um táxi e parou na casa das duas irmãs. Mas não encontrou Janice lá. Uma faxineira diarista o atendeu e disse que a moça estava no trabalho. O negro informou que viera do hospital e tinha um recado para ela. A mulher lhe deu o endereço do banco onde Janice era gerente. Ele foi para lá.

Quando o viu, a gêmea de Jane ficou lívida. Quase desmaia quando ele disse que a jovem precisava falar com ela com urgência. A bancária ligou imediatamente para o hospital, mesmo o rapaz lhe tendo dito que Jane estava bem. Botaram Jane na linha, pois não se podia ficar com celulares dentro do quarto. Janice esteve falando com ela, depois suspirou aliviada. No entanto, continuou preocupada. Disse para o negro:

- Minha irmã quer sair de lá. Disse que prefere morrer em casa.

- Ela é exagerada. Não demonstra estar tão doente. - Disse Marcelo.

A moça começou a chorar. Explicou:

- Infelizmente, os médicos deram pouco tempo de vida a Jane. Eu ainda não lhe disse, claro, mas já providenciei até o ataúde dela.

- Puta merda. É tão grave assim?

- Infelizmente, sim. Os médicos não sabem como ela sobreviveu tanto tempo... Você gosta dela?

- Não tenho certeza. Acho que sim. Mas depois que vi um monte de fotografias de rapazes nus no celular dela, confesso que esfriei os ânimos.

- Ela tinha um motivo para agir daquele jeito, sabia?

- Que motivo faria uma pessoa agir como puta?

- Ela sabe que morrerá em breve. Então, tem fodido com uma quantidade enorme de rapazes. Mas pegou a mania de fotografá-los nus, para guardar de lembrança até o final de sua breve vida. Quando soube que estava condenada, ela ainda era virgem, entende? Não queria morrer assim. Precisava saber como era fazer sexo.

- Caralho. Eu acho que faria o mesmo. Se soubesse que estaria a ponto de morrer, foderia uma grande variedade de mulheres. Desculpe as palavras de baixo calão.

- Ela tem dois objetivos na vida: foder o maior número de rapazes que lhe for possível e me afastar do meu noivo. Insiste em afirmar que ele me trai. Que ele é um gigolô de muitas mulheres e que só quer o meu dinheiro.

Marcelo quase diz que encontrou o cara com outra no clube, mas se conteve. No entanto, resolveu arriscar:

- Ela me falou que você havia ficado afim de mim, isso é verdade?

A bancária baixou a cabeça. Em seguida, confessou:

- Se eu não gostasse do meu namorado, namoraria mesmo contigo. Jane me falou maravilhas de ti. Fiquei com inveja dela ter um namorado como você.

- Ela pediu que eu namorasse contigo. Eu argumentei que você amava o coroa.

- Eu não o amo. Apenas me acostumei a tê-lo como companhia. É com ele que eu converso, tenho conselhos, tenho sexo. Meu cargo no banco é de muita responsabilidade e eu quase não tenho tempo pra mim. Rubem tem se esforçado para estar sempre comigo. Infelizmente, ele também tem os compromissos dele.

- Jane acredita que ele é um gigolô e apenas está de olho no teu dinheiro.

- Eu sei. Às vezes penso em não ter ninguém fixo. Contratar garotos de programa para me fazer companhia. Mas temo contrair uma doença venérea ou até a AIDS.

- Faz bem. Não deve cair na armadilha do sexo casual. E a maioria dos garotos de programa são gigolôs. Você iria sair da rede de um e cair na de outro.

- Tem razão. Qual seria a solução?

- Namorar comigo. Eu me esforçaria para te fazer feliz.

- Em troca de quê?

- Em troca de você me fazer feliz, também. Eu trabalho e ganho razoavelmente bem. Não preciso do teu dinheiro, Janice.

- Mas Jane te ama. Ela mesma me disse isso. Eu não seria capaz de lhe tomar o namorado.

- Pelo que entendi, ela quer me compartilhar contigo.

- Doida do jeito que ela anda, isso é bem provável. Você seria capaz de se dividir entre nós duas, sem causar ciúmes a ela?

- Não sei. Nunca estive numa situação parecida antes. Mas não custa nada tentarmos.

- Ela me falou que você tem um pau monstruoso. É verdade?

- Sim. Meu pênis é enorme. Você teme não suportá-lo?

- Não, não... meu coroa também tem pau grande. Acho que continuo com ele por causa disso. Adoro me sentir empalada por ele. É como se eu quisesse sofrer para pagar os meus pecados. - Riu-se ela.

Marcelo olhou em volta. A sala onde estavam era arrodeada de vidros transparentes. Não poderiam foder ali. Mas ele começava a ficar com muito tesão com aquela conversa. Ela percebeu. Perguntou-lhe:

- Em que está pensando?

- Acho que no mesmo que você. Fiquei com tesão. Se tua sala fosse mais discreta, transaríamos aqui mesmo.

- Eu também estou querendo. Mas aqui não dá. Nem posso sair acompanhada de você. Teríamos de nos encontrar em outro lugar...

- Conhece algum motel por perto? Eu poderia te esperar lá. Você dá um tempo e depois sai daqui.

- Não gosto de motéis. O banco tem uma suíte reservada para gerentes que vem de outros Estados. No momento, está desocupada. Nos encontraremos lá. Tome o endereço - disse ela, lhe dando um cartão de visitas. Preencheu um documento e entregou a ele. Disse:

- Apresente este documento ao recepcionista. E espere por mim já tomado banho.

A suíte era enorme e requintada. Para marcelo, parecia um palacete. Ele tomou um banho de água morna e se meteu em um roupão, pois o ar condicionado do quarto era muito frio. Não queria mexer e desconfigurar a temperatura. Era a primeira vez que ele entrava numa suíte daquela. Ainda estava maravilhado com tanto luxo quando ela chegou,

- Não consegui dar mais um tempo. Fiquei muito excitada com a nossa conversa e curiosa para conferir o tamanho do teu pau.

Ela foi dizendo isso já tirando os sapatos e desabotoando o blazer elegante que vestia. Não demorou a ficar apenas de peças íntimas. Disse:

- Deixe-me tomar um banho rápido.

- Não é preciso. Vou querer sentir teu cheiro natural.

Ela parou. Ficou olhando embevecida para ele. Depois, beijou-o com ardor. Foi correspondida. Ele a ajudou a tirar sua calcinha e seu sutiã enquanto ela lhe abria o roupão. Sorriu ao descobrir o enorme caralho duro. Falou:

- Ele é maravilhoso. Nunca vi um igual. Posso apalpá-lo?

- Faça dele o que quiser.

- Então, fique quieto. Deixe que eu conduza o coito. Não vai se arrepender.

Quando ela ficou nua, o rapaz comparou seu corpo com o da irmã. Não viu diferença. Ela era tão gostosona quanto. A boceta já pingava de desejo. Havia um tapete de pele de ovelhas na sala. Ela o deitou nele. Ele o achou macio. Ela lhe deu um banho demorado de língua, sem nem tocar-lhe o pau. Ele estava agoniado, doido para sentir sua boca nele. O mastro já doía de tão teso. Quando já ia pedir para ser abocanhado ali, ela pareceu adivinhar-lhe os pensamentos. Foi descendo com os lábios até beijar-lhe o pênis. Depois de lhe chupar por um tempo, massageou o caralho à espanhola, roçando-o entre os peitos. Ele cruzou as mãos sob a cabeça e fechou os olhos. Sentiu sua boca chupando a glande toda vez que ela despontava entre os seios dela. Ao contrário de Jane, a bancária fazia amor de forma suave. Parecia calcular o que fazer para deixá-lo mais excitado. Finalmente, montou nele. Sua vulva estava pegando fogo. Ele gemeu quando sentiu o próprio pau invadindo a gruta dela. Janice o foi engolindo aos poucos. Quando conseguiu ser penetrada até o máximo que aguentou, inclinou o corpo sobre o dele. Iniciou a cavalgada de forma bem devagar. Havia um grande espelho na sala, que ia do chão ao teto. Marcelo a via refletida de costas, erguendo e baixando o bumbum. Ele ficou mais excitado ainda com aquela visão. Ela pediu:

- Quando for gozar, me avise. Vou fazer de tudo para gozarmos juntos.

A foda durou mais de meia hora, quando ele finalmente jorrou porra na vulva dela. Ela não conseguiu gozar ao mesmo tempo. É que já tinha gozado inúmeras vezes antes que ele chegasse ao orgasmo.

FIM DA SEXTA PARTE.

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Comentários

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O melhor autor do site... Parabéns... Sempre espero finalizar toda a história do conto, mas neste, acabei lendeo sem me dar conta de quem era o autor e agora vou ficar na expectativa das narrações seguintes...

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Estou acompanhando e esperando o próximo

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